quarta-feira, novembro 16, 2011

Crise: o quê!? mas não há mesmo alternativa?

JPP (que não tenho o gosto de conhecer) pôs a circular na rede um apanhado de propostas de projectos de lei que foram submetidas a votação na AR e foram "chumbadas".

Um dos traços comuns a estes projectos é que propunham a arrecadação de verbas por parte do Estado por acção sobre outros interesses.

Aqui fica o nosso contributo à sua divulgação.

Votações na AR: 23 de Setembro de 2011

VOTAÇÃO NA GENERALIDADE

1. Projecto de Lei n.º 44/XII/1.ª (PCP) – Determina a aplicação extraordinária de uma taxa efectiva de IRC de 25% ao sector bancário, financeiro e grandes grupos económicos (altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-B/88, de 30 de Novembro);

Rejeitado
Favor – PCP, BE e PEV
Contra – PPD/PSD, PS e CDS-PP

2. Projecto de Lei n.º 45/XII/1.ª (PCP) – Tributação adicional sobre a aquisição e a detenção de automóveis de luxo, iates e aeronaves (13.ª alteração à Lei n.º 22-A/2007, de 29 de Junho, que aprovou o Código do Imposto sobre Veículos – ISV – e o Código do Imposto Único de Circulação – IUC);

Rejeitado
Favor – PS, PCP, BE e PEV
Contra – PPD/PSD e CDS-PP

3. Projecto de Lei n.º 46/XII/1.ª (PCP) – Tributa as mais-valias mobiliárias realizadas por Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS), Sociedades de Capital de Risco (SCR), Fundos de Investimento, Fundos de Capital de Risco, Fundos de Investimento Imobiliário em Recursos Florestais, Entidades não Residentes e Investidores de Capital de Risco (ICR) – (Altera o Estatuto dos Benefícios Fiscais, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 215/89, de 1 de Julho);

Rejeitado
Favor – PCP, BE e PEV
Contra – PPD/PSD, PS e CDS-PP

4. Projecto de Lei n.º 47/XII/1.ª (PCP) – Cria uma nova taxa aplicável às transacções financeiras realizadas no mercado de valores mobiliários;

Rejeitado
Favor – PCP, BE e PEV
Contra – PPD/PSD, PS e CDS-PP

5. Projecto de Lei n.º 48/XII/1.ª (PCP) – Cria uma sobretaxa extraordinária em sede de IRC (Alteração ao Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-B/88, de 30 de Novembro);

Rejeitado
Favor – PCP, BE e PEV
Contra – PPD/PSD e CDS-PP
Abstenção – PS

6. Projecto de Lei n.º 49/XII/1.ª (PCP) – Fixa em 21,5% a taxa aplicável em sede de IRS às mais-valias mobiliárias (Altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-A/88, de 30 de Novembro);

Rejeitado
Favor – PS, PCP, BE e PEV
Contra – PPD/PSD e CDS-PP

7. Projecto de Lei n.º 50/XII/1.ª (PCP) – Cria um novo escalão para rendimentos colectáveis acima de 175000 euros e tributa de forma extraordinária dividendos e juros de capital (altera o Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 442-A/88, de 30 de Novembro);

Rejeitado
Favor – PCP, BE e PEV
Contra – PPD/PSD, PS e CDS-PP

8. Projecto de Lei n.º 51/XII/1.ª (PCP) – Tributação adicional do património imobiliário de luxo (Alteração ao Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro, que aprovou o Código do Imposto sobre Transacções Onerosas – IMT – e o Código do Imposto Municipal sobre Imóveis – IMI);

Rejeitado
Favor – PCP, BE e PEV
Contra – PPD/PSD e CDS-PP
Abstenção – PS


JPP

domingo, novembro 13, 2011

Portugal: os sacrifícios são mesmo para todos os funcionários públicos?

A elite dirigente e os seus "fabricantes de opinião" tentam convencer-nos que as medidas de austeridade são para serem aplicadas a todos os funcionários públicos. Mas a sua prática desmente-os com frequência.

Eis um pequeno e público exemplo:

«Diário da República, 2.ª série — N.º 217 — 11 de Novembro de 2011

Gabinete do Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais

Despacho n.º 15296/2011

Nos termos e ao abrigo do artigo 11.º do Decreto -Lei n.º 262/88, de 23 de Julho, nomeio o mestre João Pedro Martins Santos, do Centro de Estudos Fiscais, para exercer funções de assessoria no meu Gabinete, em regime de comissão de serviço, através do acordo de cedência de interesse público, auferindo como remuneração mensal, pelo serviço de origem, a que lhe é devida em razão da categoria que detém, acrescida de dois mil euros por mês, diferença essa a suportar pelo orçamento do meu Gabinete, com direito à percepção dos subsídios de férias e de Natal.

O presente despacho produz efeitos a partir de 1 de Setembro de 2011.

9 de Setembro de 2011. — O Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo de Faria Lince Núncio.
»

quarta-feira, novembro 09, 2011

Lisboa: concentração hoje frente à embaixada de Israel

Activistas detidos pelo exército de Israel

No passado dia 4 de Novembro, as duas embarcações que navegavam rumo a Gaza, o barco canadiano Tahrir e a embarcação irlandesa Saoirse foram interceptadas e seus tripulantes detidos de forma ilegal.

Dos 27 activistas detidos, o site http://irishshiptogaza.org/ informa que 20 deles ainda permanecem presos na prisão de Givon, enquanto o paradeiro de mais um dos activistas é actualmente ignorado.

Segundo um contacto telefónico do passado dia 6, Paul Murphy, eurodeputado pelo Socialist Party da Irlanda e pela United Left Alliance, que permanece igualmente detido em Givon relatou entre outros factos que: "Em Givon, as autoridades tentaram nos desorientar, através da privação de sono e remoção dos nossos relógios, enquanto que o relógio da prisão indica a hora errada. Não nos foi dado qualquer perspectiva de quanto tempo permaneceremos detidos até a data do processo de deportação. Foi-nos negado o direito consagrado em Israel de contactarmos as nossas famílias no prazo de 24 horas a seguir à nossa detenção".

O objectivo inicial destes activistas consiste em desafiar o bloqueio ilegal aos 1.8 milhões de habitantes de Gaza que actualmente estão a ser constantemente minados através da proibição entre outros de: exportar bens, liberdade de circulação, cultivo em suas terras, pesca em suas águas e importação de materiais de construção. Para além destas privações económicas que são já reconhecidamente pela ONU uma forma de "punição colectiva de civis", ainda temos a demolição de casas, construção de muros e prisões arbitrárias efectuadas actualmente pelo governo de extrema-direita do Likud.

É imperativo a mobilização de massas tendo em vista a libertação imediata dos activistas presos, assim como a garantia da sua integridade física e psicológica. Para tal, propomos uma concentração já para o dia 9 (quarta-feira) em frente da embaixada de Israel pelas 18 horas, seguida por outras acções nos próximos dias.

A ameaça de veto dos EUA, bem como o aviso de abstenção da França no que diz respeito ao ingresso da Palestina como um membro de pleno direito na ONU demonstra claramente que qualquer mudança de fundo terá que partir da mobilização e organização popular, a solidariedade e cooperação internacional é imprescindível. As instituições actuais não tem qualquer interesse em se ôpor ao poder económico e político vigente em Israel.

Pelo direito à auto-determinação do povo palestiniano e contra qualquer forma de imperialismo, apoiamos uma Palestina livre e democrática.

Exigimos:
- O fim do bloqueio ilegal à Faixa de Gaza.
- A libertação imediata de todos os activistas presos de forma ilegal pelo exército de Israel.

Comité por uma Internacional dos Trabalhadores

sexta-feira, novembro 04, 2011

Nova flotilha a caminho de Gaza

Dois barcos, chamados «Tahrir» e « Saoirse», que constituem a flotilha chamada Freedom Waves to Gaza, estão a caminho de Gaza. Os civis a bordo são oriundos de cinco (ou 9?) países. Trata-se de outra tentativa não violenta de quebrar o cerco ilegal imposto pelo Estado de Israel a 1.6 milhões de palestinos de Gaza.

A organização de Freedom Waves to Gaza manteve-se secreta para evitar sabotagens por parte de Israel como aconteceu com a 2ª flotilha «Stay human» durante o verão passado. Para evitar que haja mais uma violação da lei internacional nestes barcos, pedimos que fiquem atentos e que, conforme os caso ou a situação:
  • Divulguem tanto quanto possível esta flotilha, pois o Estado de Israel poderá ser menos violento sabendo que o mundo está atento e com os olhos nela.
  • Pressionem as Nações Unidas e a comunidade internacional, tal como os Palestinos da Cisjordânia que irão fazer uma vigília na sede da ONU em Ramallah, exigindo uma acção rápida para proteger os civis a bordo dos barcos como o fim do cerco ilegal a Gaza.

É uma acção urgente, pois os barcos já se encontram em águas internacionais e a segurança dos tripulantes depende do apoio dado pela comunidade internacional.

Seguimos e permaneceremos Humanos!

Comité Palestina

sexta-feira, outubro 28, 2011

Declaración del Encuentro Internacional "Mujeres Sujetas Políticas: fortaleciéndose para la transformación"

DECLARACIÓN

Nosotras de la Marcha Mundial de las Mujeres de Paraguay, Argentina, Chile y Brasil reunidas en Asunción, Paraguay, los días 25,26 y 27 de octubre, en el Encuentro Internacional "Mujeres Sujetas Políticas: fortaleciéndos e para la transformación". CONDENAMOS la declaración de Estado de excepción en la zona norte del Paraguay así como demás medidas de criminalización de la protesta en nuestra región.

La región está viviendo la expansión de un modelo de seguridad, basado en la militarización total de los espacios de convivencia. Esta Militarización se basa en la instalación de bases militares por todo el continente, el aumento en los presupuestos para las fuerzas militares, la compra de armamentos y equipos para la guerra, la aprobación de leyes de tipo represivo, esto combinado con la aplicación de programas de tipo "social" que aprovechan de la ausencia de políticas sociales estables para legitimar la presencia y la actuación de las milicias. Al mismo tiempo este tipo "ayudas sociales" han sido utilizadas para desmovilizar a los sectores populares con amenazas de que se van a dejar de dar si alzan sus voces de protesta.

En América Latina este modelo de militarización se fortalece con la aplicación del Plan Colombia y está directamente ligado al funcionamiento del modelo de desarrollo económico vigente de tipo extractivista, en el que se saquean nuestros bienes naturales como el agua, las tierras, los minerales, el petróleo y todo lo que les genere ganancia, para la instalación de multinacionales que se aprovechan estos bienes, ocasionando grandes perjuicios sociales y ambientales.

En nuestros países la militarización se evidencia no solo con el aumento de tropas, sino con la criminalización de las luchas populares y de las organizaciones sociales que se organizan para defender sus derechos. También busca generar una cultura del miedo y de desconfianza hacia el otro y la otra en nuestras relaciones cotidianas.

Nosotras las mujeres conocemos la violencia sexista utilizada como arma de guerra, para desestabilizar nuestras comunidades, para colonizar nuestros cuerpos a la vez que nuestros territorios. RESISTIMOS a la instrumentalización de nuestro trabajo y de nuestras vidas para instalar la militarización en nuestros pueblos. RECHAZAMOS el falso discurso de que necesitamos ser protegidas por hombres con armas, en la realidad sigue la violencia domestica, la impunidad, la desaparición de niñas para la trata y la prostitución, los femicidios, aún más frecuentes en las zonas militarizadas.

Nos PREOCUPA la situación actual en Concepción y San Pedro, donde la violencia intimidatoria y la desinformación producidas por los medios de comunicación empresariales están provocando la expulsión de varias familias, su aislamiento y atemorización. La situación se siente también en las demás regiones con la estigmatización de las organizaciones sociales, sobretodo campesinas e indígenas, con objetivo de callar las voces y el pensamiento autónomo de los y las que defendemos la soberanía de los pueblos.

Nos SOLIDARIZAMOS con nuestras compañeras que viven y luchan en estas regiones y amplificaremos su voz en todo el mundo.

DENUNCIAMOS la acción de la policía chilena, con la connivencia del gobierno nacional, en la represión a las movilizaciones estudiantiles; y en especial la represión a las mujeres jóvenes con agresiones y maltratos cuando fueron agarradas por los pelos o cuando han obligado a mujeres jóvenes de 14 a 16 años a desnudarse en la comisaria como si fuera un procedimiento “normal”. En todos nuestros países vivimos la criminalización de la pobreza y de las mujeres, como es la ofensiva contra las mujeres que recurren al aborto mientras no hay políticas que afrontan los altos índices de mortalidad materna.

También VIVIMOS la represión contra las luchadoras, el asesinato de campesinas y campesinos e indígenas que resisten a las políticas de saqueo del capitalismo extractivista, de las compañías mineras, la contaminación del ambiente y los agravios a la salud de las personas por la expansión de monocultivos como la soja transgénica, la ganadería y la caña de azúcar para la producción de agrocombustibles.

Nos COMPROMETEMOS a organizar acciones concertadas de denuncias y afirmación de alternativas, como a generar y difundir informaciones de lo que pasa en nuestra región, para que las voces de las mujeres que resisten cotidianamente al ataque de sus derechos sean escuchadas y que la solidaridad entre mujeres de todo el mundo se haga sentir. Reivindicamos el derecho a vivir una vida libre violencia y a promover una cultura de paz, donde la buena convivencia entre las personas sea uno de los principales valores de nuestras sociedades.

Estaremos en marcha hasta que todas seamos libres!!! MMM.


Secretariado Internacional de la MMM.

domingo, outubro 23, 2011

Porto: Uranium Film Festival


Caros amigo/as,

Venho escrever-vos, agora para vos enviar o programa para os dois 1ºs dias e o cartaz, que podem divulgar.

Não enviarei mais informação, a não ser que me seja pedido, por esta forma (mail).

Como solicitei contributos individuais venho informar que, agradecendo ás pessoas que manifestaram indisponibilidade € mas empenhos, que tem a direcção do Festival assegurado o apoio no montante de 600/650 euros por parte das ONGAS e 20 euros de 450 pessoas contactadas.

Os custos, reduzidas as gorduras como está na moda, são direitos+ cartaz+ espaço + vária = 1200 €, estando neste momento, o prejuízo suportado pela coordenação e possíveis receitas de bilheteira, e até outra previsão comprometida a extensão do Festival a Lisboa.

António Eloy,
neste caso, Coordenador da extenção a Portugal do Uranium Film Festival.

NIB - Número de Identificação Bancária

0010 0000 36569660001 67

Por favor indicar o nome na transferência

Vimos hoje anunciar que os painéis de debate, ambos moderados pelo coordenador do Festival, que se seguirão aos filmes de Novembro:

No dia 29 de Novembro esse será animado pelo Dr. José Carlos Marques, presidente da Campo Aberto, e pelo Eng. Pedro Sampaio Nunes,

Os filmes em exibição serão:

(Solicitando a vossa compreensão para a escrita das sinopses em português do Brasil, agora designado por acordês)

238: A BOMBA SUJA DO PENTÁGONO Urânio 238 Costa Rica, 2009, 28 min, Direção: Pablo Ortega, Produção: Isabel Macdonald e San José Quaker Peace Center.

Mostra os perigos que o urânio empobrecido ou DU (em referência às iniciais em inglês das palavras urânio empobrecido: depleted uranium) usado nas armas convencionais apresenta para a saúde dos soldados e civis. Através de entrevistas com soldados, cientistas e ativistas, o documentário explora os riscos para a saúde quando este material radioativo e tóxico é ingerido ou inalado por pessoas nos campos de batalha e campos de tiro. Baseado em dados científicos, o filme tem sido utilizado pela Coligação Internacional para a Proibição das Armas de Urânio (ICBUW), como parte de sua campanha internacional para proibir DU como um componente militar.

(áudio inglês/ legendas em castelhano)

Uranio 238: A Bomba Suja do Pentágono ganhou o Prêmio do Júri como Melhor Curta. Isabel Macdonald: "Ganhar este prêmio vai ajudar os esforços internacionais no sentido de um tratado que proíba armas de urânio empobrecido em todo o mundo”.

Into Eternity (AO INFINITO) Dinamarca, 2010, 75 min, Direção: Michael Madsen, Produtor: Lise Lense-Möller / FILMES Hora Mágica.

Todos os dias, em todo o mundo, grandes quantidades de resíduos altamente radioativos, produzidos por usinas de energia nuclear, são colocados em depósitos provisórios, vulneráveis aos desastres naturais, às catástrofes provocadas pelo homem e às mudanças da sociedade. Na Finlândia, o primeiro depósito permanente do mundo está sendo cavado em uma rocha sólida – um gigantesco sistema de túneis subterrâneos - que precisará ter a durabilidade de 100 mil anos, pois este é o tempo que os resíduos permanecem perigosos.

Ao Infinito ganhou o Prémio do Júri como a melhor longa-metragem

(audio inglês/legenda inglês, contamos com legendagem em português a tempo do festival)  


No dia 30 de Novembro serão debatentes o Dr. António Regedor, histórico ecologista, e o Eng. Pedro Sampaio Nunes.

E os filmes em exibição serão:

4ª feira dia 30 de Novembro, às 21 horas

Após a exibição dos filmes seguir-se-à um debate entre o Eng. Pedro Sampaio Nunes e o Dr. António Regedor (histórico ecologista),

Sendo os filmes:

The Return of Navajo Boy (O Retorno do Menino Navajo) EUA, 2000-2008, 57 min, Direção: Jeff Spitz.

É um documentário aclamado internacionalmente, que reuniu uma família Navajo e desencadeou uma investigação federal sobre contaminação por urânio. Conta a história de Elsie Mae Begay, cuja narrativa em imagens revela uma incrível luta pela justiça ambiental. Um filme da década de 1950, chamado “Navajo Boy”, trouxe a memória de volta para as pessoas nativas que participaram em sua infância do filme, provocando desdobramentos em direções surpreendentes. O documentário incentiva uma família Navajo a compartilhar as lembranças marcantes que envolvem a produção cinematográfica de Hollywood, a mineração de urânio e do mistério de um menino desaparecido há muito tempo por ter sido levado por missionários. Seu nome era John Wayne Cly.

(audio ingles/legendas em português/Brasil)

O Retorno do Menino Navajo foi selecionado como um dos melhores documentários do International Uranium Film Festival de 2011.

O FUTURO IRRADIANTE DO BRASIL Alemanha,2011, 43 min, Direção Ralph Weihermann & Susanne Friess,

O Futuro irradiante do Brasil, é o primeiro documentário sobre a mina de urânio de Caetité, localizado na Bahia. A mineração começou em 2000. Desde esta época a população e o meio ambiente estão em risco por causa da poluição radioativa.

O “Futuro Irradiante do Brasil" teve sua produção concluída apenas uma semana antes do Uranium Film Festival começar. Por isso ele não foi inscrito para a mostra competitiva, mas consideramos importante apresentá-lo, já que é o primeiro filme sobre a mineração de urânio em Caetité

sábado, outubro 22, 2011

29 DE OUTUBRO – # MARCHA GLOBAL


Esta é uma proposta para as assembleias gerais de todo o movimento Occupy.

Há oito anos atrás, no dia 15 de Fevereiro de 2003, mais de 15 milhões de pessoas em sessenta países marcharam juntas para impedir o Presidente Bush de invadir o Iraque… uma enorme fatia da humanidade viveu um dia sem tempos mortos e vislumbrou a força e o poder de um movimento de pessoas unidas.

Agora temos uma oportunidade de repetir esse feito numa escala ainda maior.

Dia 29 de Outubro, na véspera da reunião do G20 em França, vamos todos juntos erguer-nos e exigir que os nossos lideres no G20 implementem um imposto de 1% em todas as operações financeiras e transacções monetárias (TAXA ROBINHOOD). Vamos enviar-lhes uma mensagem clara: queremos que seja retirado desse dinheiro fácil – 1.3 triliões de dólares que circulam diariamente pelo casino global – a quantia suficiente para financiar todas as iniciativas ambientais e programas sociais do mundo.

Levem esta ideia para a vossa assembleia geral local e juntem-se aos vossos camaradas no dia 29 de Outubro.

Retirado de http://29october.net.

quinta-feira, outubro 20, 2011

Setúbal: CAMINHOS PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA A PARTIR DE NÓS

Iniciativa conjunta:
• Movimento de Democracia Participativa;
• Centro de Cidadania Activa;
• Cercizimbra;
• Cáritas Diocesana de Setúbal;
• Associação C.A.S.A.;
• EAPN Portugal/ Núcleo Distrital Setúbal;
• Associação Prima Folia;
• Câmara Municipal de Setúbal;
• Museu do Trabalho Michel Giacometti.

Local:
MUSEU DO TRABALHO MICHEL GIACOMETTI
Largo Defensores da Republica
Telefone: 265 537 880
Fax: 265 537 889
E-mail: museu.trabalho@mun-setubal.pt

Contactos:
EAPN Portugal / Núcleo Distrital de Setúbal
Tel: 265 535 330
Fax: 265 535 329
E-mail: setubal@eapn.pt

CAMINHOS PARA ERRADICAÇÃO DA POBREZA A PARTIR DE NÓS

Um encontro entre cidadãos, associações, movimentos e redes.

Desde há alguns meses, quando dizemos pobreza chovem logo palavras como desemprego, dívidas, preços e crise.

E talvez aconteça que enquanto cai esta chuva de palavras sobre a cidade e o país onde vivemos, nós continuemos seguros nos abrigos que nos protegem.

Entretanto, desde sempre tem havido homens mulheres e crianças que dizem pobreza e sentem por dentro fome, frio, doença, desamparo, humilhação, rejeições, desânimo e becos sem saída.
De qualquer modo, entre as palavras que vão sendo ditas a partir da palavra pobreza, há uma agora repetida muitas vezes que nos deixa confusos e impotentes, porque parece ter o tamanho do mundo:
- É a palavra crise, com os adjetivos de económica social e política e é uma palavra que lembra um furacão fazendo estragos em muitos países.

Por onde passa derruba muita coisa e muita gente.

Como sempre, a maior parte das vítimas são os mais frágeis e entre eles os mais pobres, mas também é verdade que um furacão pode envolver no seu torvelinho gente robusta e abastada, esbracejando com muitas notas e joias a esvoaçarem à sua volta até à queda num qualquer precipício.

Mas então esta crise e tudo o que vem a reboque dela, como a pobreza mais miserável, pode atingir a minha própria família e pode arrastar-me também para o fundo?

Como enfrentar esta ameaça e torná-la uma oportunidade?

Um caminho poderá ser o de procurarmos pôr-nos no lugar das pessoas mais pobres que nós.
Ao fazermos isto, aprendemos a aceitar que a pobreza o desemprego e a crise possam tocar-nos a todos do mesmo modo e percebemos melhor o sofrimento de quem não sabe como responder às necessidades essenciais da sua família.

Daí pode nascer o desejo de entreajuda, despido do paternalismo que humilha e mantém tudo na mesma.

É AGORA MOMENTO DE NOS PERGUNTARMOS:
  • Como fazer diferença para uma nova abordagem da pobreza capaz de abrir portas, criar pontes, partilhar os poucos recursos que haja gerar força necessária para avançar em direção emancipação social?
  • E será que, pondo-nos conversar uns com os outros em busca das raízes desta crise, conseguiremos aprender alguma coisa sobre aquilo que sustenta hoje pobreza desemprego, as desigualdades, poluição esgotamento de recursos do planeta que nos deu vida?
Estas são algumas questões partir das quais podemos tentar construir respostas assumir compromissos através do diálogo da partilha de práticas que apontam para começar torcer futuro.

quarta-feira, outubro 19, 2011

Equador: Urgente! desalojo violento en Río Grande - Chone

NECESITAMOS SU SOLIDARIDAD
Militares reprimen a comuneros de Río Grande, por la construcción de una represa.

La madrugada de hoy, 18 de octubre de 2011, 500 militares de fuerzas especiales y policías ingresaron a la zona de Río Grande utilizando gas y reprimiendo violentamente a las familias instaladas desde junio en el Campamento de la Resistencia para Defender Río Grande.

El parte policial emitido habla de que el ingreso se realizó de forma pacífica, pero los hechos registrados hasta el momento dicen otra cosa: mujeres y niños fueron arrastrados y al momento hay dos mujeres heridas, un niño fue atropellado y dos niños desaparecido. El líder Alfredo Zambrano tiene varias heridas en su cabeza y al momento se encuentra detenido.

La razón que se encuentra detrás de semejantes acciones es el interés del gobierno de construir una represa que inundaría unas 6 mil hectáreas de altísima calidad agrícola en Río Grande y provocará el desalojo de más de mil familias, provocando la destrucción de una de las zonas de mayor fertilidad en medio de un entorno semi-árido, como es la provincia de Manabí.

El Comité de Comunidades Campesinas de Río Grande denuncian que nunca fueron consultados como lo manda el artículo 398 de la Constitución. Además han hecho numerosas denuncias ante la Fiscalía por abuso de autoridad, por robo de documentos en el juicio de Acción de Protección, por heridas a un poblador de Río Grande causadas durante operaciones de la empresa constructora, por adulteración de documentos. Los pobladores del sector están protegidos por los Derechos Colectivos reconocidos en la Constitución y otros acuerdos internacionales por pertenecer al Pueblo Montubio.

Esta represa fue encargada por la Secretaría Nacional del Agua (SENAGUA) a la empresa china Tiesijun y es parte del Proyecto de Propósito Múltiple Chone. Su supuesto beneficio es el control de inundaciones que afectan periódicamente a la ciudad de Chone, sin embargo varios estudios han demostrado la ineficacia de esta obra. Por el contrario, se ha identificado la existencia de intereses económicos relacionados con la industria camaronera y petroquímica detrás de esta represa.

Necesitamos su ayuda urgente enviando cartas de apoyo a los habitantes de Río Grande a las siguientes direcciones:

Eco. Rafael Correa
Presidente de la República del Ecuador
http://www.presidencia.gob.ec/index.php?option=com_contact&view=contact&id=2&Itemid=115

Lic. Javier Ponce
Ministro de Defensa del Ecuador
http://www.midena.gob.ec/index.php?option=com_contact&view=contact&id=9&Itemid=27

Cristóbal Punina
Secretario Nacional del Agua, SENAGUA
secretarionacional@senagua.gob.ec


Texto sugerido:

Estimado Señor Presidente:

Hemos tenido conocimiento que el día de hoy ha tenido lugar un desalojo violento de los asentados Campamento de la Resistencia para Defender Río Grande, quienes, en ejercicio de sus derechos colectivos reconocidos por la Constitución del Ecuador y acuerdos internacionales, están ejerciendo su derecho a decidir sobre el modelo de desarrollo que quieren implementar en sus tierras.

Por medio de la presente, queremos expresar nuestra solidaridad a los pobladores de la zona, y pedidos respetuosamente:
  • Que cese la represión en la zona de Río Grande
  • Que se libere al señor Alfredo Zambrano, apresado el día de hoy a la madrugada
  • Que se de a conocer el destino de los dos niños desaparecidos
  • Que se inicie un proceso de restauración integral a las personas afectadas, y que haya una garantía de no repetición de los atropellos cometidos
  • Que se inicie un proceso de consulta a las personas directamente afectadas, y se respete su decisión

Atentamente

Nombre, organización y país

--
Beverly Keene
Diálogo 2000 - Argentina

Coordinadora Internacional
International Coordinator
JUBILEE SOUTH - JUBILEO SUR -
JUBILE SUD - JUBILEU SUL
Piedras 730 (1070) Bs. As. Argentina
Tel. +5411-43071867
beverly@jubileesouth.org
www.jubileesouth.org
www.jubileosuramericas.org
www.dialogo2000.blogspot.com

segunda-feira, outubro 17, 2011

El régimen marroquí viola los derechos democráticos en el dia mundial para una democracia real

En reacción a la llamada mundial para hacer del 15 de octubre una jornada mundial, para luchar contra el capitalismo y para una democracia global, unos jóvenes militantes marroquíes han tomado la iniciativa de llamar a la organización de un sit in en Rabat (la capital de Marruecos). Esta movilización forma parte de 1000 otras, lanzadas en los cuatro rincones del globo, sobre la misma tematica.

En el momento en que estos jóvenes estaban a punto de acabar sus preparativos técnicos y logísticos, en el local de ATTAC/CADTM Marruecos, las fuerzas de represión compuestas por la policía y agentes de la autoridad local intervinieron violentamente. La policía pego y arresto a muchos militantes que fueron soltados posteriormente. Despues de unas horas en las que nuestro local estuvo rodeado, la policia se permitió una intervención dentro del mismo.

A pesar de esta represión preventiva, esta movilización inédita estuvo en la cita fijada por los organizadores. La policía no tardo en reprimir otra vez el sit in programado en el barrio Agdal. Por la tercera vez durante este dia, la policía reprimio de manera brutal un sit in organizado por el Movimiento 20 de Febrero de Rabat delante del parlamento.

La Asociacion ATTAC/CADTM Marruecos saluda el coraje de estos jóvenes militantes y anuncia a la opinión publica lo siguiente:
  • Denunciamos con fuerza la represión de esta acción militante, llamamos a todas las organizaciones a que denuncien esta represión salvaje y que expresen su solidaridad con estos jóvenes.
  • Denunciamos con fuerza el estado de sitio que sufrió nuestro local, asi como la entrada de las fuezas de represión dentro del mismo.
  • Metemos al ministerio de interior delante de sus responsabilidades a raiz de este comportamiento peligroso, que constituye una infracción al derecho y a la libertad de expresión y de organización.
  • Llamamos a todas las organizaciones políticas y asociativas, local y mundialmente a que denuncien este acto inadmisible.

Secretaria Nacional, Rabat, el 15 de octubre de 2011.

ATTAC / CADTM Marruecos

15 Outubro 2011: grande vitória dos Indignados

Desde Fevereiro de 2003 é a primeira vez que um apelo a uma acção internacional numa data determinada recebe um tal eco. Em Espanha, donde a iniciativa partiu, perto de 500.000 manifestantes desfilaram nas ruas de cerca de 80 cidades diferentes – dos quais 200.000 ou mais em Madrid [1],[2]. Em 5 continentes se assistiu a acções populares. Mais de 80 países e cerca de um milhar de cidades viram desfilar centenas de milhares de jovens e adultos em protesto contra a gestão da crise económica internacional por governos que acodem em socorro de instituições privadas responsáveis pela derrocada e que dela tiram proveito para reforçar políticas neoliberais: despedimentos em massa nos serviços públicos, sangrias nos serviços sociais e respectivo orçamento, privatizações maciças, atentados contra os mecanismos de solidariedade colectiva (sistemas públicos de pensão de reforma, direito ao subsídio de desemprego, negociações colectivas entre assalariados e patronato, etc.). Por toda a parte o reembolso da dívida pública é o pretexto utilizado para reforçar a austeridade. Por toda a parte os manifestante denunciam os bancos.

por Eric Toussaint

16 de Outubro de 2011

Em Fevereiro de 2003 assistimos à maior mobilização internacional para tentar impedir uma guerra: a invasão do Iraque. Mais de 10 milhões de pessoas reuniram-se em inumeráveis manifestações em todo o planeta. Depois disso, a dinâmica do movimento altermundialista nascido ao longo dos anos 1990 abrandou progressivamente, sem no entanto desaparecer por completo.

Neste 15 de Outubro de 2011, manifestaram-se um pouco menos de um milhão de pessoas, mas trata-se duma enorme vitória, porque é a primeira grande manifestação realizada em 24 horas em todo o mundo, contra os responsáveis pela crise capitalista que faz dezenas de milhões de vítimas.

A crise financeira e económica iniciadas nos EUA em 2007 estendeu-se principalmente à Europa a partir de 2008. A crise da dívida, que era coisa dos países em desenvolvimento, deslocou-se para os países do Norte. Esta crise está ligada à crise alimentar que ataca vastas regiões dos países em desenvolvimento desde 2007-2008. Acresce a crise climática que afecta principalmente as populações do Sul do planeta. Esta crise sistémica exprime-se igualmente ao nível institucional: os dirigentes dos países do G8 sabem que não têm meios para gerir a crise internacional, por isso reuniram os G20. Estes por sua vez há três anos demonstram serem incapazes de encontrar soluções válidas. Esta crise adquiriu uma dimensão civilizacional. Pô-la em causa significa pôr em causa o consumismo, a mercantilização generalizada, o desprezo pelos impactes ambientais das actividades económicas, o produtivismo, a procura de satisfação dos interesses privados em detrimento dos interesses, dos bens e dos serviços colectivos, a utilização sistemática da violência pelas grandes potências, a negação dos direitos elementares dos povos, como o da Palestina… Muitas vezes é o capitalismo que está no centro do que é posto em questão.

Nenhuma organização centralista convocou esta manifestação. O movimento dos Indignados nasceu em Espanha em Maio de 2011, após as rebeliões tunisinas e egípcias dos meses antecedentes [NT - e após a espantosa manifestação de 12 de Março em Portugal, que deixou toda a gente de boca aberta ao pôr na rua, num só dia, quase meio milhão de pessoas indignadas, ou seja, cerca de 4% da população portuguesa]. Este movimento estendeu-se à Grécia em Junho de 2011 e a outros países europeus. Atravessou o Atlântico Norte desde Setembro de 2011. Evidentemente uma série de organizações políticas e de movimentos sociais organizados apoiam o movimento, mas não o conduzem. A sua influência é limitada. Trata-se de um movimento largamente espontâneo, jovem na sua maioria, com um enorme potencial de desenvolvimento que inquieta fortemente os governos, os dirigentes das grandes empresas e todos os polícias do mundo. Pode alastrar como fogo num molho de palha, ou morrer em cinzas. Ninguém sabe.

O 15 de Outubro de 2011, o apelo à mobilização, reuniu sobretudo manifestantes dos países do Norte e não poupou os centros financeiros do mundo inteiro, o que é prometedor. O movimento dos Indignados desencadeou uma dinâmica muito criativa e emancipadora. Se ainda não fazes parte, procura juntar-te a ela, ou lançá-la se ainda não existe no local onde vives. Interconectemo-nos para uma autêntica emancipação.

Traduzido por Rui Viana Pereira.

Notas:

|1| Escrevo estas linhas em Madrid, onde participei nesta imponente manifestação de 200.00 pessoas.

|2| Nota do tradutor: Em Lisboa, cerca de 100.00 manifestantes marcharam em direcção ao Parlamento; aí realizaram uma assembleia popular, aprovaram o apelo a uma greve geral do país, a continuação de diversas formas de luta, e um apelo à suspensão do pagamento da dívida e ao arranque de um processo de auditoria cidadã da dívida pública.


Éric Toussaint, doutorado em Ciências Políticas, presidente do CADTM da Bélgica. Dirigiu com Damien Millet o livro colectivo La dette ou la vie [A Dívida ou a Vida], Aden-CADTM, 2011. Participou no livro da ATTAC Le piège de la dette publique. Comment s’en sortir [A Armadilha da Dívida Pública. Como Escapar], ed. Les liens qui libèrent, Paris, 2011.

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Eric Toussaint
www.cadtm.org
345 Avenue de l'Observatoire
4000 Liège
Belgique

sexta-feira, outubro 14, 2011

15 de Outubro: o que é uma Assembleia Popular?

Uma Assembleia Popular é um espaço aberto a todas as pessoas de uma determinada área, seja ela um bairro, uma cidade ou uma região mais alargada. Esse espaço é usado para discutir assuntos que são importantes para todos e decidir como agir para resolver esses assuntos. Uma Assembleia Popular pode tomar decisões através do voto ou tentar chegar a um acordo que seja aceitável para todos (muitas vezes chamado "consenso"). O aspecto mais importante de uma Assembleia Popular é que as decisões são tomadas sob a forma de democracia directa, isto é, cada pessoa tem igual poder na assembleia (http://www.peoplesassemblies.org/2011/07/popular-assemblies-in-revolts-and-revolutions/).

Dia 15 às 19:00 faremos uma Assembleia Popular em S. Bento (Lisboa) e nela tomaremos decisões sobre a continuidade de um protesto cada vez mais necessário. Em Portugal e no Mundo, nós somos a alternativa pacífica e apartidária a esta Crise e a este Sistema. Prepara a tua intervenção! traz as tuas propostas (máximo 3 minutos)! Inscreve-te para falar no local a partir das 19:00. Chegou a hora de fazeres ouvir a tua voz! Chegou a hora de ouvires com atenção a voz dos outros!

Uma Assembleia Popular é mais substancial que uma reunião aberta a todas as pessoas. Ela não é uma reunião única, mas sim uma série de reuniões que se sucedem de forma permanente. Uma Assembleia Popular é uma instituição política – o seu principal objectivo é ser a instituição de decisão política mais importante na área onde se localiza.

De uma forma muito simples, na Assembleia Popular do próximo dia 15 em S. Bento tomaremos conjuntamente a decisão sobre como continuar o protesto. Todos aqueles que se queixam de que o 15Out poderá ser apenas mais um protesto e não ter continuidade, terão na Assembleia Popular de S. Bento a oportunidade de expor as suas preocupações e apresentar propostas que ajudem a definir como o protesto continuará.

quinta-feira, outubro 13, 2011

"Inside Job, a desmistificação da Crise"

Sexta-feira, 14 de Outubro, 21 horas
Academia Problemática e Obscura
Rua Fran Pacheco n.º 178 Setúbal
96 368 37 91/96 97 91 335

A Tertúlia Liberdade (www.tertulialiberdade.blogspot.com) vai exibir em 14 do corrente , sexta-feira,o filme "Inside Job", a partir das 21H.,sobre os meandros da crise e legendado em português, na Cooperativa Prima Folia, situada em Setúbal, na Rua Fran Pacheco, 168, no centro da cidade. A exibição do filme será seguida de debate.

Temos o prazer de @ convidar a participar nesta sessão que, face à actualidade do tema e a posição da nossa Tertúlia, decerto conduzirá a um serão animado e ao apontar de caminhos que descubram uma saída para a armadilha em que as populações se vêm envolvidas.

O filme denuncia de forma clara as manigâncias dos senhores da banca, do capital e do estado, através de factos, entrevistas e documentalmente. Vendo este filme percebe-se como são feitas as negociatas dos produtos futuros, derivados e outros, como o dinheiro é sacado para benefício dos grandes comerciantes do dinheiro, os banqueiros e outros. E como as populações pagam tudo isso. Fica claro como surgiu a crise de 2008, paga pelos estados com os nossos impostos. E que hoje, novamente os mesmos peritos na fraude, com o apoio dos diversos estados, nos saqueiam quanto podem para socorrer os bancos e congéneres.

Queremos debater tudo isto, perceber as causas e descobrir caminhos novos para saídas reais. Sem promessas políticas ou de outra ordem.

PARTICIPA E DIVULGA!

domingo, outubro 09, 2011

15 de Outubro a Democracia sai à Rua

No dia 15 de Outubro, milhões de pessoas por todo o Mundo vão ocupar as ruas e praças de inúmeras cidades para reclamarem uma democracia mais forte e mais participativa.

Das Américas à Ásia, passando pela Europa e por África. Este é o dia de sairmos à rua.

Em Portugal, serão 7 as cidades a participar no protesto: Lisboa, Porto, Évora, Braga, Angra do Heroísmo, Faro e Coimbra.

Três dezenas de organizações em Portugal juntaram-se para encher as ruas.

Esta é a hora de nos unirmos. Chegou a hora de nos ouvirmos!

Lê aqui o manifesto: http://attacportugal.webnode.com/news/a15%20de%20outubro%20a%20democracia%20sai%20%c3%a0%20rua%21/

Até sábado!
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ATTAC Portugal
www.attac.pt
attac@attac.pt
Rua Febo Moniz 13, r/c
1150-152 Lisboa

quarta-feira, outubro 05, 2011

Declaración de Solidaridad con los Movimientos de “Juntos Ocupamos” y la Ofensiva de Octubre: el Mes de Mobilizaciones Globales

Llamada a la Acción para el 12 al 15 de Octubre

Grassroots Global Justice Alliance (GGJ) está en solidaridad con Occupy Wall Street, Occupy Together, y los Movimientos Sociales alrededor del mundo tomando acción durante el mes de Octubre. Somos comunidades de color, pueblos indígenas, y comunidades pobres y de clase trabajadora en la primera línea de las crisis de la economía, la ecología, y el imperio. Por muchos años hemos luchado contra el desempleo, los bajos salarios, las ejecuciones hipotecarias, el desplazamiento, y la criminalización. Hemos estado llevando el peso de una economía quebrada en nuestras espaldas durante demasiado tiempo.

Mientras tanto, el 1% de los ricos y poderosos de todo el mundo se han vuelto más ricos, debido a las prácticas salvajes y peligrosas del capitalismo global. Se ganan mega-ganancias por la explotación de los trabajadores, de los pobres y del planeta. Han mantenido sus mega-ganancias gracias al rescate de mil millones de dólares de nuestros impuestos. Es hora de que salgamos a las calles a gritar "¡Basta Ya!"

Damos la bienvenida a la "Ofensiva de Octubre" que está dando la voz colectiva a nuestra cólera y nuestra hambre por el cambio. Afirmamos el valor de las personas que están poniendo sus cuerpos en la línea, que están recuperando el espacio político y público en desafío de la avaricia que está empobreciendo a la mayoría de los EE.UU., y a la gran mayoría del mundo. Condenamos la violencia policial y los arrestos masivos como violaciónes a nuestros derechos fundamentales a la disidencia democrática.

Como una alianza basada en las masas, cuya misión es construir el internacionalismo de base, Grassroots Global Justice Alliance construye conexiones entre grupos de base en los EE.UU. y movimientos sociales internacionales para construir un movimiento popular para un mundo pacífico, justo y sostenible. Muchos de nosotros estamos aquí hoy, los demás de nosotros se están organizando y uniéndose a las acciones en otras partes del país. Todos nosotros estamos luchando día a día en diferentes sitios de la lucha - en nuestros trabajos, en nuestras casas, en nuestros barrios, a través de las fronteras.

Este movimiento anti-corporativo y pro-democracia está rompiendo el mito del excepcionalismo de los EE.UU., y está impulsando el “99%” de nosotros hacia un escenario internacional de los levantamientos globales luchando por otro mundo. Al salir a las calles para exigir un cambio sistémico, estamos alineados con nuestros compañeros buscando la justicia, desde Túnez a Egipto, desde Grecia a España, que prepararon el camino con la Primavera Árabe, los levantamientos en Inglaterra , y el movimiento de l@s Indignad@s, para nombrar algunos.

Los movimientos de nuestros compatriotas internacionales nos demuestran que esta Ofensiva de Octubre puede ser más que una expresión colectiva de nuestra rabia. Juntos podemos convertir este momento en una expresión de la evolución de las visiones, las direcciones y las demandas de los movimientos sociales ya existentes. Juntos podemos convertir esta cólera en un cambio transformativo y duradero. Como han dicho Josep Maria Antentas y Esther Vivas de l@s Indignad@s: "El reto es saber cómo manejar nuestro éxito, para pasar a la siguiente etapa y utilizar la energía de los campamentos de protesta para seguir adelante." Para l@s Indignad@s, la siguiente etapa incluyó el fortalecimiento de los lazos con los sindicatos militantes y la conexión entre el movimiento de los campamentos y "las luchas concretas contra los recortes y las políticas que buscan trasladar el costo de la crisis a los trabajadores."

Estamos en solidaridad con el Sindicato de Trabajadores del Tránsito (Transit Workers Union) de Nueva York, United Steelworkers, y varios sindicatos que han mostrado un ejemplo de como conectar los movimientos organizados con las protestas. Estamos en solidaridad con la marcha de las organizaciones comunitarias/sindicales el 5 de octubre y con las organizaciones anti-guerra y por la paz y la justicia que empiezan su ocupación de la “Plaza de la Libertad” (Freedom Plaza) en Washington DC el 6 de octubre, el 10 º aniversario de la invasión de Afganistán por los EE.UU.

Es la conexión de las fuerzas organizadas con las protestas autónomas que GGJ promete su solidaridad con Occupy Together y el Mes de Acción Global. Como una alianza de comunidades organizadas y pobres, de clase trabajadora, de indígenas y de gente de color, en la primera línea de la explotación capitalista: nos comprometemos a apoyar la Ofensiva de Octubre, y le invitamos a apoyar nuestras luchas en curso y las campañas por ejemplo:
  • Cuidado de la Salud para Tod@s
  • Transporte para Tod@s
  • La Defensa del Sector Público
  • Derecho de Negociación Colectiva para tod@s Trabajadores
  • Moratoria del Desalojo y las Ejecuciónes Hipotecarias
  • Amnistía para tod@s l@s Indocumentad@s, No Al Muro Fronterizo
  • Creación de Empleos Climáticos y Empleos con Salario Digno
  • Carta de Derechos para Trabajadoras Domésticas
  • Fín a la Tubería de la Escuela a la Cárcel
  • Desfinanciamiento del Presupuesto Militar
  • Apoyo a la Soberanía Alimentaria
  • No a las Arenas Petroleras, Parar el Proyecto Keystone XL

En la víspera del 10º aniversario de la ocupación y la guerra en Afganistán, hacemos un llamado a los EE.UU. que deje de utilizar nuestros impuestos para alimentar la violencia y el imperio, y que muevan ese dinero hacia las políticas, los trabajos y los servicios que pueden constituir una economía justa. Nosotros decimos: "¡No a la Guerra, No al Calentamiento: Construir una Economía para el Pueblo y el Planeta!"

Hacemos un llamado a todas las fuerzas autónomas y organizadas para mobilizarse desde el 12 al 15 de Octubre. Estos son días de acción global durante los cuales podemos conectar las protestas de los EE.UU. con las protestas en todo el mundo. El 15 de Octubre es un día de acción global llamado por el movimiento de los indignad@s de España que se unirá con protestas en los EE.UU. y en toda Europa. El 12 de Octubre es el Día de los Pueblos Indígenas y un Día de Acción Global Contra el Capitalismo. Este día de accion se ratificó y fue convocado por miles de participantes en la Asamblea de Movimientos Sociales del Foro Social Mundial en Dakar este Febrero pasado. El 12 de Octubre ofrece la oportunidad de exigir que las corporaciones toman la responsabilidad de sus acciones. Miembros de GGJ tomarán parte de este día por medio de acciones como la acción “Cerrar Wall Street del Oeste” planficada por Causa Justa::Just Cause en San Francisco. Ellos se unirán a las acciones sucediendo en el mundo.

¡Hacemos un llamado a los Miembros y Aliados de GGJ, y a manifestantes de Occupy Together y la Mobilización de Octubre para tomar la acción el 12-15 de Octubre para demandar colectivamente un otro mundo organizado por la necesidad humana, no la avaricia corporativa, por los derechos humanos y de la naturaleza y no por los derechos de las corporaciones destructivas!

Creemos que el pueblo no debe pagar por las crisis que este sistema ha creado. Creemos que la soluciones vendrán del pueblo. Y es sólo mediante el fortalecimiento de las estrategias conjuntas y las campañas de los movimientos organizados que se basan en los lugares donde vivimos, trabajamos y jugamos, que podemos hacer una realidad la transformación y la liberación que todos buscamos.

Sí a las necesidades humanas, No a la avaricia corporativa!

No a la Guerra, No al Calentamiento: Construir una Economía para el Pueblo y el Planeta!

¡Viva la Solidaridad Internacional!

Braga: bem vindos à Palestina!

VELHA-A-BRANCA. O MPP E O GAP convidam-te a mais uma sessão sobre uma viagem à Palestina!
Divulga, partilha e participa!

«[Palestine] It is a just cause, a noble ideal, a moral quest for equality and human rights.»
Professor Edward Said, na conferência anual American Arab Anti-Discrimination a 15 de Junho de 2003.
Fonte: Democracy Now

Bem vindos à Palestina!
Sábado 8 de Outubro, 22h, «Diário de uma activista do GAP na palestina, por Ana Palma»
VELHA-A-BRANCA - ESTALEIRO CULTURAL
Largo da Senhora-a-Branca, 23
4710-433 BRAGA
Portugal

Ana da Palma, activista do Grupo de Acção pela Palestina, vem falar sobre a mais recente visita à Palestina, onde teve oportunidade de assistir aos ataques diários à liberdade do povo palestiniano. Há mais de 60 anos que as Nações Unidas condenam regularmente as políticas de colonização e de expulsão do povo palestiniano praticadas por Israel. Contudo, Israel não cumpre com as mais de 30 resoluções do Conselho de Segurança e viola sistematicamente uma série de outras resoluções. Os palestinianos de Gaza e da Cisjordânia encontram-se isolados, divididos e impedidos de se movimentarem livremente dentro e fora do seu território. Sofrem quotidianamente das práticas racistas, segregacionistas e das expulsões arbitrárias cometidas em nome da segurança pelos vários governos de Israel. Os colonatos e o muro israelita na Cisjordânia (com mais de 700 km de comprimento e em certos sítios com 8 m de altura) foram condenados pelo Tribunal Internacional de Justiça a 9 de Julho de 2004.

segunda-feira, outubro 03, 2011

Lanzamiento Oficial de la Toma de Boston (1/10)

La ocupación del Parque Dewey Square en el epicentro del centro financiero de Boston empezó oficialmente el Viernes Septiembre 30, 2011 á las 18h00. Á las 18h30, una multitud inicial de cerca de 400 se arremolinó y hablo en grupos pequeños. La atmósfera era armoniosa y festiva. Unos pocos policías aburridos observaban a la multitud. Los ocupantes usuales de este barrio – banqueros, oficinistas, y suburbanos – salen de la ciudad en esta ciudad este fin de semana.

Mientras anochecía, la multitud crecía, lenta pero firmemente. Algunos traen letreros, pero todavía no hay canciones ni discursos. Un tweet sale que la Asamblea General empezará á las 19h45. La AG es la estructura de reunión que este movimiento ha adoptado de forma de modelear el tipo de sociedad que queremos. Una "democracia horizontál", la llamamos. No hay líderes, si no facilidadores. El objetivo es que todos puedan hablar si lo quisieran, pero atenerse a alguna agenda. No es claro si esto objetivos conflictivos pueden ser satisfechos, pero el grupo le esta echando ganas. El grupo de esta noche es much mas grande que las asambleas generales de planificación que ocurrieron anteriormente en la semana, donde solo los activistas mas cometidos sabían que las reuniones estaban ocurriendo. Veremos como el grupo lidiará con el crecer del movimiento que generaron.

La Toma de Boston es, en si mismo, una ramificación de la protesta La Toma de Wall Street que empezó hace dos semanas en Nueva York. La Toma de Boston es uno de literalmente docenas de grupos a traves de los EE.UU. y el mundo que están en le proceso de formarse, o ya han empezado. Lo que estos grupos quieren es el tema de debate intenso, pero claramente estan hartos de la forma que funciona nuestro gobierno y sistema financiero.

A las 19h00, la multitud llega a mil, y el "micrófono popular" empieza. El micrófono popular empezó en Nueva York donde los manifestantes tenían prohíbido el uso de amplificación electrónica. La forma en que funciona es que el interlocutor seprara sus palabras en trozos pequeños y pausa mientras cada trozo es repetido por el grupo entero. Es un poco inusual, pero tiene beneficios emocionales inmensos, addicionalmente a su abilidad de hacer a las personas audibles sin amplificación. El micrófono popular vuelve a oyentes normalmente pasivos en participantes activos. Es más, todo lo que es dicho por er interlocutor is dicho por todos, lo cual genera un sentido de comunidad apretada.

La Asamblea General empieza con discursos introductores de los facilidadores, continuando con reportes de todos los grupos: legal, médico, comida, tácticas/acción directa, asistencia, medios, y artes & cultura. Con un grupo tan grande, el proceso es más tenso que nunca antes. Algunos se sienten silenciados y excluídos, mientras simultáneamente otros quieren que menos hablen y interrumpan el desarrollo de la asamblea. Como todo acerca del moviminiento, le processo de AG es un trabajo en curso.

Despues de que la reunión de AG, nos separamos en los grupos distintos para mas planeamiento y organización. El grupo de medios estacó terreno mas alto para encontrar un ángulo de cámara y poner sus computadoras. Pronto entramiento fué lanzado para guiar a las personas cómo hablar con reportadores. Por que puede ser algún tiempo antes que el movimiento llege a un consenso acerca de que son nuestras demandas, la gente son animadas a dar su propia opinion, su historia personal, y decir por que se estan uniendo á la ocupación ó mezclandose con ella.

El grupo de acción directa planeó y ejecutó una marcha espontánea, conduciendo a centenares de participantes cantantes a traves del distrito financiero, despues de entrenamiento preparatorio por el equipo médico. Algunos cantos favoritos incluían: "¿Que mas rico pueden ser? ¡Cancelen todos las deudas estudiantiles!", "¡Somos muchos, son pocos! Si todos nos levantamos… ¿que podrán hacer?", "¿Como reparar un déficit? ¡Terminen con las guerras y cobren impuestos a los ricos!" Fué muy animado y muy apreciado por la multitud del centro, incluyendo festejantes y trabajadores de restaurantes.

La marcha culminó en una demostración furiose en frente del Banco de la Reserva Federal de Boston, que acecha sobre el Dewey Square. Muchos de los que vieron la demostración estaban preocupados, e intentaron hacer que los demostradores regresen.

Pero la policía parecía contenta que la multitud disipe su furia, y violencia no ocurrió de ningun lado. Es un contraste bienvenido á alguo de los reportajes de Nueva York, donde manifestantes pasivos y pacíficos fueron maceados a bocajarro por la policía.

Después de la marcha y demostración, la gente continuó a organizar sus equipos, tener comida, hacer campo, y hablar hasta las últimas horas de la madrugada acerca del capitalismo, nuestro gobierno, y las mejores estrategias para atraer un group mas grande y diverso de participantes.

Todas las personas con curiosidad estan invitadas a venir y darse cuenta de nuestro movimiento. Somos hospitalarios y amigables y hay tant variedad de historias y opiniones entre el grupo, que todos encontrarán una forma de entrar, y una forma de añadir su propia voz a esta conversación en curso.

Versión actualizada (7:12 am, 9 / 30)

PARA PUBLICACION INMEDIATA 30 de Septiembre de 2011

Contactos: OccupyBostonMedia@gmail.com

Occupar WALL STREET INSPIRA LAS PROTESTAS EN BOSTON

Viernes, 30 de septiembre, los ciudadanos interesados se reúnen para el lanzamiento de el movimiento La Toma de Boston (Occupy Boston)

La conversación que comenzó en Wall Street, Nueva York en el 17 de septiembre se ha extendido hacia el norte de Boston, y ha inspirado un fuerte movimiento nacional. Se han unido cerca de 100 actos de apoyo en las ciudades de Los Ángeles, Dallas, Chicago y Washington DC, los ciudadanos interesados se han juntado para demandar una igualdad económica.

Personas que desean participar en La Toma de Boston se reuniran en la plaza llamada Dewey Square, en el centro de Boston, hoy vierne 30 de septiembre a las 6 pm, con el objetivo de comenzar una protesta a largo plazo, discutir las condiciones del estadoy desarrollar, a partir de esa discussion, una lista de cambios específicos, necesarios para asegurar que nuestro gobierno estadounidense verdaderamente funcione para beneficiar a todos los ciudadanos.

La planificación de este evento se inició con un grupo de más de 200 personas de todos los sectores sociales quienes se reunieron en parque llamado Boston Common la noche del martes para discutir la posibilidad de tomar acción. El periodista Paul Harris de el diario Ingles conocido como The Guardian hizo un reportaje sobre la reunion en el cual dice "[..] La gente detras de el movimiento La Toma de Boston, demostraron tener muy buen conocimento sobre los medios communicativos y gran habilidad para organizarse, el martes, al atraer una multitud de voluntarios entregados a la causa de ocupar una porcion de la ciudad."

La Toma de Boston es el comienzo de un debate sobre los problemas con el sistema económico de Estados Unidos, los cuales han ido dañado el gobierno y la sociedad en conjunto. El 1% posee el 50% de la riqueza de la nación – y aun mas importante, la manera en que se utiliza esa riqueza para socavar los principios fundamentales de la democracia en Estados Unidos.

A través del uso de una democracia directa, La Toma de Boston labora para definir y resolver los problemas que presenta un gobierno opaco y exclusivo, un Wall Street sin conciencia y un estado que lucha por garantizar los mas básicos derechos humanos. Todos están invitados a unirse a esta dialogo sobre la reformacion de las empresas y la funcion del gobierno.

En los próximos días y semanas, La Toma de Boston defiende que un cambio es necesario, busca definir tal cambio y darles a entender a los politicos responsables, a los líderes empresariales y los ciudadanos de su República, esta misión.

"Este pais le pertenece a la mayoria y no solo al 1%. Somos el 99%. Únete al dialogo!"

quarta-feira, setembro 28, 2011

São Mamede: em defesa do desenvolvimento local

"A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, (…) visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa."
(art.º 2.º da Constituição da República Portuguesa)

1. A democracia portuguesa está longe de se esgotar nos mecanismos representativos. O encontro e o acordo dos cidadãos para a regulação da vida colectiva, se reduzidos aos momentos em que se elege e se é eleito, tornar-se-iam uma caricatura da democracia, oca, esvaziada, ritual. A participação cívica, a todos os níveis e em todas as escalas, e em ambiente de liberdade e de estímulo, está para a democracia como o sangue para o corpo, a seiva para a planta.

O mundo global, teatro de tantos e por vezes tão antagónicos interesses, exige territórios vivos. A recessão demográfica que há décadas castiga, entre outras, a zona do nordeste alentejano, não poderá ser combatida senão contando com o empenhamento e o envolvimento das populações em todos os assuntos da vida comunitária, potenciando o desenvolvimento da "massa crítica" de que tanto carecem as regiões deprimidas.

É com estes pressupostos que se dá hoje notícia pública da constituição do grupo cívico SOS São Mamede. Grupo plural centrado na defesa e promoção do equilíbrio social e natural deste território, na conservação da sua biodiversidade, na sustentabilidade das suas práticas económicas, sociais e ambientais, na expansão das suas potencialidades paisagísticas, etnográficas e culturais. Grupo cívico – ferramenta ao serviço dos cidadãos para que melhor possam exercer os seus deveres e os seus direitos, no respeito integral pelas competências próprias das autoridades públicas. Grupo aberto e universal – para concretizar a adesão, singular ou colectiva, a este grupo, são suficientes a expressão dessa vontade e o compromisso de honra (que, a ser quebrado em actividades do Grupo, apenas responsabilizará o indivíduo e nunca o Grupo e constituirá motivo de exclusão deste) de abstenção de qualquer acto contrário à lei da República Portuguesa, independentemente de convicções morais, de filiações políticas ou ideológicas, de nacionalidade ou de local de residência.

O mundo somos nós. Nós fazemos o mundo.

2. Há cerca de dois anos que se vem assistindo à implantação, em terrenos no concelho de Marvão, nas freguesias da Beirã, de Santo António das Areias e de Santa Maria, de muitos quilómetros de vedações de rede fina, suportadas por postes metálicos assentes, em alguns locais, em betão, que chegam a atingir 2,45 m, totalmente aderentes aos solos, e encimadas por duas fiadas de arame farpado. O efeito paisagístico, talvez o mais imediato, é devastador: áreas integradas num Parque Natural surgem retalhadas, esquartejadas, através de cercas agressivas que parecem configurar prisões, sem que se vislumbre a utilidade que tais vedações possam ter, no presente, ou possam vir a ter, no futuro. O SOS São Mamede manifesta, face a esta situação, a sua perplexidade e a sua preocupação: perplexidade, pelo desconhecimento dos interesses económicos que podem explicá-la, e preocupação, pelos impactes negativos que terá na fauna local e na sua livre circulação, obviamente condicionada com a implementação destas estruturas. Valores patrimoniais e etnográficos, como calçadas e trilhos antigos, poderão também estar ameaçados, tal como valores económicos: basta pensar nas actividades ligadas ao turismo.

O Parque Natural da Serra de São Mamede, sítio único na Península Ibérica, integra valores naturais e paisagísticos excepcionais.

O SOS São Mamede espera que as diversas autoridades públicas, aquelas que foram directamente escolhidas pelas populações, e as que foram nomeadas pelos representantes eleitos do povo, neste como noutros casos, honrem a nobreza das suas funções, assegurando aos cidadãos toda a informação disponível, o debate público que for necessário, e a transparência nos negócios exigida pela lei e pela ética.

O SOS São Mamede confia nessas autoridades e, na medida das suas possibilidades e das suas capacidades, assumir-se-á como seu interlocutor tendo em vista os esclarecimentos públicos indispensáveis.

Portalegre, 27.9.11

Achim Speth, et al.

terça-feira, setembro 27, 2011

CNATRP: comunicado sobre reuniao MNE com Clinton

Hoje, o Ministro de Negócios Estrangeiros português encontrar-se-á com a sua homóloga dos Estados Unidos da América. Sendo Portugal actualmente membro do Conselho da Segurança da ONU, sem dúvida o tema mais importante desta consulta será a posição portuguesa acerca da iniciativa palestiniana junto da ONU da passada sexta-feira, dia 23 de Setembro.

A iniciativa que solicita o reconhecimento da Palestina como Estado membro de pleno direito das Nações Unidas é um novo passo na construção de um Estado palestiniano que dê expressão a um direito de auto-determinação consagrado no Direito Internacional e na própria resolução da ONU que em 1947 dividiu o território da Palestina então sob mandato britânico em dois Estados. Nas circunstâncias actuais da ocupação e colonização israelitas dos 22% da Palestina que permanecem território palestiniano, mesmo uma eventual votação positiva a favor da iniciativa palestiniana não dispensará muito mais luta e negociação para tornar a independência palestiniana numa realidade. Contudo, tudo parece apontar no sentido de a iniciativa palestiniana vir a esbarrar na oposição e consequente veto dos Estados Unidos, prometido pelo Presidente Obama no seu discurso da mesma sexta-feira.

É neste contexto que a Secretária de Estado dos EUA vai procurar influenciar a posição portuguesa para votar contra a iniciativa palestiniana ou se abster.

A posição portuguesa em relação ao conflito israelo-palestiniano tem sido ao longo dos anos orientada pelo respeito do Direito Internacional e por um alinhamento pelas posições da União Europeia reconhecendo o direito do povo palestiniano ao seu próprio Estado. Os Estados Unidos, potência patrocinadora do processo de Oslo, falharam rotundamente na condução do processo de paz no que toca aos direitos palestinianos, permitindo a anexação e colonização por Israel de vastos territórios palestinianos de Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, a segmentação do território e das comunidades por um novo muro da vergonha que o Tribunal Internacional de Justiça declarou contrário à legalidade internacional e uma sistemática violação dos direitos fundamentais dos homens e mulheres da Palestina. A sua oposição à iniciativa palestiniana, disfarçada com declarações solenes sobre a necessidade de negociações entre as partes é um disfarce cada vez mais frágil de um apoio flagrante às intransigências israelitas. Por tudo isto, a iniciativa palestiniana tem plena justificação.

Neste quadro, é hoje, talvez mais que nunca, crucial que Portugal mantenha a sua posição e resista à pressão do governo dos EUA. Em nome da Constituição da República e do Direito Internacional, exigimos que Portugal vote a favor da iniciativa palestiniana no Conselho de Segurança da ONU.

Lisboa, 27 de Setembro de 2011

Comissão Nacional de Apoio ao Tribunal Russell sobre a Palestina

AG ONU: Irlanda apoia a criação de um Estado palestino

Declarações do ministro irlandês dos Negócios Estrangeiros Eamon Gilmore na Assembleia Geral da ONU:

"A decisão do presidente Abbas de procurar a adesão da Palestina nas Nações Unidas é totalmente legítima e compreensível. A Palestina tem o mesmo direito à participação nas Nações Unidas que a Irlanda ou qualquer outro membro desta Organização.

Alguns procuram argumentar que a Palestina não pode ser reconhecida como um Estado por as suas fronteiras não terem ainda sido acordadas. Mas se as fronteiras da Palestina ainda são uma matéria de negociação, então, por definição, também o são as de Israel, que é justamente um membro de pleno direito da ONU ..."

"Virá o dia, não muito distante, em que a Assembléia Geral será chamada a votar sobre uma proposta para admitir a Palestina como um membro desta Organização, ou talvez, como uma etapa intermédia para a realização desse objetivo, a conceder à Palestina o estatuto de estado observador. Desde que a resolução seja redigida em termos que sejam razoáveis ​​e equilibrados, acredito que a Irlanda dará o seu total apoio.
"



Tradução livre BSP. Fonte: http://www.labour.ie/press/listing/13170528717198538.html

domingo, setembro 25, 2011

Indignados: a França acolhe-os com a polícia

Anna Maria
Il Manifesto, 23 de Setembro 2011

Duas marchas de indignados, vindas de Madrid e Barcelona, reuniram-se em Paris em 17 de Setembro, de passagem para Bruxelas onde contam chegar a 8 de Outubro, com vista a participar nas manifestações do dia 15.

Algumas centenas de pessoas circularam pela capital francesa propondo a realização de assembleias aos cidadãos. Mas a recepção foi péssima.

A polícia tudo fez para impedir a circulação dos indignados e as assembleias. Na segunda-feira 17, no Boulevard Saint Germain, ainda aconteceu uma com sessenta pessoas, a tensão foi grande e houve três feridos. Na noite de quarta-feira, na Place de la Bourse, oitenta pessoas foram detidas e 11 delas (um espanhol e 10 franceses) comparecerão perante o tribunal em 31 de Outubro, acusados de "degradação de bens públicos", o que negam. A táctica da polícia foi de cercar os grupos, impedindo-os de qualquer acção.

Para os indignados também foi difícil encontrar alojamento. A cidade de Paris virou-lhes as costas e só puderam contar com algumas municipalidades do distrito. Estará Sarkozy, talvez, com medo de que o movimento se espalhe pela França, agora que já começou a campanha para a presidência de 2012? A imprensa francesa não demonstrou muito interesse na presença dos indignados em Paris.

Tradução livre do BSP.

Apoye el Llamamiento de Dakar durante el CSA

LLAMADO A ORGANIZACIONES PARA QUE SE ADHIERAN AL LLAMAMIENTO DE DAKAR CONTRA EL ACAPARAMIENTO DE TIERRAS!

Durante el Foro Social Mundial de Dakar, Senegal, en Febrero de 2011, movimientos sociales, organizaciones de pequeños productores y otras organizaciones de la sociedad civil lanzaron un llamamiento colectivo contra el acaparamiento de tierras. Más de 650 organizaciones ya se han adherido. Si su organización desea también apoyar este llamamiento, por favor hágalo antes del 7 de octubre de 2011.

El Comité de Seguridad Alimentaria Mundial (CSA) con sede en Roma en la Organización mundial para la Agricultura y la Alimentación (FAO), está actualmente negociando las Directrices sobre la Gobernanza Responsable en la Tenencia de la Tierra, Recursos Pesqueros y Forestales. Estas directrices deberán proteger y reforzar el acceso a la tierra, a los recursos pesqueros y a los bosques para los/as pequeños/as productores/as de alimentos. Desgraciadamente, algunos gobiernos poderosos, apoyados en esto por las Instituciones Financieras Internacionales, no quieren adoptar directrices fuertes. Estos gobiernos prefieren una gobernanza de los recursos naturales que facilite la apropiación de los recursos por parte de grandes inversionistas empresariales y otros actores poderosos.

Campesinos afectados por el acaparamiento de tierras entregarán el llamamiento de Dakar, con todos los nombres de las organizaciones que lo hayan avalado, a los gobiernos durante las negociaciones sobre las Directrices en Roma los di­as 10-14 de Octubre.

Esta movilizacón también deberá contribuir a presionar a los gobiernos para que rechacen definitivamente los Principios para Inversiones Agrícolas Responsables (RAI por sus siglas en inglês) del Banco Mundial.

Es hora de impedir el acaparamiento de tierras, no de darle una fachada de "responsabilidad"!

Por favor, lea y firme el llamamiento aquí: http://www.dakarappeal.org

sábado, setembro 24, 2011

Por un Banco del Sur al servicio de los Pueblos

POR UN BANCO DEL SUR AL SERVICIO DE LOS PUEBLOS
Luego de más de cuatro años de retraso, la Cámara de Diputados aprobó la sanción definitiva a la ley que ratifica el convenio constitutivo del Banco del Sur.

Tan sólo hace unas semanas, el discurso predominante era que la crisis mundial del capitalismo, con epicentro en Europa y EEUU, no nos iba a afectar. Pero el recrudecimiento de la misma, que se manifestó, recientemente, en la amenaza de cesación de pagos por parte de EEUU, terminó de convencer a los países que integran la UNASUR, incluso a gobiernos de derecha, de la necesidad de adoptar medidas tendientes a protegerse de los efectos de la crisis.

No es para menos. Muchos países de la región son acreedores de los EEUU, ya que utilizaron parte importante de sus reservas internacionales para adquirir bonos del Tesoro de este país. El argumento que se usaba para ello, consistía en que si bien se trata de bonos de escaso o nulo interés, los mismos eran fácilmente convertibles en efectivo, siendo además impensable que EEUU entrara en cesación de pagos. Pues bien, lo inimaginable para algunos estuvo y está a punto de hacerse realidad.

A esta altura resulta evidente que la crisis capitalista global no sólo no ha cesado sino que continuará profundizándose. Lo que pone de manifiesto la urgencia de avanzar en transformaciones de fondo. Por ello, la creación del Banco del Sur debe ser considerada sólo como una de las medidas que la creación de una Nueva Arquitectura Financiera Regional requiere. Se debe avanzar, paralelamente, en la creación del Fondo de Reservas del Sur, en el control cambiario común y en la creación de una moneda de intercambio común, que reemplace la dependencia que, actualmente, tenemos del dólar en el comercio exterior. Asimismo, se precisa avanzar con la realización de auditorias integrales y participativas de las deudas públicas, para evitar, de esta manera, que se sigan pagando reclamos ilegítimos.

Pero, demás, resulta necesario resaltar que la participación de los pueblos en la elaboración y toma de decisiones que hacen a la protección de sus intereses fundamentales sigue siendo escasa. El Banco del Sur no contempla hasta el momento la participación de la sociedad civil en las decisiones relativas a la utilización de los fondos.

El tema no es menor. Sólo la participación popular evitará que el Banco del Sur termine siendo un instrumento al servicio de las clases dominantes locales, que sirva para financiar proyectos que refuercen el modelo productivo actual, favoreciendo así la concentración de la riqueza, el crecimiento de la pobreza y la degradación del medio ambiente.

No se trata de "blindar" al actual modelo productivo. La gravedad de la crisis en que el capitalismo ha hundido a la humanidad, amenazando su propia existencia, exige ir más allá y avanzar en la creación de un nuevo modelo productivo y de desarrollo, que tenga como finalidad la satisfacción de las necesidades esenciales de la población, en forma justa y equitativa y en armonía con la naturaleza. Pero ello sólo será posible si detrás de dicho proyecto se encolumnan los pueblos de la región como verdaderos artífices de sus destinos.

ATTAC - Diálogo 2000 - Programa Luterano sobre Deuda Ilegìtima

Buenos Aires, 7 de septimbre de 2011

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¡No debemos- No pagamos!
¡Somos nosotr@s l@s acreedores!

Diálogo 2000
Piedras 730 - Tel.: 5411-4307-1867
dialogo2000@gmail.com
www.dialogo2000.blogspot.com

Convergência e Alternativa - Comunicado

O movimento político Convergência e Alternativa alerta a população portuguesa para a importância histórica do tempo que estamos a viver e apela aos cidadãos para que façam das manifestações convocadas para os dias 1 e 15 de Outubro o início de um levantamento nacional de protesto e indignação contra as políticas ditadas pelos interesses do sistema financeiro nacional e internacional.

Importa perceber que o nosso endividamento externo, e o de outros países da periferia da zona euro, foram alimentados pelo crédito concedido pelos países mais competitivos do centro e norte da Europa. Sem moeda própria, integrado numa zona monetária formatada pela doutrina neoliberal mais fundamentalista, Portugal deixou de ter condições institucionais para executar políticas favoráveis ao seu desenvolvimento. Uma década de crescimento anémico dentro da zona euro conduziu o País a uma situa ão de endividamento externo grave. Hoje estamos sujeitos às políticas tradicionalmente impostas pelo FMI aos países endividados. No entanto, académicos de elevada reputação, acompanhados por investigadores que trabalham no FMI e em organismos das Nações Unidas, têm mostrado que as políticas impostas pela troyka (UE-BCE-FMI) conduzirão o nosso País a uma situação de desastre financeiro, económico e social.

Olhando para o definhamento da nossa economia, o rápido empobrecimento de muitos milhares de famílias, e a emigração dos jovens mais qualificados, os Portugueses começam a tomar consciência de que o País não vai resolver o problema do endividamento e vai ter de recorrer a um segundo pacote financeiro. Para muitos, começa a ficar claro que os sacrifícios exigidos ao povo não só são injustos mas também são absolutamente inúteis. Chegou a hora de exigir à classe política que não se esconda em meias palavras.

Em vez de enterrar a cabeça na areia, os responsáveis políticos devem enfrentar a dura realidade: primeiro, o cumprimento do Memorando está a afundar-nos numa grave recessão que, com o passar do tempo, pode tornar-se uma depressão; segundo, quando a ruptura financeira da Grécia ocorrer, Portugal passará a ser visto pelos especuladores como "o próximo" e, a partir daí, nenhuma austeridade será suficiente para "acalmar os mercados". Hoje, há perguntas a que os dirigentes políticos não podem fugir: afinal, para que serve cumprir o Memorando? Que sentido faz sujeitarmo-nos a políticas que os especuladores sabem que não resultam?

Queremos discutir e tomar decisões sobre o futuro do nosso País.
Vamos para a rua porque o espaço público também é o espaço da democracia!

A COMISSÃO COORDENADORA PROVISÓRIA
(http://www.convergenciaealternativa.com/?page_id=6)

quinta-feira, setembro 22, 2011

Semana de acção global contra a dívida - 2011

¡Rompamos las cadenas del endeudamiento!

El sistema de la deuda continúa haciendo estragos en la vida de las personas alrededor del mundo. Los pueblos del Sur confrontan a diario con los impactos y las consecuencias del endeudamiento financiero de sus países que, lejos de aliviarse, aumentan con la crisis y la búsqueda de ganancias extraordinarias de parte de los capitales más concentrados. Además, continúan con la carga de una deuda histórica, social, ecológica y climática impaga, que al ritmo de las falsas soluciones, también sigue incrementando.

En Europa y América del Norte, la seguridad social está siendo desmantelada en nombre de la austeridad fiscal, mientras que millones de personas no pueden encontrar trabajo digno y los presupuestos militares crecen. Alrededor del mundo, los pueblos luchan para obtener la prestación de servicios públicos y derechos básicos como la salud, la educación, el agua, la vivienda, la previsión social, la reforma agraria y urbana, mientras los gobiernos privilegian el pago del servicio de una deuda muchas veces mal-habida.

Son las bases mismas del sistema que están mostrando sus falencias. Sin embargo, la mayoría de los gobiernos junto con las Instituciones Financieras Internacionales (IFIs) persisten en la búsqueda de "soluciones" a los problemas de nuestros pueblos que sólo los empeoran, al colocar a los mercados financieros y la deuda en el centro de su respuesta a la crisis por ellos mismos provocada.

En lugar de nuevos mecanismos de endeudamiento y de perpetuar la ilegitimidad de la deuda, los pueblos claman por el repudio de las deudas ilegítimas y odiosas, y de alternativas económicas y de financiamiento soberano y democrático que partan del respeto a los derechos humanos y la Naturaleza.

Unamos nuestras fuerzas y digamos NO a la deuda ilegítima: adquirida en nombre de los pueblos, pero destinada a beneficiar a unos cuantos banqueros y políticos corruptos, a las grandes multinacionales, a los intereses especulativos, a la criminalización y represión contra la resistencia popular. Los pueblos del mundo demandan la rendición de cuentas y transparencia en el manejo de las finanzas publicas. Exigimos la suspensión del pago de la deuda y la realización de auditorías integrales y participativas de la deuda ¡AHORA! La protección de los derechos humanos debe ser la prioridad de los Estados.

¡Rompamos las cadenas del endeudamiento! para así poder trabajar juntos en cuestiones centrales de la vida: la erradicación de la pobreza, el goce de los derechos humanos, la defensa de los pueblos y de la Naturaleza, la soberanía política y financiera, y la construcción de sistemas económico-sociales incluyentes y equitativos para todas y todos.

Para construir este otro mundo posible, la movilización de los pueblos es nuestra herramienta principal. Por eso, convocamos a hacer confluir nuestras acciones en todo el planeta, del 8 al 16 de octubre, en la Semana de Acción Global contra la Deuda y las IFIs. Invitamos a todos a unirse, a maximizar su creatividad y a realizar todo tipo de acción apropiada para visibilizar nuestras demandas comunes y apoyar las luchas concretas. La Semana incluye varias jornadas especiales que contribuyen a fortalecer la formación de alianzas con otras luchas, movimientos y redes, entre ellas:
  • 12 de octubre: Minga Global de Defensa de los Derechos de la Madre Tierra y Día de Acción Global contra el Capitalismo (Asamblea de Movimientos Sociales).
  • 13 de octubre: Día de Acción ¡Banco Mundial fuera del Clima!
  • 15 de octubre: Día de Repudio a la Deuda en memoria de Thomas Sankara y Movilización Internacional del Movimiento de los Indignados/as.

¡NO debemos - NO pagamos!
¡Auditoría y Anulación incondicional de la deuda ilegítima!
¡Reparaciones YA!

Los invitamos a enviar su adhesión y compartir sus planes para juntos hacer más fuerza. Para requerir más información se puede comunicar a: semanadeuda@gmail.com o http://semanadeuda.wordpress.com

domingo, setembro 18, 2011

PELO RECONHECIMENTO DO ESTADO DA PALESTINA COMO MEMBRO DAS NAÇÕES UNIDAS


Caro Amigo

Na iminência da apresentação do respectivo pedido à próxima Assembleia Geral da ONU, o MPPM (Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente), o CPPC (Conselho Português para a Paz e Cooperação) e a CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional), promovem uma SESSÃO PÚBLICA PELO RECONHECIMENTO DO ESTADO DA PALESTINA COMO MEMBRO DAS NAÇÕES UNIDAS, na próxima Segunda-feira, 19 de Setembro, às 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

Serão oradores: Maria do Céu Guerra, Presidente do MPPM; Rui Namorado Rosa, Presidente do CPPC; Carlos Carvalho, Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN e Mufeed Shami, Embaixador da Palestina em Portugal.

Convidamo-lo a participar e divulgar esta iniciativa, neste momento importante para a vida do povo palestino.

Cordiais Saudações

A Direcção Nacional do MPPM

domingo, setembro 04, 2011

Vean y muestren el nuevo vídeo de La Vía Campesina !

El movimiento internacional campesino La Vía Campesina presenta su nuevo vídeo en defensa de la agricultura campesina y la soberanía alimentaria en todo el mundo.
 
La Vía Campesina en movimiento... ¡
Soberanía Alimentaria YA! 

Vean este documental de 20 minutos de duración y difúndalo entre sus vecinos, amigos, comunidades, organizaciones locales, encentros culturales, festivales de cine, manifestaciones...

Pueden incluso organizar una proyección seguida de un debate al que puedan invitar a campesinos y campesinas, autoridades locales o a quien esté interesado.

Para ver y descargar el documental: http://www.vimeo.com/viacampesina (con paciencia si la conexión es lenta).

Pueden también incluir el vídeo en su sitio web.

Para anunciar su proyección en nuestro nuevo foro (pueden hacerlo en cualquier idioma): http://video.viacampesina.org/forum/viewtopic.php?id=4

Para publicar los comentarios que haya suscitado la proyección o incluir breves informes: http://www.vimeo.com/viacampesina/forum.

Para obtener más información se ruega contacten con Boaventura Monjane boa.monjane@viacampesina.org

domingo, agosto 07, 2011

RELANÇAMENTO DA CAMPANHA "ÁGUA É DE TODOS"

DECLARAÇÃO
  • Considerando a necessidade urgente de fortalecer e intensificar a defesa da fruição da água e do saneamento por todas as pessoas, face ao crescente e violento ataque ao direito universal à água em Portugal.
  • Considerando a premência de defesa da propriedade e gestão pública da água como recurso estratégico, meio ecológico essencial à vida e factor sanitário fundamental, bem como das infraestruturas e serviços de água.
  • Condenando os objectivos do governo de privatizações de sectores, recursos e serviços estratégicos, com ênfase para a concessão e alienação dos monopólios naturais da água e dos serviços de água e em particular a anunciada privatização do grupo Águas de Portugal, caminho que, tal como outros exemplos de venda de sectores estratégicos confirma, tornaria o país ainda mais dependente, injusto e desigual,
  • Considerando indispensável a continuação e o reforço do investimento nos sistemas de água, saneamento e tratamento de águas residuais, melhorando a elevação dos níveis de cobertura, a qualidade de vida das populações e a protecção das nossas águas e aquíferos.
  • Afirmando que a água não é um bem mercantilizável e exigindo a manutenção dos serviços de água sob propriedade e gestão públicas e sem fins lucrativos,
As entidades subscritoras:
  • Reafirmam a defesa dos princípios e objectivos da Campanha "Água de todos", a Declaração "Pelo direito à água e Por uma gestão pública de qualidade", subscrita por várias dezenas de organizações portuguesas e por mais de 40 mil cidadãos que apoiaram o abaixo-assinado (www.aguadetodos.com).
  • Promovem conjuntamente o relançamento, alargamento e intensificação da Campanha "Água é de todos".
  • Anunciam a realização de um Encontro Nacional em Outubro, convidando desde já à participação todas as organizações e pessoas que se identificam com a Declaração da Campanha.
  • Convidam as entidades e organizações disponíveis para realizar acções de divulgação, sensibilização e mobilização durante os meses de Agosto e Setembro a contactarem a sede da Campanha, que dispõe já de alguns materiais para empréstimo e exibição.
  • Apelam a todos os cidadãos, organizações, movimentos e instituições para que se mobilizem em defesa do direito à água, contra a sua mercantilização e privatização, porque a água é de todos e deve ser para todos.

As organizações:
Associação Água Pública
CPPC - Conselho Português para a Paz e Cooperação
CGTP/IN - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses
CNA - Confederação Nacional da Agricultura
CPCRRD - Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto;
FENPROF - Federação Nacional dos Professores
FNSFP - Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública
MUSP - Movimento de Utentes dos Serviços Públicos
STAL - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local
USL/CGTP - União Sindicatos Lisboa


CONTACTOS:
Sede da Campanha:
Água é de Todos
Rua D. Luís I, 20 F – Lisboa
www.aguadetodos.com
geral@aguadetodos.com

terça-feira, agosto 02, 2011

IV Encuentro del Libro Anarquista Salamanca 12, 13, 14 y 15 de Agosto 2011

Saludos.

Os escribimos por que agradeceriamos que en la medida de vuestras posibilidades nos ayudarais en la difusión de la propaganda del IV Encuentro del libro anarqusita de Salamanca, durante los dias 12,13 y 14 de Agosto desde vuestras respectivas paginas web o facilitandonos una direccion postal si lo deseais tambien, para enviaros carteles a vuestro pueblo.

Continúa el Encuentro del libro Anarquista de Salamanca, con esta cuarta edición pretendemos construir un espacio de acción y teoría que poco a poco se consolide dentro de la red anual de ferias de libros que se organizan en la península ibérica.

Os invitamos a participar en esta cuarta edición de esta feria y que os paséis unos días por Salamanca.

Este es el cuarto año que organizamos el encuentro del libro anarquista en Salamanca, con las ganas de seguir apoyando a las Distribuidoras alternativas que ayudan a poner en contacto a grupos y personas dispersas que necesitamos de la comunicación con lxs otrxs para poner en común nuestras reflexiones, acciones, creaciones, intercambio de material...

Entendemos la distribución anticomercial como una herramienta necesaria para difundir un ideal, para crear conciencia, debate, transformación social, de manera autogestionada, sin los condicionantes estéticos e ideológicos que impone el mercado comercial, creando nosotrxs mismxs un espacio propio, libre de la lógica del mercado.

No nos mueve el beneficio, ni el éxito, ni la competencia, y con nuestro trabajo apoyamos las luchas sociales que ponen en cuestión el orden dominante.

Pretendemos una cultura de hacer las cosas con tus propios medios y dejando los costes de los materiales lo más asequible posible.

Para este año esta solicitando de nuevo la casa de la juventud de garrido (lugar donde se realizo la segunda edición, lo unico que los puesto se colocarian en una plaza a 5 munitos del lugar, que esta bastante transitada y muy cerquita de la estación de renfe, pero agradeceriamos que aun no difundais el lugar en caso de saberlo,por cuestiones represivas, aunque el año pasado no salio tan mal de todo, y nos mantuvimos todos los dias a nuestras anchas y este año asi lo pretendemos, ala horas de colocar los puestos en la calle, sera un lugar con techo pero en un parque, para que nos pueda proteger tanto del sol como de la lluvia, y en caso de represión de la policia, tener como ultima opción el patio de la casa de la juventud de garrido.

Tienes una distribuidora, librería o editorial, ¿Cómo puedes participar?

Este Encuentro se desarrollará en el local las presentaciones de libros y comidas y cenas y las distribuidoras, a pié de calle, con sombra y amplio sitio, aunque queremos avisar a las distribuidoras, librerías, que para que no existan problemas agradeceriamos que tengais encuenta a la hora de cargar con el material que sea, material autoeditado, material descatalogado, de editoriales extintas o difícil de encontrar, material de editoriales que no asistan a la feria o en representación de ellas, preferiblemente libros, folletos, revistas y material impreso (tema discos de música y camisetas no abusar).

Desde la organización se va a intentar conseguir el mayor número de mesas posibles para montar los puestos, pero si alguno/a podéis traer alguna será muy bien recibida.

Este Encuentro está dirigido a las distribuidoras anticapitalistas, que se mueven fuera de los cauces comerciales y que en su gran mayoría están dedicadas a la distribución y autoproducción de material IMPRESO, es decir, los sellos de música y puestos de otro tipo de material no son grupos a los que vaya dirigida la convocotaria, eso no quita que no se pueda distribuir material de audio, vídeo, textil, etc... pero no es la idea y en caso de falta de espacio serán los primeros en ceder espacio.

A lo largo que se vaya acercando iremos dejando en la pagina web, las distribuidoras confirmadas para ser conscientes de las que participaran.

Poner un puesto en el Encuentro del Libro Anarquista, no costará nada de nada. Apelamos más a la solidaridad y al apoyo mutuo de lxs participantes para poder cubrir los gastos.

Las mesas sé iran destinando aquellas que vayan confirmando su asistencia, pues aquellas que lleguen sin haber confirmado, tendrán que ceder a aquellas que hayan confirmado asistencia.
Entendemos que serán varios días de convivencia en un espacio reducido así que confiamos en la responsabilidad de cada unx para mantener el espacio limpio.

Las fechas en las que se realizara el encuentro es desde el viernes 12 de agosto al domingo 14 de agosto del 2010. Aunque cabe la posibilidad de las distris asistentes y que esten animadas a quedarse el lunes en montar los puestos un dia al lado de la plaza mayor de Salamanca, usease durante el lunes 15 de Agosto.

Las exposiciones de material, serán abiertas todos los días desde las 11 de la mañana hasta las 22 de la noche a excepción del viernes que será a partir de las 17h.

Entendemos que serán varios días de convivencia en un espacio reducido así que confiamos en la responsabilidad de cada unx para mantener el espacio limpio. Al igual que entendemos que un animal no tiene por qué tener el mismo interés ni ganas de estar tres días rodeado de gente, de stress, etc... así que si hay posibilidad mejor déjalo en casa, ya que el espacio que nos han cedido este año no permite el acceso a animales.

Alojamiento:
Teniendo en cuenta que se trata de un espacio reducido, la prioridad de alojamiento será para las distribuidoras y ponentes. Es necesario que os traigáis esterillas y sacos de dormir.
La programación se basara en presentaciones de libros y de una mesa redonda de editoriales de carácter libertario, de la península ibérica, que para ello estamos enviando invitaciones a los contactos de las editoriales que hemos conseguido. En el caso de que pertenezcas o conozcas a una editorial y sepas que no le haya llegado la invitación, poneros en contacto, en la dirección de e-mail, para facilitaros unos puntos que la asamblea ha preparado, para hablar. El motivo de hacer una mesa redonda entre editoriales, nace del buen sabor que nos que damos con la mesa redonda de distribuidoras alternativas y bibliotecas que se han realizado en las anteriores ediciones, radios libres y seguir dejando en el encuentro un hueco para debatir y hablar aquellos colectivos y personas o cada cual como se quiera identificar dentro de una difusión de textos, para el conocimiento, debate y practica.

Además también realizaremos, desayunos, comidas y cenadores veganos cada uno por el coste de 3 euros para cubrir la financiación del encuentro, pues el encuentro es financiado con el dinero de las personas de la asamblea y de las aportaciones voluntarias.

Las distribuidoras editoriales que estén interesadas en participar, os pedimos que nos confirméis lo antes posible, para poder ir organizándonos mejor, tanto vuestra presencia, como las personas de cada distribuidora que os acercaréis. Lo podéis hacer en encuentrosalamanca@gmail.com.

En unos días tendremos la propaganda para ir haciendo la difusión del encuentro, quien quiera carteles impresos en imprenta para su provincia, dejarnos una dirección de correo postal con la cantidad que podéis pegar, la tirada que vamos a hacer son de 1000 carteles, e infinidad de panfletos para repartir en la calle.

Sin más y esperando veros en el encuentro nos despedimos no sin antes animaros a acudir y a hacer de este tipo de encuentros algo permanente y práctico que nos sirva tanto de encuentro de realidades como de transmisión de experiencias útiles en nuestra confrontación con todo aquello que nos domina.

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