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terça-feira, junho 07, 2011

FLASH MOB CONTRA O ATAQUE DA NATO À LÍBIA

A PAGAN - Plataforma Anti-guerra, Anti-NATO convida todas as pessoas que são contra os ataques da NATO à Líbia a participarem na FLASHMOB que irá ocorrer no próximo dia 8/Junho, frente à estação do Rossio, pelas 18h30:

8/Junho, 18h30: FLASH MOB CONTRA O ATAQUE DA NATO À LÍBIA – ALL WORLD

FLASH MOB CONTRA O ATAQUE DA NATO À LÍBIA

No próximo dia 8 de Junho, pelas 18.30h irá decorrer em simultâneo, em duas capitais da Europa, uma acção de protesto contra o ataque militar da Nato na Líbia.

Em Lisboa (com a PAGAN – Plataforma Anti-Guerra Anti-Nato) e na Bélgica (com a Vredesactie – Peace Action), o flash mob consistirá na simulação de um bombardeamento a cidadãos desarmados, à imagem do que tem vindo a acontecer naquele país.

A acção é simples: à semelhança do flash mob realizado no Rossio aquando da cimeira da Nato em Lisboa, os participantes atirar-se-ão para o chão, exactamente às 18.30h, simulando o resultado de um bombardeamento a civis. Ficarão deitados e imóveis ((seremos "mortos") durante todo o tempo em que a sirene tocar. Desta vez levaremos bandeiras da Líbia (impressas em folhas A4) para que a mensagem se torne mais explícita.

http://antinatoportugal.wordpress.com/2011/06/06/8junho-18h30-flash-mob-contra-o-ataque-da-nato-a-libia-all-world/

EVENTO no FACEBOOK: http://www.facebook.com/event.php?eid=152923598111456

quarta-feira, março 23, 2011

PAGAN: «Não à agressão contra a Líbia!»

Comunicado
Líbia – Nova intervenção do dispositivo militar ocidental

  1. O ano de 2011 iniciou-se com manifestações populares contra os regimes ditatoriais no Médio Oriente e no Norte de África; regimes, aliás, com conhecidas conivências com os poderes ocidentais. A ausência de democracia e o aumento dos preços dos bens alimentares têm tido um papel importante naquelas manifestações;
  2. Contrariamente ao acontecido na Tunísia e no Egipto, a contestação na Líbia revestiu a forma de revolta armada, com a presença de interferências e apoios ocidentais, que subestimaram as capacidades de reacção de Kadhafi, no poder desde 1969 e só recentemente "descoberto" como ditador demente e sanguinário. Tal como aconteceu com Ben Ali ou Mubarak;
  3. A Líbia é responsável por 2.2% da produção de petróleo mas detém 3.5% das reservas mundiais, as maiores da África; quanto ao gás produz 0.5% mas tem 0.8% das reservas. Acresce que a Líbia é um dos principais fornecedores da Europa, particularmente do Sul (24% do abastecimento italiano e 9/11% dos restantes) e que, sendo os recursos energéticos pertencentes a uma companhia estatal, aguçam a cobiça das multinacionais;
  4. Nesse quadro, o CS da ONU, por proposta ocidental, declara que os estados-membros "ajam a título individual ou no quadro de organismos ou arranjos regionais … para tomarem as medidas necessárias… para proteger as populações e zonas civis ameaçadas de ser atacadas… excluindo totalmente a deslocação de uma força de ocupação estrangeira sob qualquer forma". Cremos que a invasão se seguirá sob qualquer pretexto, com ou sem o aval da ONU;
  5. Rapidamente, o dispositivo militar ocidental, unificado em torno do Pentágono, com o apoio da peonagem francesa e inglesa, corresponde à sua própria iniciativa diplomática no seio da ONU e começa a bombardear a Líbia, gerando mais uma forma de incentivar o ressentimento do mundo islâmico contra os países da UE e contra a suserania norte-americana;
  6. Porém, no Bahrain, a violência do governo sobre manifestantes desarmados, com o apoio de tropas do Conselho de Cooperação do Golfo (filial do Pentágono/Nato) não tornou proscrito o monarca; no Iémen, a intervenção brutal sobre os manifestantes por parte do governo, não atrai a animosidade dos ocidentais; e na Palestina ou em Gaza, particularmente, desenrola-se uma violência quotidiana, atropelos aos mais elementares direitos humanos, sob o olhar distraído da UE e dos EUA. Porquê? Porque no Bahrain está sediado o comando militar dos EUA para a região do Golfo; porque no Iémen, al Saleh é um elemento próximo dos EUA, interessado na estabilidade em torno do Bab el-Mandeb; e Israel é objecto da tolerância infinita dos ocidentais. Será que o CS vai alargar a sua actuação punitiva a estes países, assumindo a defesa das suas populações contra regimes ditatoriais e repressivos?
  7. A PAGAN não aceita intervenções militares entre países soberanos e a ingerência nos assuntos internos de cada Estado, remetendo para os próprios povos a única legitimidade de decidir sobre as suas formas de governo e de gerir conflitos;
  8. A PAGAN recusa aos EUA e aos países da UE, individualmente ou em conjunto, o direito de se arrogarem ao papel de zeladores da “ordem” internacional ou internos em todo o mundo. Sobretudo através de intervenções armadas que provocam mais desordem que paz e desenvolvimento, como se vê no Afeganistão, no Iraque, no Kosovo…
  9. A PAGAN denuncia e recusa todas as atitudes dos governos europeus conducentes ao aumento da animosidade dos países muçulmanos contra as atitudes neocolonialistas dos EUA e da UE;
  10. E incita todas as pessoas e organizações sociais para a necessidade de redução das desigualdades e para o aumento da democracia na bacia do Mediterrâneo.

Fim imediato da intervenção militar ocidental na Líbia!
20 de Março de 2011

PAGAN – Plataforma Anti-Guerra, Anti-NATO

segunda-feira, março 21, 2011

Assembleia Aberta da PAGAN

Na próxima terça-feira, dia 22, pelas 18h a PAGAN retoma as suas Assembleias Abertas no Ateneu Libertário de Lisboa (R. do Salitre, 139-1º).

Propõe-se como Ordem de Trabalhos:

1. Balanço da participação da PAGAN nos recentes protestos: Manifestação anti-capitalista (05/03); Protesto da Geração à Rasca (12/03) e Manifestação da CGTP (19/03);
2. Informações sobre a reunião do Comité pelo Não Pagamento da Dívida;
3. Informações sobre o Arraial promovido pela Associação Abril;
4. Conferências 2011;
5. Participação da PAGAN na concentração frente à embaixada dos EUA promovida pelo CPPC;
6- Outras informações.


Aproveitamos para dar conta da concentração da próxima quarta-feira, dia 23/03:

Não à agressão contra a Líbia!
Concentração frente à Embaixada dos EUA
Avenida dos Estados Unidos da América - Junto a Sete Rios
Lisboa, Portugal
Quarta-feira, 23 de Março · 18:00 - 21:00
Conselho Português para a Paz e Cooperação

http://www.facebook.com/?ref=home#!/event.php?eid=198632576825819

domingo, março 20, 2011

A 8 años de la invasión a Irak, decimos: ¡NO a la guerra de Libia!

DECLARACION DE JUBILEO SUR/AMERICAS

A 8 años de la invasión a Irak, decimos: ¡NO a la guerra de Libia!

El inicio de una nueva guerra es un hecho. Después de una reunión entre el presidente francés, Nicolás Sarkozy, el premier británico, David Cameron, la secretaria de estado estadounidense Hillary Clinton y representantes de países árabes en París, se producían los primeros ataques militares sobre Libia.

Hace 8 años, en un día como hoy: 20 de marzo de 2003, se iniciaban los bombardeos sobre Irak que terminaron con miles de muertos, llamados cínicamente "daños colaterales", y la ocupación económica y militar de ese país. En aquellos años, Bush hablaba de la necesidad de instalar la "democracia" (de los negocios) en Irak. Hoy, Barack Obama habla de lo mismo para Libia. Con los mismos métodos y políticas, se pone una vez más en marcha la ofensiva imperialista.

Obama ya no puede sostener su careta supuestamente progresista. Con su asunción como presidente de Estados Unidos, muchos creían que se abriría una nueva etapa en la geopolítica internacional. Pero esa esperanza se convirtió pronto en frustración. Continuó aplicando la misma estrategia imperialista de resguardo de los intereses políticos, económicos y militares de su país a cualquier costo.
  • La ocupación militar de Afganistán e Irak sigue bajo la misma lógica que el primer día.
  • La base de torturas de Guantánamo sigue funcionando, a pesar que Obama prometió su cierre.
  • Los 5 pesos políticos cubanos continúan en las cárceles del Imperio.
  • La estrategia de ocupación militar y económica de Haití sigue vigente.
  • El avance militarista sobre América Latina y el Caribe se profundiza con la instalación de nuevas bases militares y la puesta en marcha de la IV Flota.
  • La complicidad de Estados Unidos con el Golpe de Estado en Honduras es innegable.
  • El intento de desestabilización de Venezuela, Bolivia y Ecuador continúa.
  • El avance de los Tratados de Libre Comercio, la protección a las inversiones, las condicionalidades comerciales, etc., van de la mano de la militarización.
  • La aplicación de las “leyes antiterroristas” criminalizan día a día a los movimientos sociales.
  • El plan integral de dominación – militarización, libre comercio, endeudamiento- sigue vigente a favor del capital concentrado.

Frente a esta realidad, manifestamos nuestro más enérgico REPUDIO a la actual gira presidencial de Barack Obama por América Latina. Nuestra región es una región de paz, libre de conflictos armados. Rechazamos la guerra contra el pueblo libio. Nos oponemos a la barbarie capitalista que provoca guerras para aumentar las ganancias de la industria armamentista, para quedarse con los recursos naturales: con el agua, el petróleo, los minerales. Que destruye ciudades para lucrar con su reconstrucción. Que bombardea poblaciones enteras sin importarle la vida de ancianos, mujeres, niños y niñas.

Rechazamos la presencia de Obama en Brasil, Chile y El Salvador. Rechazamos la presencia imperialista en nuestro territorio que viene a anunciar sus planes de dominación, guerra y saqueo. Viene a promover el avance del libre comercio, del endeudamiento para que los pueblos paguemos la crisis que ellos mismos generaron, para profundizar el negocio del "capitalismo verde", de las falsas soluciones al Cambio Climático, en el cual Estados Unidos tiene la mayor cuota de responsabilidad, por ser uno de los países que más contamina.

Vienen por todo, como siempre vinieron. Pero encontrarán, como siempre encontraron, la resistencia y la lucha de los pueblos del Sur en defensa de su soberanía, recursos y vida.

¡NO a la guerra de LIBIA! ¡Fuera Obama de América Latina!

Jubileo Sur/Américas
20 de marzo de 2011.


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JUBILEO SUR/AMERICAS
jubileosur@gmail.com
www.jubileosuramericas.org