sábado, outubro 17, 2009

O Comércio Justo em crise

A primeira loja de Comércio Justo surgiu em Portugal em 1999.

Após uma primeira fase de expansão observa-se hoje, à semelhança do que está a acontecer noutros países europeus, o encerramento de várias destas lojas. O Comércio Justo está, também ele, em crise.

Mas o que é o Comércio Justo?

O conceito nasceu como reacção à crescente concentração, num número cada vez mais restrito de empresas, dos mecanismos de controlo do mercado, onde as transacções nas bolsas são o instrumento determinante para a fixação dos preços a pagar aos produtores.

As consequências desta lógica estão documentadas e são conhecidas: degradação das condições de trabalho e de vida de milhões de seres humanos.

Foi a verificação desta realidade que serviu de ponto de partida à construção do compromisso, comercial e ético, entre produtores, importadores e retalhistas. E embora ainda marginal no conjunto do comércio internacional, o Comércio Justo tem provado que os ganhos económicos, o respeito pelos direitos humanos e pelo meio ambiente não são objectivos incompatíveis.

Mas o Comércio Justo não se limita a pagar um preço mais elevado ao produtor. Do compromisso faz igualmente parte o respeito por um conjunto de regras económicas e sociais básicas.

Assim, os produtores são motivados a aplicar uma parte dos seus lucros na satisfação das necessidades básicas das comunidades onde estão inseridos: na educação, na saúde, na formação profissional.

São também estabelecidas relações comerciais de longo prazo, pagando-se parte do valor dos produtos antecipadamente, permitindo às comunidades planear o seu desenvolvimento.

E é promovida a participação de todos na tomada de decisões e no funcionamento democrático, a igualdade entre mulheres e homens e a protecção do meio ambiente.

Para sabermos das dificuldades que esta actividade enfrenta e de quais os caminhos para a saída da crise que estão em debate, fomos falar com Stéphane Laurent do CIDAC – Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral, uma das organizações promotoras do Comércio Justo em Portugal.

segunda-feira, outubro 12, 2009

Vidas Alternativas 191

O VA desta semana dá-nos noticia de dois importantes sucessos:

1º e mais importante, a vitória com maioria absoluta de António Costa, candidato do PS para a presidência da CML. Ganhou ele e ganharam todos os lisboetas que agora vão perceber com Helena Roseta dos "Cidadãos Por Lisboa" e Sá Fernandes de "Lisboa é Muita Gente" o que é uma gestão a sério por quatro anos de uma cidade virada para os seus habitantes, uma gestão pensada e não atribiliária, sem shows nem ideias megalómanas.

Santana Lopes perdeu mas perdeu honradamente.

Perderam muito mais os que não quiseram fazer unidade à esquerda. Por exemplo, o BE que não meteu nenhum vereador, prémio que os cidadãos de Lisboa lhe deram pela sua teimosia anti-PS.

Vai ter de rever a sua estratégia porque, assim, não vai lá ... e é pena.

Quanto à coligação do PCP também perdeu um vereador e só meteu um, que tem reconhecido mérito.

A 2ª boa notícia é sobre a próxima chegada, na semana que agora corre, do jovem palestiniano, 23 anos, Mahmoud que foi ferido em Gaza-Palestina durante um bombardeamento, por os pais o terem posto na rua, para se verem livres dele, por ser homossexual.

Desde Maio que a Amnistia Internacional, a Opus Gay e a "Pink Code", nos EUA, quando fomos alertados por Luís Seródio, que se movimentaram para o trazer para Portugal para ser tratado.

Enfim, as autoridades consulares portuguesas, generosamente, concederam-lhe um visto, para vir tratar-se da cegueira e dos estilhaços que tem no corpo, devido a ter sido atingido por uma explosão durante o bombardeamento.

A solidariedade internacional valeu-lhe mais do que, infelizmente, a dos nossos compatriotas. Mas não podemos deixar de agradecer a todos que fizeram alguma doação, ainda que pequena, para ajudar a pagar a passagem aérea e as despesas de saúde. Não chegou mas foi muito útil.

E vamos às entrevistas.

Abrimos com António Dores, sociólogo e dirigente da ACED, que nos fala da saúde mental nas prisões portuguesas.

Passamos de seguida a escutar Paulo Raposo, emigrante luso canadiano, que nos fala de Montreal, para nos explicar como é que os emigrantes vêm as nossas eleições.

Vamos depois para algo mais lúdico. A "Maleta Vermelha" uma empresa internacional que dá apoio e ajuda às mulheres portuguesas para se libertarem de tabus sexuais e que agora já estende a sua actividade aos gays e lésbicas.

A Opus Gay fez com ela uma parceria .

Fechamos com o coordenador editorial do semanário Privado, António Pinho, que nos refere os temas mais quentes da próxima edição de quarta feira.

Continuamos abertos às vossas criticas que solicitamos e às vossas potenciais colaborações.

António Serzedelo - editor

www.vidasalternativas.eu

domingo, outubro 11, 2009

Boaventura de Sousa Santos en Lima: participará en el Encuentro Nacional de la Minga Global

Minga Global por la Madre Tierra: 12 al 16 de octubre

Boaventura de Sousa Santos en Lima: participará en el Encuentro Nacional Andino Amazónico

Profesor de las universidades de Coimbra y Wisconsin, impulsor de la Universidad Popular de Movimientos Sociales y el Foro Social Mundial, expresará su respaldo a la Minga Global por la Madre Tierra y disertará sobre las propuestas de Buen Vivir y Estado Plurinacional para enfrentar el calentamiento global.


En el marco de la Minga Global por la Madre Tierra, movilización mundial que se desarrollará del 12 al 16 de octubre, la Confederación Nacional de Comunidades del Perú Afectadas por la Minería (CONACAMI Perú) y la Asociación Interétnica de Desarrollo de la Selva Peruana (AIDESEP) están realizando en Lima el Encuentro Nacional Andino Amazónico.

Un invitado muy especial a este Encuentro es el reconocido intelectual portugués Boaventura de Sousa Santos, profesor de las universidades de Coimbra y Wisconsin, impulsor de la Universidad Popular de Movimientos Sociales y el Foro Social Mundial, quien el domingo 11 de octubre, a las dos de la tarde, disertará sobre las propuestas de Buen Vivir y Estado Plurinacional para enfrentar el calentamiento global.

Boaventura de Sousa Santos compartirá la mesa con el Presidente de CONACAMI Perú, Mario Palacios Panez; la Presidenta de AIDESEP Daysi Zapata Fasabi; y el Coordinador General de la CAOI, Miguel Palacín Quispe. de 3 a 4p.m. del dia 11 de Octubre.

El Encuentro Nacional Andino Amazónico se desarrolla en el Jr. Camaná 550, Cercado de Lima. En él, el destacado investigador ratificará su respaldo a la Minga Global por la Madre Tierra, que en el Perú incluye un Acto Político Cultural el domingo 11 a las 7 de la noche en el frontis de la Municipalidad de Santa Anita; un acto ritual de reciprocidad con la Madre Tierra el lunes 12 a las 9 de la mañana en la Huaca Perales del mismo distrito, y una movilización que partirá a las 10 de la mañana desde allí y se dirigirá hasta la sede de la Organización de Naciones Unidas.

Lima, 9 de octubre de 2009.

CONACAMI, AIDESEP, CAO


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Norma Aguilar Alvarado
**********************************
Área de Comunicaciones
Coordinadora Andina de Organizaciones Indígenas - CAOI
Ecuador-Colombia-Perú-Bolivia-Chile-Argentina
Dirección: Jr. Carlos Arrieta # 1049 Santa Beatriz, Lima - Perú
Telefax: 0051-1-2651061
Celular: 945198300
Sitio web: www.minkandina.org

quinta-feira, outubro 08, 2009

Portugal: constituída «Plataforma Anti-Guerra, Anti-Nato»

PLATAFORMA ANTI-GUERRA, ANTI-NATO (PAGAN)

Constiuída a 30 de Setembro de 2009, a Plataforma Anti-Guerra, Anti-Nato (PAGAN) é um movimento anti-militarista português integrado na campanha internacional «No to War, No to NATO».

Motivada pela circunstância de a próxima cimeira da NATO se realizar em Portugal em finais de 2010, a PAGAN foi criada com o propósito de manifestar pública e pacificamente o desagrado dos cidadãos portugueses com as políticas belicistas da NATO.

A PAGAN pretende também ser um veículo de informação sobre as alternativas anti-militaristas de que todos os cidadãos dispõem de forma a não compactuar com os interesses bélicos da NATO.

Este é um movimento aberto a todos aqueles que pretendam afirmar o seu repúdio pela guerra e pelas instituições que a representam e patrocinam.

Em breve será realizado um encontro em Berlim, reunindo várias organizações anti-militaristas, na campanha «No to War, No to NATO». A plataforma agora criada participará no referido encontro.

http://antinatoportugal.wordpress.com/

quarta-feira, outubro 07, 2009

Argentina: Rechazo a las declaraciones del Ministro Boudou

COMUNICADO DE PRENSA

Rechazo a las declaraciones del Ministro Amado Boudou sobre el Fondo Monetario Internacional


Las declaraciones del Ministro de Economía, Amado Boudou, realizadas al finalizar la reunión con el director Hemisférico Occidental del FMI, Nicolás Eyzaguirre, niegan el verdadero rol del FMI durante décadas en nuestro país.

Afirmar que "Argentina está en un camino de regreso a los mercados internacionales de crédito", y resaltar las "buenas intenciones del Fondo, que está interpretando el signo de los tiempos" es no reconocer la nefasta historia de este organismo, puesta de manifiesto con el financiamiento a distintas dictaduras y regímenes neoliberales que han llevado adelante planes antipopulares.

Las políticas que propicia el FMI, bajo ningún punto de vista pueden considerarse que están interpretando el signo de los tiempos – a decir del Ministro. Sus planteos para salir de la crisis que estamos viviendo y en la cual tuvo una gran cuota de responsabilidad en su generación, representan el histórico interés que ha venido defendiendo el FMI en beneficio del capital concentrado y en detrimento de la vida de los pueblos y la naturaleza.

Resulta sumamente contradictorio que Argentina intente acordar con el Fondo, cuando en el 2005 se dijo que se saldaba la deuda reclamada por ese organismo de casi U$S 10.000 millones para lograr soberanía financiera.

Desde Diálogo 2000 manifestamos nuestro rechazo a cualquier medida que implique que Argentina continúe tomando deuda o inicie nuevos procesos de endeudamiento y siga pagando una deuda ilegítima, que tiene un alto impacto social sobre miles de argentinos que día a día ven restringidos sus derechos más elementales, como el acceso a la alimentación, la salud, la educación y la vivienda digna.

p/ Diálogo 2000
Pablo Herrero Garisto - Gladys Jarazo


Diálogo 2000 es una iniciativa del Premio Nobel de la Paz, Adolfo Pérez Esquivel que trabaja la problemática de la deuda externa y su relación con la militarización y el libre comercio, la generación de deudas históricas, sociales y ecológicas producto del sistema de endeudamiento ilegítimo y de las relaciones desiguales entre el norte y el sur. Cuenta entre sus integrantes a Nora Cortiñas, Madre de Plaza de Mayo LF, a Rina Bertaccini, del Movimiento por la Paz, la Soberanía y la Solidaridad entre los Pueblos, a Beverly Keene, coordinadora de Jubileo Sur y al Pastor luterano Angel Furlan, entre otr@s.
Para más información puede contactarse a dialogo2000@gmail.com - www.dialogo2000.blogspot.com - (54-11) 4307-1867

segunda-feira, outubro 05, 2009

Vidas Alternativas 190

O VA desta semana, o 190, é todo ele dedicado ao dia da República, comemorado a 5 de Outubro. Resolvemos então entrevistar uma serie de cidadãos relevantes nesta questâo que nos falam do significado do evento.

Primeiro Rui Vieira Nery, musicólogo, que nos explica como aparece A Portuguesa, que depois veio a ser o Hino Nacional republicano. M. Helena Carvalho dos Santos, prof.ª universitária, fala-nos do ideal republicano ao longo dos tempos, a começar na Grécia. Seguem-se dois sociólogos em grande parte coincidentes na sua análise de como o ideal republicano está a ser mal defendido nos nosso dias em Portugal. Luís Mateus, militante desta causa, refere o que deviam ser as comemoraçoes do centenário que se iniciam para o ano. A Drª M. Helena Corrêa, coordenadora dos Centros Escolares Republicanos, fala-nos da sua história, do ideal que sempre os norteou - a instrução pública - e como recuperá-los para o tempo presente.

Referimos ainda o impacto que teve na opinião publica o apelo dos cidadãos Compromisso à Esquerda (www.compromissoaesquerda.com) em que se pede aos partidos da esquerda um entendimento mínimo que não empurre o PS para os braços da direita, designadamente CDS, agora o 3º partido. Ver também neste portal e está aberto à subscrição de todos .

Uma palavra final para o encontro dos jovens Liberais Europeus em Lisboa. São um grupo de jovens políticos, não de esquerda, preocupados com formas de implementar a Cidadania e a Diversidade. No painel a que estive presente, como convidado, falou-se da forma como implementar a cidadania plena dos glbt, o que mostra que este problema é mais de Direitos Humanos do que de bandeiras exclusivamente partidárias. A não esquecer ….

Fica de novo o apelo aos nossos internautas para que intervenham com comentários, críticas ou trabalhos que façam e os enviem para este portal.

António Serzedelo - editor

www.vidasalternativas.eu

domingo, outubro 04, 2009

HONDURAS: Comunicado de la Candidatura Independiente Popular a la Presidencia de la Republica

Candidatura Independiente Popular a la Presidencia de la República

COMUNICADO 2


Los empresarios golpistas en su estrategia de legitimarse para profundizar el neoliberalismo y abortar la constituyente, califican el golpe de Estado del 28 de junio no como golpe de estado militar, sino como "sucesión constitucional" y lo hacen así, para poder realizar las elecciones del 29 de noviembre como si aquí no ha pasado nada. Con las elecciones pretenden no solo legitimar el golpe de Estado, sino garantizar la continuidad de los golpistas en el poder, sepultar la Constituyente y bajar el perfil de la Resistencia.

Si nuestra posición y la de la Comunidad Internacional es que ha habido un golpe de Estado, lo único que procede es reestablecer el Orden Constitucional reinstalando al Presidente Zelaya Rosales en su puesto; o, convocar a una constituyente que siente las bases para la refundación de la República, con representación mayoritaria de todos los Sectores Populares.

Para no caer en la estrategia y táctica de los golpistas la Candidatura Independiente Popular en su COMUNICADO 1 del 14 de agosto 2009 sostuvo en su punto número 4: "que los candidatos no golpistas a todo nivel de elección popular se retiren del proceso electoral si se mantiene la dictadura", en vista que el proceso electoral del 29 de noviembre es imposible de realizace por las siguientes razones:

  • Por ser los militares quienes gobiernan. Ellos están en todas las instituciones, incluyendo el Tribunal Supremo Electoral (TSE) desde donde controlan el proceso. Un gobierno de facto y la presencia militar en sus decisiones no garantiza la juridicidad del proceso electoral.

  • Por la ilegalidad del Estado, su aislamiento político-financiero internacional y la oscuridad de la plataforma informática del proceso.

  • Por la negación a aceptar la premisa fundamental que NO hay legalidad sin restitución presidencial.

  • Porque no se puede ofrecer seguridad para el proceso electoral en un ambiente de odio y de intolerancia fomentado por el sistema de comunicación corporativo privado y publico. Los ciudadanos no podemos votar en condiciones de terror impuestas por el ejército, medios de comunicación y empresarios.

  • Porque la transparencia en un ambiente en el que el gobierno de facto ha apostado a reciclar su gobierno espurio con las elecciones, es imposible. Todos los conspiradores, apuestan a las elecciones. Por eso los golpistas que falsifican firmas, asesinan, violan los derechos humanos y la Constitución, inflarán sus resultados para hacer creer al mundo que el pueblo votó masivamente, porque cree en sus instituciones.

Con el regreso del Presidente Zelaya, a Tegucigalpa, el régimen golpista en un acto de desesperación ha incrementado la represión generalizada contra el pueblo, además del acoso, atentado a los derechos humanos y amenazas permanentes contra el Mandatario y quienes lo acompañan en la Embajada de Brasil. Al mismo tiempo se está impulsando un dialogo, condenado al fracaso desde el momento que Micheletti ha declarado que no es para restituir al Presidente Zelaya sino para legitimar las elecciones.

Por lo tanto, la Candidatura Independiente Popular a la Presidencia de la República con Carlos H. Reyes, como presidente, Bertha Cáceres, Maribel Hernández y Carlos Amaya como designados, fija la siguiente posición:

  1. Cualquier diálogo previo al proceso electoral de noviembre tiene que tener por premisa la restitución al Orden Constitucional sin condiciones y de inmediato. Un diálogo solamente para legitimar las elecciones sin volver al orden constitucional es una trampa.

  2. El mejor espacio para resolver el fondo de esta crisis es en una Asamblea Nacional Constituyente que elabore una nueva Constitución que será un Pacto Social para salir del atraso y la dependencia.

  3. Continuamos de manera urgente un proceso de análisis y consulta entre simpatizantes y estructuras organizativas para decidir el retiro de la Candidatura del proceso electoral de no haber restitución del Orden Constitucional porque para nosotros la Constitución NO es "pura babosada".

  4. Llamamos respetuosamente a los demás sectores políticos electorales antigolpistas a tomar en consideración esta posición.

Tegucigalpa, M.D.C. 28 de Septiembre de 2009

CARLOS H. REYES
BERTHA CÁCERES
MARIBEL HERNÁNDEZ
CARLOS AMAYA

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Lista de FIAN Honduras, organización de internacional de derechos humanos, en apoyo al pueblo hondureño en lucha por los derechos humanos.
Envíe su correo electrónico al correo fian-honduras@googlegroups.com para que sus mensajes circulen en Honduras y el mundo.
Páginas recomendadas: http://voselsoberano.com.
Esteban Meléndez C.
Periodista en Resistencia
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quinta-feira, outubro 01, 2009

Venezuela: edil exige destitución inmediata del jefe de Policia

Edil exige destitución inmediata del jefe de Polisucre por vivir en EEUU

Caracas, 29 Sep. ABN.- El alcalde del municipio Sucre, Carlos Ocariz, debe destituir inmediatamente al director de la Policía de esta jurisdicción (Polisucre), Manuel Furelos, por cuanto este funcionario vive actualmente en Miami, Estados Unidos (EEUU).

Así lo exigió el presidente de la Comisión para los Derechos Laborales y Participación Comunal del Concejo Municipal de Sucre, Miguel González, quien señaló que no es posible que el director de un cuerpo policial viva en otro país y controle su trabajo en un municipio venezolano a través de Internet.

'Este señor vive en Estados Unidos y tiene negocios en la ciudad de Miami. Según las investigaciones que realizamos, viaja cada dos semanas al país, gastando un dineral que sale de las arcas del ayuntamiento sucrense', aseguró el concejal.

Agregó que el comisario Furelos se está consumiendo el presupuesto de Polisucre con sus viajes y por esa razón este ente policial no cuenta con recursos suficientes para cubrir las necesidades de sus funcionarios.

Además, mencionó, el director de Polisucre se gastó una suma millonaria en la remodelación que hizo en todas las oficinas usadas por los funcionarios de alto nivel de este órgano policial.

'Hoy hemos recibido las pruebas de que el comisario Furelos vive en los Estados Unidos y tiene negocios en la ciudad de Miami. Estamos muy alarmados y por eso queremos que la opinión pública se entere de lo que está pasando en Polisucre', aseveró González.

Reiteró que el comisario debe reponer al municipio todos los recursos que ha gastado de manera ilegal en sus viajes al coloso del norte.

Indicó que esa es una de las razones del grave problema de inseguridad que viven los habitantes de la jurisdicción, 'porque no es posible que un funcionario de alto rango pretenda manejar un organismo desde el exterior'.

Añadió que Ocariz debe estar al tanto de esta situación y, sin embargo, no hace nada para solucionar este grave problema.

En cuanto a las acciones que va a tomar el Cabildo de Petare sobre el particular, expresó que, en principio, solicitarán una reunión con el burgomaestre Ocariz y con el contralor municipal.

'Las autoridades de la Alcaldía del municipio Sucre deben darnos la cara y responderle al municipio sobre esta grave irregularidad', concluyó.

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¡CON LA RAZON Y LA FUERZA!
¡PATRIA, SOCIALISMO O MUERTE!
¡VENCEREMOS!


Jacobo Torres de León
Coordinador Político Internacional
FUERZA SOCIALISTA BOLIVARIANA DE TRABAJADORES Y TRABAJADORAS

Compromisso à Esquerda - Apelo à cidadania

O resultado das eleiçoes legislativas permite afirmar com clareza que os portugueses recusaram a hegemonia neo-liberal, dando do seu voto maioritariamente à esquerda.

Os resultados de 27 de Setembro exigem que as esquerdas se encontrem e sejam capazes de explicitar o contributo que cada um destes partidos está disposto a dar para se encontrar uma solução estável de governo. Pelo menos essa tentativa de entendimento é devida ao povo português pela forma como demonstrou a sua vontade eleitoral .

Os susbscritores do presente Apelo (153) agem no sentido de que seja traduzido num programa de governo as lutas e anseios de amplas camadas da população que justificam celereridade na construção de respostas urgentes e adequadas para os problemas do quotidiano. Para servir esse objectivo deverão ser estudadas as bases de um Compromisso à Esquerda que reforce as conquistas democráticas vinculando a acçao governativa a um elenco programático.

Contamos consigo para assinar e divulgar este apelo.

http://www.compromissoaesquerda.com

Lisboa, 30 de Setembro 2009.

O editor do VA - António Serzedelo

quarta-feira, setembro 30, 2009

2 de octubre Jornada internacionalista con Honduras

Jornada Internacionalista en Solidaridad con el pueblo de Honduras: contra el golpe de Estado, por la restitución de la democracia y la asamblea constituyente.

Organizaciones y movimientos sociales, que integramos redes y campañas regionales y globales, indignados por el golpe de Estado en Honduras y la represión al pueblo hondureño por parte de la dictadura de facto, llamamos a una jornada internacionalista en solidaridad con el pueblo de Honduras, de manera simultánea, el próximo 2 de octubre, en continuidad con las acciones solidarias que hemos realizado desde el 28 de Junio. Les convocamos a:

  1. Organizar acciones frente a las representaciones de la ONU, la embajada y consulados de los Estados Unidos y las representaciones del Consejo Empresarial de America Latina (ver ejecutivos y capitulos nacionales en http://www.ceal-int.org) en sus países.

  2. Realizar marchas, conciertos, celebraciones ecuménicas, conferencias de prensa, eventos, etc involucrando a personalidades, activistas, intelectuales, parlamentarios, artistas, líderes religiosos que atraigan la atención de los medios de comunicación para compartir información y denunciar la situación en Honduras.

  3. Denunciar y boicotear a las empresas relacionadas con los golpistas.

  4. Enviar cartas a la ONU, la Unión Europea, la OEA, Comisión Interamericana de Derechos Humanos (CIDH), al Tribunal Penal Internacional para exigir acciones y una presión mayor en contra al gobierno golpista en Honduras y por la restitución inmediata de la democracia y el presidente legítimo Manuel Zelaya.

  5. Aprovechar estas iniciativas y actividades en cada país para dejar constituidos comités nacionales, estaduales, municipales, locales, barriales de solidaridad con Honduras y contribuir con las campañas de información y comunicación, de presión política y recaudación de fondos en solidaridad con la resistencia.

Así mismo, los convocamos a movilizar hacia Honduras personalidades, activistas, intelectuales, parlamentarios, artistas, líderes religiosos con capacidad de convocatoria ante los medios de comunicación para acompañar solidariamente a nuestros hermanos y hermanas hondureñas en resistencia, con un esfuerzo especial, para estar presentes en el Primer Encuentro Internacionalista contra el Golpe y por la Asamblea Constituyente a celebrarse entre el 8 y 10 de octubre en Tegucigalpa (encuentrohonduras@gmail.com)

¡CONTRA EL GOLPE DE ESTADO Y POR LA ASAMBLEA CONSTITUYENTE!
¡HONDURAS NO ESTA SOLA!



Informaciones adicionales y adhesiones enviar para alba@movimientos.org
Noticias sobre eventos e iniciativas contragolpedeestadohn@gmail.com y alba@movimientos.org

sábado, setembro 26, 2009

Una nueva economía es posible

Será necesario mas que el G20 para movernos desde la crisis a la sustentabilidad
www.ggjalliance.org

A manera de que los miembros del G20 se reúnen en Pittsburgh en septiembre 23 al 25, miles de representantes de organizaciones de base, sindicatos, y grupos estudiantiles y de fe de toda la nación y el mundo también convergerán para expresar rechazo contra las políticas fracasadas del G20 y para reforzar el movimiento creciente internacional para una economía sostenible.

La alianza popular para la justicia global (GGJ) se enorgullece en ser parte de esta convergencia. La vemos como una de tantas encuentros par construir el movimiento centrando a los activistas de base en el debate alrededor de el cambio económico global, y un logro hacia el camino para la participación global en el foro social estadounidense en Detroit en junio del 2010.

La necesidad para una nueva economía es mas urgente que nunca. Mientras que el Presidente Obama ha declarado que la baja en la economía se ha estabilizado en los estados unidos, la realidad es que sin cambios estructurales significantes a la economía actual, la gente en común continuara batallando con menos.

"Aquí en Pennsylvania, un estudio reciente por el instituto mostró que los ingresos disminuyeron para el 95 % de la población en Pennsylvania mientras que el .01% de la población vio sus ingresos duplicarse entre el 2001 y el 2008" dice Robin Alexander, director de comunicación internacional de los trabajadores eléctricos unidos, de radio y trabajadores de maquina de América (United Electrical, Radio and Machine Workers of America o UE), y miembro del grupo de trabajo de migración y globalización de GGJ. "Este no es el tipo de mundo en el cual queremos vivir. Podemos crear un mundo que provea trabajos decentes, cuidado medico y servicios gubernamentales al mismo tiempo que se protege el medio ambiente para toda la gente del mundo."

El Banco Mundial ha proyectado que 89 millones de personas se irán a la pobreza extrema alrededor del 2010. Esto junto con el desempleo creciente de los estadounidenses, el espectro de 59 millones de trabajos serán perdidos en todo el mundo, junto con la creciente degradación global del medio ambiente indican que el momento de cambiar el modelo de negocios actuales. En esta crisis económica, la peor desde la Gran depresión de los anos 30, será una consulta global, no un grupo exclusivo para crear soluciones que funcionen.

GGJ invita a los activistas de base a que participen en actividades siguiendo las actividades de GGJ en linea en www.ggjalliance.org y www.pittsburghunited.org/g20; y siendo parte de acciones solidarias en casa: http://www.jwjblog.org/2009/09/week-of-action-to-demand-a-real-economic-recovery-for-working-people/.

GGJ hace un llamado al G20 a tomar acciones duras para incrementar la participación en la creación de su agenda y en el proceso de tomar decisiones, Es solo a través de transparencia y proceso democrático que el G20 se moverá de estar tratando de rescatar un sistema financiero fracasado a transformar la economía global a una que se base en estos principios entre otros:

  1. Prioritarias las voces y los derechos de las comunidades mas afectadas por las políticas económicas fracasadas sobre los intereses de los inversionistas.

  2. Canalizar recursos para proteger los derechos humanos, no para escudar o proteger la riqueza.

  3. Deshacer la privatización de los servicios sociales, las políticas desiguales de comercio, y los requisitos de ajuste estructural que incrementan la pobreza en el sur global y en poblaciones pobres y de trabajadores del norte.

  4. Incrementarla inversión en infraestructura y servicios en el sector publico.

  5. Respetar la soberanía y la autonomía en la toma de decisiones del sur global.

  6. Cumplir con los estándares internacionales del trabajo.

  7. Eliminar el uso de combustibles fósiles, cambiar de una cultura de consumerismo dependiente en los productos desechables y abandonar las politicas que convierten en producto vendible la preservacion ecologica y los derechos.

Para mas información por favor visite:
www.ggjalliance.org
www.pittsburghunited.org/g20
http://www.jwjblog.org/2009/09/week-of-action-to-demand-a-real-economic-recovery-for-working-people/
http://www.jwj.org/recovery/09_sept_grid.html

--
Cindy Wiesner
Grassroots Global Justice Alliance/Alianza Popular por la Justicia Global
305.735.3256
cindy@ggjalliance.org

Mailing Address:
P.O. Box 610663
North Miami, FL 33261-0663

sexta-feira, setembro 25, 2009

La crisis mundial desde la perspectiva de la sociedad civil


18.09.09 - ECUADOR
La crisis mundial desde la perspectiva de la sociedad civil

Luiz Bassegio - SCGE*

Quito - Adital - Con el objetivo de promover un diálogo entre las diversas redes para debatir una agenda migratoria, se realiza en Quito, Ecuador, la III Jornada Hemisférica sobre Políticas Migratorias. Los debates buscan reflexionar sobre las implicaciones de la crisis global, sus consecuencias sobre los derechos humanos, y proponer políticas migratorias desde los movimientos sociales, contribuyendo con experiencias y propuestas para el IV Foro Social Mundial de las Migraciones, a se realizar en octubre de 2010, en la misma capital. Más de 200 personas provenientes de dieciséis países participaron de la apertura de la Jornada.

Raúl Delgado Wise, director de la Red Internacional de Migración y Desarrollo, de México, dijo en el evento que, si por un lado crece el PIB mundial; por otro, hay una disminución del bienestar social. En cuanto crece el índice de productividad, los sueldos pierden su poder adquisitivo. Dijo también que en 2009, las transacciones financieras fueron de dos trillones de dólares y el PIB mundial alcanzó los 44 mil millones. Eso demuestra el descompaso que, entre otras consecuencias, causó la disminución del trabajo formal y aumentó la informalidad y la precarización del trabajo.

Crisis Mundial

En la mesa que debatió el tema fue destacado que esta es una crisis de paradigma: del paradigma capitalista que transformó todo en mercancía, incluso la vida y los valores humanos. No será con más del mismo modelo, que saldremos de ella. Este modelo ya probó que no hay soluciones estructurales para os problemas de grande parte de los pueblos, trabajadores/as, migrantes. Las soluciones presentadas por este modelo son para dar respiro y sobrevida a los bancos, para las transnacionales productoras de automóviles, para el mercado financiero. No garantizan derechos sociales para los pueblos. Gobiernos inyectan trillones de dólares en un sistema financiero ya superado, suprimiendo aun más derechos de los trabajadores. La solución a la crisis pasa por la garantía y ampliación de los derechos sociales básicos que permitan a los trabajadores tener acceso a la educación, salud, vivienda, transporte, con respeto a la naturaleza para las generaciones presentes y futuras. Solamente de esa forma iniciaremos un nuevo ciclo donde la humanidad podrá sobrevivir a esta grande crisis generadora de tantas otras.

Para Luiz Sánchez, de la Asociación Romiñahui, de Ecuador, los países ricos concentran energía, medios de comunicación por internet etc. Destacó que los derechos humanos no pueden ser definidos por un marco jurídico, sino son inherentes a la persona. El nuevo sujeto político en construcción debe tener pertenencias múltiples, trabajar en redes, interactuando con las personas y participando en la construcción de políticas alternativas.

Para Óscar Chacón, de NALACC (EE.UU), con el agravamiento de la crisis mundial, los inmigrantes pasaron a ser considerados una amenaza, facilitando la elaboración de leyes cada vez más xenofóbicas. Dijo también que los 12 millones de inmigrantes irregulares son fruto de una actitud inmoral por parte de las autoridades en la medida que hacen o mantienen estas leyes.

Patricia Gainza, del Espacio Sin Fronteras, de Uruguay, dijo que una de las causas de la crisis es el poder de los mercados que está por encima de todos los derechos y que no hay otra salida para la superación que no pase por la implementación de otro modelo de sociedad y economía.

En la parte de la tarde, varios seminarios fueron realizados. Uno de ellos, organizado por el Grito de los Excluidos/as Continental y por Espacio Sin Fronteras, trató de los Movimientos Sociales y de las Migraciones Internacionales y tuvo como objetivos debatir las diversas realidades migratorias, intercambiar experiencias y apuntar alternativas en el sentido de garantizar los derechos de los inmigrantes.

En seguida a las exposiciones y debates, fueron señaladas algunas propuestas que pueden orientar a los movimientos sociales que trabajan el tema: una de ellas es la necesidad de que los migrantes se constituyan en sujetos políticos y protagonistas de las luchas y manifestaciones en la defensa y conquista de sus derechos.

En los debates se destacaron algunas victorias puntuales de los inmigrantes, como la conquista de la amnistía, la marcha de los inmigrantes, realizada todos los años en el mes de diciembre, y la actuación del Centro de Apoyo a los Migrantes, con el proyecto de Inclusión Digital, con jóvenes inmigrantes.

Fue asumido el compromiso de dedicarse a la preparación del IV Foro Social Mundial de las Migraciones, a realizarse del 9 al 12 de octubre del 2010, en la ciudad de Quito, Ecuador.

* Secretario de Grito de los Excluidos/as Continental

Honduras: detener la represión, restablecer el orden constitucional

Ante el retorno del Presidente legítimo de Honduras Manuel Zelaya a su país, desde Jubileo Sur/Américas queremos manifestar una vez más nuestro más enérgico apoyo y respaldo al restablecimiento del orden constitucional en ese país hermano.

Repudiamos la respuesta represiva del régimen golpista a las masivas movilizaciones populares que se están produciendo en el país. No se puede ni se debe intentar detener, por medio de retenes y el establecimiento del toque de queda, el derecho de miles de hondureños a continuar manifestándose para restablecer el orden democrático.

Exigimos el pleno respeto de las garantías constitucionales y la integridad física de cada uno de los manifestantes, como así también de la vida del Presidente Zelaya y su familia, y de la soberanía territorial de la embajada brasilera, donde permanecen resguardados.

Al mismo tiempo denunciamos la persecución que son objeto distintos dirigentes sociales, como las acciones llevadas adelante por el régimen para interferir los medios de comunicación y generar informaciones confusas, mediante la interrupción de programas de televisión y radio, de los servicios de telecomunicaciones y de la energía eléctrica en la zona donde se encuentra la embajada brasileña.

A lo largo de estas últimas semanas, la unidad de las fuerzas populares en resistencia, junto con el apoyo de los movimientos y organizaciones de todo el continente y la posición de algunos gobiernos ha hecho posible hasta ahora, evitar la consolidación y el reconocimiento del régimen golpista. Reiteramos nuestro compromiso y hacemos un llamado a todos los movimientos y gobiernos de la región a redoblar los esfuerzos en solidaridad con el pueblo hondureño ante estas horas decisivas que les toca afrontar. Es el futuro de los pueblos latinoamericanos y caribeños lo que hoy está en juego en ese país.

¡Hoy tod@s somos Honduras!

Jubileo Sur/Américas

22 de septiembre de 2009

quinta-feira, setembro 24, 2009

HONDURAS: COMUNICADO DEL FRENTE DE RESISTENCIA

COMUNICADO DEL FRENTE DE RESISTENCIA
Proclama de la independencia

Al pueblo hondureño y a todos los pueblos del mundo

Nuestra Patria está en insurrección no violenta contra el régimen usurpador que asaltó con las armas las instituciones del Estado el 28 de junio, por lo que ninguna conmemoración independentista bajo esa infame y opresora dictadura golpista puede ser considerada. Hoy padecemos la misma opresión del imperio español, que por 300 años impuso cruz y espada a los heroicos pueblos, que sobrevivimos a la barbarie.

El pueblo de Honduras está en pie de lucha. Hoy celebramos ochenta días de incansable resistencia en todo el país por la restauración de la democracia, el retorno del Presidente Constitucional Manuel Zelaya Rosales y la convocatoria a la Asamblea Nacional Constituyente.

El Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe de Estado constituye la expresión organizada del pueblo hondureño para el ejercicio del derecho a la desobediencia a un régimen despótico surgido de la fuerza de las armas, consagrado en el Artículo 3 de la actual Constitución.

La resistencia al golpe de Estado Militar – la más larga en la historia de América Latina – sigue creciendo en forma imparable, a pesar del asesinato, torturas, apresamientos ilegales e innumerables vejámenes impuestos a diario por la dictadura.

Proclamamos que nuestra lucha comienza con la restitución del Presidente Zelaya Rosales en el poder, seguida de la convocatoria a una Asamblea Constituyente democrática, incluyente y popular, que emita una nueva Constitución para sentar las bases de nuestra verdadera independencia económica y social, haciendo que la oligarquía junto con la cúpula política-militar jamás vuelvan a romper el Orden Constitucional sin recibir su merecido.

El pueblo hondureño en resistencia contra la violencia de los usurpadores proclama, una vez más, el desconocimiento del proceso electoral militarizado con que pretenden legalizar la barbarie del 28 de junio pasado y convoca a la Nación a continuar rechazando en forma activa esa farsa del Tribunal Supremo Electoral.

En esta fecha, expresamos nuestro profundo agradecimiento a todos los pueblos del Mundo sus invaluables demostraciones de solidaridad en respaldo a nuestra causa. Mientras nuestra lucha se agiganta, los usurpadores se desploman cercados por la humanidad; el triunfo está próximo.

Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe de Estado
15 de septiembre de 2009

quarta-feira, setembro 23, 2009

Semana de Acción de la Deuda y las IFIs

12 al 18 de octubre de 2009
Semana de Acción Global contra la Deuda y las IFIs -

Basta de Falsas Soluciones

¡Los Pueblos y el Planeta requieren Anulación de la Deuda y Reparaciones YA!



La crisis financiera y económica global tiene consecuencias devastadoras en la vida de millones de personas en todo el mundo, tanto en el Sur como en el Norte, y en nuestro hogar común, el planeta Tierra. Junto con las crisis alimentaria, climática y energética, la crisis financiera y económica ha conllevado graves impactos: entre otros, pérdidas masivas de puestos de trabajo y salarios; recortes en los fondos para garantizar los derechos humanos básicos de salud, educación, vivienda, agua, electricidad y seguridad social; expulsiones violentas de la tierra y del territorio; un incremento en la concentración del control y la explotación de los recursos naturales por parte del poder empresarial; y un incremento de las actitudes racistas y discriminatorias por género, religión y orientación sexual. Los costos de esta crisis, ciertamente sistémica, continúan creciendo e incluyen el agravamiento de la crisis social y la intensificación de la militarización, de la guerra y de la criminalización de la protesta, incluso cuando los beneficios de los especuladores y otros buitres empiezan a recuperarse.

Los niveles de endeudamiento en el Sur global están sufriendo también el impacto de estas crisis surgidas del corazón de la economía mundial, como resultado de políticas diseñadas en favor del libre flujo de capitales en un mercado que se había declarado autorregulado. Como resultado, la bomba de la deuda está a punto de explotar nuevamente. La reducción de ingresos fiscales, la caída de remesas de trabajadores migrantes, y las crecientes demandas sociales, económicas y ambientales, están presionando a muchos gobiernos del Sur a la búsqueda desesperada de prestamistas, borrando cualquier mejoría reciente y convirtiéndose en presas fáciles de aquellos que no ofrecen nada sino más deuda ilegítima.

Sin embargo, la deuda que se está acumulando no es solo financiera. Las falsas soluciones que se promueven ante estas crisis están generando un incremento potencialmente irreversible de las deudas ecológica, climática, social y económica, de las que son acreedores los pueblos y el planeta, especialmente en el Sur. Entre estas falsas soluciones podríamos citar nuevos préstamos para suplir las necesidades generadas por las crisis; créditos para proyectos de agrocombustibles, megaproyectos energéticos o los llamados mecanismos de desarrollo limpio; el mercado de carbono; el rol central del que se está dotando a instituciones altamente cuestionadas como el Fondo Monetario Internacional, el Banco Mundial, el Fondo de Estabilidad Financiera o la Organización Mundial del Comercio. También las reducciones de deuda limitadas, condicionadas e impulsadas desde los prestadores, desconociendo los compromisos de reconocer y anular sin condicionamientos, a las deudas financieras ilegítimas. En lugar de reconocer la necesidad de una transformación fundamental de un sistema cuyo fracaso se ha tornado cada vez más evidente, las respuestas de los gobiernos del Norte – en particular el G7-, de las empresas transnacionales y algunos gobiernos en el Sur, van encaminadas a salvar el sistema. En vez de aprovecharse de las crisis a espaldas de los mismos pueblos, países y planeta que por un largo tiempo han estado pagando los costes de su enriquecimiento, deben ofrecer compensación y reparaciones por su responsabilidad en provocar una crisis criminal y por el uso desmedido de la riqueza y la naturaleza del mundo entero.

¡Ya basta! Nosotros, los pueblos, debemos unirnos local y globalmente para construir alternativas de equidad y de equilibro para todos y todas, sin deudas ni dominación. Por ello convocamos a los movimientos y organizaciones de todo el mundo, a unir fuerzas en la SEMANA DE ACCIÓN GLOBAL CONTRA LA DEUDA Y LAS IFIs, del 12 al 18 de Octubre de 2009. Juntamente con los Pueblos Indígenas que convocan a una MINGA GLOBAL EN DEFENSA DE LA MADRE TIERRA, del 12 al 16 de octubre, y uniendo las luchas por liberarnos de la dominación de la deuda y del fundamentalismo del mercado, con las luchas por la justicia climática (13 de octubre), de las mujeres rurales y por el repudio de la deuda (15 de octubre), la soberanía alimentaria (16 de octubre) y la erradicación de la pobreza (17 de octubre), nos movilizaremos por soluciones duraderas que harán otro mundo, un mundo justo, posible. ÚNANSE A LA ACCIÓN Y DEMANDEN:

  • Anulación sin condiciones de todas las deudas financieras ilegítimas.

  • Restitución y reparaciones de las deudas ecológicas, climáticas, económicas, sociales e históricas, sobre la base de auditorias integrales y participativas.

  • Respeto del derecho soberano de los países a tomar medidas unilaterales para poner fin a los pagos de deuda a fin de satisfacer sus obligaciones con los derechos humanos y ambientales.

  • Respuestas a las crisis económica, climática, energética y alimentaria que no aumenten la carga de deuda sobre los pueblos del Sur ni sobre el planeta y no incrementen la militarización ni la criminalización de la protesta social.

  • La creación de nuevas instituciones financieras y una arquitectura financiera global y regional que ponga a las personas y el planeta por delante del lucro y el poder empresarial.


¡Los pueblos del Sur son los acreedores! ¡No deben pagar! ¡Anulación de la Deuda y Reparaciones Ya!

semanadeuda@gmail.com

terça-feira, setembro 22, 2009

Rechazamos apoyo FMI a Honduras

RECHAZAMOS CUALQUIER RESPALDO DEL FMI

AL GOLPE DE ESTADO EN HONDURAS



Los pueblos de América Latina y el Caribe, África y Asia, tienen ya sobrada experiencia de los apoyos proferidos por el Fondo Monetario Internacional, el Banco Mundial y otras instituciones financieras internacionales, a regímenes golpistas y políticas violatorias de los derechos de los pueblos y la naturaleza. Sin ir más lejos, fue justamente el FMI, uno de los primeros actores internacionales en reconocer y ofrecer apoyo al régimen de facto encabezado por el empresario Pedro Carmona, luego de que éste intentó poner fin al gobierno de Hugo Chávez en 2002, en Venezuela.

Desde Jubileo Sur, rechazamos cualquier acción de parte del Fondo Monetario Internacional, u otra entidad internacional, que signifique un reconocimiento o respaldo al gobierno usurpador en Honduras, encabezado por el Sr. Roberto Micheletti.

En particular, rechazamos la entrega al Banco Central de Honduras de su cuota-parte de la emisión de Derechos Especiales de Giro, realizada el pasado 28 de agosto, así como también de la emisión especial que se realizará en el día de hoy. Si bien la distribución de estos Derechos Especiales de Giro (DEGs) se supone automática, según el tamaño de la economía y su cuota en el Fondo Monetario Internacional, y sin condiciones adicionales al de ser miembro del Departamente de DEGs del FMI, es totalmente inaceptable que tales recursos sean puestos a disposición de un gobierno ilegítimo, más allá que en estos momentos el mismo Fondo los haya bloqueado a la espera de una nueva decisión. La eventual disponibilidad de esos recursos, junto a cualquier otra forma de endeudamiento contraído con el régimen de facto, se constituirían prima facie en deudas ilegítimas que ni el pueblo hondureño ni ningún futuro gobierno legítimo tendría porque pagar.

Llamamos a los gobiernos de todos los países miembros del Fondo Monetario Internacional, a tomar las medidas necesarias para asegurar que esta institución financiera, una de las máximas responsables de la imposición de las políticas neoliberales de ajuste, privatización y mercantilización de la vida y de la naturaleza que han provocado tanta miseria y crisis en todo el mundo, no sea utilizada AHORA NI NUNCA MÁS para contrariar la voluntad y los derechos de los pueblos, como el de Honduras que hoy sigue firme en su resistencia al golpe de estado perpetrado hace ya más de 70 días.


- Jubileo Sur

9 de septiembre de 2009
JUBILEO SUR / AMÉRICAS
Piedras 730
(1070) Buenos Aires, Argentina
T/F +5411-43071867
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Vidas Alternativas desta semana

Sinopse do programa desta semana:

O VA 188 desta semana começa por referir o caso do mistério do email saído de um alegado assessor da Presidência da República, pondo em causa o comportamento referido como pouco ético de S.Bento, enviado a um jornalista do jornal Público e caído, de repente, numa fuga de informação no conhecimento da opinião pública em plena campanha eleitoral.

Depois entramos propriamente nas conversas com os nossos convidados da semana. Sofia Ganhão cabeça de lista do BE na freguesia da Barcarena, nos arredores de Lisboa, para nos explicar como o sentido do voto naquela área mudou em pouco tempo. Segue-se António Pinho, coordenador editorial do semanário Privado, que explica a sua posição relativamente às criticas que o jornal tem sucessivamente feito ao PS.

Paulo Ferrero, um bloguista e um defensor da cidadania em Lisboa, criador, aliás, de um movimento de cidadãos por Lisboa, fala-nos da opacidade de certos comportamentos do poder e ao mesmo tempo da indiferença dos cidadãos de Lisboa, que só reagem tardiamente, reactivos, e quando os problemas lhes batem à porta, em vez de serem pró activos.

As entrevistas terminam com Armando Nascimento Rosa, dramaturgo, a propósito da sua peça "Nao és BecKett, nao és nada", em que abordamos o tema do teatro do absurdo e do teatro da crueldade, que perpassam esta encenação da sua peça, que está no teatro da Comuna, em Lisboa. E fica também um apelo para os nossos internautas nos comentarem mais e nos enviarem sugestões ou trabalhos, de forma a enriquecer o programa e o portal.

www.vidasalternativas.eu

Antonio Serzedelo

domingo, setembro 06, 2009

OUSADIA OU PERFÍDIA

Na edição de 2 de Setembro do semanário Privado, António Serzedelo escreveu:

Desde que o Presidente da República bloqueou a nova versão da lei das "Uniões de Facto", as forças politicas posicionaram-se, umas em favor dele, outras contra.

Gostaria aqui de recordar que as "uniões de facto" foram criadas primeiro exclusivamente, para os heteros, e só em 2001,por iniciativa do lider da J.S de então, Sergio Sousa Pinto, é que foram depois alargadas aos homos.

Os sectores mais conservadores aproveitaram-se depois (perversamente) deste avanço para o bloquear, apelidando-o de um "segundo casamento" e de uma "restrição à liberdade individual", bem como de uma restrição aos que não optam pelo dito casamento tradicional .

Com isso tentam inviabilizar relaçoes mais harmónicas, justas e estáveis como as proporcionadas pelas unioes. Tudo seria aceitável se nao houvesse a discriminação aviltante do impedimento do casamento dos homossexuais - que ficam, assim, excluídos de uma liberdade fundamental nas democracias modernas. Neste aspecto, o silêncio presidencial torna-se ensurdecedor.

Na próxima legislatura os portugueses escolherão entre pertencer a um país civilizacionalmente ousado (como quando aboliu a escravatura e a pena de morte) ou uma sociedade retrógrada, pérfida e envergonhante.

Antonio Serzedelo

sexta-feira, agosto 28, 2009

Detengan la implicación israelí en la represión del pueblo Hondureño

Detengan la implicación israelí en la represión del pueblo Hondureño y latinoamericano.

Rompan los vínculos militares entre América del Sur e Israel


Declaración con motivo del día de acción global contra el Golpe de Estado en Honduras - 28 de agosto 2009


Desde la campaña palestina contra el Muro de Apartheid, elevamos nuestra voz y nos sumamos a todos aquellos que hoy protestan contra el golpe de Estado en Honduras, la dictadura, y la represión impuestos por el régimen de Micheletti. Como palestinos sabemos que somos parte de la misma lucha que tiene lugar en Honduras.

Todos somos conscientes de que este crimen no habría podido suceder sin el apoyo activo de gobiernos extranjeros.

Varias fuentes indican que no sólo ha intervenido la inteligencia norteamericana, sino también el ejército y la inteligencia israelí. Israel tiene ya una larga historia de apoyo a la represión de los movimientos populares de América del Sur. Desde la Contra nicaragüense a las dictaduras paraguaya, argentina y chilena. Siempre han recibido armas israelíes, servicios secretos y procesos de formación militar. Hoy, Colombia es probablemente el principal receptor de armas israelíes. El líder paramilitar colombiano y traficante de drogas Carlos Castao ha declarado "he aprendido multitud de cosas en Israel y le debo a ese país parte de mi esencia y de todos mis logros militares y políticos"(1) .

Teniendo esto presente, no nos sorprende recibir noticias de la implicación israelí en el golpe militar y el derrocamiento de la democracia hondureña. Estamos profundamente preocupados en diferentes niveles por la implicación israelí en el golpe hondureño.

Al mismo tiempo que el continente americano ha aislado al régimen hondureño, el líder del golpe ha anunciado el apoyo israelí que su gobierno recibe. Varios analistas han señalado que en los meses previos al golpe, la Embajada israelí fue testigo de intensos movimientos diplomáticos con representantes de la oposición, incluído Micheletti (2).

CODEH ha denunciado que el régimen de Micheletti ha contratado comandos israelíes para entrenar a las fuerzas hondureñas en el uso de violencia contra los manifestantes, incluyendo los asesinatos selectivos, para instaurar el terror y desmantelar la resistencia. Informan también que compañías de seguridad privadas están implicadas directamente en la represión (3) .

Las descripciones realizadas reproducen los mismos patrones de ataque que sufren los palestinos cuando se manifiestan contra el Muro y la ocupación de israelí. Israel desarrolla una guerra de baja intensidad contra las comunidades que resisten contra el Muro, reprimiendo a los pueblos en su conjunto y no sólo a los individuos que habitan en ellos. Esto incluye la represión violenta de manifestaciones, asesinatos selectivos de activistas (casi siempre los responsables de las manifestaciones), el castigo colectivo y el terror psicológico (4) .

La experiencia que puede proveer el ejército israelí al régimen hondureño se deriva del asesinato, la represión y la limpieza étnica de los palestinos. Además, los beneficios económicos que Israel extrae de su comercio de armas con América del Sur permite que la industria armamentística se refuerce y mantenga la ocupación y colonización de nuestras tierras.

La implicación israelí en el golpe de Honduras no es mas que la extensión lógica de sus políticas. Para Israel, un Estado colonial construido a partir de la expulsión y represión de la población originaria, el aumento de fuerzas anti-coloniales de carácter emancipatorio en cualquier lugar del mundo, supone una amenaza al paradigma desde el cual ha sido creado. La colaboración israelí con las políticas más conservadoras de los Estados Unidos convierten su implicación en el golpe en una necesidad política.

La implicación israelí en el golpe hondureño alcanza mucho más allá de Honduras, convirtiendo su presencia militar y diplomática en una amenaza para todos los regímenes democráticos del continente. Este golpe no supone sólo una agresión brutal contra el pueblo hondureño sino que sirve como modelo para renovar las agresiones contra el conjunto del continente.

Por eso convocamos a todos los estados democráticos de América del Sur a tomar una posición firme y con principios contra los crímenes israelíes y las violaciones de los derechos humanos en las que están implicados, así como a su implicación histórica y presente en el apoyo a regímenes represivos. Les pedimos:

- rompan sus relaciones con Israel.
- Expulsen a los asesores militares israelíes y sus empresas de seguridad.
- Cancelen sus compras de armamento israelí.


Las fuerzas democráticas y progresistas así como sus alianzas regionales (ALBA, MERCOSUR) deben adoptar un compromiso firme en defensa de los derechos humanos y la democracia para su región y en todo el planeta. Israel no sólo asesina, tortura y encarcela a los palestinos. Demasiados sudamericanos han sufrido ya debido a los paramilitares entrenados en Israel y han muerto debido a sus armas.

La Campaña Palestina contra el Muro de Apartheid. *

* La Campaña Palestina contra el Muro de Apartheid es el principal instrumento de base para la coordinación de la lucha contra el Muro. Somos una coalición de 10 comités populares que representan a 100 comunidades, comités de jovenes y ong´s palestinas. Actuamos como la voz de las comunidades locales y como su instrumento de coordinación y movilización a nivel nacional Somos parte de la lucha global contra el colonialismo y el racismo Nos movilizamos y coordinamos la convocatoria de Boicot, Desinversiones y Sanciones a Israel a nivel local, nacional e internacional.

(1)http://www.thirdworldtraveler.com/Israel/Israel_LAmer_TrailTerror.html
(2)http://www.radioguaimaro.co.cu
(3)http://www.scoop.co.nz/stories/HL0908/S00051.htm
(4)http://stopthewall.org/activistresources/2019.shtml

Declaración de JS/Américas ante reunión de UNASUR

Declaración de Jubileo Sur/Américas ante la reunión de la UNASUR, San Carlos de Bariloche, Argentina, 28 de agosto de 2009.

Ante una nueva reunión de la UNASUR, con la presencia de todos los mandatarios y mandatarias de sus países integrantes, para avanzar en los debates y explicaciones por la instalación de siete nuevas bases militares estadounidenses en territorio colombiano y las implicancias militares y geopolíticas que se desprenden de este hecho para la región en su conjunto, desde Jubileo Sur/Américas queremos hacer pública nuestra posición al respecto.

1.- Manifestamos nuestra más honda preocupación y repudio al avance militarista que se está promoviendo en la región por parte de los Estados Unidos, de la mano del Presidente de Colombia Álvaro Uribe. Esta determinación también va ligada a la predisposición del Gobierno peruano de permitir el amarre en sus puertos nacionales, para aprovisionamiento, de naves integrantes de la denominada IV Flota y del Comando Sur del Pentágono estadounidense.

2.- Esta situación de reacomodamiento estratégico de los Estados Unidos en Suramérica, responde a nuevas políticas de resguardo de sus intereses geopolíticos y económicos-financieros, y a modificaciones en su mapa de monitoreo para la región, ante la decisión del Gobierno ecuatoriano de no renovar la permanencia de la base militar de Malta en su territorio y a la persistente lucha de los movimientos sociales por erradicar las decenas de bases militares ubicadas en América Latina y el Caribe.

3.- Con está decisión del Gobierno colombiano, se consolida así su alineamiento automático con los centros hegemónicos de poder económico-militar. La vigencia del Plan Colombia y la suscripción de un Tratado de Libre Comercio con los Estados Unidos, convierten a Colombia en la proa del imperialismo en la región, dejando una pesada carga de endeudamiento ilegítimo sobre las espaldas de los más pobres y desposeídos.

4.- Esta nueva reunión de la UNASUR, debe avanzar en un planteo integral de denuncia y rechazo a la instalación de estas siete nuevas bases, bajo pretexto de la lucha contra el narcotráfico y el terrorismo. El acuerdo alcanzado permitiría cualquier clase de operaciones militares en el interior y exterior del país. Sin lugar a dudas, esta posibilidad trae marcadas consecuencias para la estabilidad democrática regional y los procesos de integración en marcha como el ALBA y la misma UNASUR. Esto, en un contexto de reagrupamiento y avanzada de las fuerzas conservadoras y de derecha, que tienen en estos momentos su ejemplo más marcado en el reciente Golpe de Estado cívico-militar producido en la República de Honduras. Con el dato comprobado, que el Presidente constitucional, Manuel Zelaya, después de ser secuestrado en horas de la madrugada de su domicilio y antes de ser llevado fuera del país, fue transportado a la base militar estadounidense de Palmerola en territorio hondureño.

5.- Desde Jubileo Sur/Américas reafirmamos nuestro rechazo al Golpe de Estado perpetrado en Honduras y nos sumamos a las voces de repudio frente a la nueva avanza imperialista y militarista de los Estados Unidos. Exigimos el pleno respeto de los derechos humanos y la autodeterminación de los pueblos, especialmente en estos momentos de los pueblos hondureño y colombiano que luchan en defensa de su soberanía y vida.

JUBILEO SUR/AMÉRICAS
27 de agosto de 2009

quarta-feira, agosto 26, 2009

PS, CDU, BE TÊM PROPOSTAS ELEITORAIS PARA OS LGBT

Resolvi procurar nos programas dos partidos o que nos propõem como políticas de integração social dos lgbt para os próximos 4 anos.

O CDS e PSD nada propoem ...

Já o PS, num texto denominado Promoção da Igualdade, encontrei algo muito interessante. Se a 1ª prioridade são as políticas de género, a segunda é o combate a todas as formas de discriminação. E a remoção, na próxima legislatura, das barreiras jurídicas à realização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.

Esta proposta, avançada por Sócrates no Congresso, não foi consensual e houve dirigentes que se mostraram muito reticentes, sobretudo por surgir em plena crise. Foi neste contexto algo desertificante que houve a lembrança, brillhante, de ir buscar Miguel Vale de Almeida, ex bloquista, muito próximo da jornalista do DN Fernanda Cancio, namorada de Sócrates.

Foi uma jogada de mestre, à esquerda. MVA foi durante muitos anos o "papa" dos lgbt do BE e o que ele dizia era sagrado e rendia votos. Por isso, fui sistematicamente atacado por ele pois considerava traição e oportunismo eu dizer que estas questões só começariam a ter uma dimensão nacional quando passassem da extrema esquerda para o centro sociológico.

Hoje, vê-se, pensa como eu.

Passemos à coligação CDU, liderada pelo PCP. No lançamento do programa eleitoral, Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP, falou em políticas "que deêm combate a todo o tipo de discriminação, designadamente em função da orientação sexual, da deficiência ou do sexo",mas por aqui se ficou .

Virei-me, enfim, para o Bloco. Sem dúvida é o partido que tem a maior e mais insistente abordagem destas questões. Defende "o reconhecimento legal das formas de união, casamento, conjugalidade e parentalidade". Defende os transsexuais e diz que "a actual legislação é manifestamente insuficiente e injusta."
Paradoxalmente, parece estar menos fugaz. Contudo, estão a emergir outras estrelas. Sérgio Vitorino (Panteras Rosa), Paulo Vieira (Não te Prives, Coimbra), Bruno Maia (Médicos pela Escolha) e João Louçã, irmão do lider do partido. Faltam mulheres.

Ignoro se as dirigentes da rede ex–aequo habituais bloquistas, agora também deslizaram para o PS, acompanhando a Ilga Portugal onde têm sede.

António Serzedelo

Nota - publicado no jornal Privado na sua edição de 26 de Agosto.

sexta-feira, agosto 21, 2009

Marcha internacional de solidariedade para romper o cerco de Gaza

Está em organização uma marcha internacional de apoio ao povo palestiniano cercado na faixa de Gaza.

Acontecerá no dia 1 de Janeiro de 2010 e há informação disponível sobre este evento em:
- http://www.gazafreedommarch.org/article.php?list=type&type=416
- http://www.facebook.com/group.php?gid=123968613845.

A iniciativa pauta-se pelos seguintes princípios orientadores:

Coligação Internacional pelo Fim do Cerco Ilegal a Gaza

Declaração de Princípios e Objectivos


A Amnistia Internacional referiu-se ao bloqueio a Gaza como "forma de punição colectiva a toda a população de Gaza, uma flagrante violação por Israel das obrigações definidas na Quarta Convenção de Genebra".

O Observatório dos Direitos Humanos descreveu o bloqueio a Gaza como uma "grave violação do Direito Internacional".

Jimmy Carter, antigo presidente dos Estados Unidos, declarou que os habitantes de Gaza têm sido tratados como "animais" e apelou ao "fim do cerco de Gaza" que priva "um milhão e meio de pessoas dos meios necessários à vida".

Sara Roy, da Universidade de Harvard, reconhecida internacionalmente pelo seu trabalho sobre Gaza, afirmou que a consequência do cerco "é sem dúvida um sofrimento em massa, criado em larga medida por Israel, mas com a cumplicidade activa da comunidade internacional, especialmente dos Estados Unidos e da União Europeia."

A lei é clara. A realidade choca a consciência da humanidade.

E, apesar disso, o cerco de Gaza continua.

O povo de Gaza exortou a comunidade internacional a agir para além da mera condenação.

É tempo para a acção!

A Marcha da Longa Milha pela Liberdade

Como forma de assinalar o aniversário do assalto sangrento de 22 dias a Gaza por Israel, a Coligação pelo Fim do Cerco Ilegal a Gaza enviará a Gaza milhares de pessoas de todo o mundo.

A 1 de Janeiro de 2010, marcharemos ao longo da milha em redor do checkpoint de Erez com o povo de Gaza, numa manifestação não violenta que romperá o bloqueio ilegal.

A marcha é inspirada pelas décadas de resistência não violenta dos palestinianos, desde o levantamento popular de massas da primeira Intifada à dos habitantes da Margem Ocidental que continuam a resistir às tentativas de anexação por parte de Israel.

Ela inspira-se nos voluntários internacionais que têm vindo a acompanhar os agricultores palestinianos nas suas colheitas, nas tripulações dos barcos que desafiaram por mar o bloqueio a Gaza e nos condutores dos camiões que transportaram ajuda humanitária a Gaza.

Inspira-se ainda em Mahatma Gandhi, que designou o seu movimento de resistência não violenta satyagrahaa firmeza da verdade. Mantemo-nos firmes na verdade de que o cerco perpetrado por Israel a Gaza é ilegal e desumano.

Gandhi defendia que a não-violência, aimsha, exige mais coragem e é mais eficaz do que a violência. Queremos, através da nossa acção, demonstrar a razão do pensamento de Gandhi.

Nada tememos, não voltaremos atrás, não deixaremos Gaza morrer.

Gandhi disse que o propósito da acção não-violenta é "acelerar" a consciência da humanidade. Queremos fazer com que a humanidade não só condene a violência israelita como, acima de tudo, se mobilize para activamente acabar com ela.

Aqueles de nós que residem nos Estados Unidos inspiram-se, também, no Movimento dos Direitos Civis.

Se Israel desvaloriza as vidas palestinianas, é nosso dever – tal como foi dos brancos do Norte que foram até ao Sul durante o Verão da Liberdade de 1964 – interpor os nossos corpos para defender os palestinianos da brutalidade israelita e testemunhar a desumanidade com que são diariamente confrontados.

Se Israel desafia o Direito Internacional, é nosso dever – da mesma forma que foram enviados agentes federais para assegurar a aplicação da lei contra os xerifes racistas do Sul – enviar agentes não violentos de todo o mundo a Gaza para garantir o cumprimento das leis da Comunidade Internacional.

Não tomamos partido na política interna palestiniana. Colocamo-nos, tão só, ao lado do Direito Internacional e da dignidade humana.

Concebemos esta marcha como mais um elo da longa cadeia de resistência não violenta ao flagrante desrespeito de Israel pelo Direito Internacional.

O cerco é ilegal.

O muro é ilegal.

Os colonatos e demolições de casas são ilegais.

As barricadas e o recolher obrigatório são ilegais.

Os bloqueios de estradas e checkpoints são ilegais.

As detenções e a tortura são ilegais.

Se o direito internacional fosse cumprido, a ocupação seria na verdade insustentável.

O sucesso da marcha depende da nossa capacidade de despertar a consciência da humanidade.

Se nos juntarmos em massa ao povo de Gaza nesta marcha pela liberdade e se milhões de pessoas além de nós assistirem, por todo o mundo, à marcha pela internet e pela televisão, podemos pôr fim ao cerco sem que uma única gota de sangue seja derramada.

Se o mundo inteiro estiver a testemunhar, Israel não nos poderá deter.

Por favor, juntem-se a nós.

A Marcha pela Liberdade de Gaza é dedicada à memória do Dr. Haidar Abdel-Shafi e ao futuro das crianças da Palestina.

(28 de Junho de 2009)

quinta-feira, agosto 20, 2009

Brasil: Parlamento vai investigar dívida pública

Mensaje de apoyo a la instalación en la Cámara de Diputados de Brasil

de la Comisión Parlamentaria de Investigación (CPI) de la deuda pública


La red Jubileo Sur, una articulación de movimientos sociales, organizaciones de la sociedad civil y redes que luchan contra el flagelo de la deuda ilegítima y por el reconocimiento de la deuda social, ecológica e histórica, manifiesta su apoyo a la instalación en la Cámara de Diputados de la Comisión Parlamentaria de Investigación (CPI) de la deuda pública de la unión (gobierno federal), estados (gobiernos provinciales) y municipios (gobiernos locales), y su monumental impacto en las políticas sociales y en la construcción de un modelo de desarrollo justo en Brasil.

El pago de la deuda pública (interna y externa) consume anualmente más del 50 por ciento del presupuesto general del gobierno federal, considerando el refinanciamiento por medio de la emisión de títulos para pagar amortizaciones de la misma. Solo en 2007 el gobierno brasileño gastó 237 billones de reales[1] en el pago de las deudas interna y externa, contra solo 40 billones de reales en salud, 20 billones en educación y 3,5 billones en la reforma agraria. Así, el pago de esa deuda ilegítima es hoy uno de los principales obstáculos para el avance y la garantía absoluta de los derechos de la población brasileña.

La deuda pública actual está directamente relacionada con la deuda generada durante los años de la dictadura militar y en las décadas siguientes, abriendo la puerta para la intervención de organismos como el Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional en la política económica y social brasileña. En la década de 1990, esta misma deuda pública fue puesta a disposición del sistema financiero y de la especulación, a través de la transformación de la misma en títulos negociables. Por tanto, al mantener el pago de la deuda pública el gobierno brasileño no hace más que reforzar su compromiso con los mismos principios que hoy son responsables de la crisis económica global.

Entendemos que la instalación de la CPI de la deuda encontrará resistencia en la medida en que afecte directamente los intereses de aquellos que se benefician de este esquema de transferencia de recursos públicos y concentración de renta. Al dejar al descubierto todo el proceso de endeudamiento del gobierno federal, los estados y municipios de Brasil durante las últimas décadas, y mostrar cuanto ya hemos pagamos por esa deuda ilegítima, esperamos que se revelen los nombres de todos aquellos que se han beneficiado a costa del esfuerzo del pueblo brasileño.

Por esta razón, la instalación de la CPI de la deuda genera gran expectativa para los que luchan por cambios profundos en Brasil, y significa un importante ejemplo para los demás países del Sur Global, también afectados por el flagelo de la deuda. La construcción de un Brasil nuevo, justo y soberano, pasa por la reorientación de nuestra economía y de nuestros recursos, naturales y financieros, y por otro modelo de desarrollo. Esperamos que la CPI de la deuda contribuya decisivamente en este sentido, al revelar a la sociedad brasileña y a la comunidad internacional realmente quien debe a quien.

Brasilia, 19 de agosto de 2009

*RED JUBILEO SUR BRASIL*
*RED JUBILEO SUR/AMÉRICAS*
*RED JUBILEO SUR GLOBAL*


[1] Actualmente el Real cotiza aproximadamente a US$0.50.

quarta-feira, agosto 19, 2009

Existe solidariedade internacional entre os gays?

As nossas ONG praticam pouco a solidariedade internacional, sobretudo de casos humanitários individuais, por falta de tradição, umbiguismo, e por força da nossa periferia.
Isto vem ao caso devido a uma petição lançada pela Opus Gay e a Amnistia Internacional Portuguesa, para tentar salvar um jovem palestiniano, homo, de Gaza, zona liderada por fundamentalistas, porque durante um bombardeamento israelita ficou ferido e cegou, para o qual foi de propósito empurrado para a rua pelos pais, devido à sua sexualidade.
Fomos avisados por Luís Seródio, do Porto, pedindo apoio às organizações.

A Opus Gay esperava que outras ONG e lgbt se pronunciassem, de molde a fazer uma frente comum que sensibilizasse a opinião pública para este caso humanitário. Depois, acabou por avançar sozinha com a Amnistia, lançando uma petição no site www.vidasalternativas.eu para arranjar 3 mil €.

Esta a quantia necessária para pagar viagens do país onde está escondido, até Lisboa, com regresso, vistos, traduções de relatórios médicos e despesas de estadia. Por contraste, mal pusemos a noticia na net respondeu-nos de imediato um grupo canadiano, Gays against zionism, entre outros dos USA, que se prontificaram a divulgar o caso e a fazer uma recolha de fundos que, aliás, resultou em mais de mil dol., que já chegaram.

Aqui, um candidato a deputado com fortes ligações à àrea gay, contactado, mostrou desinteresse, enquanto as diversas ONG lgbt mostraram também insensibilidade em apoiar casos individuais a nivel internacional.

Temos de fugir do politicamente correcto e enveredar também por estes caminhos. Entretanto, recebemos, um apelo do líder das Panteras Rosas para subscrever uma posição do Comité de Solidariedade com a Palestina sobre os ataques mortais a um bar gay em Tel Aviv. Assinamos.

A Sábado e o Carlos Castro no C.M fizeram-nos noticias sensibilizadoras. Vejam a saga do jovem no portal Vidas Alternativas e respondam ao nosso apelo!

nib Opus Gay, Obra Gay assoc,
00 33 000 000 229 638 286 05

António Serzedelo

terça-feira, agosto 18, 2009

A Horta Nómada chega dia 20 - esta quinta-feira!

A Horta Nómada chega dia 20 de Agosto - esta quinta-feira!

A Mó de Vida Coop e o projecto270 recebem a visita da Associação Le Jardin Nomade, um projecto colectivo de eco-cidadania, em viagem à dois meses desde Brest até à margem sul.

O Jardin Nomade é um projecto que tem por objectivo partilhar experiências e trocar ideias sobre as hortas. Pretende testemunhar a dinâmica actual das 'hortas partilhadas'.

Desde o dia 1 de Julho até ao dia 1 de Setembro, o Jardin Nomade, composto por 5 membros, vem seguindo uma rota de hortas partilhadas desde França, passando por Espanha até Portugal, realizando cerca de 20 etapas em 60 dias.

No fim, uma horta será construída com os habitantes locais com a terra vinda das hortas da cidade de Brest (França) e de plantas colhidas nas diversas hortas de França.

O que é uma horta partilhada ­Jardin partagé?
Uma horta partilhada é uma horta dinamizada por uma associação que propõe actividades de horticultura destinadas a sensibilizar as pessoas para a defesa do ambiente e educação para a cidadania. Pretende também criar laços entre os habitantes do local e facilitar a inserção de outros. Serve ainda para valorizar os recursos locais e é gerida colectivamente. Situa-se em geral em terreno cedido pela Câmara municipal ou por outras entidades (hospitais, Caminhos de ferro).

PROGRAMA

* 18.00H - Apresentação do projecto "Horta Nómada", Mó de Vida Coop e projecto270
* 20.00H - Jantar com produtos biológicos e de comércio justo - contribuição de 10 ouriços
* 21.30H - Projecção do filme "Agrovidas" seguido de debate


Mais informações / reservas:

Tel - 21 272 06 41
Email - modevida@modevida.com
Tel - 91 408 23 18
Email - mail@projecto270.com

quarta-feira, agosto 12, 2009

Atentado criminal contra las oficinas de La Vía Campesina en Honduras

Llamada de Solidaridad de la Vía Campesina de Honduras

Atentado criminal contra las oficinas de La Vía Campesina en Honduras

12 Agosto 2009

Anoche a las 11:23 pm - después del toque de queda que se inició a las 10:00 pm - personas desconocidas abordo de un Toyota Turismo de color crema placa PCA1981 dispararon contra la oficina de la Vía Campesina en Honduras que coordina el compañero Rafael Alegría. El hecho fue un claro atentado contra nuestras organizaciones sociales y sus dirigentes sociales que están al frente de la resistencia contra el golpe de estado. Les recordamos que hace unos 15 días hubo una bomba capaz de matar a 15 personas que se estalló en la sede del Sindicato de Trabajadores de la Industria de Bebidas y Similares (STIBYS). Hoy se suma este otro hecho criminal en la oficina de la Vía Campesina. Las dos organizaciones antes mencionadas son parte del Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe del Estado.

Condenamos esta acción ya que las actividades de la Vía Campesina y del Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe del Estado son completamente pacíficas. Agregamos que curiosamente cuando se estipula un toque de queda los únicos que pueden andar en las calles son los policías.

La Vía Campesina en Honduras llama a los organismos de derechos humanos nacionales e internacionales para vigilar y darle seguimiento no solamente a este hecho contra su sede y sus dirigentes, sino la defensa de los derechos humanos de todo el pueblo Hondureño y de las y los compañeros que están en las calles en resistencia contra el golpe de estado desde hace 46 días. El Dirigente Rafael Alegría comenta que "Los derechos del pueblo están siendo realmente violentados. Esta es una situación lamentable, ya que desde que se inició la resistencia ha habido muchos heridos, asesinados, capturados, desaparecidos y muchas otras violaciones a los derechos humanos de los hondureños."

Según un informe preliminar proporcionado por uno de los abogados asesores del Frente Nacional de Resistencia contra el Golpe del Estado, fueron cientos de personas heridos y más de 40 detenidos como resultado de hechos violentos suscitados ayer en horas de la tarde ya para culminar una movilización masiva y pacífica. El grupo de abogados del frente interpuso un recurso de Habeas Corpus para lograr la liberación de las y los compañeros detenidos ayer. La dirigencia del frente mantiene que se produjeran esos disturbios ocasionados por personas ajenas a la protesta, enviados por los golpistas, para provocar estos enfrentamientos y desprestigiar las protestas pacíficas que ha venido desarrollando el frente. Las personas detenidas están acusadas de rebelión, terrorismo, y traición de la patria entre otros delitos.

Enfatiza Alegría que "El Frente de Resistencia no es responsable de estos hechos. Los principios y la mística del Frente son la marcha pacífica, el reclamo pacífico, la movilización pacífica. En ningún momento usamos o llamamos a hechos de violencia. Parece que estos hechos son de grupos interesados en hacer fracasar la movilización social que se encargan de la provocación de toda esta situación y categóricamente decimos que no tenemos ninguna responsabilidad en estos hechos."

Por todo lo sucedido en las últimas 24 horas, la Vía Campesina de Honduras hace un llamado a la Vía Campesina internacional, los movimientos sociales, organizaciones defensoras de derechos humanos nacionales e internacionales para que envían mensajes o delegaciones para apoyar lo que es la solidaridad y la defensa de los derechos humanos en Honduras, y ayudar ponerle un alto a tanta injusticia y violencia en contra del pueblo hondureño que se encuentra indefenso.

Por favor, dirigir cartas de denuncia y/o de solidaridad a las siguientes direcciones:

Secretaria de Estado de Seguridad Pública
Coronel Jorge Rodas Gamero
Fax: (504) 237-9070/ 220-55-47
Correo: sseg.06@hotmail.com

Fiscalía de los Derechos Humanos
Lcda. Sandra Ponce
Fiscal Especial de Derechos Humanos
Tegucigalpa, Honduras
Fax: (504) 221-3656
Correo: ponce10s@yahoo.com.ar

Comité para la Defensa de los Derechos Humanos (CODEH)
Presidente Andrés Pavón
Correo: andres@codeh.hn, codeh@codeh.hn

Comité de Familiares de Detenidos Desaparecidos en Honduras (COFADEH)
Coordinadora Bertha Oliva
Correo: mail@cofadeh.org

La Vía Campesina de Honduras
Correo: laviacampesina@cablecolor.hn


Más información sobre la resistencia al golpe de Estado en Honduras:
http://www.movimientos.org/honduras.php

Ahora nos puedes seguir también al instante en Twitter:
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Minga Informativa de Movimientos Sociales
http://movimientos.org/

Apelo aos governos do continente americano

Chamado aos governos do continente

A cada dia que se passa, se reduzem as possibilidades de que o presidente Mel Zelaya regresse a Honduras. Mesmo que ele regresse a partir de uma solução negociada, que certamente é possível, o fato é que parte do eleitorado tem sido “consumido” pela ditadura, o que significa que as forças políticas de esquerda não poderão competir em uma eleição justa. Isto se agrava com a proposta de Arias de adiantar um mês as eleições de novembro.

De fato, o período legal de campanha eleitoral já começou e há informes de que alguns candidatos estão na clandestinidade.

Ao menos dez pessoas foram assassinadas aparentemente por oposição a ditadura. O grupo de direitos humanos mais proeminente do país, COFADEH, adverte que a ditadura está regressando a estratégia dos "esquadrões da morte" de assassinatos seletivos - aplicada anteriormente na década de 1980 - para debilitar a oposição.

A administração de Obama tem demonstrado em repetidas ocasiões que embora eles apóiem a volta de Zelaya à presidência, sua maior preocupação é evitar que isso prejudique a credibilidade e os interesses de seus amigos no governo golpista. Como resultado desses interesses contraditórios, só será aplicada uma pressão mínima para derrotar o governo golpista.

Portanto, chamamos os governos do continente a ajudar através das seguintes medidas e qualquer outra medida que os mesmos considerem oportunas:

  1. O processo para resolver a situação deve separar-se da mediação de Arias, patrocinada pelos EUA, para um espaço multilateral. O Grupo do Rio seria provavelmente a melhor opção ou a OEA, se o Grupo do Rio não for possível;

  2. Denunciar imediatamente as graves violações de direitos humanos por parte do governo golpista, incluindo o assassinato de ativistas do movimento anti-golpe, o fechamento de estações de TV e de rádios, a perseguição de jornalistas e outros crimes. Se estas denúncias fossem realizadas repetidamente, a Imprensa internacional seria obrigada a começar a dar cobertura a estes abusos e, por conseqüência, será mais difícil para Washington ignorar esses acontecimentos e seguir dando apoio ao governo golpista;

  3. Anunciar que não se reconhecerá os resultados de uma eleição em Honduras onde uma parte importante da campanha se levou a cabo abaixo a uma ditadura. Como a campanha já está acontecendo, isso significa que se o Zelaya não regressar ao seu posto imediatamente, o governo eleito nas próximas eleições não será reconhecido. Os governos também podem comprometer-se a assegurar que a OEA também adotará essa postura;

  4. Implementar sanções de imediato, incluindo o congelamento de contas bancárias de dirigentes golpistas e seus partidários. Os governos também poderão suspender o comércio não essencial (que não seja de alimentos e remédios). Além disso, poderão proporcionar um apoio material para os "Estados de frente de batalha" de Nicarágua, El Salvador e Guatemala, a fim de que esses países possam custear a aplicação de sanções econômicas seletivas. Os governos poderão também negar a entrada de hondurenhos associados ao governo golpista.

Cabe destacar que o governo de fato de Honduras não tem nenhum recurso legal contra sanções abaixo a qualquer acordo internacional, já que não é um governo legítimo. A OEA já deixou claro poucos dias depois do golpe que quando o regime golpista tentou retirar-se da OEA a fim de não ser suspenso, a OEA se negou a reconhecer a tentativa de retirada já que a mesma não foi executada por um governo legítimo.

É muito importante que todos e todas circulem esse chamado e que enviem aos seus respectivos governos.

Muito obrigado por considerar esse chamado.

João Antonio Felicio
Secretário de Relações Internacionais
CUT Brasil

terça-feira, agosto 11, 2009

Rumo aos 10 anos do FSM

Em 2010, o Fórum Social Mundial celebrará 10 anos de seu processo. Para marcar a data, o Conselho Internacional do fórum decidiu, em sua última reunião, realizada em maio em Rabat, no Marrocos, que ao longo de todo o próximo ano o processo FSM terá um caráter permanente, com múltiplos eventos em todo o mundo. O CI propõe que o tema da crise global seja o elemento de identidade comum do processo em 2010.

Saiba mais em: http://www.forumsocialmundial.org.br/noticias_01.php?cd_news=2561&cd_language=1


NOTA - retirado do Boletim FSM de 11 de Agosto de 2009.

Washington y su Guerra contra la Revolución Bolivariana

La decisión de ser víctima o combatiente dentro de esta guerra irregular está en manos de cada uno de nosotros. No te dejes engañar.

Un documento secreto del Centro Nacional de Inteligencia del Ejército de Estados Unidos (U.S. Army National Ground Intelligence Center) recientemente desclasificado parcialmente bajo una solicitud de la Ley de Acceso a la Información (FOIA por sus siglas en inglés) en Estados Unidos, confirma que el equipo de operaciones psicológicas más poderoso del Pentágono está empleando sus esfuerzos contra Venezuela. El documento, del año 2006, analiza la situación fronteriza entre Colombia y Venezuela. Su redacción está realizada por el Grupo 4 de Operaciones Psicológicas (Activa) del Ejército de EEUU y el Centro Nacional de Inteligencia del Ejército de EEUU, hecho que afirma entonces que éste mismo equipo de guerra psicológica está trabajando en la región contra Venezuela.

El poco texto del documento secreto que dejaron sin censura explica como el Plan Patriota (previamente conocida como Plan Colombia) ha exitosamente empujado las actividades de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) a territorio venezolano. Explícitamente destacan en el documento secreto que "…las operaciones ofensivas del Plan Patriota y sus contrapartes del ejército colombiano han tenido un impacto importante sobre las actividades del Bloque Oriental [de las FARC]…debido a éstos éxitos contra algunos frentes del Bloque Oriental en Colombia, varios frentes del Bloque Oriental están conduciendo más combate y regenerando sus actividades en la frontera colombo-venezolana. Los Mini-Bloques de los Llanos y la zona oriental…han asumido distintos papeles estratégicos en respuesta al Plan Patriota 2B…"

No se puede tomar como una coincidencia la llegada del Grupo 4 de Operaciones Psicológicas (Activa) del Ejército de EEUU en Colombia en el año 2006 y la estrategia de empujar a las FARC y el conflicto civil colombiano a territorio venezolano. Pues, es justamente también cuando el Departamento de Estado y el Pentágono comienzan a acusar públicamente a Venezuela de colaborar con el terrorismo, específicamente haciendo referencia a una supuesta relación con las FARC. Fue en el primer semestre del año 2006 que Washington colocó a Venezuela en una lista de "países que no colaboran suficientemente con la lucha contra el terrorismo", imponiendo entonces una sanción contra el país suramericano que resultó en la prohibición de la venta de armamento de Estados Unidos y de cualquier empresa internacional que utiliza tecnología estadounidense. El informe del Departamento de Estado de 2006 decía, "La cooperación de Venezuela en la campaña internacional contra el terrorismo siguió siendo insignificante…No está claro hasta qué punto el gobierno de Venezuela ofreció apoyo material a los terroristas colombianos, si lo hizo, y a qué nivel…" (Informe del Departamento de Estado de 2006, disponible en inglés en www.state.gov)

Pocos meses después, en julio de 2006, el Subcomité sobre Terrorismo Internacional y No Proliferación de la Cámara de Representantes del Congreso estadounidense realizó una audiencia denominada Venezuela: ¿Centro del terrorismo en América del Sur?, en donde declararon, "Venezuela, bajo el presidente Hugo Chávez, ha tolerado a los terroristas en su suelo y ha forjado estrechas relaciones con Estados oficialmente patrocinadores del terrorismo designados como Cuba, Irán y Corea del Norte. Los grupos terroristas colombianos utilizan el territorio venezolano como paraíso seguro…"

Al mismo tiempo, la prensa internacional comenzó a promover matrices de opinión vinculando a Venezuela con el terrorismo. Artículos y editoriales en el Washington Post, New York Times, Washington Times, Wall Street Journal, El País de España, El Tiempo de Bogotá, el Miami Herald, entre otros, repetían una y otra vez el supuesto vínculo entre el gobierno venezolano y las FARC en Colombia, aunque nunca presentaron ni una sola prueba contundente. Las evidencias todas se basaban en fuentes "anónimas", "altos oficiales de Washington", y "analistas", sin nombrar nombres ni datos ni hechos concretos.

LOS GUERREROS DE LA PROPAGANDA

El Grupo 4 de Operaciones Psicológicas (Activa) del Ejército de EEUU, es la única unidad operativa de operaciones psicológicas en el ejército. La unidad está compuesta por 1.300 funcionarios y constituye 26% de todas las unidades de operaciones psicológicas del ejército, los demás 74% son conformadas por reservistas. Para el año 2011, tienen planificado que la unidad crecerá a tener aproximadamente 2.300 tropas expertas en operaciones psicológicas. La misión oficial del Grupo 4 de Operaciones Psicológicas (Activa) es desplegarse rápidamente a cualquier parte del mundo para planificar, desarrollar y conducir operaciones psicológicas y asuntos "civiles" (léase subversión) en apoyo a las fuerzas de coalición y las agencias gubernamentales de Washington.

El personal del Grupo 4 incluye a expertos regionales y lingüistas que comprenden profundamente las sutilidades políticas, culturales, étnicas y religiosas del público blanco. También son expertos en áreas técnicas como periodismo, operaciones de radio, diseño gráfico, prensa, diagramación de imágenes y comunicaciones tácticas de largo rango.

En el año 2003, el Grupo 4 de Operaciones Psicológicas (Activa) del Ejército de EEUU inauguró un complejo de operaciones mediáticas de las Fuerzas Especiales Operacionales con un costó de 8.1 millones de dólares. Este complejo es conocido como el centro de producción del Pentágono para todas sus operaciones psicológicas y sus "productos", como volantes, folletos, afiches, segmentos para televisión y radio que están todos dedicados a persuadir y ganar las mentes y corazones de quienes sean que el Pentágono desea atacar. Por ejemplo, más de 150 millones volantes y folletos - todos producidos e impresos en el complejo del Grupo 4 de Operaciones Psicológicas (Activa) - han sido diseminados por Irak y Afganistán. El Coronel James Treadwell, Comandante del Grupo 4, destacó que más de 16.000 horas de mensajes para radio fueron producidos por su grupo y transmitidos en Afganistán, y más de 4.000 en Irak. La imprenta en el nuevo complejo tienen la capacidad de imprimir más de 1 millon de folletos al día.

Los soldados de las operaciones psicológicas estudian técnicas en "marketing" y publicidad antes de diseñar sus "productos". También analizan detalladamente sus impactos y resultados. Son todos unos expertos en la propaganda y en las mejores maneras de influir sobre la opinión pública para promover su agenda. En 2005, está unidad de "guerrerros de la propaganda" fue ampliado con el establecimiento del Elemento de Apoyo a las Operaciones Psicológicas Conjuntos (JPOSE), con el Coronel Treadwell comandando todo el equipo conjunto. Transferido de Irak a la sede de JPOSE en Tampa, Florida, el Coronel Treadwell comenzó a enfocar sus actividades de propaganda hacia el sur. En declaraciones a prensa, Treadwell confirmó que su nuevo equipo élite de operaciones psicológicas dirigiría una parte del trabajo hacia Bolivia y Venezuela. Poco después, un contrato millonario (hasta 100 millones de dólares) fue otorgado a la empresa Science Applications Internacional Corporation (SAIC) para ayudar diseñar las "campañas" de operaciones psicológicas con JPOSE. Dos otras empresas, Lincoln Group y SYColeman, también recibieron contratos similares tomados del presupuesto del equipo que sobrepasa los 8 billones de dólares anuales.

De éstas empresas, SAIC tiene una historia bastante sucia en Venezuela. Fue la empresa que junto con PDVSA, la estatal de petróleo, construyeron una empresa mixta de nombre INTESA, que se encargó del año 1995 de automatizar la industria petrolera en Venezuela. Y fue ésta empresa INTESA que ejecutó uno de los sabotajes más brutales contra la industria venezolana a finales del año 2002, con la intención de forzar al Presidente Hugo Chávez del poder. La empresa fue utilizada como una plataforma para atacar el "cerebro de PDVSA", destruyendo todos sus bases de datos y sistemas automatizados y convirtiéndola de nueva en una empresa de operación manual. Sus acciones causaron billones de dólares en daños a la economía venezolana y su reputación internacional como un suministrador y productor seguro de petróleo. Sin embargo, no lograron su objetivo de derrocar al Presidente Chávez y poco después, INTESA fue cerrado y forzado de cesar sus operaciones en el país. Hasta que, tres años después aparecieron contratados para realizar operaciones psicológicas contra el mismo gobierno que habían intentando neutralizar anteriormente sin éxito.

Desde que el equipo más poderoso de operaciones psicológicas de Estados Unidos está trabajando activamente contra Venezuela, se ha visto el fruto de su trabajo a nivel internacional y también dentro del país a nivel nacional. Ya, el Presidente Chávez está clasificado como un "dictador" en la opinión pública internacional y son pocos que dudan de su supuesta "relación" con las FARC en Colombia - a pesar de que nunca ha habido ni una sola prueba que confirma dicha relación. Las operaciones psicológicas son considerados por el Pentágono su "arma más poderoso" hoy en día. A través de pantallas, emisoras, periódicos, afiches, diseños de ropa y objetos, transmiten sus mensajes dirigidos y bien planificados para influir sutilmente sobre la opinión pública y sus percepciones sobre temas de interés. Es el nuevo campo de batalla donde todos estamos forzados de asumir un papel, porque nadie se escapa de la información y la comunicación en el mundo de hoy. Es la lucha por la verdad y la justicia contra la mentira y la manipulación.


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¡CON LA RAZON Y LA FUERZA!
¡PATRIA, SOCIALISMO O MUERTE!
¡VENCEREMOS!


Jacobo Torres de León
Coordinador Político Internacional
FUERZA SOCIALISTA BOLIVARIANA DE TRABAJADORES Y TRABAJADORAS
¡AHORA CON LA ENMIENDA EN MANOS DEL PUEBLO!
¡SI AL SOCIALISMO!