sexta-feira, maio 13, 2011

15 de Maio: manifestação de protesto a nível nacional

Como sabem foi convocada dia 15 de Maio por centenas de cidadãos comuns uma manifestação de protesto a nível nacional. Esta iniciativa partiu de Espanha e existe em paralelo com vários países como a França, Bulgária, Estados Unidos, México e Turquia.

Em Lisboa esperamos que venham animados, cheios de espírito de mudança e de respeito mútuo. O programa é este:
  • A partir das 16h00 – Concentração no Marquês de Pombal.
  • 17h00 – Início da manifestação, rumo à Av. da Liberdade.
  • Descida da Av. da Liberdade e chegada ao Rossio.
  • Continuação da marcha em direcção ao Terreiro do Paço, Ministério das Finanças.
  • Chegada ao destino segue-se uma pequena intervenção por parte de um dos elementos coordenadores, introduzindo temas pertinentes e iniciando a abertura da participação de diferentes pessoas.
  • Intervenções dos representantes dos diferentes movimentos/grupos sociais participantes, com espaço aberto a todos os que queiram fazer uma comunicação.
  • 20h00 - Dispersão dos intervenientes.

1 comentário:

joao vieira disse...

Creio que, no nosso país, em boa verdade, nem a democracia nem os democratas, em geral, se "passaram" de vez - Cavaco foi reeleito,portanto, "vitória" para a democracia (centro- direita), Sócrates esteve quase por um triz para não o ser, em 2009, mas o PSD "deu uma mãozinha" e, embora, demitido, Sócrates lá continua, até ao próximo dia 05/06, perspectivando-se a sua continuidade e uma nova vitória para a democracia ( centro- esquerda) por muito que doa a Louçã e Jerónimo, cidadãos por quem tenho grande estima democrática, mas em quem não confiaria, para já, a governação. Não que esta seja um "bicho de sete cabeças", mas lá que é um "puzzle" complicado isso é. Que o diga o PSD! Se fosse assim tão fácil, o PSD estaria agora, mesmo antes do dia 05/06, com a perspectiva de uma saborosa e substancial maioria absoluta. Lamentavelmente, a nossa democracia, "arrancada" ao antigo regime por militares descontentes, mas democratas e corajosos, apoiada por uma população que haveria de perder progressivamente o medo e a subserviência, continua a "enfermar" de uns tantos profetas da desgraça e do pessimismo, "viúvos" de Salazar e Caetano e outros que não "engolem"
facilmente a profunda erosão da intelectualidade clássica oca e vazia. Pode dizer-se que, decorridos 37 anos, Portugal, não tendo ainda "descoberto" o rumo adequado para o seu equilibrio financeiro público e para o desenvolvimento e crescimento económico e social desejáveis, atingiu a "idade adulta" democrática, a sua maior "aquisição", até hoje.