sexta-feira, maio 17, 2013

2º Debate Democracia e Dívida, 19 de Maio de 2013, às 11H00, Largo das Fontaínhas, Alcântara, Lisboa

O segundo debate Democracia e Dívida realiza-se a 19 de maio de 2013, às 11H00, no Largo das Fontaínhas, Alcântara, em Lisboa.

É, tal como o primeiro debate, um evento público, realizado em local público e orientado para o público, visando estabelecer o diálogo com todos os que se sentem sufocados e oprimidos pelo sistema, pela dívida, pela Troika e pela austeridade. Queremos perceber porque continuamos a pagar dívidas impagáveis e ilegítimas. Porque são os povos do sul da Europa os mais fustigados pela especulação financeira? Quais as soluções para este beco que parece não ter saída? Existem alternativas?
Na nossa opinião,  encontramos respostas quando construímos soluções, por essa razão, decidimos criar este evento que se destina também a assinalar o segundo aniversário da Acampada de Lisboa,  que teve início no dia 19 de Maio de 2011, na praça D. Pedro IV (Rossio), em Lisboa, na sequência da Primavera Árabe, da Geração à Rasca (Portugal) e do 15M (Espanha).  Tal como em 2011, quando nos conhecemos, as preocupações continuam as mesmas: o empobrecimento do país e a fragilidade da democracia são galopantes. Tentamos agora resolver essas preocupações através do encontro, do esclarecimento mútuo e da união de esforços.
Escolhemos o Largo das Fontaínhas, em Alcântara, pela azáfama do local: lugar de cruzamento de transportes públicos, de entradas e saídas, de correrias quotidianas. Queremos dialogar com a crise na primeira pessoa e perceber as suas (in)sondáveis motivações. Esse é o propósito do debate Democracia e Dívida do próximo domingo (19 de Maio): parar para pensar, trocar ideias e soluções. A animar a conversa estarão Evelyn Houard, estratega de mercados e políticas, participa a título individual, é autora do site Auditoria de Cidadão; Rui Viana Pereira, membro do Comité para a Anulação da Dívida Pública Portuguesa (CADPP); Vítor Lima, economista, sem simpatias partidárias, é autor do blogue Grazia Tanta. 
É o cidadão comum, em comum, que pode resolver a crise, fazendo perguntas, dando respostas, gerando e procurando alternativas ao pagamento “puro e simples” de todas as dívidas legítimas ou ilegítimas, criando uma democracia mais real e participativa, fazendo frente às atuais políticas governativas nacionais e internacionais.
Como surgiu a ideia dos debates Democracia e Dívida?
A ideia surgiu no final do mês de Março de 2013 quando um conjunto de ativistas dos movimentos sociais portugueses consideraram importante trazer a informação sobre a Dívida diretamente para o centro do espaço público. Sete contactos de email depois, a iniciativa ficou acordada e lançada.
Quem organiza os debates Democracia e Dívida?
As sessões são organizadas por um conjunto de promotores iniciais (João, Nuno, Teresa, e Tiago), por facilitadores que eles convidam, e pelo público que estiver presente. A organização do debate é apartidária e todos os facilitadores participam a título individual.
Como decorre o evento?
11:00 – Sessão de esclarecimento: intervenções dos convidados de 10 minutos.
11:30 – Discussão colectiva de ideias, contributos, participação e mobilização.
Acesso ao Largo das Fontaínhas:
Contatos:
No local do debate a partir das 10:30

ou por email:

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