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sábado, fevereiro 02, 2013

Liberdade para Hassan Karajah!

Libertar o defensor dos direitos humanos e activista de Stop the Wall Hassan Karajah!
Veja a nosso formulário de acção online aqui:
 e junte-se a nós

Nas primeiras horas de quarta-feira 23 janeiro de 2013, forças de ocupação israelitas (IOF) prenderam Hassan Yasser Karajeh, o coordenador dos jovens de Stop the Wall, de 29 anos, entrando violentamente na sua casa na aldeia de Safa, oeste de Ramallah, na Cisjordânia. Desde então, ele está em interrogatório sem acesso ao seu advogado ou a familiares.

Esta nova prisão de pessoas de Stop the Wall vem num momento em que a resistência popular palestina contra a construção de aldeamentos israelitas e a expulsão forçada de comunidades palestinas está a ganhar ritmo. A nova geração de activistas jovens, criativos e determinados e o seu movimento de resistência popular são claramente uma ameaça a essas acções e os defensores dos direitos humanos estão a pagar um pesado tributo à repressão. Hassan é apenas um deles - um símbolo de uma nova geração da resistência palestina.

Stop the Wall pede a grupos solidários, movimentos sociais, organizações de direitos humanos e cidadãos interessados a agir em conjunto para libertar Karajah Hassan e parar a repressão dos defensores dos direitos humanos na Palestina.

Veja a nosso formulário de acção online aqui - http://members.stopthewall.org/pt-br/node/304 - e junte-se agora:
  •          Tome um minuto e utilize o formulário on-line para enviar uma carta para o consulado pedindo-lhes para intervir com as autoridades israelitas a libertar Karajah Hassan e parar a repressão dos defensores dos direitos humanos.
  •         Mande este apelo à acção e o link para o formulário on-line para os seus contactos e publicá-lo em suas mídias sociais
  •         Organize as suas acções, campanhas, alertas e pedidos próprios para libertar Karajah Hassan e parar a repressão dos defensores dos direitos humanos.
  •         Publique artigos sobre a repressão israelita de defensores dos direitos humanos nos seus meios de comunicação, locais e nacionais.

quarta-feira, outubro 10, 2012

Portugal: criminalização do activismo social

Todos vimos a solidariedade nos sectores habituais da blogosfera (ex: 5dias, Arrastão,o próprio Tugaleaks) e sites institucionais como o 15deoutubro.net quando se tratou de outros casos do processo crescente de criminalização do activismo em Portugal, como por exemplo no caso da companheira condenada pelo "crime" de distribuir folhetos. No entanto, à excepção deste artigo e do comunicado dos Indignados de Lisboa - é ensurdecedor o silêncio dos restantes blogs/sites sobre este novo episódio Kafkiano, então e essa solidariedade companheirxs?
http://www.tugaleaks.com/mp-acordos-manifestantes-5-outubro.html
R. Carter

terça-feira, agosto 14, 2012

MSE » Solidariedade com os sindicalistas andaluzes presos

O MSE solidariza-se com os sindicalistas andaluzes presos pelo estado espanhol

O MSE solidariza-se com os sindicalistas andaluzes que, por lutarem contra a miséria provocada pela política do governo espanhol, foram presos.

Alguns dos trabalhadores ligados ao Sindicato Andaluz dos Trabalhadores (SAT) num gesto simbólico e pacífico sacaram, sem passar pela caixa, vários carros de supermercado cheios de produtos alimentares básicos, em Sevilha e Cádiz.

Segundo Sánchez Gordillo, um dos dirigentes desta acção e ex deputado da IU: "muito mais bárbaro é na Andaluzia haver 1250000 desempregados, 34% da população activa estar sem trabalho e haver 350 000 de famílias subalimentadas." Acrescentando que: "há coisas infinitamente mais bárbaras que um gesto de desobediência pacífica que não tem outro objectivo a não ser chamar a atenção para o facto de a crise ter nomes e apelidos."

Sánchez Gordillo renunciou hoje ao cargo de deputado na sequência desta acção.

quarta-feira, junho 20, 2012

Bombardeamentos diários e mortos em Gaza - O que não vem na imprensa

Em 24 horas, os bombardeamentos israelitas fizeram 7 mortos na faixa de Gaza, entre os quais um bebé de ano e meio e dois jovens de 17 anos. Não houve um único morto israelita, mas Israel está apenas a defender-se, como é sabido!

Esta noite, Mohammad Bassam Abou Maailiq e Youssef al-Talbani, de 17 anos, foram mortos porque se encontravam "demasiado perto da barreira de segurança"! E o bebé, certamente porque tinha lançado mísseis?

Quando Israel evacuou os seus colonos de Gaza em 2005, foi com o compromisso de permitir a ligação entre Gaza e a Cisjordânia. Em vez disso, Gaza foi transformada num campo de concentração de onde não se pode sair e onde os aviões israelitas e os drones comprados pela França podem bombardear à vontade uma população totalmente armadilhada.

Israel atira sobre tudo o que mexe: os barcos de pesca, os agricultores e inclusive sobre o que não mexe, como os campos de trigo e as terras agrícolas que são incendiadas.

Recordamos que no dia 3 de Junho, a aviação israelita lançou 3 mísseis sobre uma criação de aves de 470 m2 numa quinta que foi completamente destruída, assim como sobre um reservatório de água da municipalidade de Beit Lahia. Na mesma localidade, para além do grupo electrogeneo que ficou danificado, 29 borregos e 5350 pintaínhos foram mortos (todos terroristas, evidentemente).

No dia 4 de Junho, dois mísseis foram lançados sobre uma oficina de carpintaria de 500 m2 no sul da cidade de Deir al-Balah; e outro num terreno agrícola na aldeia de Wadi al-Salqa.

No mesmo dia, um avião de combate israelita lançou um míssil sobre um terreno agrícola no campo de refugiados de Nussairat, danificando ao mesmo tempo uma casa próxima. E durante a noite, esses drones israelitas lançaram 4 mísseis no mesmo campo, ferindo 10 civis palestinianos, entre os quais 7 crianças.

No dia seguinte, foi uma fábrica de produtos lácteos o alvo de um míssil no sul da cidade de Gaza. A fábrica ficou completamente destruída e as perdas são estimadas em 100.000 dólares.

Depois, uma outra criação de aves (decididamente, as acções contra os perigosos frangos de Gaza são estratégicas para a segurança de Israel) foi alvejada no bairro de Musabbeh de Rafah. A quinta vizinha e uma estufa de 1.000 m2 foram igualmente destruídas.

Será preciso continuar a listagem para os media que reproduzem conscienciosamente os mesmos argumentos do ocupante israelita relativamente a "ataques preventivos" e outras "represálias"?

Por que não tentam esses jornalistas exercer a sua profissão, indo viver um tempo para a faixa de Gaza para ver o efeito que tem estar numa tal ratoeira, com bárbaros que lançam dia e noite bombas em cima das vossas cabeças?
[...]
Artigo completo e fotos: http://www.europalestine.com/spip.php?article7353

Comité Palestina

sábado, junho 16, 2012

Sessão de informação e debate sobre a Guiné Equatorial

A GUINÉ EQUATORIAL QUER ENTRAR NA CPLP COMO MEMBRO DE PLENO DIREITO
E NÓS, COMO CIDADÃOS E ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL, O QUE PENSAMOS DISSO?
 A Associação Caboverdiana, a Casa do Brasil de Lisboa, o CIDAC, o Graal e a União das Associações Baboque em Portugal
convidam para
uma sessão de informação e debate sobre a Guiné Equatorial
dia 19 de Junho, entre as 18.30h e as 20.00h,
no Centro de Recursos do CIDAC
R. Tomás Ribeiro, 3-9 em Lisboa

sexta-feira, junho 01, 2012

A Questão Palestina: seminário internacional

Sábado, 2 de Junho, às 16 horas: Seminário internacional A questão palestina e a paz no Médio Oriente, na Universidade Lusófona (Campo Grande, 380-B, Lisboa), Auditório Armando Guebuza.

Intervirão:
  • Maria do Céu Guerra, Atriz e encenadora, Presidente da Direção do MPPM
  • Mário Moutinho, Reitor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias
  • Manuel de Almeida Damásio, Presidente da Direção da COFAC
Os oradores serão:
  • Embaixador Abdou Salam Diallo, Presidente do Comité da ONU para o Exercício dos Direitos Inalienáveis do Povo Palestino, Representante Permanente do Senegal na ONU
  • Embaixador Riyad Mansour, Observador Permanente da Palestina na ONU
  • Frei Bento Domingues, O.P., Membro da Ordem dos Pregadores (Dominicanos), Vice-Presidente da Direção do MPPM
  • Silas Cerqueira, Investigador, Secretário para as Relações Internacionais do MPPM
  • José Manuel Goulão, Jornalista
  • Carlos Matos Gomes, Coronel do Exército na Reserva
  • Pedro Pereira Leite, Professor da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Investigador do CES da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra

Entrada livre.

sábado, maio 26, 2012

Convite à subscrição da carta aberta Na Grécia, o povo é quem mais ordena

Caras e caros amigos
 
A grave situação económica e social que se vive actualmente na Grécia levou um grupo de cidadãos a promoverem uma tomada de posição pública de apoio ao povo grego. Dirigida aos presidentes do Parlamento Europeu, da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, deseja-se que esta iniciativa obtenha uma expressão significativa, de maneira a ficar bem demonstrado o apoio dos portugueses ao povo grego.
 
É nesse sentido que os proponentes desta iniciativa o/a convidam a subscrever e a divulgar a carta aberta Na Grécia, o povo é quem mais ordena, que se encontra em http://nagreciaopovoequemaisordena.com

Os proponentes

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Lisboa: lembrar Gaza

LEMBRAR GAZA!

LIBERDADE PARA A PALESTINA!

No dia 27/12/2011, às 18:30, no Largo de São Domingos, em Lisboa, vamos evocar o Massacre de Gaza perpetrado pelas forças militares israelitas, o qual teve início precisamente no dia 27 de Dezembro de 2008, prolongando-se por 3 (três) semanas, até dia 18 de Janeiro de 2009. As tropas israelitas só se retiraram da Faixa de Gaza no dia 21 de Janeiro de 2009, deixando atrás de si um terrível rasto de destruição e morte. 1.417 palestinianos foram assassinados, entre eles muitas crianças. Do lado israelita terá havido 13 mortes, 4 das quais provocadas por fogo das próprias forças de Israel.

Vamos, pois evocar este dia de luto para a Humanidade
e exigir
Liberdade para a Palestina
Apela-se a tod@s que possam comparecer que o façam.
Não faltem!

domingo, novembro 27, 2011

DIA INTERNACIONAL DE SOLIDARIEDADE COM O POVO DA PALESTINA

Caros Amigos

Em 29 de Novembro de 1947, a Assembleia Geral da Nações Unidas adoptou a resolução 181 (II) sobre a partilha da Palestina em dois estados, um árabe e um judaico, com um regime especial para Jerusalém. Destes, só o estado judaico foi constituído. Por isso, em 1977, volvidos 30 anos, "profundamente preocupada por não ter sido alcançada nenhuma solução para o problema da Palestina, e por este continuar a agravar o conflito no Médio Oriente, de que é o cerne, e a pôr em perigo a paz e a segurança internacionais", a Assembleia Geral da ONU adoptou a resolução 32/40 B em que proclama 29 de Novembro como o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino, convidando "todos os Governos e organizações a cooperar na implementação da presente resolução".

Correspondendo ao apelo da ONU, o MPPM promove a realização, na próxima 3ª feira, 29 de Novembro, a partir das 19 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa, de uma Sessão Pública Comemorativa em que intervirão o Embaixador Mufeed Shami, Maria do Céu Guerra, Silas Cerqueira, Isabel Allegro Magalhães e Cláudio Torres.

Vamos manifestar a nossa solidariedade ao Povo Palestino; vamos afirmar o seu direito a ter um Estado livre, independente e soberano; vamos reclamar do Governo Português que cumpra, no que respeita à Palestina, o direito internacional, o direito humanitário e a Constituição da República; vamos denunciar a hipocrisia da comunidade internacional que continua a dar cobertura à política agressiva e expansionista de Israel, objectivamente inviabilizando a constituição de um Estado Palestino.

A Direcção Nacional do MPPM

quarta-feira, novembro 09, 2011

Lisboa: concentração hoje frente à embaixada de Israel

Activistas detidos pelo exército de Israel

No passado dia 4 de Novembro, as duas embarcações que navegavam rumo a Gaza, o barco canadiano Tahrir e a embarcação irlandesa Saoirse foram interceptadas e seus tripulantes detidos de forma ilegal.

Dos 27 activistas detidos, o site http://irishshiptogaza.org/ informa que 20 deles ainda permanecem presos na prisão de Givon, enquanto o paradeiro de mais um dos activistas é actualmente ignorado.

Segundo um contacto telefónico do passado dia 6, Paul Murphy, eurodeputado pelo Socialist Party da Irlanda e pela United Left Alliance, que permanece igualmente detido em Givon relatou entre outros factos que: "Em Givon, as autoridades tentaram nos desorientar, através da privação de sono e remoção dos nossos relógios, enquanto que o relógio da prisão indica a hora errada. Não nos foi dado qualquer perspectiva de quanto tempo permaneceremos detidos até a data do processo de deportação. Foi-nos negado o direito consagrado em Israel de contactarmos as nossas famílias no prazo de 24 horas a seguir à nossa detenção".

O objectivo inicial destes activistas consiste em desafiar o bloqueio ilegal aos 1.8 milhões de habitantes de Gaza que actualmente estão a ser constantemente minados através da proibição entre outros de: exportar bens, liberdade de circulação, cultivo em suas terras, pesca em suas águas e importação de materiais de construção. Para além destas privações económicas que são já reconhecidamente pela ONU uma forma de "punição colectiva de civis", ainda temos a demolição de casas, construção de muros e prisões arbitrárias efectuadas actualmente pelo governo de extrema-direita do Likud.

É imperativo a mobilização de massas tendo em vista a libertação imediata dos activistas presos, assim como a garantia da sua integridade física e psicológica. Para tal, propomos uma concentração já para o dia 9 (quarta-feira) em frente da embaixada de Israel pelas 18 horas, seguida por outras acções nos próximos dias.

A ameaça de veto dos EUA, bem como o aviso de abstenção da França no que diz respeito ao ingresso da Palestina como um membro de pleno direito na ONU demonstra claramente que qualquer mudança de fundo terá que partir da mobilização e organização popular, a solidariedade e cooperação internacional é imprescindível. As instituições actuais não tem qualquer interesse em se ôpor ao poder económico e político vigente em Israel.

Pelo direito à auto-determinação do povo palestiniano e contra qualquer forma de imperialismo, apoiamos uma Palestina livre e democrática.

Exigimos:
- O fim do bloqueio ilegal à Faixa de Gaza.
- A libertação imediata de todos os activistas presos de forma ilegal pelo exército de Israel.

Comité por uma Internacional dos Trabalhadores

sexta-feira, novembro 04, 2011

Nova flotilha a caminho de Gaza

Dois barcos, chamados «Tahrir» e « Saoirse», que constituem a flotilha chamada Freedom Waves to Gaza, estão a caminho de Gaza. Os civis a bordo são oriundos de cinco (ou 9?) países. Trata-se de outra tentativa não violenta de quebrar o cerco ilegal imposto pelo Estado de Israel a 1.6 milhões de palestinos de Gaza.

A organização de Freedom Waves to Gaza manteve-se secreta para evitar sabotagens por parte de Israel como aconteceu com a 2ª flotilha «Stay human» durante o verão passado. Para evitar que haja mais uma violação da lei internacional nestes barcos, pedimos que fiquem atentos e que, conforme os caso ou a situação:
  • Divulguem tanto quanto possível esta flotilha, pois o Estado de Israel poderá ser menos violento sabendo que o mundo está atento e com os olhos nela.
  • Pressionem as Nações Unidas e a comunidade internacional, tal como os Palestinos da Cisjordânia que irão fazer uma vigília na sede da ONU em Ramallah, exigindo uma acção rápida para proteger os civis a bordo dos barcos como o fim do cerco ilegal a Gaza.

É uma acção urgente, pois os barcos já se encontram em águas internacionais e a segurança dos tripulantes depende do apoio dado pela comunidade internacional.

Seguimos e permaneceremos Humanos!

Comité Palestina

quarta-feira, outubro 05, 2011

Braga: bem vindos à Palestina!

VELHA-A-BRANCA. O MPP E O GAP convidam-te a mais uma sessão sobre uma viagem à Palestina!
Divulga, partilha e participa!

«[Palestine] It is a just cause, a noble ideal, a moral quest for equality and human rights.»
Professor Edward Said, na conferência anual American Arab Anti-Discrimination a 15 de Junho de 2003.
Fonte: Democracy Now

Bem vindos à Palestina!
Sábado 8 de Outubro, 22h, «Diário de uma activista do GAP na palestina, por Ana Palma»
VELHA-A-BRANCA - ESTALEIRO CULTURAL
Largo da Senhora-a-Branca, 23
4710-433 BRAGA
Portugal

Ana da Palma, activista do Grupo de Acção pela Palestina, vem falar sobre a mais recente visita à Palestina, onde teve oportunidade de assistir aos ataques diários à liberdade do povo palestiniano. Há mais de 60 anos que as Nações Unidas condenam regularmente as políticas de colonização e de expulsão do povo palestiniano praticadas por Israel. Contudo, Israel não cumpre com as mais de 30 resoluções do Conselho de Segurança e viola sistematicamente uma série de outras resoluções. Os palestinianos de Gaza e da Cisjordânia encontram-se isolados, divididos e impedidos de se movimentarem livremente dentro e fora do seu território. Sofrem quotidianamente das práticas racistas, segregacionistas e das expulsões arbitrárias cometidas em nome da segurança pelos vários governos de Israel. Os colonatos e o muro israelita na Cisjordânia (com mais de 700 km de comprimento e em certos sítios com 8 m de altura) foram condenados pelo Tribunal Internacional de Justiça a 9 de Julho de 2004.

terça-feira, setembro 27, 2011

CNATRP: comunicado sobre reuniao MNE com Clinton

Hoje, o Ministro de Negócios Estrangeiros português encontrar-se-á com a sua homóloga dos Estados Unidos da América. Sendo Portugal actualmente membro do Conselho da Segurança da ONU, sem dúvida o tema mais importante desta consulta será a posição portuguesa acerca da iniciativa palestiniana junto da ONU da passada sexta-feira, dia 23 de Setembro.

A iniciativa que solicita o reconhecimento da Palestina como Estado membro de pleno direito das Nações Unidas é um novo passo na construção de um Estado palestiniano que dê expressão a um direito de auto-determinação consagrado no Direito Internacional e na própria resolução da ONU que em 1947 dividiu o território da Palestina então sob mandato britânico em dois Estados. Nas circunstâncias actuais da ocupação e colonização israelitas dos 22% da Palestina que permanecem território palestiniano, mesmo uma eventual votação positiva a favor da iniciativa palestiniana não dispensará muito mais luta e negociação para tornar a independência palestiniana numa realidade. Contudo, tudo parece apontar no sentido de a iniciativa palestiniana vir a esbarrar na oposição e consequente veto dos Estados Unidos, prometido pelo Presidente Obama no seu discurso da mesma sexta-feira.

É neste contexto que a Secretária de Estado dos EUA vai procurar influenciar a posição portuguesa para votar contra a iniciativa palestiniana ou se abster.

A posição portuguesa em relação ao conflito israelo-palestiniano tem sido ao longo dos anos orientada pelo respeito do Direito Internacional e por um alinhamento pelas posições da União Europeia reconhecendo o direito do povo palestiniano ao seu próprio Estado. Os Estados Unidos, potência patrocinadora do processo de Oslo, falharam rotundamente na condução do processo de paz no que toca aos direitos palestinianos, permitindo a anexação e colonização por Israel de vastos territórios palestinianos de Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, a segmentação do território e das comunidades por um novo muro da vergonha que o Tribunal Internacional de Justiça declarou contrário à legalidade internacional e uma sistemática violação dos direitos fundamentais dos homens e mulheres da Palestina. A sua oposição à iniciativa palestiniana, disfarçada com declarações solenes sobre a necessidade de negociações entre as partes é um disfarce cada vez mais frágil de um apoio flagrante às intransigências israelitas. Por tudo isto, a iniciativa palestiniana tem plena justificação.

Neste quadro, é hoje, talvez mais que nunca, crucial que Portugal mantenha a sua posição e resista à pressão do governo dos EUA. Em nome da Constituição da República e do Direito Internacional, exigimos que Portugal vote a favor da iniciativa palestiniana no Conselho de Segurança da ONU.

Lisboa, 27 de Setembro de 2011

Comissão Nacional de Apoio ao Tribunal Russell sobre a Palestina

domingo, setembro 18, 2011

PELO RECONHECIMENTO DO ESTADO DA PALESTINA COMO MEMBRO DAS NAÇÕES UNIDAS


Caro Amigo

Na iminência da apresentação do respectivo pedido à próxima Assembleia Geral da ONU, o MPPM (Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente), o CPPC (Conselho Português para a Paz e Cooperação) e a CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – Intersindical Nacional), promovem uma SESSÃO PÚBLICA PELO RECONHECIMENTO DO ESTADO DA PALESTINA COMO MEMBRO DAS NAÇÕES UNIDAS, na próxima Segunda-feira, 19 de Setembro, às 18 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.

Serão oradores: Maria do Céu Guerra, Presidente do MPPM; Rui Namorado Rosa, Presidente do CPPC; Carlos Carvalho, Membro do Conselho Nacional da CGTP-IN e Mufeed Shami, Embaixador da Palestina em Portugal.

Convidamo-lo a participar e divulgar esta iniciativa, neste momento importante para a vida do povo palestino.

Cordiais Saudações

A Direcção Nacional do MPPM

quinta-feira, junho 23, 2011

Llamamiento Jornada Continental de Solidaridad con Honduras (26 -28 junio 2011)

Movimientos sociales
Organizaciones Populares
Redes, campañas, comités de solidaridad
Compañeras y compañeros en todas partes:

Desde este lugar que se nombra La Esperanza, territorio histórico de lucha indígena, desde esta tierra de Honduras, uno de los corazones de resistencia en esta hora latinoamericana de emancipación popular, les escribimos con ánimo, convicción y alegría para convocarles a la lucha colectiva contra la militarización y el intervencionismo.

En este 26, 27 y 28 de junio hemos acordado los movimientos sociales, populares e indígenas realizar la Jornada Continental de Solidaridad con Honduras, pueblo que a partir del golpe de estado del año 2009 se ha convertido en laboratorio de ocupación, militarización, criminalización y represión en contra de toda la población y especialmente aquella que lucha y se sostiene en rebeldía contra el golpismo internacional.

La situación de Honduras es agravada por el hecho de que se ha legalizado el golpe de estado en instancias internacionales oxigenando a los golpistas y apoyando un discurso de reconciliación que sólo son palabras mentirosas e hipócritas para ocultar la violencia sistemática con que se agrede a las y los hondureños cotidianamente.

Los ejes de esta jornada se encaminan a:
  • Exigir el cierre de las bases militares extranjeras y denunciar que las bases militares norteamericanas apoyaron el golpe y han ampliado su ocupación en el país para perpetuar el saqueo y la dominación.
  • Acabar con la militarización y represión hacia el pueblo de Honduras por parte de la fuerza armada nacional y el paramilitarismo, para lo cual proponemos la eliminación total de todo el aparato y la industria militar.
  • Terminar con la criminalización de las luchas sociales y de las graves violaciones sistemáticas a los derechos humanos.
  • Demandar el juicio y castigo para los golpistas, que aún son parte de estructuras de poder en el país, responsables del asesinato y represión brutal contra el pueblo hondureño.
  • Aportar al desmantelamiento de la cultura de la militarización como forma de dominación patriarcal, racista y neoliberal en todos los ámbitos de la vida cotidiana para todas las personas.
Les convocamos a realizar acciones frente a embajadas y consulados hondureños y/o embajadas gringas, organizar debates, giras, actividades culturales en las calles, participar en medios de comunicación y realizar todo tipo de iniciativas autónomas y creativas que conduzcan a divulgar la grave situación de violación a los derechos humanos en Honduras, denunciar el asesinato y criminalización de la resistencia hondureña, la ocupación imperialista del país con miras al control hemisférico y a reafirmar el rechazo a los golpes militares en cualquier parte.

Con la firmeza, esperanza y convicción que nos mantiene en esta Honduras digna y rebelde, les alentamos a organizarse, movilizarse y encontrarnos en el espíritu común de la lucha por la vida justa, solidaria y feliz para todas y todos.

COPINH, OFRANEH, Artistas en Resistencia, MUCA, Insurrección Autónoma, ERIC, COFADEH, Campaña América Latina y el Caribe, una Región de Paz: Fuera Bases Militares Extranjeras.

Para información actualizada sobre la situación de derechos humanos en Honduras les invitamos a consultar las páginas:

http://www.cofadeh.org
http://www.comisiondeverdadhonduras.org/
http://www.defensoresenlinea.com/cms/
http://www.cidh.oas.org/countryrep/Honduras09sp/Indice.htm
http://www.cidh.org/countryrep/Honduras10sp/Honduras10.Cap.I.htm

sábado, junho 18, 2011

Honduras: Encuentro Internacional Contra la Militarización

Jornada Continental de Solidaridad con Honduras: Fuera Bases Militares Extranjeras – Basta de criminalización a los movimientos sociales

Nosotros, movimientos sociales y populares de Latinoamérica y de Honduras en particular, en el marco de la Campaña América Latina y el Caribe, una región de paz: fuera las bases militares extranjeras, convocamos al Encuentro Internacional contra la Militarización en La Esperanza y Comayagua,

Honduras los días 26 y 27 de junio de 2011 que tendrá su cierre el 28 de junio --día en que se cumplen dos años del Golpe de Estado realizado en Honduras perpetrado por el imperio estadounidense, los militares y la oligarquía-- con la participación en el evento nacional de lanzamiento de la Auto-convocatoria del pueblo hondureño al proceso constituyente originario, popular y refundacional.

El objetivo del Encuentro será el de analizar el contexto hemisférico y el nacional ante la agresividad del proyecto de dominación, particularmente en la estrategia hegemónica de militarización e intervencionismo y la represión brutal contra el Pueblo hondureño, que nos conduzca a la definición de líneas de acción y articulaciones posibles para contrarrestarlo. Estaremos realizando actividades de debate, intercambio de información y trabajos colectivos para llegar a acuerdos y líneas de lucha común.

Con ánimo, esperanza y convicción las y los convocamos a trabajar para que se termine la militarización en todas sus expresiones:

Exigir el cierre de las bases militares extranjeras;

Terminar con la criminalización de las luchas sociales y de las violaciones sistemáticas y graves a los derechos humanos;

Demandar el juicio y castigo para los responsables de estas acciones que son parte de las estructuras golpistas que deben desmontarse;

Desmantelar la cultura de la militarización como forma de dominación patriarcal y neoliberal en todos los ámbitos de la vida cotidiana para todas las personas.

Las acciones internacionales en la Jornada Continental de Solidaridad con Honduras se realizarán frente a embajadas y consulados hondureños para organizar debates, realizar giras, audiencias con autoridades, etc. para reafirmar su rechazo a un golpe militar en el continente.

Denunciarán que las bases militares norteamericanas apoyaron el golpe y han ampliado su presencia en el país. Denunciarán las persecuciones y asesinatos de activistas de movimientos sociales y populares y del pueblo hondureño en general por parte de grupos de apoyo al régimen de facto. Demandarán el no reconocimiento de las deudas contraídas por el golpismo.

Fuera, fuera tropas extranjeras

Yanquis basura, fuera de Honduras

Convocan:

Campaña América Latina y el Caribe, una Región de Paz: Fuera Bases Militares Extranjeras.

COPINH, OFRANEH, Artistas en Resistencia, MUCA, Insurrección Autónoma, ERIC, COFADEH.

segunda-feira, maio 09, 2011

SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA - 63 ANOS DE NAKBA

O povo palestino assinala os 63 anos da Nakba ("catástrofe") em condições significativamente diferentes das de anos anteriores. Os levantamentos populares, um pouco por todo o mundo árabe, que já tiveram consequências na mudança de governo de alguns países, podem alterar o quadro geopolítico em que se tem inserido a questão palestina. Hamas, Fatah e outras 11 organizações representativas do povo palestino firmaram, recentemente, um acordo de reconciliação. O Estado Palestino tem vindo a ser reconhecido por um número crescente de países. Que influência é que estes acontecimentos podem ter no legítimo anseio do povo palestino de viver, em paz e liberdade, no seu Estado soberano, viável e independente?

Na próxima segunda-feira, 16 de Maio, às 19 horas, na Casa do Alentejo (Rua das Portas de Santo Antão, 58, em Lisboa) vamos assinalar o 63º aniversário da data em que, na sequência da constituição unilateral do estado de Israel, milhões de palestinos foram despojados das suas propriedades e empurrados para o exílio ou subjugados na sua terra. Vamos recordar o que têm sido estes anos da opressão e resistência, mas vamos, sobretudo, manifestar a nossa solidariedade com este povo e dizer-lhe que continua a haver esperança.

Contamos com intervenções do Sr. Embaixador da Palestina, Dr. Muffeed Shami; de Maria do Céu Guerra, Presidente do MPPM e de Carlos Almeida, membro da Direcção Nacional do MPPM. O jornalista José Manuel Rosendo irá comentar, emprestando a sua experiência pessoal de numerosas visitas à Palestina, o filme Carta de Sara, relato do quotidiano de uma garota palestina de 12 anos num mundo em conflito.

Venha informar-se, contribuir com a sua opinião mas, sobretudo, manifestar a sua solidariedade com o povo palestino. Divulgue esta iniciativa e traga outro amigo também!

A Comissão Executiva do MPPM

sábado, maio 07, 2011

Carta aberta - apoio embaixada de Israel

Caro António,

Foi com muita tristeza que lemos a carta aberta que escreveram ao IndieLisboa. Não só compreendemos a vossa causa, como precisamente por isso, achamos que se deve investigar primeiro o que se passa e se tal se continuar a justificar então escrever alguma coisa. Agora escrever uma carta com total desconhecimento de causa, não só nos parece injusto, como até é lesivo da nossa integridade.

Este ano escolhemos 4 filmes israelitas para o festival, dois deles abertamente contra a grave situação política que actualmente se está a viver em Israel. Um deles, Transparent Black, a realizadora israelita pediu directamente o apoio à Embaixada de Israel em Portugal. O dinheiro não passou por nós nem a viagem foi tratada por nós. Como qualquer entidade responsável mencionamos nos nossos materiais esse apoio.

De qualquer forma, convidamo-vos para irem ver dois dos filmes propostos para o programa, dos quais vos enviamos a sinopse para perceberem do que estamos a falar:

Transparent Black
Kokou is a cleaner dreaming of becoming football manager, Philo wants to become a business woman. Both are refugees in Israel, both learn Hebrew at night. Each has to deal with the disillusion of facing racism even in a country built up by victims of the very same plague. Not being seen as who you are but as what you represent, simply turned into transparent, erased.


Out/Tse, de Roee Rosen
Podemos ser tentados a ver este filme como uma defesa dos rituais de dominação e submissão sado-maso. Ou acreditar que segue o rasto de um paralelo entre uma rapariga possuída e cidadãos israelitas impregnados do demónio do racismo. Mas e se fosse isto o que está a acontecer hoje em Israel?
Tse’s central scene depicts a domination/submission thrashing, set in a mundane living room. The scene is not acted but rather performed by two women whose real-life preferences entail BDSM (Bondage-Domination-Sadism-Masochism). But in this session, the painful blows meted out by the Dom cause the sub to spew out sentences, all of which are quotes from Israel’s Minister of Foreign Affairs, Avigdor Lieberman, renowned as one of the most extreme right-wing politicians in the country. Thus, a scene of erotic pleasure and pain becomes an exorcism, and the film itself a hybrid between a documentary (both about the present rhetoric of the Israeli right, and its free-spirited sexual community), a fictional scene harking to a genre of horror movies, and the theme of possession. The ritual at the centre of the work is framed by two additional scenes, each with its own distinct cinematic style. A preceding interview with the two participants seems at first to be a straightforward documentary about their own experiences within the Israeli BDSM scene, but soon transforms into an exposition of the premise by which one is possessed, the other an exorcist. The final musical scene is a song set to the words of the Russian poet Esenin’s Letter to Mother. Executed as a one-shot, the song not only elevates and complicates the emotional resonance of what preceded it, but is also a direct, if twisted, hommage to the final scene of another film that deals with hybridity, radical sexuality and politics: Dusan Makavejev’s WR, The Mystery of the Organism.

Acho que mais explícito do que a nossa posição não poderia ser... Ou vamos continuar a fingir que nada se passa e vamos continuar a agir sem pensar?

Cumprimentos,
miguel valverde

quarta-feira, maio 04, 2011

Carta aberta ao Festival Indie

À direcção do festival Indie Lisboa

Na edição de 2011, este prestigiado festival declara receber um apoio à programação por parte da embaixada israelita. Sabemos que os apoios que as embaixadas de Israel têm dispensado a eventos culturais no estrangeiro são mínimos. Reduzem-se, a maior parte das vezes, ao pagamento de uma simples viagem de avião. Mas esses apoios simbólicos são suficientes para dar direito à exibição de um logotipo da embaixada e tornaram-se num dos métodos de propaganda utilizados pelo Estado de Israel para o branqueamento dos seus crimes contra a humanidade. Israel quer assim dar de si a imagem de um país democrático e tolerante, amante da cultura e da liberdade.

Mas nós todos sabemos que não existe liberdade sob o colonialismo. Ninguém é livre quando vive sob ocupação militar, confinado a bantustões cercados por muros e checkpoints, quando assiste diariamente a demolições de casas, a destruição de olivais, a confiscação de terras e a bombardeamentos.

A campanha de boicote, desinvestimento e sanções (BDS), em curso desde 2005 é semelhante à que contribuiu para o fim do apartheid sul-africano, isolando-o internacionalmente, e é a única forma pacífica de combater com êxito o lento genocídio do povo palestiniano.

Outro festival de cinema de referência, o Queer de Lisboa, cometeu, no ano passado, o mesmo erro de aceitar um apoio institucional da embaixada de Israel. Vários movimentos de solidariedade organizaram em consequência um protesto público à porta do festival. E o laureado realizador canadiano John Greyson exigiu que fossem retirados do festival dois filmes seus e que a sua explicação para esse gesto fosse lida no início da sessão onde deveria ter passado o primeiro dos seus filmes.

Gostaríamos de ver o Indie Lisboa seguir os exemplos dos festivais de cinema de Edimburgo e de Locarno que, respondendo ao apelo das organizações, dos intelectuais e artistas palestinianos de todo o mundo (inclusive israelitas), devolveram às embaixadas em causa os apoios recebidos. Qualquer aceitação de patrocínios vindos do governo israelita só pode ser vista como um apoio de facto a um regime de apartheid. Pedimos portanto que a direcção do festival reflicta sobre este tema e colocamo-nos à sua disposição para prestar quaisquer esclarecimentos que entenda necessários.

Com os melhores cumprimentos,

As organizações:
Colectivo Mumia Abu-Jamal
Comité de Solidariedade com a Palestina
Pagan – Plataforma Anti-guerra Anti-NATO
Panteras Rosa
SOS Racismo

domingo, abril 03, 2011

6 de Abril - SOLIDARIEDADE COM OS POVOS OPRIMIDOS EXPLORADOS

Na próxima 4ª feira, 6 de Abril, entre as 18 e as 20H, no Largo de S.Domingos, em Lisboa, como todas as primeiras quartas-feiras de cada mês, realiza-se por iniciativa da Tertúlia Liberdade, uma concentração para manifestarmos a nossa solidariedade com o povo da Palestina e todos os povos que hoje se encontram envolvidos em corajosos combates pela liberdade.

Apoiamos igualmente todos os oprimidos e explorados que aspiram ver-se livres da opressão por parte do estado e do capital.

Convidamo-vos a participarem nesta acção de solidariedade e informação.

É chegado o momento de gritar basta! Vamos para a rua protestar, informar, dialogar e estabelecer laços de cooperação. Expressemos a nossa indignação e solidariedade.

TERTÚLIA LIBERDADE - tertulialiberdade.blogspot.com - liberdade365.com