quarta-feira, fevereiro 18, 2015

Privatização da água em marcha!

«À privatização das nossas águas, por via de Bruxelas, seguiu a "obrigação" para todas as câmaras e freguesias de informarem acerca da existência das fontes e poços em Portugal.
  O próprio tom desta ordem de Bruxelas foi muito mal recebido em Portugal e um grande número de câmaras e freguesias resolveu simplesmente não fornecer indicações nenhumas.  
Isto não está previsto em Bruxelas e não sabem liderar com esta situação, a não ser com maior prepotência.
 

Algumas câmaras entretanto já venderam as suas redes de fornecimento de água (Sintra por exemplo).
 

A EPAL por sua vez entregou a supervisão dos aditivos para a água fornecida à população a uma firma especializada israelita. Esta controla agora o que a população portuguesa bebe.
 

Esta firma instalou na rede de água de uma cidade algarvia um posto de intervenção com produtos experimentais, onde a nossa população algarvia nítidamente serve de cobaia.
 

OS MAIS GRAVES PROBLEMAS NO HORIZONTE NEM SEQUER SÃO O SAQUE NOS NOSSOS MAGROS ORDENADOS (ser escravo é consentir, calar-se e pagar ).
A ENTREGA DA SOBERANIA A BRUXELAS, em troca de comissões, por alguns abutres, recebidas e canalizadas para contas offshores, é um crime de ALTA TRAIÇÃO.
 

Sujeitar-se a não saber mais do que se está a beber e ficar dependente de especialistas, que cumprem ordens, não necessariamente nossas, não é menos grave.»
 

RD

São os próprios alemães que nos avisam...

O IMI, a AGUA e a ELECTRICIDADE vão colocar 90% no limiar da pobreza. Em Portugal, na Europa, no Mundo inteiro.

Nós pensávamos que se tivéssemos uma casinha, tínhamos uma velhice
descansada...

Vale a pena para ver como se tecem as linhas de força dos negócios na UE e
divulgar.

NÃO DEIXEM DE VER O ESCÂNDALO.

É PARA ISTO QUE SERVE A COMISSÃO EUROPEIA.

NÃO SEI O QUE OS NOSSOS JORNALISTAS E TVS ANDAM A FAZER.

Uma operação da União Europeia que começou a ser experimentada em Paços de Ferreira.

Reportagem no programa de tv alemão Ard Monitor.

Legendado em português (clique em CC - 1º símbolo no canto inferior direito do video- janela com 2 riscos para activar as legendas).

No meu caso apareceu logo com legendas em português.
 

 
"Água - Operação Secreta": UE Promove a Privatização da Água (legendas em português)


José António
Cidadão Inconformado

Fórum Dívida e Direitos Humanos, 21 Fevereiro

A Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública (IAC) organiza no próximo sábado, das 9.30 às 19.00 horas, no Auditório do Liceu Camões, em Lisboa, o Fórum Dívida e Direitos Humanos
Painéis especializados de debate: Trabalho, Saúde, Educação, Ambiente e Segurança Social, Habitação. Mais informações em http://auditoriacidada.info/

Entrada livre, inscrições em: http://goo.gl/forms/AxPcLlXjXG
Trabalho, saúde, educação, habitação, ambiente e qualidade de vida,  segurança social, são direitos humanos consagrados em tratados  internacionais e na Constituição da República Portuguesa.
Em nome da dívida todos eles estão actualmente comprometidos devido à  imposição  de uma austeridade que não cura e só agrava o endividamento.
O que vale mais? O serviço da dívida ou os direitos humanos?
Em Portugal, como nos outros países da Europa sujeitos ao castigo da  troika, este é o momento para reafirmar a prioridade das necessidades  e da dignidade das pessoas sobre os interesses da finança.
Para denunciar como ilegítimo um serviço da dívida que sacrifica tudo o que verdadeiramente tem valor, penalizando sobretudo os que menos podem.
Participa. O Fórum é aberto a quem queira compreender as consequências 
da dívida nas nossas vidas e participar nas soluções.

Saudações cordiais.


terça-feira, janeiro 13, 2015

Comissão de Comércio do Parlamento Europeu opõe-se ao ISDS

(Paul de Clerk, coordenador do programa "Economic justice", 13/01/2015) - Tradução e adaptação de José Oliveira.
 
A Comissão de Comércio do Parlamento Europeu decidiu opor-se ao ISDS no TTIP (...). Um acordo em que as disputas se fariam Estado a Estado com recurso aos tribunais nacionais constitui um mecanismo muito mais apropriado para dirimir as disputas sobre investimento, de acordo com um documento preparado por Bernd Lange, membro do Partido Socialista alemão e presidente da referida comissão.
 
Nem todos os socialistas e social-democratas se opõem ao ISDS, embora Gianni Pittella, o presidente do grupo, tenha tentado enterrar o caso . Os socialistas e social-democratas são essenciais, pois sendo o segundo maior agrupamento do Parlamento Europeu, podem influenciar a decisão final. Além disso, os seus deputados não estão tão entrincheirados nas suas posições pró ou contra como outros grupos (....).
 
O documento acrescenta que se o ISDS chegar a ser incluído no TTIP, serão necessárias reformas adicionais e isso é um ponto crítico, se se quiser evitar os problemas que têm afectado outros tratados de livre-comércio em vigor.
 
Ainda de acordo com o documento, os objectivos de tratar os investimentos estrangeiros numa base não discriminatória e de modo justo, evitando litigâncias, poderão ser atingidos sem o ISDS.
 
O Tratado será votado no Parlamento Europeu e, para entrar em vigor, terá de ser aprovado por uma maioria de deputados.
 
Enquanto Lange pede que o ISDS seja excluído, os oponentes argumentam que tal terá um efeito de congelamento dos regulamentos (...). Os EUA são claros ao exigir que o ISDS conste do acordo final, mas em Janeiro a Comissão retirou-o das negociações face às críticas do público. Entre Março e Julho, a Comissão lançou uma consulta pública sobre o ISDS tendo recolhido 150.000 respostas, o número mais alto de sempre. 
 
Mais de 88% dos cidadãos votaram claramente contra o ISDS (...). Dada a complexidade técnica, a Friends of the Earth criou aplicações on-line para facilitar as respostas, mas agora existe o receio de que o executivo as ignore por considerar que a maioria são muito parecidas (...). Friends of the Earth comentou que parece que a Comissão Europeia está a tentar contornar a esmagadora oposição dos cidadãos ao ISDS que o inquérito demonstrou. 
 
Crê-se que ainda hoje poderá ser publicado o relatório final sobre esta consulta.
 

sexta-feira, janeiro 09, 2015

Noticias del FSM

Gracias por tomar en cuenta los cambios siguientes en el calendario de preparación del Foro Social Mundial Túnez 2015:
–        Del 15 de noviembre al 31 de enero de 2015, todas las organizaciones, movimientos y redes pueden proponer actividades (debates, talleres, seminarios…) en el sitio web.
–        El 20 de enero de 2015, será abierta la fase de reagrupamiento (dicha de “aglutinación”) de las actividades que tienen lugar en Túnez. Esta fase es muy importante ya que permite al FSM de jugar su verdadero papel: intercambiar experiencias, construir campañas y acciones al nivel internacional…
No hay cambio en contraste con los otros pasos del proceso:
–        A partir del 1º de febrero y hasta el 28, está la fase de registración definitiva de las actividades en el sitio web. Deberá estar indicado el tamaño de las salas, las necesidades en interpretación, las preferencias de fecha y de hora, y la organización (o no) de una actividad extendida.
–        Desde el 15 hasta el 28 de febrero 2015, las convergencias podrán ser propuestas. Para ser válida, una convergencia debe ser presentada por al mínimo 5 organizaciones/movimiento o 2 redes, que representan al mínimo dos grandes regiones del mundo.
–        Entre el 1º y el 10 de marzo, las diversas proposiciones de convergencias serán aglutinadas.
–        Al principio de marzo, el programa será publicado en la página web y luego en papel.
–        El pago de las actividades se hará entre el 1º de febrero y el 20 de marzo 2015.
http://registration.fsm2015.org/?q=es                               
 

quinta-feira, janeiro 01, 2015

CADTM: ¡Quitad las manos de Grecia! ¡De una Grecia que lucha y resiste!

Las potencias de Europa y del mundo entero ni siquiera esperaron la disolución del Parlamento griego y el comienzo de la campaña electoral para lanzar una nueva ofensiva de mentiras y chantajes cuyo objetivo es aterrorizar a la ciudadanía griega con el fin de que no vote a Syriza (Coalición de la Izquierda Radical) en las próximas elecciones legislativas del 25 de enero de 2015. En efecto, secundados por los grandes medios de comunicación europeos, «los de arriba», esos que se llaman Juncker, Merkel, Hollande, Renzi o Moscovici, comienzan su enésima y brutal intervención en los asuntos interiores de Grecia, que por otra parte transformaron en el paradigma de ruina social desde que le impusieron sus políticas inhumanas y bárbaras de austeridad.
por CADTM Europe

1ro de enero de 2015
Lo que está en juego : el éxito o el fracaso de la guerra social que dirigen contra la enorme mayoría de las poblaciones de Europa.
El CADTM no tiene ninguna duda de las verdaderas intenciones de aquellos que hicieron de Grecia el laboratorio europeo de sus políticas neoliberales más extremas, y de los griegos y las griegas, verdaderos conejillos de Indias de su terapia de shock económica, social y política. Debemos esperar una escalada de su ofensiva ya que no pueden permitirse que Syriza gane y surjan seguidores en Europa. Utilizarán todos los medios de que disponen puesto que son bien conscientes de lo que está en juego en las próximas elecciones griegas: el éxito o el fracaso de la guerra social que dirigen contra la enorme mayoría de las poblaciones de Europa.
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Pierre Moscovivi
Y como el reto es tan importante, debemos esperar que “los de arriba”, de Europa y Grecia, no respeten el veredicto de las urnas que debería culminar, por primera vez en la historia, en la victoria de la izquierda griega. Sin ninguna duda, tratarán de asfixiar al gobierno de izquierda elegido democráticamente, puesto que su eventual éxito sería, con toda seguridad, interpretado como un formidable estímulo a la resistencia de los trabajadores y los pueblos de Europa.
EL CADTM, que siempre estuvo al lado de la población griega luchando contra las políticas de austeridad y los graves atentados a los derechos sociales y democráticos, nuevamente hará todo lo posible para alertar a la izquierda y a los movimientos sociales en Europa y en todos lados para lograr un amplio movimiento de solidaridad con la población griega, que resiste y lucha para liberarse de la carga de una deuda que no solamente no es suya sino que es manifiestamente ilegítima, ilegal y odiosa. El CADTM considera que la constitución de una comisión internacional y ciudadana de auditoría de la deuda griega, encargada de identificar la parte ilegal y/o ilegítima u odiosa de esa deuda que no se debe pagar, hará que aparezcan comisiones semejantes, y pondrá en el orden del día el repudio de la deuda ilegítima y/o ilegal de todos los países de la periferia europea.
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Gunther Oettinger
Ser solidario con la población griega así como con la izquierda griega que resisten y combaten para liberar al país y a sus ciudadanos y ciudadanas de la influencia de los acreedores y de la dictadura de los mercados, es actualmente el deber internacionalista elemental no solo de la militancia sino de toda la ciudadanía europea que rechaza esta Europa de la austeridad que genera miseria, racismo y barbarie.
CADTM Europe


--
Eric Toussaint
www.cadtm.org
345 Avenue de l'Observatoire
4000 Liège
Belgique

terça-feira, dezembro 23, 2014

Declaración de Lima Cumbre de los Pueblos frente al Cambio Climático

Lima, 11 de diciembre de 2014
 
La Cumbre de los Pueblos frente al Cambio Climático, realizada en Lima del 8 al 11 de diciembre de 2014, es expresión de los procesos de movilización y resistencia emprendidos por una diversidad de organizaciones, movimientos, plataformas, redes y colectivos sociales, sindicales, de mujeres, campesinos, indígenas, juveniles, ambientalistas, religiosos, artísticos y culturales peruanos e internacionales. Nos reunimos para seguir debatiendo y compartiendo las múltiples formas de lucha y resistencia, por la construcción de la justicia social, contra el sistema capitalista patriarcal, racista y homofóbico, por el respeto de las diversas formas de vida, sin explotación ni expoliación de los bienes de la naturaleza, por la capacidad de los pueblos de decidir sobre sus fuentes de energía, comunitaria, por la reducción de las desigualdades sociales así como promover el Buen Vivir como modelo de vida en armonía con la Naturaleza y la Madre Tierra.

El capital busca hacer frente a su crisis sistémica imponiendo la captura el agua, el saqueo de los territorios y el patrimonio natural, la depredación, la producción de combustibles fósiles, la mayor explotación de los trabajadores y trabajadoras, la represión de los movimientos sociales y la violencia física y psicológica, aumenta múltiples formas de criminalización de las luchas, de los pueblos, de militarización y control territorial. Todo esto es alentado por las corporaciones mediáticas. Además, a esta realidad hay que sumarle la captura de los Estados y de sus burocracias por el poder económico, el pago de las deudas injustas y corruptas, y una diversidad de hechos que benefician exclusivamente a los verdaderos poderes tras los gobiernos de turno, dóciles al mandato de las empresas nacionales y las grandes corporaciones transnacionales y sus operadores políticos.

En esta coyuntura la Cumbre de los Pueblos representa la voz de los sectores explotados y oprimidos del mundo, de los marginados por un sistema económico y cultural que los subordina a los sectores racistas, fundamentalistas, machistas y patronales que se benefician del modelo capitalista. En este momento crucial que atraviesa la humanidad, en el que el gravísimo cambio climático que sufrimos exige acciones urgentes de parte de la sociedad global, demandamos a los Gobiernos y al Sistema de Naciones Unidas reunido en la COP 20 la adopción de acuerdos que respeten y valoricen la vida de los pueblos originarios, campesinos y urbanos, y que promuevan la preservación de la biodiversidad global. Rechazamos cualquier mecanismo de mercado que se plantee como solución a los problemas climáticos y ambientales.

Quienes nos reunimos en esta cumbre, recogemos y hacemos parte de procesos de luchas anteriores que se han tejido en nuestros pueblos, y llegamos a este momento con esa fuerza y construcción colectiva. A partir de ello expresamos y demandamos:

A los Gobiernos del mundo que respeten nuestros territorios, derechos y modos de vida, nuestras culturas, costumbres y cosmovisiones sobre la vida y el mundo que habitamos. Denunciamos la explotación de nuestros recursos naturales y territorios por parte de las industrias extractivas, que afectan nuestras formas de sustento, nuestra fuente de identidad y la relación armoniosa de nuestras comunidades con la Madre Tierra. Demandamos el reconocimiento de la propiedad territorial de las comunidades que tradicionalmente han vivido en sus tierras. No aceptamos el control externo de los territorios, ni los procesos de negociación e implementación de las falsas soluciones al clima. Los Gobiernos deben tener como eje central el respeto de nuestras formas de vida ancestrales y el reconocimiento a nuestra autodeterminación como naciones y pueblos originarios.

Asimismo, aclaramos que el conjunto de iniciativas orientadas a revertir la destructiva tendencia climática hacia la que ha sido conducido nuestro planeta, deben considerar las responsabilidades históricas de los países desarrollados y el reconocimiento y reparación de la deuda histórica y ecológica que tienen con el Sur global. En particular, las corporaciones transnacionales de capital privado de los países desarrollados deben ser responsabilizadas por sus acciones y prácticas a nivel global. Exigimos plena justicia en los casos de contaminación por parte de Newmont, Doeran en Perú, y la Chevron-Texaco, entre otras, la cual en su paso por la Amazonía dejó como legado uno de los mayores ecocidios de la historia del planeta.

A los Gobiernos y empresas les exigimos aceptar y respetar nuestro derecho humano a un trabajo digno, con pleno ejercicio de los derechos individuales y colectivos, y que se garantice un proceso de transición justa en un mundo que nos permita mejorar la calidad de vida. Demandamos garantías al acceso universal a los sistemas de protección y seguridad social, el respeto de nuestra libertad sindical y a una repartición justa y equitativa de la riqueza producida con nuestro trabajo y conocimientos.
Consideramos que ninguna acción para enfrentar el cambio climático será eficiente o viable si no se promueve con políticas públicas efectivas a favor de la pequeña agricultura familiar y campesina, la reforma agraria, la soberanía y seguridad alimentaria de nuestros pueblos, la producción auto sustentable, con base agroecológica, autóctona y libre de transgénicos y agrotóxicos, orientada al consumo humano y a la preservación de nuestra biodiversidad. Creemos que para avanzar hacia un mundo justo y una economía local, solidaria, cooperativa, feminista y comunal, es fundamental reconocer el derecho humano a la alimentación, así como el gran aporte de la agricultura familiar campesina, que contribuye con más del 70% de la alimentación del mundo. Exigimos frenar la producción y expansión de los agrocombustibles, que promueven la deforestación, erosión de las tierras, contaminación de las fuentes del agua y aire, y significan una forma de recolonización territorial.

Como expresión de esta estrategia del capital, en los últimos años se han agudizado los procesos de privatización, mercantilización y financiarización de la naturaleza, expresados en los principios de la economía verde, que nos presenta las falsas soluciones a la crisis climática. Algunas de ellas son: Mecanismos de Desarrollo Limpio (MDL), proyectos de Reducción de Emisiones por Deforestación y Degradación de los bosques (REDD), transgénicos, agrocombustibles, geoingeniería, megaproyectos hidroeléctricos, centrales nucleares, fractura hidráulica (“fracking”), agricultura climáticamente inteligente.

La estrategia del capital pasa también por lo que llamamos arquitectura de la impunidad de las corporaciones transnacionales y gobiernos, a través de los tratados de libre comercio y protección de inversiones, entre otros, que pretenden privatizar servicios esenciales como el agua, la educación, salud y vivienda, y atentan contra los derechos humanos de trabajadores y de los pueblos. La Cumbre de los Pueblos rechaza todas estas estrategias del capital.
Como expresamos antes, denunciamos el sistema capitalista-patriarcal que sostiene la opresión y control sobre el cuerpo, el trabajo y la vida de las mujeres, promueve la violencia sexual y la trata, las margina de diversos ámbitos de la vida social y pública. Es necesario transitar hacia otra división social del trabajo, que elimine la subordinación del trabajo femenino, que no invisibilice el trabajo del cuidado que hace posible la reproducción social ni lo subordine a los mandatos del mercado. Exigimos un cambio radical que reconozca el trabajo reproductivo como la base de la sustentabilidad humana y de las relaciones entre las personas y comunidades. Todas las alternativas deben incorporar la perspectiva feminista y promover una relación más justa entre hombres y mujeres.

Abogamos por la promoción de un consumo responsable y no alienado, basado en la adopción de hábitos y pautas de consumo saludables, y de acuerdo con la necesidad humana, no sujeta a la ambición del capital. Un consumo que no contribuya a la contaminación ambiental ni al cambio climático. Alentamos el uso responsable de los recursos vitales, el reciclado y el manejo sustentable de los residuos sólidos. Nos comprometemos a promover la conciencia ciudadana respecto a las acciones que podemos llevar adelante individual y colectivamente para avanzar hacia un mundo más justo.

Los Estados deben tomar decisiones y medidas inmediatas de protección, conservación o restauración de las cuencas, los ecosistemas, las altas montañas, bofedales, humedales, páramos, estepas, bosques, acuíferos, lagos, ríos, manantiales, zonas marinas costeras, que alimentan a la Madre Tierra. Esos ecosistemas y fuentes de agua son afectados por las actividades de las industrias extractivas, como la minera, petrolera, carbonífera y gasífera, por las talas de árboles y el arrojo de desechos, entre otras causas. Se debe garantizar el derecho humano al agua y al saneamiento, en igualdad de condiciones, acceso y salubridad. Esto sólo se puede garantizar con empresas públicas en manos públicas.

La Cumbre de los Pueblos cuestiona la incoherencia del Gobierno peruano en su calidad de presidente de la COP 20. Por las políticas ambientales, laborales y tributarias adoptadas recientemente a favor de la inversión privada rebajando estándares y regulaciones que afectan derechos colectivos, ambientales y culturales. Denunciamos la represión que sufren representantes indígenas, dirigentes sindicales y campesinos, activistas ambientales, así como los hostigamientos a delegaciones que arribaron a la Cumbre de los Pueblos desde diversas regiones del país y el exterior.

La Cumbre de los Pueblos cuestiona la captura corporativa de la Convención Marco de Naciones Unidas sobre Cambio Climático. Las grandes corporaciones transnacionales “a compañan” a los gobiernos en las negociaciones globales para acordar medidas que tienen por único fin limpiar de responsabilidades a los países industrializados por sus emisiones de gases de efecto invernadero y por ser los principales responsables del cambio climático. Exigimos que los pagos por servicios de la deuda externa e interna – que ahogan a los pueblos y limitan la capacidad de los Estados para atender necesidades básicas de las poblaciones –, se destinen a hacer frente a la crisis ambiental y climática, porque de ello depende la sobrevivencia de la Humanidad y todas las especies vivas del planeta.

La Cumbre de los Pueblos saluda la movilización comprometida y entusiasta de las decenas de miles de ciudadanos y ciudadanas de todo el mundo que participaron de la Gran Marcha Global en Defensa de la Madre Tierra (10/Dic) en Lima y en otras ciudades del planeta. Esta gran concentración de organizaciones, movimientos y delegaciones del Perú y numerosísimos países es la expresión más clara de la posición de los pueblos a favor de un mundo justo y democrático, que garantice la armonía entre la existencia humana y los derechos de la Naturaleza y la Madre Tierra.

Seguiremos fortaleciendo la articulación de nuestras luchas, de forma activa y permanente en las múltiples movilizaciones del 2015, con un especial momento de activismo en París, Francia, donde se llevará a cabo la COP 21. Desde ya los movimientos sociales del mundo nos preparamos para dar continuidad a las luchas desde nuestros territorios en defensa de la vida, hasta que nuestras exigencias sean atendidas. Seguiremos en lucha hasta cambiar el sistema… No el Clima.

Cumbre de los Pueblos
Lima 11 de diciembre 2014


Ana SANDOVAL
Comunicaciones
+++++++++++++++++++++++++++++
JUBILEO SUR/AMERICAS (JS/A)Secretaría Regional a/c INTIPACHAMAMA
Oficina regional: Reparto San Juan,
Contiguo a Radio Maranatha, Managua, Nicaragua
Telefax: (505) 2278-0062
www.jubileosuramericas.net
Skype: Jubileo Sur Americas

sexta-feira, dezembro 12, 2014

IAC - Restruturações anti-abutre: Lições da América Latina - 17 Dezembro 2014, 18:30 horas


Restruturações anti-abutre: Lições da América Latina
17 Dezembro 2014, 18:30 horas

Casa da América Latina, Avenida 24 de Julho nº 118-B, Lisboa

No âmbito das celebrações do terceiro aniversário da Iniciativa para uma Auditoria Cidadã à Dívida (IAC) e na sequência da audição na Assembleia da República sobre o problema da dívida, a IAC promove um debate dedicado às experiências de restruturação de dívida que procuraram defender o interesse geral da população contra o predomínio dos interesses dos credores.

Os portugueses precisam de aprender com outras experiências e conhecer os problemas intrínsecos a tais atos de soberania, nomeadamente, como deve ser gerido o processo de renegociação com os vários tipos de credores - oficiais e privados - entre os quais os designados fundos abutre.

Oradores:
Jorge Argüello, Embaixador da República Argentina
Eugénia Pires, Iniciativa por uma Auditoria Cidadã à Dívida

sexta-feira, dezembro 05, 2014

4a Acción Internacional - Llamado a la Acción


En 2015, nosotras, militantes de la Marcha Mundial de las Mujeres de todos los continentes del planeta, alzaremos una vez más nuestras voces entre el 8 de marzo y el 17 de octubre, para afirmar: “Seguiremos en marcha, hasta que todas las mujeres seamos libres!” Seguiremos en marcha hasta que todas seamos libres del sistema capitalista, patriarcal y colonialista que nos oprime. Libres del acaparamiento de tierras, de semillas y de los bienes naturales. Libres de la criminalización de nuestras luchas sociales. Libres de la violencia que crece a través del aumento de los conflictos armados y las guerras de tipo no convencional, llevadas a cabo por grupos fundamentalistas; ejércitos armados privados, mafiosos y del crimen organizado.
Seguiremos en marcha hasta que seamos libres de los mercados financieros y de las empresas transnacionales, que especulan sobre los bienes naturales, que atacan los derechos y conquistas sociales obtenidos después de muchas luchas, y que obligan al Estado a privatizar los bienes comunes y servicios públicos de educación, salud y, otros servicios sociales.
Seguiremos en marcha hasta que eliminemos de nuestras vidas la violencia sexista y patriarcal. Hasta que se acabe con la explotación, apropiación y mercantilización de los cuerpos y del trabajo de las mujeres. Hasta que se deje de negar la humanidad y la subjetividad de las mujeres, y erradiquemos la explotación de nuestro trabajo productivo y reproductivo, invisibilizado y desvalorizado.

Seguiremos en marcha hasta que seamos libres de todas esas violencias, porque las mujeres somos las primeras víctimas, pero también somos las sobrevivientes, las primeras en defender los derechos y la dignidad de las mujeres y de los pueblos.

Somos millones de mujeres que luchamos en todo el mundo. Además de cuidar de nuestras familias y comunidades, además de asumir la gran mayoría de los trabajos de reproducción en el mundo, seguimos en marcha construyendo propuestas y alternativas, con base en la autonomía de las mujeres y en la autodeterminación de los pueblos. Tejemos redes de solidaridad entre nosotras promover la igualdad entre las mujeres, entre mujeres y hombres, y entre los pueblos.
Nosotras estamos construyendo una economía feminista y solidaria, cambiando los patrones de reproducción y producción, distribución y consumo, construyendo políticas emancipadoras en base a la soberanía alimentaria y popular. Reconocemos el trabajo doméstico y de cuidados como algo fundamental para la sostenibilidad de la vida, y que este debe ser compartido de forma igualitaria con los hombres en el seno de la familia y de las comunidades.
Afirmamos que la auto-organización de las mujeres es nuestra estrategia de fortalecimiento como sujetas políticas, que construimos una fuerza mundial, en alianza con los movimientos sociales que comparten nuestra lucha anti-capitalista, antipatriarcal, anticolonialista y por una sociedad basada en los valores de la solidaridad, libertad, la igualdad, la justicia y la paz.

¡Unámonos en las acciones de la Marcha Mundial de las Mujeres
hasta que todas seamos libres!

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Más información: info@marchemondiale.org
Llamado disponible en linea en:

segunda-feira, dezembro 01, 2014

JUNTOS PODEMOS - Programa Geral



https://www.facebook.com/events/904582842887044/?fref=ts

PROGRAMA

Juntos Podemos - Assembleia Cidadã, 13 e 14 Dezembro no ISPA. Oficinas, Debates, plenário final.

Sábado - Dia 13

- Oficinas auto-organizadas das 9.30 h - 13 h.
- Plenário/Conferência: Não há democracia com corrupção, das 14 às 15.45 horas
- Plenário/Conferência: Temos o direito de escolher o modelo económico sob o qual vivemos, das 16 h às 17.45.

Noite: Jantar e sessão cultural

Domingo - Dia 14

- Plenário/Conferência: A democracia é de todos, das 11 horas às 13 horas.
- Plenário final: em que se recolhem propostas das auto-organizadas e conferências e se fazem as propostas de acções e continuação, das 14 às 18 horas.

Brevemente serão divulgados mais elementos do programa.

ADERIR À ASSEMBLEIA CIDADÃ:

https://www.facebook.com/events/904582842887044/?fref=ts





domingo, novembro 30, 2014

Llamada a los movimientos sociales para la movilización para el próximo Foro Social Mundial, Túnez 2015

Caro-a-s amigo-a-s,
La última reunión del Consejo Internacional celebrada en Hammamet desde el 29 de octubre hasta el 2 de noviembre pasado permitió de ir sensiblemente adelante sobre todas las cuestiones enlazadas con la organización de la próxima edición del Foro Social Mundial  2015 en Túnez.
Esa reunión del CI permitió de modo participativo de definir las orientaciones metodológica a seguir y de evaluar el grado de movilización de los movimientos sociales en Tunes, en Magreb y en el resto de África, e internacionalmente. Permitió también la evaluación de la situación política de los movimientos en un contexto mundial juzgado como preocupante, porque marcado por el triunfo del capitalismo financiero salvaje, el retiro de los derechos económicos y sociales, la militarización del mundo y la guerra, el acaparamiento de las tierras y de los recursos, la degradación del ambiente…
Se acordó de intensificar la movilización internacional, especialmente cerca de los movimientos involucrados en las luchas para la justicia climática, los derechos de los migrantes, contra el acaparamiento de los recursos naturales, la militarización y la guerra, el colonialismo y todos los movimientos involucrados en los procesos del Foro Social Mundial en las varias regiones del Mundo.
El Foro Social Mundial es más que nunca un espacio vital para los movimientos que luchan para que los pueblos salvaguardan sus dignidad y quedan maestros de sus destinos, que quieren promover nuevos derechos económicos, sociales, culturales y ambientales, y que creen que alternativas al neoliberalismo son más que necesarias.
El Comité Magreb-Machrek les invita urgentemente a ustedes a involucrarse más en el proceso de preparación del FSM. Pueden hacerlo a través de las comisiones de preparación cuyos contactos están disponibles en el sitio web. Pero desde ahora pueden pre-registrar las actividades que desean conducir en Túnez en marzo próximo. Eso nos permitirá de definir, desde sus iniciativas, los espacios del FSM. Eso será también necesario para facilitar el reagrupamiento de las actividades, la construcción de las convergencias, y finalmente de liberar el sentido que desean dar al FSM 2015 mismo.
Con ustedes conseguiremos a establecer un proceso de preparación abierto, participativo y democrático para la organización del FSM 2015.
Un otro Magreb Machreq es posible
Una otra África es posible
Un otro Mundo es posible
 
http://registration.fsm2015.org/            
 
Túnez el 15 de noviembre 2015
El Comité de Organización del FSM 2015

sexta-feira, novembro 28, 2014

Encuentro Mundial de Movimientos Populares : Impresiones de una jornada histórica

por Ignacio Ramonet
5 de noviembre de 2014
El martes 28 de octubre ha sido una jornada histórica.

Primero porque no es frecuente que el Papa convoque, en el Vaticano, a un Encuentro Mundial de Movimientos Populares en el que participan organizaciones de excluidos y marginados de los cinco continentes, y de todos orígenes étnicos y religiosos: campesinos sin tierras, trabajadores informales urbanos, recicladores, cartoneros, pueblos originarios en lucha, mujeres reclamando derechos, etc... En suma, una Asamblea mundial de los pobres de la Tierra. Pero de los pobres en lucha, no resignados.

Segundo, es menos frecuente aun que el Papa se dirija directamente a ellos, en el Vaticano, diciéndoles que quiere «escuchar la voz de los pobres» porque «los pobres no se conforman con padecer la injusticia sino que luchan contra ella» y que él (el Papa) «los quiere acompañar en esa lucha». También ha dicho Francisco que «los pobres ya no esperan de brazos cruzados por soluciones que nunca llegan; ahora los pobres quieren ser protagonistas para encontrar ellos mismos una solución a sus problemas» pues «los pobres no son seres resignados, sino protestan» y su protesta « molesta ». Ha dicho que espera que «el viento de la protesta se convierta en vendaval de la esperanza».

Asimismo ha afirmado el Papa: «La solidaridad es una forma de hacer historia». Y por eso se une al pedido de los pobres que reclaman «tierra, techo y trabajo», Y ha añadido: «Cuando pido para los necesitados tierra, techo y trabajo, algunos me acusan de que ’el papa es comunista’! No entienden que la solidaridad con los pobres es la base misma de los Evangelios.»

También ha afirmado Francisco: «¡La reforma agraria es una necesidad no sólo política sino moral!» Y ha acusado (sin nombrarlo) al neoliberalismo de ser la causa de muchos de los males de hoy: «Todo esto ocurre -ha afirmado- cuando se saca al ser humano del centro del sistema y que en ese centro está ahora el dinero.» «Por eso hay que alzar la voz», ha repetido. Y ha recordado que «los cristianos tenemos un programa que me atrevería a calificar de revolucionario: las bienaventuranzas del ’Sermón de la Montana’ del Evangelio según San Mateo

Un discurso fuerte, valiente que se inscribe en el filo directo de la Doctrina Social de la Iglesia que el papa ha reivindicado explícitamente. Y en la opción preferencial por los pobres.

Hacía mucho tiempo que un Papa no pronunciaba un discurso tan social, tan «progresista» sobre un tema, el de la solidaridad con los pobres, que constituye la base misma de la doctrina cristiana.

Tercero. Todo esto ha sido tanto más importante cuanto que este discurso, el Papa lo ha pronunciado en presencia del Presidente de Bolivia Evo Morales, icono de los movimientos sociales y líder de los pueblos originarios. Un momento más tarde, el Presidente Morales, muy aplaudido, ha tomado la palabra ante el mismo auditorio de movimientos populares en lucha para explicar, con muchos ejemplos, que «el capitalismo que todo lo compra y todo lo vende ha creado una civilización despilfarradora». Ha insistido en que «hay que refundar la democracia y la política, porque la democracia es el gobierno del pueblo y no el gobierno de los capitales y de los banqueros». También ha puesto el acento en que «hay que respetar a la Madre Tierra» y oponerse a que «los servicios básicos sean privatizados». Ha sugerido a todos los Movimientos Populares aquí reunidos que creen «una gran alianza de los excluidos» para defender los «derechos colectivos».

El sentimiento general de los participantes, en este inédito Encuentro, es que estas dos intervenciones confirman el enorme liderazgo político y moral, a escala internacional, del Presidente Evo Morales; y el nuevo rol histórico del Papa Francisco, como abanderado solidario de las luchas de los pobres de América Latina y de los marginados del mundo.

APEC 2014: as «novas rotas da seda»


Realizou-se em Pequim, nos passados dias 11 e 12 de Novembro, o encontro de chefes de governo dos países integrando a APEC – Asia-Pacific Economic Cooperation, uma associação de 21 Estados da bacia do Pacífico, desde a Ásia às Américas passando pela Oceânia. Os dados de 2012 dizem-nos que representa 50% da população, 60% do PIB e cerca de 50% do comércio mundiais.

Ao longo dos últimos anos tem-se vindo a assistir a uma crispação nas relações entre os Estados Unidos da América e a República Popular da China, explicada por alguns como o resultado da perda de hegemonia da economia-mundo por parte dos norte-americanos e onde a RPC aparece como a grande candidata a assumir o seu lugar. Exemplo recente desta tensão crescente foi a recusa de Washington em dar um maior peso representativo a Pequim no FMI, onde tem apenas 3,8% dos votos (quando a estagnada França tem 4,5%).

Na cimeira a China passou ao ataque apresentando um plano para a criação de uma Free Trade Area of Asia-Pacific (FTAAP), plano este que foi subscrito pelos restantes Estados-membros, subalternizando as pretensões que os EUA vinham alimentando de fazer vingar a sua proposta de Trans-Pacific Partnership, lançada em 2005 e ao qual aderiram 12 Estados da região, todos eles membros igualmente da APEC.

No seu discurso de encerramento, o presidente chinês Xi Jinping desafiou os seus homólogos a trabalhar em conjunto para a angariação de fundos para a construção de infra-estruturas transnacionais para uma melhor integração das economias e propôs outras iniciativas para reduzir a burocracia e promover os fluxos de capitais e de pessoas e alcançar a interligação regional em 2025.

E anunciou a criação do Asian Infrastructure Investment Bank, com sede em Pequim, para o qual disponibilizou 50.000 (cinquenta mil) milhões de dólares americanos.

A China anunciou ainda a disponibilização de uma verba de 40.000 (quarenta mil) milhões para começar a construir aquilo que o presidente Xi Jinping designou de as «novas rotas da seda» (Silk Road Economic Belt, 21th Century Maritime Silk Road), isto é uma complexa rede de fibra óptica, comboios de alta velocidade, pipelines em ligação com uma rede de portos de águas profundas, que Pequim está já a construir através da Ásia central, ligando a China à Rússia, ao Irão, à Turquia e ao oceano Índico e ramificando-se para a Europa, para Veneza, Roterdão, Duisburg e Berlim.

E você, já começou a aprender mandarim?

sexta-feira, novembro 21, 2014

Plenário JUNTOS PODEMOS

Car@s Cidadãs e Cidadãos,

Um numeroso grupo de cidadãos responsáveis que não vivem acima das suas possibilidades, tem-se reunido para constituir um forte movimento democrático, face à debilidade das forças políticas em remover do Governo os partidos do Arco da Corrupção e da Impunidade, destruindo a economia, aumentando a pobreza e as desigualdades, procurando tornar inviável o Estado Social.

É necessário um novo poder: o dos Cidadãos Organizados, utilizando a fundo o que resta de direitos democráticos.

Se também estás fart@, vem juntar-te esta onda que integra todo e qualquer cidadão, independentemente da sua afiliação partidária, sem partido ou abstencionista perante a mascarada dos actos eleitorais, que elegem governos corruptos que espezinham as suas próprias promessas. Precisamos de ideias, precisamos de acção, precisamos de Democracia. Queremos a nossa esperança e a nossa dignidade.

Convidamos para o próximo Plenário a realizar-se no: "Jardim de Inverno"
Próximo Domingo 23 de Novembro no:
São Luiz Teatro Municipal
Rua António Maria Cardoso 38
1200-027 Lisboa
Procura "Podemos Falar" no Facebook.

A DEMOCRACIA É POSSÍVEL.
 

quinta-feira, novembro 20, 2014

Revista Derecho a la alimentación - Enfoque en nutrición

El nuevo número de la revista Right to Food Journal, publicado por FIAN Internacional, tiene un enfoque en el tema de la nutrición, y está lanzado en paralelo a la Segunda Conferencia Internacional sobre la Nutrición, que se está celebrando en estos días en Roma.
Por primera vez, les presentamos algunos de los artículos en español/portugués:
·        Sawhoyamaxa y el camino hacia la dignidad - por Julia Cabellos
Wilma Strothenke
Coordinator Communication/
Organizational Development

 
********************************
FIAN International Secretariat
Willy-Brandt-Platz 5/ D-69115 Heidelberg Germany
Tel +49(0)6221 65300 56/ Fax +49(0)6221 65300 33
Postal Address: PO Box 102243/ D-69012 Heidelberg Germany
e-mail: strothenke [at] fian.org/ www.fian.org
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quinta-feira, novembro 13, 2014

ECUADOR - NO TLC [Tratado de Comércio Livre] CON EUROPA


ECUADOR DECIDE NO TLC
19 DE NOVIEMBRE, TODOS Y TODAS EN LAS CALLES LE DIREMOS
NO AL TLC CON LA UNIÓN EUROPEA
PORQUE atenta la soberanía alimentaria.
PORQUE sacrifica la salud al pedir extensión de patentes de medicamentos, eleva el costo de las medicinas.
PORQUE otorga a la UE el derecho a patentar nuestro conocimiento ancestral.
PORQUE  llevará a la quiebra a agricultorxs y campesinxs ecuatorianxs, que no podrán competir con los productos europeos, que cuentan con millones de subsidios a sus productos.
PORQUE restringe nuestra capacidad de proteger el agro.
PORQUE el sistema de justicia nacional se pierde, por el establecimiento de mecanismos de solución de controversias en instancias de arbitrajes ajenos a nuestro país, como es el CIADI.
PORQUE no tiene en cuenta el impacto en la vida de las mujeres.
PORQUE vulnera la Constitución ecuatoriana.
PORQUE menoscaba los derechos de los y las trabajadoras del campo y la ciudad.
PORQUE las enmiendas constitucionales, la re elección indefinida, ley de aguas, ley de tierras, reformas laborales, etc., son una demanda de la UE para la aplicación del TLC o Acuerdo de Asociación; es lo mismo no importa el nombre que le pongan.
¡DILE NO AL TLC!

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!Asesinan a Juan Galindo, luchador por la tierra en el Aguan!


Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras
COPINH
Bo. Las Delicias, Frente a la Llantera Lempira, Intibucá, Honduras. C.A. Blog: Copinhonduras.blogspot.com; FB Copinh INTIBUCÁ; WEB: COPINH.ORG
 EL COPINH lamenta el cobarde asesinato del compañero Juan Galindo, hecho criminal cometido anoche, martes 11 de noviembre, a eso de la media noche, en la comunidad de Rigores, en el Valle del Aguan. El compañero Juan Galindo se destacó como dirigente campesino, participando de procesos de lucha por la tierra en beneficio del campesinado de la zona. Había recibido contantes amenazas a muerte y  su caso estaba siendo observado y acompañado  por varias organizaciones de derechos humanos que buscaban su protección.
El COPINH, se solidariza con la familia del compañero Galindo, con su comunidad y exige al Estado de Honduras, a las autoridades correspondientes el esclarecimiento inmediato y efectivo y que proceda a la aplicación de justicia con los responsables intelectuales y materiales.
El COPINH exige al Gobierno de Juan Orlando Hernández  que le ponga fin a la criminalización, represión, persecución y asesinato de dirigentes sociales, políticos y populares, situación que se mantiene en total impunidad como el de la compañera  dirigente campesina Margarita Murillo y muchos mas.
Dado en Intibucá, Honduras  a los 12 días de noviembre del 2014.
Coordinación General COPINH
¡Compañero Juan Galindo Presente, hoy, mañana y siempre!
¡Con la fuerza ancestral de Iselaca, Lempira, Mota y Etempica se levantan nuestras voces llenas de vida, justicia, dignidad, libertad y paz!
COPINH 

Ana SANDOVAL
Comunicaciones
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JUBILEO SUR/AMERICAS (JS/A)Secretaría Regional a/c INTIPACHAMAMA
Oficina regional: Reparto San Juan,
Contiguo a Radio Maranatha, Managua, Nicaragua
Telefax: (505) 2278-0062
www.jubileosuramericas.net
Skype: Jubileo Sur Americas

terça-feira, novembro 11, 2014

Primer Encuentro de la Región América del Norte, América Central y el Caribe

La siguiente moción fue aprobada unánimemente durante la clausura del Primer Encuentro de la Región América del Norte, América Central y el Caribe “La Economía de los Trabajadores”, en la Universidad Obrera en México D.F., el 7 y 8 de noviembre de 2014:
«Nosotros, activistas, trabajadores, trabajadoras, académicas y académicos de México, Estados Unidos, Canadá y otros países, queremos expresar nuestro dolor, digna rabia y condena contra la desaparición forzada de 43 estudiantes de la Escuela Normal Rural de Ayotzinapa, que tuvo lugar el 26 de septiembre en Iguala, en el estado de Guerrero, por parte de las policías municipales de Iguala y de Coculca y de un todavía indefinido “grupo de civiles” que podrían ser miembros del cartel de narcotraficantes los “Guerreros Unidos” y/o del Ejercito Mexicano.
También condenamos el masacre por parte del Ejercito Mexicano de 22 jóvenes en Tlaltlaya, Estado de México, en junio de 2014 y el asesinato de 6 civiles, uno de los cuales, un joven estudiante, fue también bárbaramente torturado y mutilado, también en Iguala el 26 de septiembre. 
Expresamos nuestra solidaridad con la lucha de las familias de los estudiantes desaparecidos y de las personas asesinadas por las fuerzas de seguridad del Estado Mexicano para que regresen vivos a los 43 estudiantes desaparecidos, que se llega a la verdad sobre lo ocurrido y que se castigue a los responsables a cada nivel del gobierno por estos atroces crímenes de estado, incluso si resulta necesario, al jefe de las fuerzas mexicanas de seguridad, el Presidente Enrique Peña Nieto. 
Respaldamos además la lucha de los jóvenes estudiantes del Instituto Politécnico Nacional en contra de la reforma del reglamento interno y de los nuevos planes de estudio que pretenden convertir a los profesionistas egresados de esta institución en meros obreros técnicos de las empresas transnacionales. 
Queremos expresar también nuestro apoyo y solidaridad con la lucha del movimiento social Ayotzinapa, conformado sobretodo por millones de estudiantes y jóvenes en México y en el mundo que comparten los mismos reclamos y demandamos la inmediata liberación de los estudiantes injustamente reprimidos y arrestados.
¡Vivos los tomaron, vivos los queremos!»
 
Preguntas a: ayotzinapamotion@gmail.com
 

quinta-feira, outubro 30, 2014

ANCOP lança Dossiê Megaeventos e Violações dos Direitos Humanos no Brasil

Nossa Copa foi nas ruas!
ANCOP lança Dossiê Megaeventos e Violações dos Direitos Humanos no Brasil – 2014
A Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa e das Olimpíadas (ANCOP) promove ato de lançamento nacional do Dossiê Megaeventos e Violações dos Direitos Humanos no Brasil, versão 2014, no dia 7 de novembro, às 18h, na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), na Rua Araújo Porto Alegre, 71, no Centro do Rio de Janeiro.
Representantes dos 12 Comitês Populares da Copa e Olimpíadas estarão presentes ao lançamento do dossiê, que apresenta e atualiza as denúncias de violações de direitos nas cidades-sede dos megaeventos esportivos e as conquistas dos movimentos organizados.
Conforme destaca a apresentação do documento, um Dossiê sobre a Copa do Mundo 2014, sediada por 12 cidades brasileiras, e sobre as Olimpíadas 2016, que se realizarão na cidade do Rio de Janeiro, deveria ter como tema central a prática do esporte, das relações pacíficas, culturais e esportivas entre todos os povos do planeta. Deveria falar da alegria de termos sido escolhidos para sediar estes dois grandes eventos. Mas não é disso que trata este Dossiê.
Preparado pela Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa e das Olimpíadas, ele fala de outro lado destes megaeventos. Ele fala de cerca de 250 mil pessoas que, segundo estimativas conservadoras, tiveram seu direito à moradia violado ou ameaçado nessas doze cidades. Ele fala de cidades que se tornaram mais desiguais, tirando das pessoas mais vulneráveis suas condições de trabalho e perpetuando relações de extrema exploração em obras milionárias. Ele fala de investimentos públicos, tão esperados, mas que chegaram para acentuar distâncias sociais, levando os pobres para mais longe das possibilidades de renda e acesso à educação, da fruição da cultura, de espaços públicos e lazer, do meio ambiente e mesmo do acesso ao tão celebrado esporte.
No entanto, a Copa de 2014 mostrou que a paixão do brasileiro pelo futebol não diminui. Na Copa, o povo torceu e acreditou no seu time. Mas alguma coisa certamente mudou. Milhares nas ruas gritando “Não Vai Ter Copa”, mais do que dizer que a Copa não iria acontecer, denunciou a construção de uma cidade para poucos e mostrou a maioria cobrando seus direitos. Essa mudança não se encerrou nas manifestações de junho de 2013.
Esse dossiê mais uma vez reivindica a legitimidade incontestável dos cidadãos de lutarem por seus direitos sem serem criminalizados. O direito de responsabilizarem as autoridades que abusarem de seu poder e de substituírem o arbítrio e a violência pelo princípio da democracia participativa, responsabilização dos servidores públicos e garantia dos direitos humanos, inscritos em nossa Constituição e nos tratados internacionais assinados pelo Brasil.
Apesar das dramáticas realidades que descreve e das violências que denuncia, este Dossiê não é uma lamentação, mas um convite, uma conclamação à luta, à resistência. Copa e Olimpíadas não justificam a violação de direitos humanos. Nenhum direito pode ser violado a pretexto dos interesses e emergências que pretendem impor ao povo brasileiro. A Articulação Nacional dos Comitês da Copa e das Olimpíadas convida todos os cidadãos a participarem da luta para que tenhamos uma CIDADE JUSTA COM RESPEITO À CIDADANIA E AOS DIREITOS HUMANOS!
Jornalista responsável: Katia Marko (DRTRS 7969) – Fone (51) 8191 7903