quinta-feira, Julho 24, 2014

Não pactuemos com os massacres em Gaza - cartas enviadas aos deputados e ao governo

Carta enviada hoje aos líderes dos grupos parlamentares
A violência e a morte intensificaram-se nos últimos dias em Gaza, culminando num massacre, em nome de um direito de auto-defesa do Estado de Israel. Esta suposta acção de "defesa" é na verdade um ataque indiscriminado e genocida à população civil palestiniana, que já matou em poucos dias centenas de civis - homens, mulheres e muitas crianças.
Pouco antes da invasão terrestre de Gaza, o Hamas propôs, por intermédio do Egipto, uma lista de condições muito razoáveis e aceitáveis para uma trégua de dez anos. Mas o governo israelita não quer ouvir falar de trégua, nem de paz, como a comunidade internacional constatou após o fracasso das últimas negociações de paz. Como tão bem diz o escritor Eduardo Galeano, "para justificar-se, o terrorismo de Estado  fabrica terroristas: semeia ódio e colhe álibis. Tudo indica que esta carnificina de Gaza, que segundo os seus autores quer acabar com os terroristas, conseguirá multiplicá-los".
Portugal, como Estado democrático que aderiu à Carta das Nações Unidas e munido de princípios constitucionais de cariz humanitário, deveria usar todos os meios ao seu alcance para parar o crime de guerra que está a ser cometido pelo exército e o governo israelitas. O parlamento português deveria recusar-se a que o povo português pactue pelo silêncio e a inércia com os massacres repetidamente cometidos em Gaza e de forma geral com a opressão de um povo cuja vida tem vindo a ser sequestrada pelos sucessivos governos de políticas sionistas devastadoras desde 1948.
Apelamos a que os deputados portugueses, seguindo o exemplo unânime do parlamento chileno, se manifestem contra o massacre da população civil palestiniana e a ocupação da Palestina e, tal como um conjunto de cidadãos israelitas o fizeram através de uma carta dirigida à UE,  apoiem as condições da trégua propostas pelo Hamas.

Comité de Solidariedade com a Palestina 
e Grupo Acção Palestina
A mesma carta foi enviada ao ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, apelando a que o governo siga "o exemplo do Equador e suspenda de imediato as suas relações diplomáticas com o regime israelita".
Este texto pode ser usado, na íntegra ou modificado, por pessoas ou organizações que queiram também pressionar a assembleia da República e o governo a tomar uma posição contra o massacre do povo de Gaza. As cartas devem ser enviadas para os endereços: 
pev.correio@pev.parlamento.pt
(para escrever ao ministro dos Negócios Estrangeiros, utiliza-se o formulário do site do ministério)
--
Comité de Solidariedade com a Palestina
https://www.facebook.com/ComitePalestina
palestinavence.blogs.sapo.pt

terça-feira, Julho 22, 2014

Amanhã, 4ª feira, às 18h: Compromisso e determinação

Nos últimos anos assistimos em Portugal ao desmantelamento progressivo do Estado Social, ao aumento do desemprego e da emigração, à precarização das relações laborais e à contínua redução de salários e pensões. O risco com que nos confrontamos é o da continuação desta trajectória durante os anos vindouros.
De um lado, temos os partidos do governo para quem a crise em que vivemos constitui uma oportunidade singular para imporem ao país o modelo de sociedade em que sempre acreditaram, mas que nunca conseguiram fazer vigar em condições de funcionamento normal da democracia. Do outro lado temos um Partido Socialista que não se compromete com a condução de políticas que travem a lógica da austeridade e a delapidação dos direitos sociais e laborais. Finalmente, os partidos à esquerda do PS mostram-se indisponíveis para fazer parte de uma solução de governação que viabilize uma alternativa à trajectória de empobrecimento – o que não só alimenta a ideia da inevitabilidade dessa trajectória, como reforça a posição daqueles que, no Partido Socialista, partem desse pressuposto.
Impedir o desmantelamento progressivo do Estado Social e dos direitos sociais em Portugal exige compromisso e determinação por parte de quem não desiste de construir uma sociedade decente. É isto que se propõe fazer a Associação Fórum Manifesto. É por estas razões que irei estar presente na iniciativa “Compromisso e determinação: para uma governação decente” (ver cartaz), que terá lugar na próxima 4ª feira, dia 23 de Julho, na Casa da Imprensa, em Lisboa (Rua da Horta Seca, 20; perto do Largo Camões).


Pronunciamiento contra el Holocausto en Palestina!


No al Holocausto contra palestina!
Desde Jubileo Sur/Américas queremos hacer público nuestro profundo rechazo y denuncia ante la masacre que el Estado Sionista de Israel comete en contra del pueblo Palestino.
Son más de sesenta años que el pueblo de Palestina se ha enfrentado a las  constantes violaciones de  sus derechos humanos por parte del Estado Sionista de Israel, mismo que  utilizando su desmedida  fuerza militar, económica y política y en complicidad con los Estados Unidos, han venido cometiendo cualquier tipo de crímenes  de lesa humanidad en contra de la población civil del soberano pueblo Palestino.
Todos estos crímenes  ocurren ante el silencio cómplice de parte de los organismos internacionales, son mediatizados y disfrazados por las grandes corporaciones de la comunicación apoyados y legitimados por los Estados opresores imperialistas, son múltiples las formas de violencia ejercida contra palestina : ataques y crímenes  sistemáticos hacia la  población civil, destrucción de la infraestructura del país, saqueos,  detenciones ilegales, en muchos de los casos estas ocurren contra niños, expropiación de su territorio,  aislamiento de la comunidad internacional, apropiación de sus recursos vitales.
Asistimos a una barbarie en contra de una nación  digna y legitima, nos preguntamos, ¿Cuál es el derecho de Israel de diezmar a todo un pueblo que ni siquiera se asemeja en fuerza  militar a ellos? ¿Quién pagara por los crímenes cometidos? ¿Hasta cuándo se va a permitir tal genocidio?.
No estamos hablando de una guerra, de un enfrentamiento entre ejércitos, hablamos de un GENOCIDIO que se comete en contra de toda una nación, hablamos del extermino de generaciones enteras, hablamos del dolor, del sufrimiento de miles de familias destinadas al destierro en su propia tierra, hablamos de intereses expansionistas e imperiales, hablamos de intereses geoestratégicos, de la apropiación del la tierra Palestina!.
Denunciamos  a un estado criminal, que en nombre  de Dios se autoproclama el pueblo elegido, y en nombre de ello quieren justificar las masacres y barbaries cometidas en contra del pueblo Palestino,  no hay un Dios que pueda estar del lado del opresor, del lado del asesino!.
Manifestamos nuestra fuerza y sentir de hermandad con nuestr@s  herman@s  Palestinos/as.
Hacemos un llamamiento:
A  la solidaridad internacional!
A que nos pronunciemos y manifestemos  de forma activa y pacifica!
A que nos pronunciemos contra el Estado Sionista e invasor de Isrrael!
A que  demandemos y exijamos el fin de la masacre!
Al respeto y  la soberanía del pueblo Palestino!
 Latinoamérica y el Caribe 21 de Julio 2014


domingo, Julho 13, 2014

FIM À AGRESSÃO ISRAELITA! EM DEFESA DO DIREITO E DA JUSTIÇA

CONCENTRAÇÃO
SEGUNDA-FEIRA 14 de JULHO, ÀS 18 HORAS
NO ROSSIO, EM LISBOA

FIM À AGRESSÃO ISRAELITA!
É preciso parar o terrorismo do governo de Israel.
O método não é novo: de cada vez que o governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.
A violência e a morte intensificaram-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.
O governo português, como tantos outros, tem-se calado perante mais este massacre contra o povo da Palestina Ocupada. Cabe-nos a todos pressionar o governo para que tome posição contra os crimes de guerra de Israel e contra o terror imposto pelas forças de ocupação.
Organizações subscritoras iniciais:
Comité de Solidariedade com a Palestina
Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional  (CGTP-IN)
Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente (MPPM)
União dos Sindicatos de Lisboa (USL)


sábado, Julho 12, 2014

Argentina: Ni buitres de Nueva York, ni buitres de cualquier parte: reclamamos al gobierno rectificar su estrategia,

Rechazamos nuevamente la acción de los fondos buitre, encabezados por NML Capital, para quedarse con lo que es nuestro y no les corresponde.
 
Repudiamos el hecho de que, en las dos decisiones conocidas en el día de la fecha, la Corte Suprema de Justicia de EE.UU. les dio todo su respaldo a las pretensiones injustas de los fondos especulativos que buscan cobrar a la fuerza, lo que los demás buitres están cobrando "por derecho": el Club de Países Buitre de París, la empresa buitre REPSOL, los laudos buitre del CIADI entre los más recientes y renombrados.

¿Se debiera haber esperado otra cosa, de la Corte del país que más injusticia siembra por nuestro mundo?  Las decisiones buscan convalidar que la soberanía de un pueblo, la soberanía de un país, termina cuando así lo dicte el mercado, el capital.

Ratificamos lo que hace unos días les escribimos a los legisladores nacionales, la inmensa mayoría de quienes salieron a respaldar el vergonzoso envío de una misión a Washington, a reforzar con camisetas de la Selección lo que denominaron una "causa nacional": torcerle el brazo al imperio, en vez de ponerse a trabajar en defensa de los derechos y soberanía del pueblo argentino, asumiendo sus responsabilidades para "arreglar" la deuda (Ver Carta a los legisladores nacionales, 13/6/14).

Ratificamos lo que reiteradamente le hemos solicitado al gobierno: que cambie su estrategia frente a reclamos de deuda que él mismo reconoce son ilegítimos (Ver por ejemplo, Fallo buitre pone de relieve la urgencia de una nueva estrategia frente a la deuda de agosto 2013 y Por qué (no) pagar a los buitres de París, del 11/6/14).

No es tarde para que en cadena nacional esta noche, la Presidenta anuncia una nueva estrategia anclada en la defensa y promoción de nuestros derechos humanos, y no en la preservación de un sistema financiero y económico mundial que ha mostrado a las claras, su total y cruento desprecio frente a la vida de los pueblos y de la naturaleza, por nuestra soberanía y derecho a la autodeterminación. Un verdadero golpe de timón, que empezara con reconocer al pueblo argentino como el único acreedor legítimo y que todo soberano tiene el derecho, y aún más la obligación, de anular y no pagar reclamos de deuda fraudulentos.

El gobierno, el Congreso, el poder judicial argentino, tienen en sus manos las herramientas que se necesitan para resolver el problema de fondo. Entre ellas, realizar una Auditoría integral de los reclamos de deuda que se está acordando por todas partes pagar; desconocer y desmontar el andamiaje político-jurídico que sigue cediendo soberanía a los buitres; actuar sobre las decisiones existentes de la justicia argentina - como por ejemplo en la conocida "Causa Olmos" eimpulsar las denuncias aún pendiente en los tribunales argentinosbuscar apoyo en la región, en el Sur y a nivel mundial en torno a una estrategia que pueda ser eficaz para limitar el poder de los buitres.

Es decir, tomar en serio su derecho y su responsabilidad de poner los derechos humanos - todos los derechos humanos - del pueblo argentino - de todos los pueblos que sufren la injusticia del sistema financiero y económico internacional - por delante de las pretensiones insaciables de los buitres de toda calaña.


DIALOGO 2000 - JUBILEO SUR ARGENTINA, 
Buenos Aires, 16 de junio de 2014

GAZA: «A paz reina em Varsóvia»

“A paz reina em Varsóvia”, proclamou um general nazi, em 1943, depois de ter exterminado os insurrectos do gueto de Varsóvia (e com eles, o resto da população).
Perguntamo-nos: eram também eles “terroristas”? Também eles “utilizavam as suas próprias famílias como escudos humanos”, ao mesmo tempo que disparavam das janelas de suas casas sobre ”os bravos rapazes" da SS?
 
Também os Palestinianos de Gaza reivindicam o direito à vida, o direito ao regresso, a retomarem a posse das terras de onde foram expulsos pela violência das armas, depois dos massacres ao mais puro estilo nazi (Deir Yassin, Tantura, etc).
 
A crueldade dos opressores parece ser sempre motivada pela necessidade de eliminar – a par das suas vítimas – até a lembrança dos seus próprios erros, da sua própria culpa (aprendendo com os massacres de Sabra e Chatila…).
 
De um comunicado distribuído na manifestação do dia 11 de Julho.

segunda-feira, Julho 07, 2014

Abril no Verão: debate sobre o TTIP


URGENTE SOLIDARIDAD CON PALESTINA

DECLARACION DEL MOPASSOL
¿Què se pretende con la nueva escalada de odio y muerte desplegada en territorios palestinos ocupados militarmente por el Estado de Israel?
Desde mediados de junio y especiamente en la última semana, pese a la escasa información que aportan los grandes medios noticiosos, nuevamente nos vimos conmovidos por hechos gravísimos ocurridos en territorios palestinos a partir del secuestro de tres adolescentes israelíes, cuyos cuerpos sin vida aparecieron el 30 de junio en el Area C de Cisjordania, zona sometida a un estricto control civil y militar del gobierno israelí.
Durante la búsqueda de los jóvenes, el primer ministro de Israel Benjamín Nethanyahu, sin aportar prueba alguna, acusó del secuestro a la dirigencia de la organización palestina Hamas que gobierna Gaza, señalando además que también Mahmmoud Abbas, presidente de la Autoridad Palestina, era responsable del hecho por haber formado un gobierno de unidad nacional con el movimiento Hamas.
Ante la confirmación de las muertes, en la misma noche del lunes 30 de junio, el gobierno de Israel desplaza tropas y tanques a la Franja de Gaza, bombardea a la población e ingresa en campos de refugiados palestinos en Cisjordania. Se produjeron nuevas muertes y numerosos heridos. En Gaza, los servicios de seguridad de Hamas dijeron que 11 personas resultaron heridas, una de gravedad, en 15 ataques aéreos de represalia.
Y en la mañana del martes 1º de julio un adolescente palestino residente en Jerusalen oriental, también ocupado por Israel, fue muerto y quemado, posiblemente como acto de venganza. Tras el entierro, estallan los enfrentamientos entre palestinos e israelíes en Jerusalén oriental; hay 35 palestinos heridos
Simultáneamente el ministro de Defensa israelí insta al gobierno a extender aún más la ocupación con el aumento de las construcciones en los asentamientos judíos ya existentes en tierras palestinas y la creación de una nueva gran colonia igualmente ilegal y violatoria de las resoluciones de la ONU que el Estado de Israel incumple desde hace más de cuarenta años. Como es ilegal el muro del Apartheid que el estado de Israel ha construído al interior de Cisjordania. Como es insoportable una ocupación que mantiene en sus cárceles a más de cinco mil prisioneros políticos palestinos, que destruye cultivos, expropia el agua, confisca viviendas, limita la libre circulación y no permite reunirse a familias enteras.
Resulta intolerable que, a partir de un crimen horroroso, cuya autoría no se ha demostrado, ni los acusados han sido sometidos a la justicia,se manipule a la opinión pública, estimulando el odio y la segregación racista. Campaña de 'venganza' contra los árabes sacude las redes sociales en Israel donde incluso soldados incitan al odio.
Una “autoretrato” publicado en la página de Facebook dice "El pueblo de Israel exige venganza". Se afirma además: "Odiar árabes no es racismo, es tener valores”. Las autoridades israelíes se han visto obligadas a actuar contra esta marea de fotos.
Es muy preocupante que, en tal clima de intolerancia, y con las nuevas medidas adoptadas por Israel, se profundice la ocupación, avancen los aprestos militares, se restrinjan cada vez más los legítimos derechos del pueblo palestino y se neutralice todo esfuerzo tendiente a abrir el camino de la paz con justicia para ambos pueblos y para toda la región.
Queremos por fin expresar nuestro firme rechazo a la deleznable táctica de acusar de antisemitas a periodistas, movimientos sociales o referentes políticos que criticamos con fundamento las acciones del Estado de Israel. Como dijo el gran poeta argentino Juan Gelman: “¿Qué tienen que ver con el judaísmo esas políticas de Israel? Los judíos siempre fuimos perseguidos, nunca perseguidores; discriminados, nunca discriminadores; marginalizados, nunca marginadores...”
Movimiento por la Paz, la Soberanía y la Solidaridad entre los Pueblos (Mopassol) miembro del Comité Ejecutivo del Consejo Mundial por la Paz
Buenos Aires, 6 de julio de 2014
www.mopassol.com.ar

sábado, Junho 28, 2014

PÉREZ ESQUIVEL A GRIESA: No es justo pagar una deuda ilegítima e inmoral

Bs. As., 27/6/14 - En una carta entregada ayer al despacho neoyorquino del Juez Thomas Griesa, Adolfo Pérez Esquivel le señala la inmoralidad e injusticia de pagar los bonos hoy en manos de los fondos especulativos, y le propone una reflexión más personal sobre la distinción entre lo legal y lo legítimo, la ley y la justicia. 

"Nunca puede ser justo que se privilegia el capital financiero por sobre la vida de los pueblos," escribe Pérez Esquivel. Estos bonos "son parte del endeudamiento que después (de la dictadura) fue impuesto en los años ´90, incluso renunciando a la soberanía y cediendo jurisdicción de manera inconstitucional a tribunales extranjeros como el suyo, supuestamente para saldar las deudas anteriores."

Pérez Esquivel además le señala al juez la existencia en Argentina de investigaciones y decisiones judiciales - como la causa "Olmos" - que ya han establecido la fraudulencia de la deuda detrás de los bonos que se canjearon en 2005 y 2010, igual que los que tienen los fondos buitre. "De acuerdo a las leyes de nuestra república y el derecho internacional - le manifiesta - son deudas verdaderamente nulas."    
"Es necesario aplicar la ley pero siempre, sobre la base de distinguir entre lo legal y lo legítimo, la ley y la justicia - concluye Pérez Esquivel - y reconocer que según el derecho, tiene prioridad la “deuda interna con el pueblo”:  la lucha contra el hambre, la pobreza y marginalidad de grandes sectores sociales... Esperamos igual que prime la justicia y que los derechos de quienes no han sido escuchados todavía en los tribunales, tengan la prioridad que merecen."
Antes de conocerse las decisiones más recientes de la Corte Suprema de Justicia de EE.UU., Pérez Esquivel y otros también enviaron Carta a los legisladores argentinos, llamándoles a cumplir con sus responsabilidades para arreglar la deuda, realizando una Auditoria participativa e integral de los reclamos, anulando las leyes, tratados y acuerdos que siguen cediendo jurisdicción a tribunales extranjeros y privilegiando los derechos humanos del pueblo argentino por sobre los intereses usurarios del gran capital.
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Puede leerse aquí, el texto completo de la Carta de Pérez Esquivel a Griesa.

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¡No debemos- No pagamos!
¡Somos nosotr@s l@s acreedores!


Diálogo 2000 - Jubileo Sur Argentina
Piedras 730 - Tel.: +54(9)11-55690140
dialogo2000@gmail.com
http://jubileosuramericas.net

quinta-feira, Junho 05, 2014

Concentração de (e)leitores pela Biblioteca da Penha de França - 6/6 - 16h30

DIVULGUEM ESTE APELO AO PROTESTO POR FAVOR.
E APAREÇAM!

Amigo(a)s

A Biblioteca da Penha de França, instalada no único solar da zona que resistiu ao terramoto de 1755, é uma pequena jóia de contemplação numa das colinas da cidade. Tem sido frequentemente requalificada, e as últimas obras, que a deixaram toda catita, ocorreram em 2009. Há 50 anos que partilha as suas instalações com a Junta de Freguesia. Mas a Junta, desde que se agregou, resolveu que a melhor solução para os seus problemas de espaço seria ocupar todo o palacete. A CML cedeu o palacete à Junta. No meio do processo, parece que alguém se esqueceu ou omitiu que havia ali uma biblioteca municipal. Só que, quando todos nos demos conta, já havia, misteriosamente em curso, um processo de transferência dessa biblioteca para uma loja num condomínio da EPUL, triste piso térreo de pouca luz, num beco, onde tudo o que há para contemplar é o desolado urbanismo de quem pensa na cidade como um limbo de rotina e alienação.
No meio disto, há os nossos representantes, absurdamente surdos e impunes, e ao que parece sem escrúpulos de nos retirarem os nossos espaços e dispersar o nosso dinheiro de contribuintes, em relocalizações desnecessárias, em transformações de património para seu proveito. Alguma coisa vai muito triste num país em que o poder rompe com os leitores e os segrega. Alguma coisa vai pantanosa num país em que os eleitos nem se lembram dos (e)leitores que deveriam servir, mas acalentam apenas a noção do poder e dos seus símbolos.

Os (e)leitores podem protestar e vão protestar. A Assembleia Popular da Graça e Arredores apela a uma concentração de defesa da biblioteca esta Sexta-feira, pelas 16h30. Não será uma concentração qualquer. Somos leitores e gostamos de imaginar. Vamos todos requisitar livros à biblioteca. Depois, em torno dela, montamos o nosso cerco de leitores, cada um lendo em voz alta a arma do seu livro. Quem quiser, traga também o seu cartaz, por exemplo, com frases que apelem à responsabilidade dos políticos responsáveis. Por exemplo: Alguém aqui não reparou nalguma coisa?
Quem puder, que venha. E divulguem também, por todos os meios possíveis. O evento facebook é https://www.facebook.com/events/1480781488825681/

Margarida Vale de Gato


quarta-feira, Maio 07, 2014

Lançamento da "Treaty Alliance"

Compas
Sigue a continuación el comunicado de prensa que presenta públicamente a la Treaty Alliance (la Alianza del Tratado), el esfuerzo conjunto que desde la Campaña Desmatelemos el Poder Corporativo estamos realizando con otras organizaciones para impulsar la negociación de un tratado internacional con obligaciones vinculantes para las corporaciones transnacionales. Por favor, divulguenlo en sus listas, subanlo a sus páginas y usenlo para presionar a sus gobiernos.
Muchas gracias
Abrazos
Gonzalo

Movimientos Sociales, ONGs y grupos de Derechos Humanos
“Exhortan al Consejo de Derechos Humanos de la ONU a comenzar el desarrollo de un tratado internacional sobre las las violaciones a los derechos humanos por parte de las corporaciones transnacionales
  Comunicado de Prensa - 7 de  mayo de 2014
 En el día de hoy una alianza global de organizaciones de la sociedad civil (la Treaty Alliance), compuesta por un gran grupo de campañas de la sociedad civil, redes, movimientos y organizaciones sociales de todo el mundo, llaman a los miembros de Consejo de Derechos Humanos de la ONU a apoyar en Junio la iniciativa que puede iniciar el proceso hacia la creación de un tratado internacional sobre las violaciones de derechos humanos por parte de las corporaciones transnacionales. 
La Treaty Alliance reúne redes globales y alianzas que incluyen a  Dismantle Corporate Power CampaignESCR-NetFIANFIDHFranciscans International, Amigos de la Tierra Internacional, Transnational Institute y OMAL, entre otras organizaciones que colectivamente representan a más de 500 grupos de todo el mundo decididos poner un alto a las violaciones de derechos humanos cometidas por parte de las transnacionales.
La Treaty Alliance está coordinando acciones de la sociedad civil en más de 20 países, con el propósito de que los Estados Miembros del Consejo de Derechos Humanos de la ONU apoyen una resolución durante su 26º Sesión, en el mes de junio. El objetivo de esta iniciativa de la ONU es fortalecer el derecho internacional para hacer jurídicamente responsables a las corporaciones que violan los derechos humanos, así como para proporcionar   justicia y reparación a los pueblos y personas afectados.
El Comunicado Conjunto de la Treaty Alliance, firmado por más de 150 organizaciones de la sociedad civil de todo el mundo, expresa su intención de realizar incidencia y movilizar apoyo colectivo a un tratado que pueda reafirmar la aplicabilidad de las obligaciones sobre derechos humanos a las operaciones de las empresas transnacionales,  la obligación de monitoreo y regulación  a las corporaciones bajo su jurisdicción, la obligación de proveer remedio efectivo a las personas afectadas por violaciones de derechos humanos por parte de las transnacionales, así como generar la creación de mecanismos internacionales de monitoreo y aplicación.
Acciones de incidencia
Durante los meses de mayo y junio se llevarán a cabo acciones de incidencia y movilización en las capitales en las ciudades de Buenos Aires, Brasilia, Johannesburgo, New York, Manila, Bruselas, Oslo y otras, así como en Ginebra, con el objetivo de alertar sobre las violaciones a los derechos humanos por parte de las grandes corporaciones transnacionales y la necesidad de un tratado internacional. Para mayor información, ideas y apoyo para las acciones de incidencia en su país, por favor escriba a treatymovement@gmail.com  
En tanto la 26º Sesión del Consejo de Derechos Humanos se realiza en Ginebra, acciones coordinadas de incidencia serán realizadas tanto fuera como dentro del edificio de la ONU. En apoyo de los esfuerzos actuales en el seno de Naciones Unidas para lograr un instrumento vinculante para detener las violaciones de derechos humanos por parte de las transnacionales, miembros de la Treaty Alliance coordinarán la Semana de Movilización, que comenzará el 23 de junio. Las actividades planeadas para esta semana incluyen:
Ø [23 de Junio] Audiencia del Tribunal Permanente de los Pueblos (TPP) Sobre Crimenes de las Transnacionales (Chevron, Shell, Glencore, y otras);
Ø [24 de Junio]  Conferencia Pública sobre Violaciones de las TNCs, 8pm, Ginebra
Ø [24-25 de Junio] Conferencia Internacional sobre El Sistema de Derechos Humanos sobre Quejas para la Producción de Alimentos y Corporaciones productoras de alimentos
Ø [25 de Junio] Marcha frente al Palais des Nations e ‘Impunity Tour’ por el centro de Ginebra.
Para mayor información sobre la Semana de Mobilización por favor comuníquese con treatymovement@gmail.com o Gonzalo Berrón: gonzalo.berron@tni.org  
Para otros contactos con la Treaty Alliance, use el email: treatymovement@gmail.com
Para firmar el Comunicado Conjunto, ver por favor las más de 150 organizaciones que ya han firmado el Comunicado, y visitar la página sobre otras formas de involucrarse en las actividadesen: www.treatymovement.com
Identifique su contacto más próximo:
 Alberto Villarreal (Uruguay): comerc@redes.org.uy
Ana Maria Suarez Franco (Geneva): suarez-franco@fian.org
Brid Brennan (Amsterdam): bridbrennan@tni.org
Diana Aguiar (Rio de Janeiro): dianaguiar@gmail.com
Dominic Renfrey (New York): drenfrey@escr-net.org
Genevieve Paul (Paris): gpaul@fidh.org

segunda-feira, Abril 21, 2014

O Direito à alimentação e à soberania alimentar


Círculo de Leitura e Seminário
O Direito à alimentação e à Soberania Alimentar

Um novo paradigma focado no bem estar, resiliência e sustentabilidade tem de ser criado para substituir o paradigma produtivista e assim apoiar melhor a realização plena do direito a uma alimentação adequada.
A equação é complexa, mas pode ser resolvida.”
Olivier De Schutter

Este Círculo de Leitura e Seminário que o CIDAC organiza insere-se num ciclo de iniciativas que visam dar a conhecer, debater e aprofundar os conhecimentos sobre questões globais dos modelos de produção e consumo alimentar e abordando alternativas em favor da Soberania Alimentar.

Este ciclo de iniciativas é dedicado ao debate sobre o Direito à Alimentação e à Soberania Alimentar e o convidado de referência é Olivier de Schutter, relator especial da ONU para o Direito à Alimentação.

Olivier De Schutter proferirá também uma conferência aberta ao público no dia 20 de maio, às 18.30h, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.

Círculo de Leitura
29 de abril das 18h às 21h
06 de maio das 18h às 21h
13 de maio das 18h às 21h

Orientado por Carolina Leão
membro da equipa de coordenação. do NOEs – Núcleo de Pesquisa Outras Economias (Mó de Vida Cooperativa – Portugal & Universidade Federal Fluminense – Brasil) Investigadora no SOCIUS/ ISEG – Universidade de Lisboa

Seminário
19 de maio das 16h às 21h
Orientado por Olivier De Schutter
Língua de trabalho do Seminário: Inglês

Inscrições
Pedimos a confirmação até ao dia 24 de abril, através do envio da ficha de inscrição (em anexo) para ed-ja@cidac.pt

Cada uma destas atividades tem um número de pessoas limitado a 20 participantes. Será dada prioridade a pessoas que se inscrevam nas duas atividades.

Inscrição no Círculo de Leitura 15€
Inscrição no Seminário 10€
Inscrição no Círculo de leitura e Seminário 20€

Pagamento por transferência bancária após confirmação da inscrição.

Local
Centro de Recursos para o Desenvolvimento do CIDAC, Rua Tomás Ribeiro, nº3 (perto da estação de metro de Picoas)

Estas atividades realizam-se no âmbito do projeto “Do Campo para o Prato, o direito à alimentação e à Soberania Alimentar em debate”.
Apoio:
Instituto Camões, Fundação Gulbenkian, Jornal Público

quinta-feira, Abril 03, 2014

Venezuela: Maduro hace un llamado por la paz en The New York Times

El presidente venezolano Nicolás Maduro lanzó hoy un “llamado a la paz” en su país en una columna en el diario The New York Times, en la que pide al “pueblo estadounidense” no sancionar a Venezuela.
En un artículo titulado “Un llamado a la paz desde Venezuela”, el mandatario acusó además a quienes llevan adelante las protestas en su contra desde hace dos meses de tener como “solo objetivo” el “derrocamiento inconstitucional del gobierno elegido democráticamente”.
“Las recientes protestas en Venezuela han llamado la atención de la comunidad internacional. Gran parte de la cobertura en los medios de comunicación internacionales ha distorsionado la realidad de mi país y los hechos de actualidad”, afirma Maduro en el prestigioso diario neoyorquino.
Según el mandatario, en Estados Unidos hay una “narración” presentada por el gobierno de ese país en la cual “los manifestantes están ampliamente descritos como ‘pacíficos’, mientras dicen que el gobierno es violento y represivo”.
“En realidad el gobierno de Estados Unidos está en el lado del 1% que quiere arrastrar a nuestro país de nuevo a una época en que el 99% era excluida de la vida política y sólo la élite, incluyendo las empresas de Estados Unidos, se beneficiaba del petróleo de Venezuela”, acusó
En ese marco, Maduro pide al pueblo estadounidense que llame al Congreso de su país a “abstenerse” de adoptar sanciones contra Venezuela, advirtiendo que esas medidas “afectarían a los sectores más pobres” de la nación sudamericana.
“Espero que el pueblo estadounidense, conociendo la verdad, exprese que Venezuela y su pueblo no merecen tal castigo, y llamen a sus líderes políticos para que abstengan de tales sanciones”, dijo.
“Venezuela necesita paz. Venezuela necesita el diálogo, y Venezuela tiene que seguir adelante. Damos la bienvenida a cualquier persona que sinceramente quiera ayudar a alcanzar estos objetivos”, añadió Maduro.
La ola de manifestaciones contra el presidente venezolano ha dejado en casi dos meses un saldo de 39 muertos y más de 550 heridos.
Según Maduro, que se refiere a “36 personas asesinadas”, los manifestantes “son directamente responsables por más de la mitad de las víctimas mortales”.
Las protestas han bajado de intensidad en las últimas semanas, pero mantienen focos de violencia principalmente en Caracas y San Cristóbal, a pesar de que el gobierno ordenó un despliegue militar en estas ciudades para acabar con las manifestaciones.
En su columna, el mandatario hizo una enérgica defensa del proceso iniciado en 1998 por el fallecido expresidente Hugo Chávez y de la democracia en su país.
“Desde 1998, el movimiento fundado por Hugo Chávez ha ganado 18 elecciones presidenciales, parlamentarias y locales a través de un proceso electoral que el expresidente estadounidense Jimmy Carter ha llamado “el mejor del mundo”, recordó.
“Los venezolanos nos sentimos orgullosos de nuestra democracia. Hemos construido un movimiento democrático y participativo desde la base que ha asegurado que tanto el poder y los recursos sean distribuidos de manera equitativa a nuestro pueblo”, dijo.
Maduro reconoció no obstante que el gobierno “ha enfrentado serios problemas económicos en los últimos 16 meses, incluyendo la inflación y la escasez de algunos productos básicos”.
“Adicionalmente, Venezuela ha sufrido con una alta tasa de crimen que estamos combatiendo directamente a través de la creación de un nuevo cuerpo de Policía nacional”, admitió también.
Sin embargo, reiteró la posición oficial sobre las manifestaciones: “La mayor parte de las protestas contra el gobierno se están llevando a cabo por los sectores más ricos de la sociedad que se oponen y tratan de revertir los logros del proceso revolucionario que han beneficiado a la inmensa mayoría del pueblo venezolano”, señaló.
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