segunda-feira, maio 03, 2010

Marcha Ibérica contra o capital e a guerra

Largo de S. Domingos, dia 5 de Maio, às 18 h - Lisboa

Comunicado de imprensa


Os trabalhadores, os povos europeus e os imigrantes que vivem entre nós, sentem duramente os problemas causados pelo capitalismo global, como o desemprego, a perda de poder de compra, de direitos laborais e o envolvimento em guerras cuja legitimidade os governos não sabem explicar.

Em Portugal, o capitalismo origina:

  • Um desemprego de 10.5%;

  • Um deficit público que onera, cada um de nós, em € 1332;

  • Um PEC recheado de restrições e sacrifícios para trabalhadores e pobres, poupando os rendimentos dos grupos financeiros e dos ricos.

E, para controlar as rotas do petróleo, do gás e do ópio, o capitalismo desenvolve guerras e quer que as paguemos com:

  • Gastos directos com a defesa que, em Portugal, custam a cada um de nós, € 228, (+ 15.8% que em 2009);

  • A presença de 263 militares no Afeganistão, em contrapartida da redução dos nossos rendimentos;

  • Um endividamento para a compra de submarinos cuja utilidade só é sentida por quem, a propósito, encheu os bolsos à nossa custa.

Estes problemas são muito semelhantes em Portugal e Espanha, assim como é similar a actuação dos respectivos governos para espoliar o labor de trabalhadores nacionais ou imigrados.

· Com a Marcha ibérica pretende-se alargar a unidade de acção para além do quadro restrito das fronteiras de cada Estado, tendo em conta que o capitalismo actua num quadro global.

· Com a Marcha Ibérica pretende-se sublinhar que a guerra da NATO é mais uma forma de dominação do capitalismo para se assenhorear do trabalho e dos recursos dos povos.

O próximo encerramento da presidência espanhola da UE é um bom momento para nos manifestarmos em conjunto.

Em Lisboa e no Porto, a PAGAN - Plataforma Anti-Guerra e Anti-NATO vai organizar concentrações contra o capital e a guerra, como parte de uma Marcha que, partindo de várias cidades ibéricas chegará a Madrid no dia 16.

Apelamos a todos os que sejam contra a guerra, o desemprego e outros sacrifícios que só servem para enriquecer os capitalistas, que marquem presença no Largo de S. Domingos, dia 5 de Maio, às 18 h - Lisboa.

OCDE: não à entrada de Israel!

Caros.

Estamos a poucos dias do 11 de Maio, a data em que se prevê que a OCDE aceite Israel como seu membro, a menos que nos mobilizemos em força para fazê-los mudar de ideias. Muito obrigada àqueles que já estão a trabalhar incansavelmente nesta campanha: Suécia, Suíça, Turquia, Irlanda, Itália, Japão, Noruega, Dinamarca, Nova Zelândia, Estados Unidos e outros.

Soubemos que a União Europeia irá adoptar uma posição comum e que os países que mostram reservas, como a Noruega e a Turquia, têm demasiado medo de expressar dissidências próprias. A Bélgica e a Irlanda mostraram simpatia pelos nossos argumentos, mas precisam de um empurrão do povo para serem capazes de desafiar a decisão burocrática da UE.

Mostremos-lhes que não estão sós, que devem opor-se sem receios à entrada de Israel como membro. Não queremos legitimar os crimes de guerra e as violações da lei internacional por parte de Israel. A OCDE estará a contradizer os seus próprios princípios ao aceitar Israel no seu seio. Nós pedimos consistência.

Por favor, divulguem o mais possível os dois links:

- Petição à OCDE: http://salsa.wiredforchange.com/o/6207/t/6210/petition.jsp?petition_KEY=769 (O nosso objectivo é atingir 100.000 assinaturas até 11 de Maio e cada um dos 30 países pode contribuir para isso).

- Enviem uma mensagem a todos os países membros da OCDE: http://salsa.wiredforchange.com/o/6207/t/6210/campaign.jsp?campaign_KEY=3132 (vamos encher as suas caixas de correio).

Consultem as últimas actualizações no nosso website http://holdisraelaccountable.net.
O BNC reunirá esta terça-feira em Paris com os representantes da OCDE.

Solidariamente,
Ziyaad Lunat
BNC- secretariat
http://holdisraelaccountable.net



Recebido do Comité Palestina

sexta-feira, abril 30, 2010

O sistema capitalista está sempre em crise: somos todos gregos!

Comunicado da União Sindical Solidários, de França.

Há várias semanas que a população grega se mobiliza contra as medidas de austeridade tomadas pelo seu governo sob a dupla pressão da Comissão Europeia e do FMI. Tratam-se de lamentáveis planos de rigor e de verdadeiros programas de ajustamento estrutural: não substituição de 4 em 5 reformados na função pública, subida do IVA de 19 para 21%, redução de 10% nas despesas da segurança social, congelamento das pensões de reforma, redução de 15% nos salários, idade da reforma passada para os 67 anos, etc.

Razões para estes ataques: o nível de endividamento do país - 12,7% em 2009 - é elevado. Não é muito mais do que o de outros países, como a Grã-Bretanha com 12% e a Espanha com 10%. As taxas do Japão e dos EUA também foram de dois dígitos em 2009. Por todo o lado, as prendas financeiras aos bancos, os programas conjunturais e as reduções de impostos criaram enormes buracos nos orçamentos. Os mesmos bancos e os mesmos especuladores que ontem foram salvos de uma falência certa graças aos Estados, fazem agora pressão sobre estes e são autorizados a especular nas suas costas. Os nossos governos salvaram os bancos sem contrapartidas. Hoje, esses mesmos bancos vêem cobrar a conta às populações. A Grécia está a ser atacada, Portugal está na linha de mira, a Espanha e a Irlanda estão a ser ameaçadas.

Longe de se resignar, o povo grego defende-se e luta. Têm ocorrido greves e manifestações. Em 24 de Fevereiro uma greve geral paralisou o país. A UE, longe de ser solidária, tergiversa sobre o seu apoio e cada dia mostra um pouco mais que está ao serviço dos mercados financeiros e não ao serviço dos povos. O efeito dominó arrisca-se a ser terrível.

A União Sindical Solidários declara o seu apoio ao povo grego e estará presente em todas as iniciativas unitárias de solidariedade com esta justa luta do povo grego, nomeadamente a greve geral de 5 de Maio.

Na Grécia como em todo o lado, não compete aos povos pagar a crise dos outros!

Paris, 28 de Abril de 2010



Tradução do Blogo Social Português

ATTAC: não à ditadura dos mercados financeiros sobre a política e a economia!


Não reconhecemos qualquer credibilidade à Standard & Poor’s!

Os últimos dias têm sido marcados pelo agudizar dos ataques especulativos financeiros nos mercados de dívida pública dos países do sul da Europa. As taxas de juro exigidas aos Estados atingem níveis recorde e arriscam chegar a níveis insustentáveis que põem em causa a capacidade de pagamento futura destes Estados. Devido ao natural aumento dos défices públicos, presentes em todos os países do centro capitalista, que evitaram que uma "grande depressão" se instalasse face à crise financeira de 2007-09, os mercados de financiamento público mais pequenos e vulneráveis viram-se como objectos apetecíveis da especulação de numerosos agentes financeiros que ainda há poucos meses tinham sido salvos pelos Estados. Este processo tem sido propulsionado pelas oligopolistas e descredibilizadas agências de notação internacionais (sediadas nos Estados Unidos da América e cuja incompetência na avaliação dos riscos foi fortemente evidenciada nos escândalos que abalaram o sistema financeiro), alimentado pelos agentes financeiros que procuram ganhos imediatos.

No entanto, a origem estrutural destes ataques encontra-se numa arquitectura monetária europeia que tem vindo a penalizar os países do sul da Europa. Com uma política monetária única determinada pelas necessidades da economia alemã e sem mecanismos de ajustamento compensatórios como os que existem em outros espaços de integração monetária (transferências fiscais, emissão de dívida europeia), o mercado de trabalho tornou-se no mecanismo de ajustamento das diferentes economias europeias. Ou seja, criou-se uma moeda única (o euro) e liberalizou-se o mercado de capitais, mas não foram criados os instrumentos europeus de coordenação efectiva das políticas económicas e financeiras nacionais que assegurassem, em situações de crise, medidas prontas, eficazes e solidárias para proteger os estados membros, a começar pelos mais expostos e frágeis.

A ATTAC, desde o seu nascimento em França, em 1998, e desde a criação da ATTAC Portugal em 2002, sempre afirmou que só a refundação do sistema monetário internacional, com a criação de mecanismos solidários de estabilização financeira internacional, taxação das transacções financeiras de curto prazo (taxa Tobin) que reduzam ou eliminem a especulação reinante, regulação dos produtos financeiros e compartimentação dos diferentes mercados, podemos prevenir futuras crises como as que hoje afectam a economia portuguesa, colocando a finança ao serviço da economia e não o contrário.

Por outro lado, a justeza das críticas contra a aprovação da Constituição Europeia e posterior Tratado de Lisboa é comprovada pela actual situação. A arquitectura institucional europeia, trancada na sua lógica neoliberal, surge hoje como principal bloqueio à resolução da actual crise. A Europa encontra-se divorciada dos seus cidadãos e sem mecanismos de reacção à crise. O tempo deu-nos razão.

Recusamos, finalmente, que a solução para actual crise seja o programa de privatizações de serviços públicos e cortes na despesa social seguida pelo actual governo.

Num contexto de estagnação económica internacional, este programa só agravará a recessão nacional, o que se traduzirá numa quebra de receitas com o consequente aumento do deficit.

A ATTAC Portugal apela ao Governo Português e a todos os Governos e instituições da UE para que convirjam e trabalhem no melhor interesse dos povos, ignorando as teses dogmáticas e preconceituosas das empresas de rating.

Assim, propomos que se considere com urgência:

  • Maior flexibilidade e coordenação na gestão da política orçamental de forma a melhor responder à ocorrência de choques assimétricos;

  • Reforço do orçamento comunitário com vista à introdução de mecanismos de estabilização automática à escala continental;

  • Harmonização da fiscalidade sobre as empresas (para reduzir a concorrência fiscal);

  • Introdução de um imposto sobre as transacções financeiras;

  • Criação de uma agência europeia pública de rating;

  • Constituição de um fundo comum de títulos de dívida pública europeus.

No plano nacional, reivindicamos do Governo e das forças políticas, não a posição de submissão aos mercados financeiros evidenciada pelo actual PEC e pelo "bloco central" PS/PSD que o sustenta, e orientada para medidas de ataque ao Estado Social e aos trabalhadores, mas medidas que privilegiem uma maior justiça fiscal efectiva, uma repartição mais justa da riqueza e dos encargos no país mais desigual da Europa e uma avaliação racional da despesa pública (privilegiando as funções essenciais do Estado, entre as quais a saúde, a educação, a segurança social, a justiça e a segurança), de modo a combater o desperdício, mas não convertendo os trabalhadores, os desempregados e os mais pobres nos "bodes expiatórios" da crise.

A Direcção da ATTAC Portugal
29 de Maio de 2010

Grécia: à beira do abismo

28 de Abril de 2010.

Caros amigos.

A situação financeira na Grécia piora a cada dia que passa. Nos tempos mais próximos será impossível para o país conseguir créditos nos mercados financeiros. A taxa de juro para os títulos do tesouro gregos a 10 anos é de 10,55% (18,50% para os a 2 anos). Ninguém quer emprestar dinheiro à Grécia.

O governo tenta acelerar o processo de ajuda da UE-FMI. Se o não conseguir até 18 de Maio, o Estado será obrigado a suspender os pagamentos. Em qualquer caso, os termos impostos pela Alemanha e pelo FMI para o empréstimo causará um verdadeiro desastre social. Os nossos "parceiros" europeus pedem: a redução de 15% nos salários, tanto no sector privado como no público; o aumento da idade da reforma para os 67 anos; a diminuição das pensões; o corte de milhares (talvez centenas de milhar) de empregos no sector público; a abolição dos contratos colectivos de trabalho; a abolição de todos os entraves legais aos despedimentos no sector privado; o corte nas despesas públicas (já foi anunciado que no próximo ano as turmas terão 30 alunos em vez dos actuais 25). Como compreenderão, isto é o pior plano possível do FMI.

Mas é muito possível também que a situação saia fora de controlo, mesmo com este catastrófico plano. Muitos comparam a situação com a da Argentina. Primeiro, há uma corrida aos bancos para retirar de lá o dinheiro. Os ricos e as pessoas da classe média têm medo que os alemães corram com a Grécia da zona Euro. Estão a tentar salvar os seus euros transferindo-os para Chipre ou investindo-os no imobiliário em Londres. A somar a isto, parece impossível que a Grécia consiga pagar a sua dívida mesmo com a ajuda do FMI. Diz-se que dos próximos cinco PIB, um é para pagar a dívida pública.

Em resumo, a Grécia está à beira do abismo.

No próximo dia 5 de Maio haverá uma greve geral na Grécia. Seria bom se os movimentos sociais europeus fizessem deste dia um dia de solidariedade com o povo grego e a resistência internacional às políticas neoliberais do FMI-UE.

PS – quando comecei a escrever esta nota às 11:00h a taxa de juro era de 10,58%. Agora são 11:25h e a taxa é de 10,85% …

Yannis Almpanis (membro da Rede pelos Direitos Sociais e Políticos).


Sem comentários: Hiperligações para esta mensagem

Enlazando Alternativas 4 (Madrid): informaciones importantes


Estimados/as,

Tenemos el placer de anunciarles la realización de la Cumbre de los Pueblos Enlazando Alternativas IV y del Tribunal Permanente de los Pueblos que tendrán lugar en Madrid (Estado español) del 14 al 18 de Mayo 2010, de forma paralela a la reunión de Jefes de Estado de la Unión Europea (UE), América Latina y Caribe, en la Facultad de Matemáticas de la Universidad Complutense de Madrid.

Les transmitimos acá algunos enlaces y contactos clave sobre ambos eventos:

Formulario de inscripción individual a la Cumbre. El rellenar este formulario lleva 2' y nos ayudara a tener una idea de la cantidad de gente que piensa participar así como sus necesidades, para así poder planear la logística. Muchas gracias por tomarse el tiempo de rellenarlo!: http://www.enlazandoalternativas.org/spip.php?article616

Programa completo de la Cumbre y del Tribunal, véase: http://www.enlazandoalternativas.org/spip.php?article576

Actividades Autogestionadas en la Cumbre de los Pueblos:
Se llevarán a cabo 100 actividades autogestionadas y talleres sobre temas tales como: Libre comercio, Energía y cambio climático, Impactos de las transnacionales, militarización y represión, género, crisis económica, inmigración, medios de comunicación, Derechos Humanos, Derechos de los Pueblos Indígenas, Soberanía Alimentaria, Deuda externa, Deuda ecológica, y otros. El programa completo de los talleres se encuentra en:
http://www.enlazandoalternativas.org/spip.php?article575

Sesión del Tribunal Permanente de los Pueblos (TPP) “La Unión Europea y las empresas transnacionales en América Latina: Políticas, instrumentos y actores cómplices de las violaciones de los derechos de los pueblos”
La sesión del TPP de Madrid, cierra una etapa y abre otra. Será un momento para visibilizar lo acumulado en Viena y Lima. Esta sesión del Tribunal se centrará no sólo en las multinacionales sino también en las instituciones, políticas y actores de la UE que son complices al incrementar el poder e impunidad de las empresas transnacionales. Ademas, se presentarán denuncias contra la impunidad de las ETNs europeas, y los impactos sobre los Derechos de los Pueblos.
Más información sobre el Tribunal, véase: http://www.enlazandoalternativas.org/spip.php?article577

Sobre la Convocatoria a la Cumbre de los Pueblos:
La Convocatoria está disponible en Castellano, Inglés, Francés e Italiano en la página web de Enlazando Alternativas, dónde su organización/colectivo puede adherirse al llamado (http://www.enlazandoalternativas.org/spip.php?article534). 342 organizaciones de ambos continentes se han adherido ya a la convocatoria.

Más información:
www.enlazandoalternativas.org

quinta-feira, abril 29, 2010

Grecia: El CADTM condena un plan de austeridad que implica importantes regresiones sociales

5 de marzo por CADTM

El gobierno griego acaba de anunciar la puesta en marcha de un plan de austeridad que ha sido acogido con satisfacción por la Unión Europea y el Fondo Monetario Internacional. Pero, para el CADTM, las medidas introducidas en ese plan son totalmente inadmisibles. Lo que el gobierno de Atenas presenta como una solución a la crisis sólo es el rescate que la población griega debe pagar por la irresponsabilidad de los actores financieros que provocaron o agravaron la crisis.

Este plan de austeridad tiene el fin de ahorrar 4.800 millones de euros a costa de la población, para reembolsar a los acreedores. También servirán para pagar los honorarios del banco Goldman Sachs, que ahora sabemos que ayudó al gobierno griego a disimular una parte de su deuda. Y en especial resaltamos estas medidas:

  • Congelación del nombramiento de funcionarios y reducción de sus sueldos. (Fuerte reducción del aguinaldo -pagas extras-), disminución de las primas, después de una reducción de los sueldos del 10 %, decidida en enero).

  • Congelación de las pensiones.

  • Incremento del IVA, del 19 % al 21 %, un impuesto injusto que afecta principalmente a los más desfavorecidos.

  • Fuerte reducción de los presupuestos sociales, como el de la Seguridad Social.

Para el CADTM, esto forma parte del problema y no de su solución. Se utiliza la actual crisis para doblegar las resistencias en la defensa de las conquistas sociales, obtenidas mediante largas luchas. En lugar de haber sacado lecciones de ellas, los dirigentes de las potencias y del FMI ejercen una enorme presión para imponer nuevas medidas neoliberales, para aumentar las desigualdades y la precariedad de la población. Al mismo tiempo, no se toma ninguna medida eficaz para que los responsables asuman todo el peso de la crisis, ni tampoco para evitar que se reproduzcan.

El CADTM pide a los países afectados por la crisis financiera que abandonen la opción neoliberal, que ha conducido al mundo al actual callejón sin salida, mientras que existen caminos radicalmente diferentes. El CADTM apoya a la población griega que se moviliza masivamente en pro de la ruptura con el modelo neoliberal. La socialización de las pérdidas y la privatización de las ganancias son dos de los principios que, con urgencia, deben desaparecer.

domingo, abril 25, 2010

Deputados portugueses preocupados e solidários com os presos políticos saharauis em greve da fome


Face ao agravamento do estado de saúde dos 38 presos políticos saharauis em greve de fome em prisões marroquinas, «detidos (que) apresentam sinais de extrema debilidade e correm risco de vida», um grupo de 29 deputados portugueses decidiu, num curto espaço de dois dias, subscrever um apelo com o intuito de manifestar a sua preocupação por esta situação que, segundo o apelo «ilustra o agravamento da perseguição de defensores da causa saharaui em Marrocos e a deterioração da salvaguarda dos seus direito fundamentais.

Os deputados, de todos os grupos parlamentares com representação da Assembleia da República portuguesa, «exprimem a sua mais profunda preocupação com a situação humanitária destes prisioneiros políticos e pedem a sua libertação imediata e incondicional».

A greve de fome dos 38 presos políticos saharauis foi desencadeada na sequência da prisão sem culpa formada do grupo de 7 activistas saharauis dos direitos humanos detidos desde o dia 8 de Outubro de 2009 no aeroporto de Casablanca, quando regressavam de uma visita aos campos de refugiados na Argélia, onde puderam se avistar com familiares que já não viam há décadas. Embora todos sejam civis, foram enviados para julgamento pelo Tribunal Militar, acusados de fazer perigar a segurança de Marrocos, incluindo "a sua integridade territorial", mas seis meses após a sua detenção ainda não foi marcado julgamento.

Deputados subscritores do apelo por ordem alfabética:

* Ana Drago – Bloco de Esquerda
* Bruno Dias – Partido Comunista Português
* Catarina Martins – Bloco de Esquerda
* Cecília Honório – Bloco de Esquerda
* Duarte Cordeiro – Partido Socialista
* Eduardo Cabrita – Partido Socialista
* Fernando Rosas – Bloco de Esquerda
* Francisco Louçã – Bloco de Esquerda
* Heitor de Sousa – Bloco de Esquerda
* Helena Pinto – Bloco de Esquerda
* Heloísa Apolónia – Partido Ecologista “Os Verdes”
* Hugo Velosa – Partido Social-Democrata
* João Galamba – Partido Socialista
* João Rebelo – CDS-Partido Popular
* João Semedo – Bloco de Esquerda
* José Gusmão – Bloco de Esquerda
* José Luís Ferreira – Partido Ecologista "Os Verdes"
* José Manuel Pureza – Bloco de Esquerda
* José Soeiro – Bloco de Esquerda
* Luís Fazenda – Bloco de Esquerda
* Mariana Aiveca – Bloco de Esquerda
* Miguel Vale de Almeida – Partido Socialista
* Nuno Araújo – Partido Socialista
* Paula Santos – Partido Comunista Português
* Pedro Filipe Soares – Bloco de Esquerda
* Pedro Soares – Bloco de Esquerda
* Rita Calvário – Bloco de Esquerda
* Teresa Morais – Partido Social-Democrata
* Vera Jardim – Partido Socialista

Informação divulgada pela
Associação de Amizade Portugal - Sahara Ocidental
24-04-2010

PAGAN: o 25 de Abril e a luta contra guerra

A luta dos trabalhadores e dos militares portugueses, assim como dos povos colonizados, conduziu ao derrube do regime fascista em Portugal, no 25 de Abril de 1974. Foram então conquistadas importantes liberdades democráticas e criadas condições para o fim da guerra colonial, que a ditadura levava a cabo em África.

Passados 36 anos sobre essa data, Portugal está hoje novamente envolvido em mais uma odiosa guerra colonial, desta vez no Afeganistão, ao serviço da NATO e dos EUA.

A PAGAN (Plataforma Anti-Guerra Anti-NATO) considera que a próxima cimeira da NATO, que se vai realizar em Portugal, em Novembro, dever representar um momento alto do nosso protesto contra o agressivo bloco militar imperialista e a criminosa guerra do Afeganistão.

PLATAFORMA ANTI-GUERRA, ANTI-NATO

http://antinatoportugal.wordpress.com/
http://pagan.pegada.net/drupal/
antinatoportugal@gmail.com
paganorte@gmail.com

PELA SADA IMEDIATA DAS TROPAS PORTUGUESAS DO AFEGANISTO - ASSINA A PETIÇÃO
http://www.petitiononline.com/otanitna/petition.html

sábado, abril 24, 2010

GREVES NOS CTT DE 26 DE ABRIL A 7 DE MAIO

Os trabalhadores dos CTT vão estar em luta:

  • Contra o congelamento dos salários, imposto pelo Governo e Administração dos CTT.

  • Contra a diminuição da retribuição mensal dos Carteiros da Distribuição, que nalguns casos pode ir até 270 euros por mês.

  • Contra a anunciada privatização dos CTT.

DIA 27 ABRIL

  • GREVE GERAL NOS CTT E MANIFESTAÇÃO EM LISBOA ÀS 14H30
    Concentração frente ao Ministério das Finanças, com entrega de documentos, desfile até ao Ministério dos Transportes e Comunicações, com entrega de documentos.


OUTRAS FORMAS DE LUTA

26 DE ABRIL

  • PLENÁRIOS DE TRABALHADORES EM TODOS OS 20 CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DA CIDADE DE LISBOA E AINDA EM S. J. TALHA E SACAVÉM

  • GREVE DURANTE O 2º PERÍODO DE TRABALHO NOS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT DE NAZARÉ, BRAGA, GUIMARÃES, VILA VERDE, BARCELOS, RIBA DE AVE, FAMALICÃO, FAFE E LAMEGO

  • GREVE GERAL NOS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT DE COSTA DA CAPARICA, PEGÕES E GRÂNDOLA

28 DE ABRIL

  • GREVE GERAL NOS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT DE ALMADA, SETÚBAL, COSTA DA CAPARICA, PEGÕES E GRÂNDOLA

  • GREVE DURANTE O 1º PERÍODO DE TRABALHO NOS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT EM TODO O DISTRITO DE BRAGA

  • GREVE DURANTE O 2º PERÍODO DE TRABALHO NOS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT EM BRAGA, GUIMARÃES, VILA VERDE, BARCELOS, RIBA DE AVE, FAMALICÃO, FAFE E LAMEGO, SANTARÉM, ALMEIRIM, ALENQUER, LOURES, ÉVORA, BEJA, FARO E LISBOA (1800, 1885, 1900, 1950 E 1990)

29 DE ABRIL

  • GREVE GERAL NOS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT DE COSTA DA CAPARICA, PEGÕES E GRÂNDOLA

  • GREVE DURANTE O 2º PERÍODO DE TRABALHO NOS CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT DE SANTARÉM, ALMEIRIM, CHAMUSCA, ALENQUER, LOURES, ÉVORA, BEJA, FARO E LISBOA (1800, 1885, 1900, 1950 E 1990)

30 DE ABRIL

  • GREVE GERAL NOS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT DE COSTA DA CAPARICA, PEGÕES E GRÂNDOLA

  • GREVE DURANTE O 2º PERÍODO DE TRABALHO NOS CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT DE SANTARÉM, ALMEIRIM, CHAMUSCA, ALENQUER, LOURES, ÉVORA, BEJA, FARO E LISBOA (1800, 1885, 1900, 1950 E 1990)

DE 4 A 7 DE MAIO

  • GREVE DURANTE O 2º DO PERÍODO DE TRABALHO, NOS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO DOS CTT DE LISBOA:
    CDP 1000 CDP 1050 CDP 1070 CDP 1100 CDP 1150 CDP 1200
    CDP 1250 CDP 1300 CDP 1350 CDP 1400 CDP 1495 CDP 1500
    CDP 1600 CDP 1700 CDP 1750 CDP 1800 CDP 1885 CDP 1900 CDP 1950 CDP 1990 CDP SACAVÉM CDP S. J. TALHA


Para qualquer esclarecimento ou informação podem contactar:
918722953 – Eduardo Rita
964011776 – José Oliveira
964948471 – Victor Narciso
218428900 – N.º geral do SNTCT

Os nossos cumprimentos.

Pela Comissão Permanente do SNTCT
Victor Narciso

sexta-feira, abril 23, 2010

Bolivia: ¡No manipulen la Madre Tierra!

Organizaciones de la Sociedad Civil anuncian el lanzamiento de una nueva campaña global contra los experimentos de geoingeniería y urgen al público a unirse.

Cochabamba, Bolivia.- En la víspera del Día Internacional de la Madre Tierra, más de sesenta organizaciones internacionales ofrecieron su respaldo total a un pronunciamiento conjunto para lanzar una campaña global contra la realización de experimentos geoingeniería en el mundo real.

La geoingeniería se refiere a la manipulación del clima y los sistemas de la Tierra para frenar el calentamiento global. La campaña ¡No manipulen la Madre Tierra! considera que tales proyectos de son peligrosos e injustos. Asimismo, hace un llamado urgente a individuos y organizaciones para que alcen su voz y se opongan a dichos experimentos.

"Es el momento de trazar una línea que no debe ser cruzada, pues hay gobiernos ricos e intereses industriales en la carrera por hacer pruebas de geoingeniería a cielo abierto", afirmó Silvia Ribeiro, de la oficina en México del Grupo ETC. "La Madre Tierra es nuestro hogar común, cuya integridad nunca debe ser violada por la experimentación de geoingeniería. Nuestro hogar no debe convertirse en un laboratorio de prueba para estos esquemas riesgosos e injustos".

Por su parte, Ben Powless, de la Nación Mohawk, de Canadá, en representación de la Red Ambiental Indígena explicó: "Durante demasiado tiempo los cuerpos y las tierras de nuestros pueblos han sido usados para la experimentación de nuevas tecnologías. Ahora, en respuesta al cambio climático, las mismas personas quieren poner en riesgo a la Madre Tierra con tecnologías de geoingeniería. No podemos darnos el lujo de amenazar a nuestro planeta de esta forma, especialmente cuando están al alcance soluciones simples, justas y probadas".

Ricardo Navarro, de CESTA, de El Salvador, al hablar a nombre de Amigos de la Tierra Internacional, dijo: "Los mismos países y empresas que durante décadas han despreciado el problema del cambio climático proponen hoy tecnologías de geoingeniería altamente riesgosas que podrían alterar más el clima, a los pueblos y a los ecosistemas. Para ellos, la geoingeniería no es más que la justificación 'perfecta' para afirmar que pueden continuar calentando el planeta porque después podrían enfriarlo mediante peligrosos experimentos. Los movimientos ambientales globales no podemos permitir que se lleven a cabo experimentos de geoingeniería con el planeta y sus pueblos como rehenes".

La campaña ¡No manipulen la Madre Tierra! lanzada globalmente en Cochabamba, Bolivia, en el marco de la Conferencia de los Pueblos sobre el Cambio Climático y los Derechos de la Madre Tierra incluye la presentación de una página electrónica interactiva (www.handsoffmotherearth.org), en la que cualquier individuo puede "echar una mano" a la campaña, publicar mensajes y compartir imágenes de sí mismos. La página ofrece una galería de retratos de individuos mostrando las palmas de sus manos abiertas haciendo un llamado a detener definitivamente la experimentación en geoingeniería. Se espera que los mensajes se multipliquen conforme el foco de atención se traslada de Cochabamba en esta semana hasta la Conferencia de las Partes de la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático (UNFCCC), a realizarse en Cancún, México, en diciembre de este año. La campaña incluye también el lanzamiento de un grupo de discusión en Facebook.

"No necesitamos probar la geoingeniería porque sabemos que se trata fundamentalmente de una tecnología injusta", afirmó Pat Mooney, Director Ejecutivo del Grupo ETC, al hablar durante el lanzamiento de la campaña. "¿Se imaginan, en el más profundo de sus delirios, que los gobiernos que han pasado décadas negando el cambio climático, que han fracasado en el cumplimiento de los requerimientos mínimos del Protocolo de Kioto, que carecen del valor para plantear a sus propios pueblos la necesidad de cambiar sus estilos de vida, que no tienen ni la integridad ni la inteligencia, puedan manipular los océanos o la estratósfera de un modo ambientalmente eficaz o socialmente equitativo para el mundo? ¿Debemos dejar en sus manos el control del termostato global?".

Una conferencia de prensa para el lanzamiento de la campaña en Cochabamba tendrá lugar hoy, 21 de abril a las 4 PM en el Edificio del Rectorado y Vicerectorado, Planta Baja, UNIVALLE (Sala de Prensa).

Visiten la página de Internet de la campaña ¡No manipulen la Madre Tierra! www.handsoffmotherearth.org. La lista de organizaciones e individuos que apoyan el pronunciamiento de la campaña puede ser consultada en dicha dirección electrónica y, en breve, aparecerá una página de la campaña en Español: (www.nomanipulenlamadretierra.org).

Los interesados pueden sumarse al grupo de Facebook en: www.facebook.com/group.php?gid=115648685121721.

Y en twitter: @HandsOffMotherE


Antecedentes

La campaña global ¡No manipulen la Madre Tierra! fue creada como respuesta a la clara amenaza de que gobiernos, militares e industriales pretenden desplazar el debate sobre el cambio climático hacia la adopción de la geoingeniería como un "Plan B" que sustituya o complemente las acciones para la reducción de emisiones.

En 2009, científicos rusos, dirigidos por el controvertido climatólogo Yuri Izrael, llevaron a cabo el primer experimento de geoingeniería en campo abierto consistente en liberar aerosoles de sulfato en la atmósfera con la intención de manipular el clima. Dejaron ver que habría que seguir realizando experimentos.(1)

En septiembre de 2009, un panel de defensores de la geoingeniería se reunió a instancias de la Real Sociedad Británica y publicó un influyente informe que urgía a los gobiernos del mundo a invertir millones de dólares con el fin de contribuir al financiamiento de un programa internacional de diez años de investigación en geoingeniería, el cual incluiría pruebas en campo abierto.(2)

Desde 2007 Bill Gates de Microsoft ha canalizado millones de dólares de fondos privados para financiar a varios grupos de geoingenieros. Nathan Myhrvold, antiguo director de tecnología de Microsoft también es conocido defensor de la geoingeniería La empresa Intellectual Ventures de Myhrvold cuenta con varias patentes pendientes sobre técnicas de genoingeniería.(3)

En los últimos seis meses, los Comités de Ciencia y Tecnología del Parlamento Británico y del Congreso de Estados Unidos organizaron audiencias públicas conjuntas con el objetivo de establecer un programa de investigación en geoingeniería que incluye la experimentación en campo abierto.(4)

En marzo de 2010, se reunieron, en Asilomar, California, Estados Unidos, 175 geoingenieros autoseleccionados, con el fin de desarrollar "directrices voluntarias" referentes a la conducción de experimentos de geoingeniería en campo abierto en todo el mundo. La reunión fue organizada por un grupo vinculado con la empresa de geoingeniería Climos Inc. Más de 70 grupos de la sociedad civil publicaron una carta abierta en oposición a los propósitos de la reunión.(5)


Para más información sobre la geoingeniería o la campaña visitar: http://www.handsoffmotherearth.org/about


NOTAS:

1. Ver Chris Mooney, "Copenhagen: Geoengineering’s Big Break?" http://motherjones.com/environment/2009/12/copenhagen-geoengineerings-big-break. Ver también Yu A. Izrael et al., "Field Experiment on Studying Solar Radiation Passing Through Aerosol Layers", Russian Meteorology and Hydrology, 2009, vol 34, no. 5, pp. 265-273.

2. Ver Royal Society,"Geoengineering the climate: Science, governance and uncertainty" Septiembre 2009 disponible en http://royalsociety.org/Geoengineering-the-climate/

3. Ver Eli Kintisch, "Bill Gates Funding Geoengineering Research", Science Insider, 26 Enero 2010 available at http://blogs.sciencemag.org/scienceinsider/2010/01/bill-gates-fund.html. Para información sobre la patente ver Grupo ETC, Retooling the Planet? Climate Chaos in a Geoengineering Age, Swedish Society for Nature Conservation, 2009, p. 30.

4. Ver boletín de prensa, "Sub-Committee Examines Geoengineering Strategies and Hazards" en http://science.house.gov/press/PRArticle.aspx?NewsID=2741 y boletín de prensa, "MPs CALL FOR EARLY ACTION ON GEOENGINEERING REGULATION" en http://www.parliament.uk/parliamentary_committees/science_technology/s_t_pn26_100318.cfm

5. Ver Boletín de prensa del Grupo ETC Los secuestradores del planeta desde arriba, llaman a una gobernanza desde abajo, http://www.etcgroup.org/es/node/5076

quinta-feira, abril 22, 2010

36 Organizações subscreverem já apelo da AI Portugal à libertação dos presos politicos saharauis há 34 dias em GREVE DE FOME


As organizações subscritoras apelam às autoridades marroquinas para que libertem de imediato e de forma incondicional os seis activistas que se encontram em greve de fome. Estes activistas encontram-se detidos desde o dia 8 de Outubro de 2009 após terem regressado de uma visita aos campos de refugiados na Argélia, administrados pela Frente Polisario. Cinco dos activistas iniciaram, no dia 18 de Março, uma greve de fome como protesto pela sua detenção sem julgamento, estando há quase quatro semanas em protesto. Na última semana juntou-se-lhes o sexto activista.

Embora todos sejam civis, foram enviados para julgamento pelo Tribunal Militar, acusados de fazer perigar a segurança de Marrocos, incluindo “a sua integridade territorial”, mas seis meses após a sua detenção ainda não foi marcado julgamento.

Ahmed Alansari, Brahim Dahane, Yahdih Ettarouzi, Rachid Seghir, Salem Tamek e Saleh Labini- estão todos detidos na prisão de Salé, perto de Rabat, longe das suas casas no Sahara Ocidental.

Os activistas que iniciaram primeiro a greve de fome estão, de acordo com relatos, demasiado débeis para saírem das suas celas para receber as visitas dos familiares.

As organizações subscritoras estão cada vez mais preocupadas com a saúde destes detidos e considera-os prisioneiros de consciência, detidos apenas pelo exercício da liberdade de expressão e apela às autoridades marroquinas para que os libertem de forma imediata e incondicionalmente.

As organizações subscritoras instam as autoridades Marroquinas para que, em respeito ao Direito Internacional e dos Direitos Humanos, sejam libertados estes prisioneiros de consciência.

Lisboa, 13 de Abril de 2010


As Organizações Subscritoras por ordem alfabetica

· Amnistia Internacional – Portugal

· ACED – Associação Contra a Exclusão pelo Desenvolvimento

· Água Triangular

· AJPaz - Acção para a Justiça e Paz

· Associação Cultura e Juventude

· Associação de Amizade Portugal - Sahara Ocidental

· Associação de Solidariedade Académico de Leiria

· Associação de Solidariedade de Leiria

· Associação Solidariedade Imigrante

· Associação Juvenil Ambiente e Património

· Associação Mulher Migrante

· A Barca da Vida - Figueira da Foz

· Bloco de Esquerda (BE)

· CIDAC - Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral

· Colectivo Solidariedade Mumia Abu-Jamal

· Comité de Solidariedade com a Palestina

· Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

· Conselho Português para a Paz e Cooperação

· Cooperativa Alves Redol, CRL

· FESAHT - Federação dos Sindicatos de Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal

· Fórum pela Paz e Direitos Humanos

· Grupo de Escalada de Leiria

· IPJET-International Platform of Jurists for East Timor

· JOC - Juventude Operária Católica

· Marcha Mundial das Mulheres Portugal

· MDM - Movimento Democrático de Mulheres (direcção nacional e núcleos Direcção Nacional do MDM e os núcleos do MDM de Aljustrel, Amadora, Baixa da Banheira, Beja, Braga, Évora, Faro, Lagos, Lisboa, Marinha Grande, Montemor, Porto, Santa Maria da Feira, Viseu)

· O Colectivo Política Operária

· PLANETA AZUL associação ecológica alternativa

· Sindicato dos Professores do Norte (SPN) - FENPROF

· Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SPGL)

· Sindicato dos Professores da Região Centro

· SOS Racismo

· União de Sindicatos do Distrito de Évora

· União Sindicatos de Lisboa

· Vidas Alternativas

Oficina de técnicas médicas


Práticas de Resistência
medicina de prevenção e emergência para situações comuns e de rua

sábado, 24 Abril 15h00 entrada livre

CasaViva
Praça Marquês de Pombal, 167
Porto

Partilha de conhecimentos e protocolos específicos para situações de emergência médica na rua vindos da prática de "Street medics", entre eles: prevenção e tratamentos de problemas de saúde comuns tais como, asma, ataques de pânico, queimaduras, mordeduras, cortes...e feridas emocionais.

"Street medics" ou médicas/os de acção são voluntárias/os, com diversos graus de treino/educação médica que participam em protestos e manifestações para providenciarem cuidados de saúde, tais como primeiros socorros. A origem das/os "street medics" (médicas/os de rua) remonta aos estados unidos, anos 60, e aos movimentos pelos direitos civis de afro-americanos e anti guerra.

Quem partilha esta informação? Uma pessoa, "médica de rua", promotora de saúde e estudante de medicina tradicional chinesa, cuja formação/treino começou em 2002, com vários seminários, partilhas, organização de uma clínica auto-gerida e formação em trauma emocional (1º nível).

Uma organização
PAGAN - Plataforma Anti-Guerra Anti-Nato
http://antinatoportugal.wordpress.com/

quarta-feira, abril 21, 2010

Sessão Pública de Solidariedade com os Trabalhadores e Povo Saharauí


A CGTP-IN leva a cabo, no próximo dia 26 de Abril de 2010, uma Sessão Pública de Solidariedade com os trabalhadores e povo do Sahara Ocidental.

Esta iniciativa de Solidariedade terá lugar, pelas 18.00 horas, no Auditório da CGTP-IN, na Rua Victor Cordon, Nº 1 – 2º andar, em Lisboa.

A Sessão será pública e contará com a presença e intervenção de Cheik Mohamed, Secretário-Geral da UGTSARIO, central sindical dos Trabalhadores Saharauís, que é também membro do Secretariado da FRENTE POLISARIO, que dirige a resistência e luta do Povo Saharauí pelas autodeterminação do seu território.

A Sessão terá a participação e intervenção da Direcção da CGTP-IN e de representantes de toda a estrutura sindical, sectorial e regional, da Central.

Para esta iniciativa, a CGTP-IN pretende convidar diversas organizações e personalidades da sociedade civil portuguesa ligadas à defesa da paz, solidariedade e cooperação.

É assim, com o maior prazer, que o(a) convidamos a participar nesta sessão pública de solidariedade com a justa causa dos trabalhadores e povo do Sahara Ocidental.

Agradecendo antecipadamente a vossa disponibilidade, solicitamos o envio das inscrições, de organizações ou individuais, até ao dia 22 de Abril de 2010, para os seguintes contactos da CGTP-IN:

Emails : helena.dias@cgtp.pt, fernando.mauricio@cgtp.pt
Fax: 213 236 695
Tel: 213 236 630

Lisboa, 12 de Abril de 2010
Carlos Carvalho
Departamento de Solidariedade Internacional e Paz

terça-feira, abril 20, 2010

9ª Assembleia MayDay Lx :: 4ª f :: 21 Abril :: na Solim

Estamos na recta final, o MayDay Lisboa está na rua com mais força!
Os cartazes e os panflos de convocação para a parada do 1º de Maio estão nas ruas em contacto com milhares de precários!

Próxima assembleia MayDay Lisboa:

4ª feira :: 21 de Abril :: às 21h :: na SOLIM
Rua da Madalena :: nº 8 :: 2º andar


O combate à precariedade precisa de todos os trabalhadores!
Junta-te ao MayDay!

Flash-mob contra a Privatização dos CTT

A ATTAC Portugal lança na quinta-feira, próximo dia 22, uma campanha contra a privatização dos CTT, intitulada "Cartada contra a Privatização dos CTT".


Os dogmas ideológicos hoje veiculados pela Comissão Europeia, contra todas as evidências da grave crise económica global que estamos a viver, pressionam os estados-membros para uma contenção rápida do défict público e para a privatização generalizada das empresas na órbita do Estado.
O Governo Português, com o PEC que apresentou ao país, mostrou que partilhava da mesma visão.
Ao elencar uma extensa lista de empresas a privatizar, o Governo anunciou, satisfeito, que poderia arrecadar cerca de 6 mil milhões de euros e assim reduzir o déficit em igual montante.

Para estes responsáveis, a apresentação de uma estatística do déficit ao final do ano é tudo. O facto de o Estado perder instrumentos importantes para a concretização de políticas públicas, económicas, sociais e ambientais, não é nada importante. Mas se as privatizações degradam a democracia e atacam o serviço público são também economicamente prejudiciais, pois as receitas extraordinárias conseguidas à custa da venda de activos que são de todos, não compensam no médio prazo a perda de dividendos que esses activos geram.

Neste quadro, a privatização dos CTT é particularmente chocante.

Os CTT como empresa pública são uma importante fonte de receita para o Estado, contribuindo para reduzir o défice, mas ao mesmo tempo são um instrumento fundamental de integração e coesão territorial.

Os CTT têm sido reconhecidos, nacional e internacionalmente como uma empresa-modelo do ponto de vista da gestão e da qualidade do serviço e nenhuma empresa privada prestará com a mesma qualidade ou o mesmo preço alguns dos serviços dos CTT, menos rentáveis mas socialmente fundamentais.

A ATTAC Portugal lança na quinta-feira, próximo dia 22, uma campanha contra a privatização dos CTT, intitulada "cartada contra a Privatização dos CTT".

Através das redes sociais da internet estamos desde já convidar a população a escrever uma carta ou um postal ao Primeiro-ministro, a comentar a sua intenção de privatizar os correios, e estamos a combinar que o ponto de encontro seja entre as 18h15 e as 18h30, na estação de correios dos Restauradores, para a entrega dessa carta.Será uma flash-mob contra a privatização dos CTT.

Entretanto, outras acções idênticas irão ser dinamizadas pela ATTAC Portugal em vários pontos do país. Nomeadamente em regiões do interior, que seriam as primeiras a sentir as consequências da privatização dos CTT com o inevitável fecho de "estações não lucrativas", ou com a redução de frequência das rondas de distribuição "que não se justifiquem economicamente".

A ATTAC Portugal apela a todas e a todos que se associem a esta campanha, que enviem a vossa carta ou o vosso postal e que contribuam para dinamizar um grande movimento de indignação popular contra a privatização dos CTT.

Envia a tua carta para cartadactt@gmail.com. Com a autorização dos autores, algumas das cartas e postais serão publicadas no blog da campanha – www.correiopublico.net.

Evento no facebook: http://www.facebook.com/event.php?eid=116687645013909
Site da campanha: www.correiopublico.net
Campanha no Twitter: http://twitter.com/correiopublico

Aparece na estação dos CTT nos Restauradores (Lisboa) na próxima quinta-feira às 18h15, para enviar um postal ou carta ao Primeiro-Ministro!

--
ATTAC Portugal
www.attac.pt
attac@attac.pt
Apartado 27127, 1201-950 Lisboa

quinta-feira, abril 15, 2010

Posição da Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental sobre o último Relatório do SG da ONU sobre o Sahara Ocidental

Ban Ki-moon contemporiza com a ilegal ocupação do Sahara Ocidental por Marrocos, com as violações dos direitos humanos no território e com o cerco a que a potência ocupante tem imposto à livre imprensa e à livre observação internacional


O SG da ONU, Ban Ki-moon, com o embaixador Chistopher Ross, seu Enviado Pessoal para o Sahara Ocidental

No seu recente relatório sobre o Sahara Ocidental, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, recomenda que a Missão das Nações Unidas encarregada da Organização do Referendo no Sahara Ocidental (MINURSO) seja prorrogada por mais um ano. Nada diz, porém, em substância e de concretizável, sobre a protecção dos recursos naturais que estão a ser espoliados pela potência ocupante, nem dos Saharauis que estão a ser brutalizados, presos e torturados, e a quem é vedado o exercício dos mais elementares direitos de cidadania: liberdade de expressão, de reunião, de organização, de manifestação, de deslocação, de livre acesso à informação.

Ao longo dos últimos 6 meses, enquanto Marrocos e a Frente Polisario estavam oficialmente empenhados num diálogo político sob os auspícios das Nações Unidas, assistiu-se a uma grave deterioração da situação em matéria de Direitos Humanos na parte do Sahara Ocidental ocupada por Marrocos. O discurso do Rei de Marrocos, no dia 6 de Novembro de 2009, em que rotulou de “traidores” todos aqueles que trabalham para proteger o direito legítimo do povo Saharaui à autodeterminação, desencadeou acções punitivas muito graves contra todos os activistas Saharauis e defensores dos Direitos Humanos.

O Secretário-Geral da ONU observa no seu relatório que era louvável continuar a trabalhar no programa de intercâmbio de visitas entre famílias de um e outro lado (§75.º), mas foi amplamente documentado que os Saharauis que tomaram iniciativas nesse sentido depararam com uma reacção extremamente hostil ao regressarem a Marrocos. É particularmente preocupante o caso dos 6 prisioneiros civis Sahrauis na prisão de Salé, que estão em risco de enfrentar um tribunal militar em que são acusados de traição por terem simplesmente visitado os campos de refugiados em Tindouf. Nestas circunstâncias, é inconcebível que a MINURSO continue a sua missão de paz das Nações Unidas, apenas com carácter temporário, faltando-lhe um mandato para supervisionar os Direitos Humanos.

A MINURSO foi criada em 1991 porque o referendo era a condição mutuamente aceite pelas partes, aquando do cessar-fogo de uma guerra que durava desde 1975 entre Saharauis e Marroquinos. Nesse tempo, Marrocos não falava sequer em autonomia, e mesmo que então o invocasse, ou que agora o venha defender como solução, tal não pode ser encarado senão como uma — e apenas uma —, das alternativas que deverão ser colocadas ao universo eleitoral dos Saharuis recenseados pela ONU, nas mãos dos quais reside a Soberania daquela que é a única parcela do Continente Africano por descolonizar — segundo afirma a própria ONU.

Ki-moon declara que «a dimensão humana do conflito, nomeadamente a sorte dos refugiados do Sahara Ocidental, é um tema de inquietação crescente». Mas — qual Pilatos — tece com a tranquilidade da mais gélida argumentação sobre aquele que é um tema de sua preocupação, os direitos humanos: «Cada uma das partes acusa a outra de violações cometidas contra os Saharauis no território e nos acampamentos de refugiados e ambas negam as acusações que lhes são formuladas», dixit.

É no mínimo estranho que a ONU e a sua missão de paz na região não tenham capacidade para indagar e reportar quem é vítima dessas violações dos Direitos Humanos e quem as comete. Sejam do lado da Frente Polisario, sejam da potência ocupante do território: o Reino de Marrocos. Mais estranho ainda quando se sabe que a MINURSO é, actualmente, a única missão de paz das Nações Unidas — das 22 existentes em todo o Mundo — que não possui mandato para vigiar e zelar pelo respeito dos Direitos do Homem.

É indispensável alargar o mandato da MINURSO à observação dos Direitos do Homem. É indispensável que a ONU e a sua missão criem ou imponham as condições para que, tal como em Timor-Leste, o objectivo para que foi criada se cumpra; e o Povo do Território, com direito a participar no acto eleitoral, possa finalmente escolher através de um Referendo de Autodeterminação, livre, justo e transparente, aquele que quer como destino: a integração ou a autonomia em Marrocos ou a Independência.

Quem tem medo que o povo saharaui se possa pronunciar livremente?

Vale a pena perguntar: para que serve, afinal, a Comunidade Internacional continuar a manter uma missão de paz, para qual parece ter esquecido o propósito para que a criou: a Organização de um Referendo no Sahara Ocidental.

Parece justo e lógico concluir aquilo que já alguns mais lúcidos observadores do conflito afirmaram: aqueles que defendem uma solução aceite pelas partes estão a incentivar a continuação do ’status quo’ e, portanto, estão agindo como cúmplices da potência ocupante: Marrocos. Se se ficar à espera de um novo "acordo entre as partes"… a situação vai continuar no estado actual. E a situação actual mais não é que a ocupação por parte de Marrocos da maior (e mais rica) parte do Sahara Ocidental.

Os acontecimentos recentes levaram a uma deterioração ainda maior da pouca ou nenhuma confiança que resta no processo político. A Associação de Amizade Portugal – Sahara Ocidental está convencida de que o estabelecimento, por parte das Nações Unidas, de uma capacidade de supervisão dos Direitos Humanos e de uma Missão de Observação que controle a exploração dos recursos naturais do território poderiam levar a percorrer um longo caminho no sentido de restabelecer a confiança entre as partes, facilitando o seu empenhamento renovado nas negociações.

Ban Ki-moon apela às partes a "fazer prova de imaginação e de criatividade" para que progressos possam ser realizados nas negociações. Pensamos que esse propósito deve começar pela ONU, não alienando aquilo que são as suas responsabilidades perante um povo cuja vontade é preciso respeitar, seja qual ela for.

Nesse sentido, apelamos ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que actue de forma honrar os seus compromissos para com o povo Saharaui e para com o legado moral e histórico da Carta da ONU, quando elaborar a resolução deste mês para prorrogação do mandato da missão da MINURSO.

Lisboa, 13 de Abril de 2010

Associação de Amizade Portugal – Sahara Ocidental

quarta-feira, abril 14, 2010

Aminatu Haidar pede ao governo de Espanha que siga o exemplo do governo de Portugal


A activista saharaui Aminatu Haidar pediu este Sábado ao Governo de José Luis Rodríguez Zapatero que rectifique e exerça a sua responsabilidade "histórica, jurídica e moral" para com o povo saharaui, tal como fez Portugal com Timor-Leste.

Haidar fez uma intervenção durante a tarde de Sábado no recinto desportivo de La Almudena da Universidade Complutense de Madrid onde, desde o dia 15 de Março, se realiza um acampamento a favor de um Sahara livre sob o lema "35 anos de esquecimento. 35 dias de ruído", acção convocada por estudantes desse campus universitário e pela Coordenadora Estatal de Associações Solidárias com o Sahara.

Durante o colóquio, e após ter feito uma intervenção sobre a situação do Sahara Ocidental, Haidar afirmou considerar necessário exercer "pressão" sobre o Governo espanhol para que rectifique o erro que cometeu com os acordos de Madrid sobre o Sahara Ocidental e siga o exemplo de Portugal, que "se posicionou a favor de Timor-Leste".

No mesmo sentido se pronunciou a advogada de Aminatu Haidar, Inés Miranda, a qual afirmou que o Governo de José Luiz Zapatero "não está à altura da resposta que lhe é exigida pela sociedade civil".

Aminatu alertou para a "nova estratégia" Governo de Mohamed VI de "armar" os colonos marroquinos, o que, na sua opinião, pode dar lugar a confrontos sangrentos entre saharauis e marroquinos e, inclusive, a "massacres" como ocorreu em Timor-Leste antes da independência.

Despacho da agência noticiosa SPS

Divulgado pela Associação de Amizade Portugal-Sahara Ocidental

10-04-2010

Autorizaram a ocupação de Portugal?

EXÉRCITO SECRETO EUROPEU

Autorizaram a ocupação de Portugal?

Existe um EXÉRCITO SECRETO EUROPEU, que também pode ser chamado de FORÇA SECRETA POLICIAL DE INTERVENÇÃO PARA O ESMAGAMENTO DE REVOLTAS NA EUROPA.

Já se encontra dentro da União Europeia, porém apenas muito poucos sabem disso.

A força possui os mais amplos direitos, tem de momento 3.000 homens e responde pelo nome de "EURO GENDFOR (EUROPEAN GENDARMERIE FORCE)", ou seja, TROPA DE POLÍCIA EUROPEIA. O seu comando encontra-se em Vicenza, na Itália, longe do Centro da UE.

Quem deu vida a este projecto foi a Ministra da Defesa Francesa, Alliot-Marie, com o objectivo de mais facilmente esmagar levantamentos populares, como os que têm surgido frequentemente em cidades francesas.

Esta força, já existente, pode agora ser empregue por toda a União Europeia, anulando os direitos nacionais e as soberanias dos Estados Membros!

O Tratado de Velsen (Holanda), decidiu de forma inequívoca, que vai ser um CONSELHO DE GUERRA, que vai decidir sobre a sua actuação. Este conselho compõe-se dos Ministérios de Defesa e de Segurança dos países membros da UE, inclusivamente do país onde vai ser aplicado.

Aos olhos dos observadores trata-se de uma clara manifestação de um DIREITO DE OCUPAÇÃO DA EUROPA. Porque, desde que tenha sido decidido por unidades da EURO GENDFOR a ocupação de edifícios e regiões, ficam estas debaixo da sua alçada, já não podendo sequer ser visitadas pelos organismos oficiais do país a que territorialmente pertencem. De facto, existe assim um DIREITO DE OCUPAÇÃO EUROPEU. Porém, a situação pode vir a piorar ainda mais.

A EURO GENDFOR não possui apenas os direitos policiais, mas também a competência sobre os serviços secretos, e, pode, em estreita colaboração com forças militares, restabelecer a lei e a ordem nas zonas consideradas convenientes. Em caso de necessidade, deve esta tropa possuir todos os direitos e acessos a todos os meios considerados necessários, para executar o respectivo mandato.

Graças à EURO GENDFOR encontram-se os governos europeus à vontade. Desta forma podem ordenar o abrir fogo contra as próprias populações em caso de demonstrações de massas, colocar regiões inteiras sobre quarentena militar e prender os principais cabecilhas, sem ter de chamar militares, ou polícias, da sua própria nação, visto existir o perigo destes se solidarizarem com os revoltosos.

A EURO GENDFOR, por sua vez, graças às suas excepcionais atribuições de direitos civis e militares, não pode ser responsabilizada por ninguém.

Este cenário, que parece incrível, tornou-se agora possível através da entrada em vigor do TRATADO DE LISBOA, que não é mais do que a Constituição da UE sob novo título.

http://www.grifo.com.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=292&Itemid=1

———//———

Esta noticia deixou-nos particularmente curiosos, tendo alguns dos membros ido investigar melhor e eis o que se descobriu acerca desta temática.

Esta força existe mesmo: http://www.eurogendfor.eu.

Reparem no que está escrito na pagina de introdução:

"The European Gendarmerie Force (EGF)is an initiative of 5 EU Member States - France, Italy, The Netherlands, Portugal and Spain – aimed at improving the crisis management capability in sensitive areas. Since Wednesday, 17th December 2008, the High Level Interdepartmental Committee Meeting (CIMIN) decided to welcome the Romanian Gendarmerie to become a full member of the EGF. Therefore the EGF consists from that moment of 6 member states."

Iniciativa de Portugal?! Porque nunca ouvimos falar disto antes?!

"EGF responds to the need to rapidly conduct all the spectrum of civil security actions, either on its own or in parallel with the military intervention, by providing a multinational and effective tool.

The EGF will facilitate the handling of crisis that require management by police forces, usually in a critical situation, also taking advantage from the experience already gained in the relevant peace-keeping missions.
"

As suas funções são:

- responder à necessidade imediata de conduzir todo o espectro da acções desegurança civil.

Como?

- Sozinhos ou em cooperação cm as forças militares intervenientes.

Reparem que são uma força multinacional, o mail está correcto também nesse ponto.

"Based in Vicenza in the "Generale Chinotto" barracks, the EGF HQ is now developing a comprehensive and coherent operational system, which will permit to be ready in case of prompt deployment to crisis areas."

O quartel general (HQ) está em Vicenza, Italia (confirma) e reforçam a prontidão das forças.

"EGF goal is to provide the International Community with a valid and operational instrument for crisis management, first and foremost at disposal of EU, but also of other International Organizations, as NATO, UN and OSCE, and ad hoc coalitions."

Olhem só o objectivo:

Providenciar a Comunidade Internacional com um instrumento valido e operacional para a gestão de crises, à disposição total da EU, mas também para outras Organizações Internacionais, como a Nato, NU e a OSCE e suas coligações.

Mas ainda há mais!

Vejam quem é o Comandante da Força!

"Colonel Jorge ESTEVES (Portuguese GNR)"

É português?! E nunca passou nas noticias nacionais uma coisa destas?!

Segundo o site ele comanda desde 26/6/2009, cargo que deixará em 2011.

É da GNR! Agora se percebe porque é que escolhem a GNR para ir para manutenção de paz (como Bósnia, Timor, Afeganistão, Iraque, etc.) em vez das tropas mais especializadas…. Estão a treina-los em situações reais.

O homem é de Abrantes, tem 52 anos e veio do Regimento de Cavalaria, vejam o CV do personagem:

"As a high-ranking Officer he has been Territorial Group Commander, Head of the 3rd Territorial Brigade Operations and Information’s Office, Head of the 3rd Territorial Brigade Criminal Investigation Office, 3rd Territorial Brigade Chief of Staff and 3rd Territorial Brigade Deputy Commander (2000 – 2007). During 2006 he integrated the Working Group for the Reform of the Portuguese Internal Security System. From 2004 to 2007 he was Assistant Lecturer of Military Sociology at the Military Academy in Lisbon. From July 2007 till June 2009 he has been the European Gendarmerie Force Chief of Staff.

He attended several courses related with Crisis Management Operations among them the United Nations Police Commander Course, the Strategic Planning for European Union Police Mission Course, the European Security and Defence Policy Orientation Course, the NATO Staff Officer Force Planning Course and the NATO Partnership for Peace Staff Officer Course.
"

Ora bem vamos lá analisar o que podem fazer!

A nível estratégico:

- Fazer policiamento em operações de gestão de crise, com base nas conclusões dos Conselhos de Santa Maria da Feira e de Nice:

http://www.ena.lu/conclusions_santa_maria_da_feira_european_council_1920_june_2000-02-27325%20target=
http://www.ena.lu/conclusions_nice_european_council_7_9_december_2000-02-17960


- Quem pode usar esta Força?

EU, NU, OSCE, NATO, outras e coligações.

- Quem ordena?

A Estrutura de Comando é a CIMIN (Comité InterMiistériel de haut Niveau) composta pelos representantes dos responsáveis pelos Ministérios de cada Pais, que assegura coordenação político-militar, nomeia o Comandante da Força e provisiona-lhe directivas e orientações para o emprego.

Qual a estrutura da Força?

E a nível táctico?

- A Força pode ser posta sob o comando quer tanto de autoridades militares como de civis, por forma a assegurar a segurança publica, ordem publica e o funcionamento pleno das tarefas judiciais. (Entrega de alimentos, cuidados médicos não interessa!)

- Não é uma força permanente (é só para repor a ordem… a ordem deles, é uma Força de Intervenção).

- A força é formada num máximo de 800 oficiais de policia, em menos de 30 dias. Para quem ainda não perceba como é que funciona, explicamos, existe um HQ permanente em Itália e quando necessitam formam uma força e essa é enviada para a crise, depois de fazer o que tem a fazer esta força é desmantelada.

Mas afinal o que é que eles tem a fazer?

– Missões gerais de segurança publica;
- Missões de manutenção da ordem publica- Combate ao crime;
- Investigação criminal (detecção, recolha, analise de informação);
- Processamento, protecção e assistência de indivíduos;
- Controlo de tráfego;
- Desactivação de explosivos;
- Combate ao terrorismo e crimes maiores e outros especializados;
- Armazenamento, gestão, recuperação e evacuação de equipamentos, transportes, e ajuda medica (não se deixem enganar por este último ponto, pois reparem que não existe distribuição nem de propriamente a ajuda, apenas a organizam);
- Monitorizar e aconselhar a policia local no seu trabalho do dia-a-dia;
- Vigilância do publico;
- Policiamento das fronteiras;
- Serviços secretos;
- Protecção de pessoas e propriedades (esta até é cómica! Vamos ver quem são essas pessoas e propriedades…);
- Treino de oficiais de policia e de instrutores.

Por fim vamos aos símbolos, este é o logótipo da força em questão:

- O mote "Lex Paciferat" (A Lei trará a Paz);
- A espada como cruz invertida;
- O louro maçónico;
- A granada a rebentar (parece uma planta, mas é uma granada e as chamas a sair dela) – Pacifistas vê-se…

Sendo tudo isto tão interessante porque não passou nos média nacionais e europeus?



PS - recebido por correio electrónico de fonte devidamente identificada.

Apelo: Sobre os activistas saharauis em greve de fome em Marrocos


SUBSCREVAM o APELO para a libertação dos prisioneiros de consciência saharauis em greve de fome, texto da responsabilidade da AMNISTIA INTERNACIONAL

A Amnistia Internacional apela às autoridades marroquinas para que libertem de imediato e de forma incondicional os seis activistas que se encontram em greve de fome. Estes activistas encontram-se detidos desde o dia 8 de Outubro de 2009 após terem regressado de uma visita aos campos de refugiados na Argélia, administrados pela Frente Polisario. Cinco dos activistas iniciaram, no dia 18 de Março, uma greve de fome como protesto pela sua detenção sem julgamento, estando há quase quatro semanas em protesto. Na última semana juntou-se-lhes o sexto activista.

Embora todos sejam civis, foram enviados para julgamento pelo Tribunal Militar, acusados de fazer perigar a segurança de Marrocos, incluindo “a sua integridade territorial”, mas seis meses após a sua detenção ainda não foi marcado julgamento.

Ahmed Alansari, Brahim Dahane, Yahdih Ettarouzi, Rachid Seghir, Salem Tamek e Saleh Labini- estão todos detidos na prisão de Salé, perto de Rabat, longe das suas casas no Sahara Ocidental.

Os activistas que iniciaram primeiro a greve de fome estão, de acordo com relatos, demasiado débeis para saírem das suas celas para receber as visitas dos familiares.

As organizações subscritoras estão cada vez mais preocupadas com a saúde destes detidos e considera-os prisioneiros de consciência, detidos apenas pelo exercício da liberdade de expressão e apela às autoridades marroquinas para que os libertem de forma imediata e incondicionalmente.

As organizações subscritoras instam as autoridades Marroquinas para que, em respeito ao Direito Internacional e dos Direitos Humanos, sejam libertados estes prisioneiros de consciência.

Lisboa, 13 de Abril de 2010

As Organizações Subscritoras
Amnistia Internacional – Portugal

sexta-feira, abril 09, 2010

Dois debates MayDay - A precariedade tem muitas caras

A precariedade tem muitas caras. Como nos organizamos?

A precariedade é uma só, tem muitas caras, há muito que o dizemos, porque sabemos que ela é um plano global que afecta os mais diversos sectores da sociedade, dos professores aos trabalhadores de call center, dos operadores de caixa de super-mercado aos funcionários públicos, dos trabalhadores/as sexuais aos intermitentes do espectáculo e do audiovisual, entre outros. No entanto, sabemos que não nos afecta a todos com a mesma intensidade, que existem sectores onde a chantagem da precariedade é mais brutal, ganhando força com a discriminação e o racismo, a desigualdade e o preconceito.

Para a resposta, para o contra-ataque à precariedade, é preciso a solidariedade entre todos os trabalhadores numa luta que sabemos ser comum, e por isso chamamos toda a gente para um debate que é urgente e que pretende ser um ponto de encontro, onde se acumulam forças e se articulam esforços para pensar e organizar alternativas.

Dá a volta à Precariedade!
No dia 10 de Abril, às 15h aparece e traz um amigo!
CES - Lisboa, Picoas Plaza
Rua do Viriato, nº13 (Metro: Picoas)


Encontro/debate com a AMRTalude

A precariedade concentra-se de maneiras diferentes e em diferentes sectores da sociedade, as pessoas que vivem nos bairros sociais representam um dos sectores mais massacrados por esta chantagem, para além de estarem submetidas às mais diversas precariedades laborais estão geograficamente excluídas do sistema social e económico.

O MayDay Lisboa quer, também, dar voz aos precários que vivem nestes bairros e por isso aceita o desafio da Associação de Melhoramentos e Recreativo do Talude de participar num encontro que terá diversas actividades (dança, almoço, debate,...) e que culminará com um debate sobre as múltiplas formas de precariedade e o modo como nos podemos organizar para as combater. Será certamente um momento de partilha de experiências importante para todos.

Dia 11 de Abril, Domingo, às 11h
Ponto de encontro: 11h na paragem de BUS (correios no Catujal)

Nota: Quem chegar atrasado, deve dirigir-se para a sede da AMRT: Estrada militar do Talude, nº 62

Como chegar lá:

  • PARTIDAS DO CAMPO GRANDE (saída oposta ao Estádio de Alvalade) - Apanhar o Bus da Rodoviária n.º 311 ( pedir para sair nos Correios no Catujal).

  • PARTIDAS DA GARE DO ORIENTE (saída B para o exterior) - Apanhar o BUS da Rodoviária n.º 305 ou 309 (pedir para sair no Campo da Bola ou Correios no Catujal).

  • AVISO: o ideal é adquirirem pré-comprados pois comprar no Bus é muito caro.

  • COORDENADAS GPS: 38º 48' 34.71" N e 9º 06' 45.33" W


Mais info aqui: http://maydaylisboa2010.blogspot.com/2010/04/o-mayday-vai-aos-bairros-encontrodebate.html

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maydaylisboa@gmail.com
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quarta-feira, abril 07, 2010

FORO INDÍGENA LATINOAMERICANO SOBRE CAMBIO CLIMÁTICO

Del 29 al 31 de marzo de 2010 en la ciudad de San José, Costa Rica, las redes regionales y subregionales de los pueblos indígenas de América Latina que conformamos el Foro Indígena Latinoamericano sobre Cambio Climático: el Consejo Indígena de Centro América CICA, el Consejo Indígena Mesoamericano CIMA, la Alianza Mundial de los Pueblos Indígenas y Tribales de los Bosques Tropicales, la Coordinadora de Organizaciones Indígenas de la Cuenca Amazónica COICA, la Red de Mujeres Indígenas sobre Biodiversidad, el Enlace Continental de Mujeres Indígena Región Sud América, la Cátedra Indígena itinerante y el Foro Internacional de Mujeres Indígenas, autoconvocados, nos reunimos para analizar críticamente las soluciones propuestas por los gobiernos para enfrentar los efectos del cambio climático y consensuar una posición política unificada por parte de nuestras organizaciones de cara a la COP 16 sobre Cambio Climático que se realizará en diciembre del presente año, en México.

Luego haber analizado y debatido los temas de contexto y la coyuntura política referida a los proceso de negociación para la mitigación y adaptación del cambio climático, expresamos lo siguiente:

  1. Las soluciones propuestas por los gobiernos y ONG internacionales para enfrentar los efectos del cambio climático basadas en la lógica de mercado, tanto los referidos al mecanismo de desarrollo limpio como las propuestas de REDD+, constituyen nuevas formas de geopolítica económica que amenazan los derechos indígenas garantizados en múltiples instrumentos internacionales y los medios de vida de nuestros pueblos. En nombre de estas iniciativas, los estados y transnacionales están promoviendo la construcción de represas, agrocombustibles, exploraciones petrolíferas, plantaciones forestales, monocultivos, entre otras, las que están provocando la expropiación y destrucción de nuestros territorios, y en otros casos, la criminalización, judicialización y hasta asesinatos de hermanas y hermanos indígenas que defienden sus territorios.

  2. Las soluciones para enfrentar los efectos del cambio climático, deben ser holísticas, coherentes y respetuosas de los derechos humanos y de la Madre Tierra. Asimismo, no debería limitarse al conocimiento científico occidental, sino también incluir los conocimientos tradicionales, innovaciones y prácticas indígenas, que históricamente han contribuido a los esfuerzos de conservación de los ecosistemas y biodiversidad existentes en nuestros territorios garantizados.

  3. Observamos que la gran mayoría de los sitios que están proponiendo los gobiernos y algunas ONG para participar en el mecanismo REDD, se localizan en los territorios indígenas. Esta constatación, por un lado, muestra que nuestros territorios concentran la mayor parte de la cobertura boscosa aún en estado de conservación, y por otro lado, plantea la urgente necesidad de que los gobiernos y ONG que promueven REDD deben garantizar el pleno ejercicio de nuestros derechos contenidos en la Declaración de Naciones Unidas sobre Derechos de los Pueblos Indígenas, especialmente los derechos territoriales, la libre determinación y el consentimiento libre, previo e informado.

  4. Los pueblos indígenas, sin ser responsables directos de los efectos del cambio climático, somos uno de los conglomerados humanos que más estamos siendo afectados, cuyas consecuencias más evidentes son: procesos de desertificación, migración forzosa, desaparición nuestra biodiversidad, pérdida de identidad y hambrunas. Esto plantea la necesidad de que se tomen acciones afirmativas tendientes a compensar los daños materiales y humanos que estamos observando en nuestros territorios, no como un acto de compasión, sino de reparación y justicia social y ecológica.

  5. Alentamos a los organismos multilaterales, bilaterales y ONG comprometidas con la salud de la Madre Tierra, los derechos humanos y particularmente los derechos de los pueblos indígenas, que contemplen dentro de sus prioridades estratégicas líneas específicas de asistencia financiera al Foro Indígena Latinoamericano sobre Cambio Climático, a través de sus organizaciones miembros, así como a las organizaciones territoriales indígenas para enfrentar esta crisis ecológica.

  6. Las redes indígenas regionales (Enlace Continental de Mujeres, COICA, CAI, CIMA, CICA, Red Latinoamericana de Mujeres sobre Biodiversidad, Alianza Mundial de Bosques Tropicales) reafirmamos nuestro compromiso político de trabajar unidos, tanto en la construcción de propuestas políticas y técnicas, así como en la incidencia subnacional, nacional, regional e internacional en el tema de cambio climático.

Todas las redes nos comprometemos a sumar capacidades, experiencias, materiales y recursos para garantizar el pleno y efectivo ejercicio de los derechos indígenas en todos los temas relacionados con el Cambio Climático. ¡Por la Libre Determinación de los Pueblos!

Enviado por CICA


Visite: www.cedin.org

sexta-feira, março 26, 2010

Honduras: Ultraderecha venezolana ataca a campesinos del Bajo Aguan

La campaña mediática que se viene dando en contra de los grupos campesinos del Bajo Aguan cobra una nueva dimensión, cuando la "periodista" venezolana Marieanella Salazar publicó en el portal NoticieroDigital.com, que las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia, FARC, estarían entrenando a 22 hondureños para desestabilizar Honduras.

Días después, el once de marzo, visitó el país el venezolano Alejandro Peña Esclusa, Presidente de la organización UNO América, supuestamente para presentar su libro intitulado "EL Foro de Sao Paulo" y de paso, para hacer eco a las aseveraciones de la Sra. Salazar. Peña Esclusa puso en relieve que una de las mayores problemáticas impulsadas por el Foro de Sao Paolo, son las invasiones de tierra, refiriéndose específicamente al Bajo Aguan.

El Foro de Sao Paolo, es un cónclave de partidos de la izquierda latinoamericana, fundado por el Partido de los Trabajadores en Sao Paolo Brasil en el año de 1990, con miras políticas sin implicaciones geo-expansionistas o militares, como delira Peña Esclusa.

El día doce de marzo, el diario La Prensa propiedad de Jorge Canahuati Larach, publicó un artículo intitulado "Las FARC preparan a 22 Hondureños", citando como fuente a la Sra. Salazar, la que cita "fuentes de inteligencia".

¿Pero quién es Marianella Salazar, y cuáles son las fuentes de inteligencia?
La Sra. Salazar suele publicar una columna en el diario El Nacional de Caracas, con el nombre de "Artillería de Oficio", en la que suele denigrar sistemáticamente al gobierno de Hugo Chávez, situación que ha derivado en demandas por difamación. En el año de 1986 publicó un libro intitulado "La Seducción Culinaria", siendo mayormente su reputación basada en las célebres relaciones que mantuvo en los años 80 con el expresidente Carlos Andrés Perez y el magnate de los medios de comunicación Rafael Poleo. Ahora bien, sus "fuentes de inteligencia" permanecen en el misterio, de repente pueden ser de forma retroactiva las famosas computadoras de Reyes, tan usadas hoy en día como pruebas fehacientes después de haber "resistido" los infames discos duros el bombardeo en el Ecuador.

Parece ser que la Sra. Salazar practica el periodismo al estilo de Judith Miller del New York Times, y las famosas armas de destrucción masiva en Irak. Es decir no importan que fidedigna sean las fuentes de información siempre y cuando la noticia logre crear un alud mediático.

Mientras tanto, en Honduras el empresario Jorge Canahuati ratifica su campaña en contra de los campesinos del Bajo Aguan, defendiendo al latifundista y empresario palmero Miguel Facusse. El Sr. Canahuiati utilizó sus periódicos desde el año 2006 para crear las condiciones del golpe de estado que se produjo en Honduras el 28 de junio del año pasado.

Miguel Facusse es conocido como el voraz empresario que ha venido sembrando el Valle del Aguan con Palma Africana en compañía de René Morales Carazo, hermano del Vicepresidente de Nicaragua Jaime Morales Carazo. Facusse se puede considerar como el poder fáctico en Honduras, dueño de miles hectáreas de extensiones de tierra no cuantificadas en el país, mientras innumerables familias se encuentran desposeídas en el Bajo Aguan.

En entrevista concedida por Alejandro Peña Esclusa al diario La Prensa (15-3-2010), señaló los supuestos objetivos del Foro de Sao Paulo, indicando que su Plan A con Honduras fracasó y ahora aplican el Plan B. Según él, consiste en fomentar grupos irregulares e invadir fincas productivas. Uno de los objetivos de su viaje fue explicar los supuestos pormenores de ese Plan B, entre los cuales supone ataques mediáticos, tales como el desvirtuar que en Honduras se asesinan miembros de la resistencia, crímenes que él insinúa no son más que actos publicitarios de la resistencia . Entre el repertorio de acciones del supuesto Plan B, la que más le preocupa a Peña es la "invasión" de fincas productivas, porque da la impresión que hay detrás de los hechos una estructura internacional.

Peña Esclusa aseveró: Creo que El Aguan para mi, si no se le pone coto utilizando la ley y la constitución, podría ser el inicio de un movimiento como el Movimiento de Tierra que ya existe en Brasil". Concluye Peña que si el Foro de Sao Paolo no está ya detrás de la movida, según él la terminará utilizando para crear un foco subversivo.

La UNO América surgió en el año 2008 en Colombia, bajo el auspicio de la National Endowment for Democracy (NED), organización estadounidense ligada a los organismos de seguridad y espionaje de ese país. La NED tiene enorme influencia con su distribución de fondos económicos, favoreciendo a varias instituciones que trabajan el tema de "derechos humanos" y organizaciones ligadas a supuestos periodistas.

El año pasado UNO América estuvo ligada a un grupo de mercenarios en Santa Cruz, Bolivia, que planificaban una serie de asesinatos; al mismo tiempo que UNO América pretendió elaborar un informe distorsionado sobre la masacre efectuada por grupos de derecha en Pando.

A los pocos días del golpe de estado en Honduras, Uno América fue una de las primeras delegaciones en visitar el país y ponerse a disposición del dictador Roberto Micheletti y la política hegemónica de los Estados Unidos. Parece ser que en este viaje el objetivo de Peña Esclusa, más que presentar un libro, fue el satanizar y señalar a los campesinos del Bajo Aguan como foco subversivo.

La iniquidad que existe en Honduras es una de las mayores del continente, siendo ya de por sí América Latina el lugar donde hay las discrepancias más grandes del planeta en los ingresos poblacionales. En Honduras la miseria en que viven buena parte de los campesinos no tiene parangón en el resto del continente.

Peña Esclusa, excandidato a la presidencia en Venezuela, contienda electoral donde obtuvo 2424 votos (0.02%), ahora se ha convertido en un analista de geoestrategia, y viene a dar lecciones en Honduras de como matar el gusano. Señala Peña que "hay que estar prestos a reconocer las señales de las acciones desestabilizadoras de Hugo Chávez para que Honduras siga defendiendo su democracia".

Por supuesto, la democracia quiere decir para la UNO América mantener los privilegios de una pequeña minoría la cual ha venido saqueando el continente, en detrimento de la enorme mayoría que sucumbe ante las políticas imperiales y la docilidad de un grupúsculo de títeres que defienden sus intereses.

La Ceiba, Atlantida 25 de Marzo del 2010

OFRANEH

Organización Fraternal Negra Hondureña, OFRANEH
Teléfono (504) 4420618, (504) 4500058
Av 14 julio, calle 19, Contiguo Vivero Flor Tropical, Barrio Alvarado, La Ceiba, Honduras
email:garifuna@ofraneh.org, ofraneh@yahoo.com

PAGAN inicia amanhã, sábado 27 Março, Ciclo de Conversas

A Plataforma Anti-Guerra Anti-NATO (PAGAN) apresenta um ciclo de conversas no bar 2aoQuadrado, em Sintra, aos sábados, sempre às 17h00.

  • 27 Março - A Guerra do Afeganistão
    com Mário Tomé

  • 3 Abril - NATO: o «novo conceito estratégico»
    com Vítor Lima

  • 10 Abril - Acção directa não-violenta: pacifismo e anti-militarismo
    com Manuel Baptista

Rua João de Deus, 70, Sintra (atrás da estação de comboios)

http://antinatoportugal.wordpress.com
http://bar2aoquadrado.blogspot.com

Subscreve!
SAÍDA IMEDIATA DAS TROPAS PORTUGUESAS DO AFEGANISTÃO!

Um outro Ensino Superior para a UTAD e para Portugal


No próximo dia 30 de Março, o Primeiro-ministro José Sócrates e o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, vão estar presentes na UTAD para a Cerimónia Comemorativa do XXIV Aniversário da UTAD.

  • Depois de anos consecutivos de cortes no financiamento das instituições do Ensino Superior;

  • depois de anos consecutivos de asfixia democrática, com o RJIES;

  • depois de anos de alteração das direcções curriculares, com Bolonha;

  • e depois do presente envenenado de 100 milhões de euros,

@s estudantes do Ensino Superior Público reivindicam os seus direitos.

O MUTAD não quer deixar que a visita do Governante passe em Branco.

Assim o MUTAD, convida tod@s @s alun@s da UTAD a estarem presentes no dia 30 de Março, pelas 14h30 no Jardim do Pedrinhas (Por cima da AAUTAD) para um Encontro de Estudantes da UTAD onde se pretende debater a actual situação do Ensino Superior e procurar alternativas.

Tod@s @s estudantes de outras Universidade ou Faculdades são igualmente bem-vindos.

Porque a Universidade é feita por Nós! Vamos todos juntar-nos e reivindicar um outro Ensino.

ATTAC: Tomada de posição sobre o Programa de Estabilidade e Crescimento


A Europa e a crise

O turbilhão de impactos sociais e económicos, de que o aumento generalizado do desemprego e a degradação das condições de vida são a expressão mais dramática, aliado às sucessivas opções da União Europeia (presumivelmente para enfrentar a actual crise económica e financeira) têm permitido revelar, progressivamente, a verdadeira génese da situação que vivemos.

Como um nevoeiro que se dissipa, deixando antever o que causa afinal a tempestade, surgem aos olhos de todos, com uma nitidez cada vez mais cristalina, as razões estruturais e políticas da crise. A evidência de não estarmos, simplesmente, perante uma anomalia passageira no regular funcionamento da vida económica e social, mas antes confrontados com a retumbante falência do modelo em que tem sido assente a construção política e a integração económica europeia, nos últimos vinte a trinta anos, é cada vez mais inquestionável.

O que nos conduziu até à presente crise foi, de facto, todo um modelo ideológico de organização das estruturas políticas, sociais e económicas, sistematicamente apresentado não só como "o único caminho possível", mas igualmente como o rumo natural e desejável de uma Europa que se pretendia moderna, próspera e competitiva. Nos pilares deste modelo encontramos a erosão sistemática do papel do Estado na economia e dos mecanismos de protecção social pública (fundada na alegada superioridade do mercado, em matéria de eficiência, e na necessidade imperiosa de redução dos défices públicos); a dissolução progressiva dos mecanismos públicos de regulação, tendo em vista desobstruir a circulação de capitais e a crescente financeirização das economias; e, em terceiro lugar, a criação e consolidação de estruturas de governação exteriores à racionalidade da esfera pública, fundadas numa suposta necessidade de redução das decisões aos seus fundamentos "científicos" e, portanto, democraticamente despolitizadas.

A progressiva perda de capacidade própria e influência directa do Estado sobre as economias e as sociedades, tanto em matéria de investimento público, direitos sociais (educação, saúde, protecção social) e capacidade de regulação, constituem o reverso paralelo da avassaladora vertigem de liberalização prosseguida nas últimas décadas, devendo sublinhar-se o facto de, neste processo, a União Europeia e a generalidade dos governos europeus se assumirem enquanto agentes activos e determinados na conversão do Estado em instrumento institucional ao serviço do mercado e da sua expansão.


O PEC Português

O Programa de Estabilidade e Crescimento português é mais do mesmo: Antigas receitas de austeridade quando necessitamos de novas respostas que, tanto no país como na Europa, apontem para uma nova política económica e para uma nova arquitectura institucional, capaz de promover o emprego, o ambiente, a justiça social e a democracia em todas as suas vertentes.

As medidas positivas previstas – da taxação das mais-valias à redução dos regressivos benefícios fiscais, passando pela criação de um novo escalão de IRS – não são suficientes para entusiasmar a ATTAC, perante a manifesta falta de coragem para exigir ao sector financeiro (o grande beneficiário do apoio público) e aos grupos sociais mais privilegiados que contribuam para a resolução da crise.

Há muitas formas de reduzir o défice. É necessário proceder a uma profunda reforma fiscal, coordenada à escala europeia, que reforce a progressividade do sistema, taxe as grandes fortunas e rendimentos e que desencoraje a especulação financeira, através da adopção de uma taxa Tobin, e elimine os off-shores.

Ao mesmo tempo é necessário desenhar políticas à escala europeia de crescimento e de emprego, que passam pela redução das desigualdades sociais e regionais na UE, pelo alargamento do mercado interno, nomeadamente nos países mais pobres da Europa, e pela protecção comercial contra os países que não respeitem as regras ambientais e laborais mais elementares.


Por outro lado, o plano de privatizações previsto no do PEC é absolutamente inaceitável, nomeadamente no que diz respeito às privatizações previstas na área dos seguros (mais um "piscar de olho" à finança privada), da energia e dos CTT.

As privatizações degradam a democracia, atacam o serviço público, para além de significarem mais uma retirada brusca do Estado da Economia, limitando cada vez mais as possibilidades de intervenção com vista ao bem comum Estas privatizações são economicamente prejudiciais, pois as receitas extraordinárias conseguidas à custa da venda de activos que são de todos, não compensam no médio prazo a perda de dividendos que esses activos geram.

A ATTAC Portugal está assim empenhada em dar o seu contributo para a mobilização nacional contra este programa de privatizações e lançará em breve uma campanha própria nesse sentido.

Direcção da ATTAC Portugal

25 de Março de 2010

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ATTAC Portugal
www.attac.pt
attac@attac.pt
Apartado 27127, 1201-950 Lisboa

quarta-feira, março 24, 2010

Assembleia MayDay Lisboa :: 4ª f :: CEM :: 21h :: Aparece e divulga!

Após 4 assembleias e uma tarde de debates (Precários na crise: para quê o MayDay?), o MayDay Lisboa já acumulou muita reflexão, construindo uma base importante para um percurso que, juntado gentes diversas, dará voz aos precários até ao 1º de Maio.

Segue-se a 5ª assembleia, desta vez a acontecer no

C.E.M. (Centro Em Movimento)
4ª feira, 21h,
Rua dos Fanqueiros, nº150, 1º andar


Vamos dar a volta à precariedade!

Aparece!



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maydaylisboa@gmail.com
maydaylisboa.net

terça-feira, março 16, 2010

Iraque: Sessão Pública 20 Março

Sete anos depois da ocupação do Iraque

Um Mundo em Estado de Guerra?



MESA REDONDA
15:30 h, 20 Março 2010
Associação 25 de Abril

Rua da Misericórdia 95, Lisboa
Iniciativa do Tribunal-Iraque, com o apoio da Associação 25 de Abril

PARTICIPAM
Eduardo Maia Costa, Magistrado
Vasco Lourenço, Coronel, presidente da Associação 25 de Abril (a confirmar)
Rui Paixão, Sindicalista, dirigente da CGTP
Rui Namorado Rosa, Professor, presidente do CPPC
António Louçã, Historiador, membro do Comité de Solidariedade com a Palestina
Mário Tomé, Tenente-Coronel
Manuel Raposo, membro do Tribunal-Iraque

TEMAS EM DEBATE
Guerras sucessivas e ameaças de novos conflitos marcaram o mundo nos últimos 20 anos: Jugoslávia, Palestina, Somália, Afeganistão-Paquistão, Iraque, Líbano, Gaza; Irão, Coreia do Norte, Geórgia, Iémen.

São guerras prolongadas, com grande grau de destruição, ocupação militar e violências contínuas sobre as populações.

O papel preponderante é dos EUA. Mas é crescente a comparticipação da União Europeia.

Em Portugal, verifica-se uma continuidade política absoluta da parte das autoridades do Estado no apoio às agressões.

As populações dos países ocidentais divorciam-se das acções militares, mas a sua oposição é passiva. Governos e autoridades não ligam à opinião pública e não são beliscados pelas denúncias dos crimes.

A ONU e da Carta das Nações Unidas vão sendo progressivamente postas de lado.

A NATO alarga o seu poder. Disso vai tratar a próxima cimeira da NATO, marcada para Novembro, em Portugal.

O mundo encontra-se em estado de guerra?

Como julgar a colaboração da União Europeia e das autoridades portuguesas com os EUA?

Que compromissos levam o país a ser cúmplice das violações do direito internacional?

Que razões tem a população portuguesa para exigir uma mudança de política?

A Cimeira da NATO em Portugal vem vincar a dependência do país face às grandes potências?


Tribunal-Iraque
(Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque)
Março 2010