
Que la pluma sea también una espada y que su filo corte el oscuro muro por el que habrá de colarse el mañana [Subcomandante Marcos]
terça-feira, janeiro 27, 2004
A alameda das mimosas
Na estrada que vai de Pegões a Vendas Novas, antes de chegar a Bombel, há um troço de estrada com mais ou menos 3 Km ladeada por Mimosas. Não é uma espécie nativa (em muitos sítios é uma praga), mas a floração simultânea de milhares de flores de mimosa com o seu amarelo descomplexado e um perfume acutilante levam-nos literalmente para outra dimensão. São estas "pequenas coisas" que nos fazem sentir diminutos e insignificantes, mas em harmonia com um todo complexo e surpreendente (com podem reparar, trata-se de uma experiência profundamente mística, à beira da religiosidade profana). Se no fim do corredor de mimosas fosse parar a um jardim do Éden cheio de flores nunca antes vistas, não me espantaria muito. Daqui a um mês as flores murcham e aquela alameda irreal volta à sua normalidade verde....é pena.

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