O FERVE foi ouvido, no dia 23 de Junho, na Comissão de Trabalho, Segurança Social e Administração Pública da Assembleia da República.
O diploma em análise foi a proposta de lei número 270/X (GOV), que visa aprovar o Código dos Regimes Contributivos do Sistema Previdencial de Segurança Social.
Assim, esta proposta de lei estipula que uma entidade que contrate um trabalhador/a a recibos verdes deverá pagar 5% da Segurança Social desse/a mesmo/a trabalhador. Esta medida é considera como 'um importante passo no sentido da promoção da qualidade e estabilidade das relações laborais.'
Assentimos que seja um passo, porque é um passo atrás, mas refutamos e não compreendemos que possa de algum modo promover a qualidade e estabilidade das relações laborais; de facto, franqueia as portas a este tipo de contratação, promove e legitima a precariedade.
No entanto, o legislador, personificado no Governo, afirma pretender apresentar 'medidas inovadoras que visam dar um importante contributo no combate à precariedade e à segmentação do trabalho' e também 'incentivar relações laborais estáveis e, simultaneamente, desincentivar a precariedade.'
ASSUMINDO A BOA-FÉ E AS BOAS INTENÇÕES DAS AFIRMAÇÕES ACIMA TRANSCRITAS, PROPUSEMOS AS DUAS MEDIDAS DE SEGUIDA ENUNCIADAS QUE, SENDO COLATERAIS À PROPOSTA EM ANÁLISE, A COMPLEMENTAM:
1 - Obrigação de informar
1.1) Sempre que uma entidade contrate alguém a recibos verdes, tem de de informar a Administração Fiscal. Esta comunica administrativamente à Segurança Social.
Propomos que a Administração Fiscal comunique, por via electrónica, à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), o nome de todas as entidades empregadoras que contratam pessoas a recibos verdes, de modo a que a ACT possa ficar em posse de uma base de dados que orientará a sua planificação anual.
1.2) Propomos que, de cada vez que uma entidade contrata uma pessoa a recibos verdes e, por consequência, comunica essa contratação à Administração Fiscal deve ser accionado um processo obrigatório de fiscalização e verificação da validade e legalidade daquele trabalho independente, pela ACT; sendo um falso trabalho independente, deve ser automaticamente convertido em contrato de trabalho sem termo.
2 - Precariedade na Administração Pública e ACT
2.1) Consideramos fundamental que a Administração Pública promova e incentive as relações laborais estáveis, generalizando com contratos de trabalho sem termo todas as situações profissionais de preceriedade existentes no seu seio, ao invés de as converter em contratações através de Empresas de Trabalho Temporário ou da contratação de empresas.
2.2) O quadro de inspectores da ACT deve ser preenchido, uma vez que se encontra com cerca de metade das/os inspectoras/es previstas/os.
PROPOSTAS DE ELEMENTAR JUSTIÇA: PROTECÇÃO NA DOENÇA
Actualmente, a protecção na doença para as/os trabalhadoras/es independentes prevê o direito a 'baixa' a partir do 31ª dia de doença, por um período máximo de 365 dias. As/Os trabalhadoras/es por conta de outrém têm direito a protecção na doença a partir do 4º dia, por um período máximo de três anos.
Propomos que as/os trabalhadoras/es independentes tenham direito a protecção na doença por igual período às/aos trabalhadoras/es por conta de outrém.
PROPOSTAS ESPECÍFICAS DE ALTERAÇÃO À PROPOSTA DE LEI 270X(GOV):
1) Propomos a retirada do ponto 2 do artigo 19º, o que significa que todas/os as/os trabalhadoras/es possam ter protecção na eventualidade de doença, maternidade, paternidade, adopção, desemprego, doenças profissionais, invalidez, velhice e morte.
2) Propomos que a contribuição para a Segurança Social seja paga por retenção na fonte em cada recibo verde emitido.
Esta proposta de lei prevê que a existência de escalões contributivos para a Segurança Social. O valor a ser pago é estupilado em função de 70% dos rendimentos totais do ano civil anterior. Ou seja, em função do que recebemos em 2009, pode ser estipulado que temos de pagar 300 euros/mês em 2010, mas em 2010 podemos receber 500 euros por mês...
Assim, sugerimos a anulação dos escalões e propomos que o pagamento à Segurança Social passe a ser feito por retenção na fonte, em cada recibo verde emitido, de acordo com a taxa já existente que é de 24,6% sobre 70% do valor bruto auferido.
3) Dívidas à Segurança Social
Propomos que, quando é detectada uma dívida à Segurança Social, o Estado, a seu encargo, accione as acções inspectivas que permitam aferir as condições em que aquela dívida foi contraída. Verificando-se que a dívida foi contraída quando a/o trabalhador/a estava sujeito a falso trabalho independente, o ónus do pagamento deve recair sobre a entidade empregadora e o vínculo contratual deverá ser reconhecido e convertido em contrato de trabalho sem termo.
Propomos também que, enquanto decorre o processo de averiguação das condições em que a dívida foi contraída, o/a trabalhador/a não possa ser impedido/a de aceder aos apoios da Segurança Social nem ser impedido/a de trabalhar para o Estado.
Pelo FERVE;
Cristina Andrade
--
FERVE
Fartos/as d'Estes Recibos Verdes
www.fartosdestesrecibosverdes.blogspot.com
PETIÇÃO PELAS/OS TRABALHADORAS/ES DO IPAC, I.P.
http://www.petitiononline.com/IPAC
Que la pluma sea también una espada y que su filo corte el oscuro muro por el que habrá de colarse el mañana [Subcomandante Marcos]
domingo, junho 28, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
Conferencia internacional: "Experiencias de unificación y renovación de la izquierda en Palestina y el mundo"
Nota de prensa, 24 de junio de 2009
Ramallah - Entre el 26 y el 28 de junio, el Movimiento Democrático Nacional Palestino (Palestinian National Democratic Progressive Movement - PNDM - Tayyar) organizará una conferencia de tres días sobre las "Experiencias de unión de la izquierda en Palestina y el mundo" en el salón de conferencias de la Media Luna Palestina en Al-Bireh (Ramallah) y en Gaza.
La conferencia es organizada en cooperación con la Fundación Rosa Luxemburg - Sección Palestina. Será ocasión para que activistas y dirigentes de partidos de Palestina y de nueve países de América Latina, Europa y Asia discutan las experiencas de unificación de la izquierda. La conferencia está dividida en siete sesiones que tendrán lugar en los primeros dos días, mientras que el tercer día se realizarán visitas de campo a diferentes distritos de Cisjordania.
El vocero de medios de la conferencia ‘Omar Nazzal señaló:
"Un número de líderes de partidos de izquierdas presentarán papeles de trabajo que explican cómo tuvieron éxito las experiencias de unificación y activación de las facciones izquierdistas y democráticas en sus países, y cómo aumentaron sus bases populares. En algunos casos, tuvieron la capacidad de vencer en las elecciones y actualmente lideran los gobiernos de sus respectivos países. Otros están preparándose para venideras elecciones parlamentarias, como es el caso de Alemania, donde se espera que la alianza de movimientos de izquierda alcance un número sin precedentes de puestos en el parlamento. Los voceros incluyen a Jorge Shafik Handal, parlamentario de El Salvador, que participa en representación del partido de gobierno, el Frente Farabundo Martí de Liberación Nacional, y que es hijo del fallecido líder y excandidato presidencial del Frente, Shafiq Handhal, de origen palestino.
La conferencia busca enriquecer a los movimientos de izquierdas palestinos, a través de las experiencias internacionales que han tenido éxito en la activación y la unificación de las facciones de izquierda. Los resultados, especialmente en América Latina, Europa y Asia, se han destacado por el hecho de que en numerosos países permitieron la renovación del pensamiento y la práctica de izquierdas. La izquierda palestina, que enfrenta divisiones internas y una capacidad de impacto político disminuido, deberá beneficiarse en su conjunto de estas experiencias. Este objetivo es especialmente crucial en la actualidad, a la luz de la división y los riesgos que enfrenta la causa nacional."
Programa Completo:
Fechas: 26 y 27 de junio 2009
Lugar: Red Crescent
El Bireh, Jerusalem Street
Ramallah, Palestina
Primer día – Viernes, 26 de junio 2009
9:00 a.m. – 9:30 a.m. Registro de participantes
9:30 a.m. – 10:00 a.m. Apertura de las jornadas
Presentador: Iman Hamouri – Director del Centro de Artes Populares de Ramallah
Palabras de bienvenida – Omar Assaf (Tayyar)
Palabras de bienvenida – Representante de Rosa Luxemburg Foundation
10:00 a.m. – 11:40 a.m.
Sesión 1 – Experiencias Internacionales: América Latina
Moderadora: Eileen Kuttab – Directora del Instituto de Estudios de la Mujer. Profesora de Sociología de la Universidad de Birzeit
1. Oscar Vega Camacho – Grupo Comuna
"Unidad de los movimientos sociales bolivianos" (20 minutos)
2. Schafik Jorge Handal Vega – Diputado del Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMLN)
"Unidad de la izquierda en El Salvador " (20 minutos)
3. Ignacio González – Partido del Movimiento Al Socialismo (PMAS) -
"Unidad de la izquierda en Paraguay" (20 minutos)
Preguntas y respuestas (40 minutos)
11:40 a.m. – 12:00 p.m. Receso
12:00 p.m. – 1:40 p.m.
Sesión 2 – Experiencias Internacionales: Europa
Moderadora: Rana Nashashibi – Directora del Centro Palestino de Orientación y Consultoría,
Profesora de Salud Mental Comunitaria de la Universidad de Birzeit.
1. Mr. Frank Puskarev - Die Linke (Secretario del Consejo)
"La experiencia alemana" (20 minutos)
2. Julien Salingue – Nouveau Parti Anticapitaliste (NPA)
"La experiencia francesa de unificación de la izquierda y el papel de las comisiones locales" (20 minutos)
3. Nikos Tavris – Coalición de la Izquierda Radical - Syriza
"La experiencia griega de unificación de la izquierda y papel y estructura organizativa de las juventudes" (20 minutos)
Preguntas y respuestas (40 minutos)
1:40 p.m. – 3:00 p.m. Almuerzo
3:00 p.m. – 4:40 p.m.
Sesión 3 – Reflexiones Regionales y Globales
Moderador: Nasif Moalim – Director General del Centro Palestino por la Paz y la Democracia (PCPD)
1. Emir Sadr – Presidente del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO)
"El desarrollo de los movimientos políticos en América Latina" (20 minutos)
2. Daoud Talhami – Académico e investigador
"La crisis económica global: ¿abre nuevas oportunidades para la izquierda? " (20 minutos)
3. Prabir Purkayastha – Partido Comunista Indio-Marxista (CPI-M)
"Construir la unidad y una coalición de izquierdas en Asia del Sur " (20 minutos)
Preguntas y respuestas (40 minutos)
Segundo día – Sábado, 27 de junio 2009
9:30 a.m. – 11:00 a.m.
Sesión 1 La experiencia palestina
Moderador: Dr. Abdel Karim Nasir – Profesor de Economía de la Universidad de Birzeit
1. Bassam Salhi – Secretario General del Partido Popular Palestino (PPP)
"Reflexiones sobre la unificación de la izquierda según el PPP" (15 minutos)
2. Abdul Rahim Mallouh – Vicesecretario General del Frente Popular para la Liberación de Palestina (FPLP)
"Reflexiones sobre la unificación de la izquierda según el FPLP" (15 minutos)
3. Qais Abdul Karim – Miembro del politburó del Frente Democrático para la Liberación de Palestina (FDLP)
"Reflexiones sobre la unificación de la Izquierda según el FDLP" (15 minutos)
Preguntas y respuestas (40 minutos)
11:00 a.m. – 12:20 p.m. Receso
12:20 p.m. – 2:40 p.m.
Sesión 2 Experiencias palestinas
Moderador: Naser Abu Khdeir – Profesor de la Universidad de Al Quds y activista
1. Dr. Tayseer Arouri – Jefe del Consejo del Centro Palestino por la Paz y la Democracia (PCPD), Profesor de Física de la Universidad de Birzeit
"Experiencias de los procesos de unificación de la izquierda después de los Acuerdos de Oslo" (15 minutos)
2. Talal Okal – Académico e Investigador
"Experiencias de unificación desde la perspectiva de los palestinos de Gaza" (15 minutos)
3. Dr. Aziz Heidar – Universidad de Al Quds – Director del Instituto de Estudios de Área (IAS)
"Experiencias de unificación desde la perspectiva del pueblo palestino del ’48" (15 minutos)
4. Fawz Khalifah – Activista
"Proceso de unificación y razones de la división de la izquierda antes de 1994” (15 minutos)
Preguntas y Respuestas (45 minutos)
2:40 p.m. – 3:30 p.m. Almuerzo
3:30 p.m. – 5:00 p.m.
Sesión 3 Contribuciones de Tayyar
Moderador: Jalal Khader – Gerente del Centro Sawa y abogado
1. Issam Aruri – Director del Centro de Ayuda Legal y Derechos Humanos de Jerusalén
"Justificaciones y horizontes futuros según Tayyar" (15 minutos)
2. Farid Murra – Académico
"Metodología de trabajo – Cómo funciona Tayyar" (15 minutos)
3. Tayseer Zeprie – Activista
"El programa político de Tayyar" (15 minutos)
Preguntas y respuestas (45 minutos)
5:00 p.m. – 5:40 p.m.
Sesión 4 – Clausura
Moderador- Jamal Juma’, coordinador de la Campaña Popular Palestina contra el Muro del Apartheid
Recomendaciones y Declaración Final (40 minutos)
Tercer Día – Domingo, 28 de junio 2009
Visitas de campo
Primer Grupo: Qalqiliya y Tulkarem
Guías: Jamal Barham y Mohammed Othman
Hora: 9:00 a.m. – 5 p.m. (regreso al hotel, 7 p.m.)
Segundo Grupo: Jerusalén y Belén
Guía: Jamal Juma’
Hora: 9:00 a.m. – 5 p.m. (regreso al hotel, 7 p.m.)
Tercer Grupo: Jerusalén y Hebrón
Guía: Daoud Hammoudah
Hora: 9:00 a.m. – 5 p.m. (regreso al hotel, 7 p.m.)
Cuarto Grupo: Jenin
Guía: Mustafa Shata
Hora: 9:00 a.m. – 5 p.m. (regreso al hotel, 7 p.m.)
NOTA - para mais informações consultar http://tayyar-internationalconference.blogspot.com/
Ramallah - Entre el 26 y el 28 de junio, el Movimiento Democrático Nacional Palestino (Palestinian National Democratic Progressive Movement - PNDM - Tayyar) organizará una conferencia de tres días sobre las "Experiencias de unión de la izquierda en Palestina y el mundo" en el salón de conferencias de la Media Luna Palestina en Al-Bireh (Ramallah) y en Gaza.
La conferencia es organizada en cooperación con la Fundación Rosa Luxemburg - Sección Palestina. Será ocasión para que activistas y dirigentes de partidos de Palestina y de nueve países de América Latina, Europa y Asia discutan las experiencas de unificación de la izquierda. La conferencia está dividida en siete sesiones que tendrán lugar en los primeros dos días, mientras que el tercer día se realizarán visitas de campo a diferentes distritos de Cisjordania.
El vocero de medios de la conferencia ‘Omar Nazzal señaló:
"Un número de líderes de partidos de izquierdas presentarán papeles de trabajo que explican cómo tuvieron éxito las experiencias de unificación y activación de las facciones izquierdistas y democráticas en sus países, y cómo aumentaron sus bases populares. En algunos casos, tuvieron la capacidad de vencer en las elecciones y actualmente lideran los gobiernos de sus respectivos países. Otros están preparándose para venideras elecciones parlamentarias, como es el caso de Alemania, donde se espera que la alianza de movimientos de izquierda alcance un número sin precedentes de puestos en el parlamento. Los voceros incluyen a Jorge Shafik Handal, parlamentario de El Salvador, que participa en representación del partido de gobierno, el Frente Farabundo Martí de Liberación Nacional, y que es hijo del fallecido líder y excandidato presidencial del Frente, Shafiq Handhal, de origen palestino.
La conferencia busca enriquecer a los movimientos de izquierdas palestinos, a través de las experiencias internacionales que han tenido éxito en la activación y la unificación de las facciones de izquierda. Los resultados, especialmente en América Latina, Europa y Asia, se han destacado por el hecho de que en numerosos países permitieron la renovación del pensamiento y la práctica de izquierdas. La izquierda palestina, que enfrenta divisiones internas y una capacidad de impacto político disminuido, deberá beneficiarse en su conjunto de estas experiencias. Este objetivo es especialmente crucial en la actualidad, a la luz de la división y los riesgos que enfrenta la causa nacional."
Programa Completo:
Fechas: 26 y 27 de junio 2009
Lugar: Red Crescent
El Bireh, Jerusalem Street
Ramallah, Palestina
Primer día – Viernes, 26 de junio 2009
9:00 a.m. – 9:30 a.m. Registro de participantes
9:30 a.m. – 10:00 a.m. Apertura de las jornadas
Presentador: Iman Hamouri – Director del Centro de Artes Populares de Ramallah
Palabras de bienvenida – Omar Assaf (Tayyar)
Palabras de bienvenida – Representante de Rosa Luxemburg Foundation
10:00 a.m. – 11:40 a.m.
Sesión 1 – Experiencias Internacionales: América Latina
Moderadora: Eileen Kuttab – Directora del Instituto de Estudios de la Mujer. Profesora de Sociología de la Universidad de Birzeit
1. Oscar Vega Camacho – Grupo Comuna
"Unidad de los movimientos sociales bolivianos" (20 minutos)
2. Schafik Jorge Handal Vega – Diputado del Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMLN)
"Unidad de la izquierda en El Salvador " (20 minutos)
3. Ignacio González – Partido del Movimiento Al Socialismo (PMAS) -
"Unidad de la izquierda en Paraguay" (20 minutos)
Preguntas y respuestas (40 minutos)
11:40 a.m. – 12:00 p.m. Receso
12:00 p.m. – 1:40 p.m.
Sesión 2 – Experiencias Internacionales: Europa
Moderadora: Rana Nashashibi – Directora del Centro Palestino de Orientación y Consultoría,
Profesora de Salud Mental Comunitaria de la Universidad de Birzeit.
1. Mr. Frank Puskarev - Die Linke (Secretario del Consejo)
"La experiencia alemana" (20 minutos)
2. Julien Salingue – Nouveau Parti Anticapitaliste (NPA)
"La experiencia francesa de unificación de la izquierda y el papel de las comisiones locales" (20 minutos)
3. Nikos Tavris – Coalición de la Izquierda Radical - Syriza
"La experiencia griega de unificación de la izquierda y papel y estructura organizativa de las juventudes" (20 minutos)
Preguntas y respuestas (40 minutos)
1:40 p.m. – 3:00 p.m. Almuerzo
3:00 p.m. – 4:40 p.m.
Sesión 3 – Reflexiones Regionales y Globales
Moderador: Nasif Moalim – Director General del Centro Palestino por la Paz y la Democracia (PCPD)
1. Emir Sadr – Presidente del Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales (CLACSO)
"El desarrollo de los movimientos políticos en América Latina" (20 minutos)
2. Daoud Talhami – Académico e investigador
"La crisis económica global: ¿abre nuevas oportunidades para la izquierda? " (20 minutos)
3. Prabir Purkayastha – Partido Comunista Indio-Marxista (CPI-M)
"Construir la unidad y una coalición de izquierdas en Asia del Sur " (20 minutos)
Preguntas y respuestas (40 minutos)
Segundo día – Sábado, 27 de junio 2009
9:30 a.m. – 11:00 a.m.
Sesión 1 La experiencia palestina
Moderador: Dr. Abdel Karim Nasir – Profesor de Economía de la Universidad de Birzeit
1. Bassam Salhi – Secretario General del Partido Popular Palestino (PPP)
"Reflexiones sobre la unificación de la izquierda según el PPP" (15 minutos)
2. Abdul Rahim Mallouh – Vicesecretario General del Frente Popular para la Liberación de Palestina (FPLP)
"Reflexiones sobre la unificación de la izquierda según el FPLP" (15 minutos)
3. Qais Abdul Karim – Miembro del politburó del Frente Democrático para la Liberación de Palestina (FDLP)
"Reflexiones sobre la unificación de la Izquierda según el FDLP" (15 minutos)
Preguntas y respuestas (40 minutos)
11:00 a.m. – 12:20 p.m. Receso
12:20 p.m. – 2:40 p.m.
Sesión 2 Experiencias palestinas
Moderador: Naser Abu Khdeir – Profesor de la Universidad de Al Quds y activista
1. Dr. Tayseer Arouri – Jefe del Consejo del Centro Palestino por la Paz y la Democracia (PCPD), Profesor de Física de la Universidad de Birzeit
"Experiencias de los procesos de unificación de la izquierda después de los Acuerdos de Oslo" (15 minutos)
2. Talal Okal – Académico e Investigador
"Experiencias de unificación desde la perspectiva de los palestinos de Gaza" (15 minutos)
3. Dr. Aziz Heidar – Universidad de Al Quds – Director del Instituto de Estudios de Área (IAS)
"Experiencias de unificación desde la perspectiva del pueblo palestino del ’48" (15 minutos)
4. Fawz Khalifah – Activista
"Proceso de unificación y razones de la división de la izquierda antes de 1994” (15 minutos)
Preguntas y Respuestas (45 minutos)
2:40 p.m. – 3:30 p.m. Almuerzo
3:30 p.m. – 5:00 p.m.
Sesión 3 Contribuciones de Tayyar
Moderador: Jalal Khader – Gerente del Centro Sawa y abogado
1. Issam Aruri – Director del Centro de Ayuda Legal y Derechos Humanos de Jerusalén
"Justificaciones y horizontes futuros según Tayyar" (15 minutos)
2. Farid Murra – Académico
"Metodología de trabajo – Cómo funciona Tayyar" (15 minutos)
3. Tayseer Zeprie – Activista
"El programa político de Tayyar" (15 minutos)
Preguntas y respuestas (45 minutos)
5:00 p.m. – 5:40 p.m.
Sesión 4 – Clausura
Moderador- Jamal Juma’, coordinador de la Campaña Popular Palestina contra el Muro del Apartheid
Recomendaciones y Declaración Final (40 minutos)
Tercer Día – Domingo, 28 de junio 2009
Visitas de campo
Primer Grupo: Qalqiliya y Tulkarem
Guías: Jamal Barham y Mohammed Othman
Hora: 9:00 a.m. – 5 p.m. (regreso al hotel, 7 p.m.)
Segundo Grupo: Jerusalén y Belén
Guía: Jamal Juma’
Hora: 9:00 a.m. – 5 p.m. (regreso al hotel, 7 p.m.)
Tercer Grupo: Jerusalén y Hebrón
Guía: Daoud Hammoudah
Hora: 9:00 a.m. – 5 p.m. (regreso al hotel, 7 p.m.)
Cuarto Grupo: Jenin
Guía: Mustafa Shata
Hora: 9:00 a.m. – 5 p.m. (regreso al hotel, 7 p.m.)
NOTA - para mais informações consultar http://tayyar-internationalconference.blogspot.com/
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Organizações Políticas,
Palestina
quarta-feira, junho 24, 2009
Brasil: pelo reconhecimento da RASD
MANIFESTO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS BRASILEIROS PELO RECONHECIMENTO DA REPÚBLICA ÁRABE SAARAUI DEMOCRÁTICA-RASD - SAARA OCIDENTAL
AO POVO BRASILEIRO
São Paulo, Brasil, 22 de maio de 2008.
Convocamos todo o povo brasileiro a participar ativamente da campanha internacional pelo reconhecimento da República Árabe Saaraui Democrática (RASD-Saara Ocidental). O Saara Ocidental é uma região que foi disputada por diversas forças colonialistas/imperialistas durante todo o século XX.
Entre 1882 e 1975 a Espanha colonizou a região, impedindo assim a autodeterminação e a independência nacional do povo saaraui. A ditadura espanhola do General Franco faz um acordo com Marrocos e Mauritânia, para que estes países ocupassem militarmente a região após a saída dos colonizadores. Em outubro de 1975 as forças armadas marroquinas iniciam a invasão, pelo norte, do Saara Ocidental, enquanto, pelo sul, ocorre a invasão comandada pelo governo da Mauritânia.
Desde 1973 o povo saaraui, num corajoso ato de unidade contra os colonialistas, se organiza através da Frente Popular para a Libertação de Saguia el Hamra e Rio de Oro (Frente Polisário), que após muitas lutas, proclamou em 27 de fevereiro de 1976 a independência, e iniciou, a partir deste momento, a construção da estrutura econômica, social e política da nova república soberana.
Desde 1976 os representantes da RASD percorrem o mundo para garantir o apoio internacional para sua justa e legítima reivindicação de total soberania e independência sobre o seu território nacional. A justiça dessa causa teve como resultado inúmeras resoluções da ONU e da Organização para a Unidade Africana (OUA) favoráveis à luta do povo saaraui, bem como o reconhecimento da RASD por 82 países, sendo 28 deles da América Latina. Para nossa vergonha, Brasil (junto com Chile e Argentina) é um dos países de nossa região que ainda não se posicionou a favor do reconhecimento.
Milhares de homens e mulheres saaraui tem dedicado sua vida numa luta desigual contra um inimigo que é hoje um dos principais aliados do imperialismo estadunidense na África, o reino de Marrocos, um dos poucos países que apoiaram a invasão dos EUA no Iraque, em 2003.
Movidos pelo sentimento de solidariedade já expressado por diversas organizações, pessoas e governos do mundo para com a justa luta do povo saaraui e da Frente Polisário, convocamos todas as forças democráticas, progressistas e antiimperialistas do Brasil e da América Latina a somar forças nessa luta internacional pelo imediato reconhecimento da República Árabe Saaraui Democrática (RASD).
Nós, trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, solidários à Frente Polisário e ao povo saaraui, exigimos que o governo brasileiro tome uma posição favorável ao imediato reconhecimento da independência do Saara Ocidental, bem como realize ações que visem estabelecer relações econômicas, políticas e diplomáticas com os legítimos representantes da República Árabe Saaraui Democrática.
Por um mundo sem colonialismo/imperialismo!
Pela soberania e pela autodeterminação nacional saaraui!
Pela solidariedade e unidade entre o povo brasilero e o povo saaraui!
Viva a República Árabe Saaraui Democrática!
AO POVO BRASILEIRO
São Paulo, Brasil, 22 de maio de 2008.
Convocamos todo o povo brasileiro a participar ativamente da campanha internacional pelo reconhecimento da República Árabe Saaraui Democrática (RASD-Saara Ocidental). O Saara Ocidental é uma região que foi disputada por diversas forças colonialistas/imperialistas durante todo o século XX.
Entre 1882 e 1975 a Espanha colonizou a região, impedindo assim a autodeterminação e a independência nacional do povo saaraui. A ditadura espanhola do General Franco faz um acordo com Marrocos e Mauritânia, para que estes países ocupassem militarmente a região após a saída dos colonizadores. Em outubro de 1975 as forças armadas marroquinas iniciam a invasão, pelo norte, do Saara Ocidental, enquanto, pelo sul, ocorre a invasão comandada pelo governo da Mauritânia.
Desde 1973 o povo saaraui, num corajoso ato de unidade contra os colonialistas, se organiza através da Frente Popular para a Libertação de Saguia el Hamra e Rio de Oro (Frente Polisário), que após muitas lutas, proclamou em 27 de fevereiro de 1976 a independência, e iniciou, a partir deste momento, a construção da estrutura econômica, social e política da nova república soberana.
Desde 1976 os representantes da RASD percorrem o mundo para garantir o apoio internacional para sua justa e legítima reivindicação de total soberania e independência sobre o seu território nacional. A justiça dessa causa teve como resultado inúmeras resoluções da ONU e da Organização para a Unidade Africana (OUA) favoráveis à luta do povo saaraui, bem como o reconhecimento da RASD por 82 países, sendo 28 deles da América Latina. Para nossa vergonha, Brasil (junto com Chile e Argentina) é um dos países de nossa região que ainda não se posicionou a favor do reconhecimento.
Milhares de homens e mulheres saaraui tem dedicado sua vida numa luta desigual contra um inimigo que é hoje um dos principais aliados do imperialismo estadunidense na África, o reino de Marrocos, um dos poucos países que apoiaram a invasão dos EUA no Iraque, em 2003.
Movidos pelo sentimento de solidariedade já expressado por diversas organizações, pessoas e governos do mundo para com a justa luta do povo saaraui e da Frente Polisário, convocamos todas as forças democráticas, progressistas e antiimperialistas do Brasil e da América Latina a somar forças nessa luta internacional pelo imediato reconhecimento da República Árabe Saaraui Democrática (RASD).
Nós, trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, solidários à Frente Polisário e ao povo saaraui, exigimos que o governo brasileiro tome uma posição favorável ao imediato reconhecimento da independência do Saara Ocidental, bem como realize ações que visem estabelecer relações econômicas, políticas e diplomáticas com os legítimos representantes da República Árabe Saaraui Democrática.
Por um mundo sem colonialismo/imperialismo!
Pela soberania e pela autodeterminação nacional saaraui!
Pela solidariedade e unidade entre o povo brasilero e o povo saaraui!
Viva a República Árabe Saaraui Democrática!
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Sahara Ocidental,
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terça-feira, junho 23, 2009
Conferencia crisis en la ONU: movimientos llaman a gobiernos a participar
COMUNICADO DE PRENSA- 23 de junio de 2009
MOVIMIENTOS LLAMAN A LOS GOBIERNOS A PARTICIPAR ACTIVAMENTE EN LA PROXIMA CONFERENCIA DE LAS NACIONES UNIDAS FRENTE A LA CRISIS GLOBAL
A través de una carta abierta, más de 150 redes y movimientos sociales piden a las y los jefes de estado y presidentes de los países de América Latina y el Caribe, que participen de la próxima Conferencia de las Naciones Unidas acerca de la Crisis Económica y Financiera y sus efectos sobre el Desarrollo que tendrá lugar en Nueva York del 24 al 26 de junio próximo.
Para las organizaciones firmantes la presencia activa y con un alto perfil de todos los gobiernos será necesaria para "lograr respuestas urgentes, contundentes y coherentes con la gravedad de la crisis sistémica global a la que ahora se enfrenta la humanidad". La conferencia reunirá a todos los países integrantes de las Naciones Unidas, así como a delegaciones de organizaciones sociales acreditadas, como la red Jubileo Sur que será representada en esta ocasión por su coordinadora internacional, la Lic. Beverly Keene, de Diálogo 2000 - Argentina.
En la carta se denuncia que las respuestas hasta ahora gestionadas a través de grupos excluyentes como el G7 y el G20, y las propias Instituciones Financieras privadas, estatales y multilaterales, apuntan solamente a salvar el sistema sobre las espaldas de los pueblos y países que desde hace tiempo vienen pagando los costos de esta crisis.
"Para lograr soluciones globales es necesaria la fuerza y la legitimidad que solo pueden dar la participación global y el respeto por la voz de todos los países en igualdad de condiciones. Por eso la importancia de esta Conferencia en este momento, para que el conjunto de la comunidad internacional a través de las Naciones Unidas – los gobiernos y 'nosotros los pueblos' - ocupemos el lugar que nos corresponde, acordando respuestas inmediatas que protejan los derechos humanos y ambientales" se menciona en la carta.
Por su parte las organizaciones resaltan que la Conferencia es el lugar para plantear y dar continuidad a las diversas iniciativas de integración solidaria que están avanzando en estos momentos en América Latina y el Caribe como son el ALBA, los Tratados Comerciales de los Pueblos, el Banco del Sur, UNASUR, las auditorias integrales de las deudas, entre otras.
Finalmente se reitera la demanda de incluir a los movimientos y organizaciones sociales en este tipo de espacios: "para juntos poder debatir y construir acuerdos en torno a salidas que estén a la altura de la gravedad de esta crisis, entendida por muchos como verdadera y gravísima crisis civilizatoria."
Contacto:
Jubileo Sur/Americas
jubileo@wamani.apc.org Argentina: +541143071867 / 154178 1117
www.jubileosuramericas.org
Carta enviada a los presidentes
Carta a las y los Presidentes y Jefes de Estado, América latina y el Caribe
De nuestra consideración:
Nos dirigimos a Ud. con motivo de celebrarse del 24 al 26 de junio en Nueva York, la Conferencia de las Naciones Unidas acerca de la Crisis Económica y Financiera y sus Efectos sobre el Desarrollo. Los instamos a darle a esta Conferencia la prioridad que se merece y a participar, en su calidad de Jefes de Estado, encabezando una delegación de alto nivel de sus países, inclusive de la participación de los diversos ministerios involucrados y de las organizaciones y movimientos de la sociedad civil abocados al impacto y a la construcción de alternativas frente a la crisis.
Su presencia y la participación activa de los gobiernos que encabezan en esta Conferencia que reunirá a todos los países integrantes de las Naciones Unidas – el "G192" - son necesarios para lograr respuestas urgentes, contundentes y coherentes con la gravedad de la crisis sistémica global a la que ahora se enfrenta la humanidad. Una crisis desatada en el centro del sistema de poder económico y político cuyo modelo insostenible e irresponsable de consumo y de producción sigue asfixiando al planeta entero, profundizando día a día las crisis social, climática, alimentaria y energética con consecuencias inciertas para miles de millones de personas, la naturaleza y la vida misma.
Las respuestas hasta ahora gestionadas a través de grupos excluyentes como el G7 y el G20, y las propias Instituciones Financieras privadas, estatales y multilaterales, cuya responsabilidad, todavía impune, en la generación de esta crisis es flagrante, apuntan a salvar el sistema sobre las espaldas de los mismos pueblos y países que desde hace tiempo venimos pagando los costes de su expansión.
Para lograr soluciones globales es necesaria la fuerza y la legitimidad que solo pueden dar la participación global y el respeto por la voz de todos los países en igualdad de condiciones. Por eso la importancia de esta Conferencia en este momento, para que el conjunto de la comunidad internacional a través de las Naciones Unidas – los gobiernos y "nosotros los pueblos" – ocupemos el lugar que nos corresponde, acordando respuestas inmediatas que protejan los derechos humanos y ambientales contra un mayor deterioro y que conduzcan, en el mediano plazo, a la construcción de un nuevo paradigma de relaciones socio-económicas, financieras y ambientales a nivel mundial.
El liderazgo del actual presidente de la Asamblea General de las Naciones Unidas, con el apoyo de la mayoría de los países miembros, ha permitido llegar a la instancia de esta Conferencia. Ha generado insumos valiosos, incluyendo las recomendaciones de la Comisión de Expertos sobre la Reforma del Sistema Monetario y Financiero Internacional, y un Proyecto de Declaración Final que incluye propuestas concretas para la consideración y acuerdo de los Estados. Entre otros asuntos, reconociendo la responsabilidad de los centros de poder en el Norte para esta crisis, plantean pasos inmediatos para establecer un fondo de estímulo global que no implique un nuevo peso de endeudamiento ilegítimo para los países más necesitados. Recomiendan poner fin y revertir los condicionamientos nefastos impuestos por las Instituciones Financieras Internacionales y los tratados de libre comercio y de protección a las inversiones. Acuerdos sobre estas y muchas otras propuestas pueden y deben ser alcanzados por la Conferencia.
Esta Conferencia es el lugar donde queremos que estén los gobiernos de nuestra región, al más alto nivel, comprometiendo su liderazgo en el seno de la comunidad internacional en defensa de nuestras necesidades y derechos y los de la madre tierra. La existencia de iniciativas de integración solidaria como el ALBA, los Tratados Comerciales de los Pueblos (TCP), el Banco del Sur, UNASUR, la creación de una moneda común de reserva (SUCRE), las auditorías integrales de las deudas, entre otras, que están avanzando en estos momentos en América Latina y el Caribe – pone de manifiesto que es posible construir alternativas de desarrollo endógeno, soberano, democrático y sustentable.
Asimismo reiteramos nuestra convicción acerca de la convocatoria e inclusión de los movimientos y organizaciones sociales para juntos poder debatir y construir acuerdos en torno a salidas que estén a la altura de la gravedad de esta crisis, entendida por muchos como una verdadera y gravísima crisis civilizatoria, que está poniendo en riesgo la supervivencia de los pueblos y la propia vida en el planeta.
América Latina y el Caribe, Junio de 2009.
Atentamente,
Movimientos, organizaciones y redes regionales de América Latina y el Caribe
Alianza de Pueblos del Sur Acreedores de la Deuda Ecológica–América latina/Caribe
Alianza Social Continental (ASC)
Amerindia
Amigos de la Tierra - América Latina y Caribe (ATALC)
Asamblea de los Pueblos de Caribe (APC)
Asociación Americana de Juristas (AAJ)
Asociacion Latinoamericana de Medicina Social (ALAMES)
Campaña por la Desmilitarización de las Américas (CADA)
Centro America por el Dialogo (CAD)
Coalición Internacional para el Hábitat Oficina Regional para Am. Latina (HIC-AL)
Confederación Sindical de las Américas (CSA)
Consejo Latinoamericano de Iglesias (CLAI) – Secretaría regional Rio de la Plata
Convergencia de Movimientos Populares de América (COMPA)
Coordinadora Andina de Organizaciones Indígenas (CAOI)
Coordinadora de Organizaciones del Campo de Am. Latina y el Caribe (CLOC-V.C.)
Federación Luterana Mundial - Programa sobre Deuda Ilegítima
Federación Sindical Mundial (FSM) en las Américas
Grito de los/las Excluidos Continental
Jubileo Sur/Américas (JS/A)
Observatorio Internacional de la Deuda – América Latina
Oilwatch-Sudamérica
Plataforma Interamericana de DD. HH., Democracia y Desarrollo (PIDHDD)
Programa Conosur Sustentable
Red contra los Agronegocios, America Latina
Red de Mujeres Transformando la Economía (REMTE)
Red Internacional de Género y Comercio (IGTN) – América Latina
Red Latinoamericana de Ciudades Solidarias, Inclusivas, Saludables y Sustentables
Red Latinoamericana sobre Deuda, Desarrollo y Derechos (LATINDADD)
Red Mundial SICSAL - Oscar Arnulfo Romero, Secretaría
Servicio Paz y Justicia en América Latina (SERPAJ-AL)
Sociedad latinoamericana de economía política y pensamiento crítico (SEPLA)
Movimientos, redes y organizaciones de los países de la Región
Asamblea Barrial de Beccar – Argentina
Asociación Americana de Juristas, Capítulo Argentino
Asociación Guadalupe - Argentina
Attac-Argentina
ALC-SISS (Ciudades Solidarias, Inclusivas, Saludables y Sustentables -Aula
Latinoamericana) - Argentina
Cátedra Nacional de Economía "Arturo Jauretche" – Argentina
Central de Trabajadores Argentinos (CTA), Secretaría de Integración - Argentina
Centro Ecuménico de Acción Solidaria (CEASOL) - Argentina
Comisión de Asambleas Barriales por la Recuperación de las Privatizadas - Argentina
Comisión Provincial de Justicia y Paz- Misioneros Claretianos, Argentina-Uruguay
Comunidad Teológica Rajab, Argentina
Consejo Deliberante de la Cdad. Autón. de Bs. As., Proyecto Sur, Consejal L. Parada
Construyendo Sueños - Argentina
Cooperativa de Vivienda "Lua de Luna" Ltda. - Argentina.
Diálogo 2000 – Argentina
Ecoportal.Net - Argentina
Espacio Ecuménico – Argentina
El Señor de los Milagros - Argentina
Frente Popular Darío Santillán
Foro Defensa del Río de la Plata
Foro de Salud de San Isidro - Argentina
Está en Nosotros - Argentina
Federación de Cooperativas "Acuario" - Argentina
Federación Judicial Argentina
Foro Ciudadano de Participación por la Justicia y los Derechos Humanos – Argentina
Foro de Pensamiento y Construcción Social (Fpycs) - Argentina
Frente de Trabajadores Territoriales Argentina
Fundación Servicio Paz y Justicia – Argentina
Fundación SES - Argentina
Futuro Transgenérico – Argentina
Iglesia Evan. del Río de la Plata, Pdte. Pastor Schäfer y Sec. Gral. Pastor Schvindt
Médicos del Mundo - Delegación Argentina
Movimiento por la Paz, la Soberanía y la Solidaridad entre los Pueblos -Argentina
Movimiento Social Misiones, Juan Yadhjián - Argentina
Movimiento por la Soberanía e Integración de los Pueblos- MoSIP Argentina
Movimiento de Trabajadores y Desocupados (MTD) - Argentina
Periódico El Espejo- Argentina
Taller de Creaciones Populares (TCP) – Quilmes, Argentina
Asociación PROAMTRA (Proyectación Ambiental Transdisciplinaria) - Bolivia
CEADL - Bolivia
Comité Boliviano por la Paz y la Soberanía - Bolivia
Compañía de Artes Integradas (C.A.I.) - Bolivia y Argentina
Grito de los excluidos (as) Bolivia
Jóvenes por la Constituyente Bolivia
Movimiento antiracista Boliviano - Bolivia
Movimiento de Objetores de Conciencia Bolivia
Observatorio Boliviano de los Recursos naturales - Bolivia
Articulação de Mulheres Brasileiras – Brasil
CEBRAPAZ - Brasil
Políticas Alternativas para el Cono Sur PACS – Brasil
Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais – Brasil
Rede Jubileu Sul Brasil
Rede Social de Justiça e Direitos Humanos - Brasil
Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP) – Brasil
Vía Campesina – Brasil
Common Frontiers – Canadá
Comite Monseñor Romero de Chile
Foro Espiritual de Santiago por la Paz, Dr. G. González Cortés, Coord. - Chile
Fundación EPES – Chile
Corporación Mujeres y Economía - Jubileo Sur Colombia
Alianza Social Continental - Capítulo cubano
Centro Memorial Dr. Martin Luther King, Jr. – Cuba
Grupo de Reflexion y Solidaridad Oscar Romero de Cuba
Movimiento Cubano por la Paz y la Soberanía de los Pueblos - Cuba
Acción Ecológica – Ecuador
Centro de Derechos Económicos y Sociales – Ecuador
Ecuador Decide – Ecuador
Fundación Pueblo Indio del Ecuador
Jubileo 2000 Red Guayaquil – Ecuador
Red de Ecologistas Populares del Ecuador
Red de Acción Ciudadana Frente al Libre Comercio- Sinti Techan – El Salvador
Unidad Ecológica Salvadoreña-UNES – El Salvador
PAPDA – Haití
Bloque Popular – Honduras
Centro Nacional de Promoción Social, A.C. – México
Centro Operacional de Vivienda y Poblamiento (Copevi) de Mexico.
Colectivo Marea Creciente – México
DECA Equipo Pueblo A.C. – México
Fundación Nuevo Milenio A.C. – México
Grupo Tacuba, A. C. – México
Movimiento Mexicano de Afectados por las Presas y en Defensa de los Ríos –México
Mujeres para el Diálogo A.C. (MpD) – México
Mujeres por México en Chihuahua, A.C. (México)
Otros Mundos, AC/Chiapas - México
Red AMPES de Economía social y solidaria – México
Red de Enlace Vecinal Ciudadana – México
Red Jubileo Sur México
Red Mexicana de Acción frente al Libre Comercio – México
Red Mexicana de Investigadores sobre la Sociedad Civil (REMISOC)
Red Nacional Género y Economía (REDGE) – México
Siembra, A.C. – México
Consejo Nacional Indígena de Pueblos Nahuat y Chorotegas - Nicaragua
Movimiento Social Nicaragüense Otro Mundo es Posible – Nicaragua
Red Nacional de Defensa de los Consumidores (RNDC) - Nicaragua
Asociación Americana de Juristas, Capítulo Paraguay
Coordinadora para Asentamientos Espontáneos - Paraguay
Frente Social y Popular - Paraguay
Grito de los Excluidos de Paraguay
Red de Organizaciones Sociales - Encarnación-Itapua-Paraguay
Comisión de la Mujer de Conades – Perú
Red Jubileo Perú – Perú
Grito de las/os Excluidas/os de Puerto Rico
Comité Pro Niñez Dominico-Haitiana-Puerto Rico
Proyecto Caribeño de Justicia y Paz – Puerto Rico
RQIC – Québec
Attac – Québec
Caribbean Association for Feminist Research & Action - St. Lucia
Federation of Independent Trade Unions and NGOs (FITUN) - Trinidad and Tobago
Plataforma DESCAM - Uruguay
Coalición de las Tendencias Clasistas (CTC)- Venezuela
Más información:
Jubileo Sur/Américas
jubileo@wamani.apc.org
Alianza Social Continental
secretaria@asc-hsa.net
MOVIMIENTOS LLAMAN A LOS GOBIERNOS A PARTICIPAR ACTIVAMENTE EN LA PROXIMA CONFERENCIA DE LAS NACIONES UNIDAS FRENTE A LA CRISIS GLOBAL
A través de una carta abierta, más de 150 redes y movimientos sociales piden a las y los jefes de estado y presidentes de los países de América Latina y el Caribe, que participen de la próxima Conferencia de las Naciones Unidas acerca de la Crisis Económica y Financiera y sus efectos sobre el Desarrollo que tendrá lugar en Nueva York del 24 al 26 de junio próximo.
Para las organizaciones firmantes la presencia activa y con un alto perfil de todos los gobiernos será necesaria para "lograr respuestas urgentes, contundentes y coherentes con la gravedad de la crisis sistémica global a la que ahora se enfrenta la humanidad". La conferencia reunirá a todos los países integrantes de las Naciones Unidas, así como a delegaciones de organizaciones sociales acreditadas, como la red Jubileo Sur que será representada en esta ocasión por su coordinadora internacional, la Lic. Beverly Keene, de Diálogo 2000 - Argentina.
En la carta se denuncia que las respuestas hasta ahora gestionadas a través de grupos excluyentes como el G7 y el G20, y las propias Instituciones Financieras privadas, estatales y multilaterales, apuntan solamente a salvar el sistema sobre las espaldas de los pueblos y países que desde hace tiempo vienen pagando los costos de esta crisis.
"Para lograr soluciones globales es necesaria la fuerza y la legitimidad que solo pueden dar la participación global y el respeto por la voz de todos los países en igualdad de condiciones. Por eso la importancia de esta Conferencia en este momento, para que el conjunto de la comunidad internacional a través de las Naciones Unidas – los gobiernos y 'nosotros los pueblos' - ocupemos el lugar que nos corresponde, acordando respuestas inmediatas que protejan los derechos humanos y ambientales" se menciona en la carta.
Por su parte las organizaciones resaltan que la Conferencia es el lugar para plantear y dar continuidad a las diversas iniciativas de integración solidaria que están avanzando en estos momentos en América Latina y el Caribe como son el ALBA, los Tratados Comerciales de los Pueblos, el Banco del Sur, UNASUR, las auditorias integrales de las deudas, entre otras.
Finalmente se reitera la demanda de incluir a los movimientos y organizaciones sociales en este tipo de espacios: "para juntos poder debatir y construir acuerdos en torno a salidas que estén a la altura de la gravedad de esta crisis, entendida por muchos como verdadera y gravísima crisis civilizatoria."
Contacto:
Jubileo Sur/Americas
jubileo@wamani.apc.org Argentina: +541143071867 / 154178 1117
www.jubileosuramericas.org
Carta enviada a los presidentes
Carta a las y los Presidentes y Jefes de Estado, América latina y el Caribe
De nuestra consideración:
Nos dirigimos a Ud. con motivo de celebrarse del 24 al 26 de junio en Nueva York, la Conferencia de las Naciones Unidas acerca de la Crisis Económica y Financiera y sus Efectos sobre el Desarrollo. Los instamos a darle a esta Conferencia la prioridad que se merece y a participar, en su calidad de Jefes de Estado, encabezando una delegación de alto nivel de sus países, inclusive de la participación de los diversos ministerios involucrados y de las organizaciones y movimientos de la sociedad civil abocados al impacto y a la construcción de alternativas frente a la crisis.
Su presencia y la participación activa de los gobiernos que encabezan en esta Conferencia que reunirá a todos los países integrantes de las Naciones Unidas – el "G192" - son necesarios para lograr respuestas urgentes, contundentes y coherentes con la gravedad de la crisis sistémica global a la que ahora se enfrenta la humanidad. Una crisis desatada en el centro del sistema de poder económico y político cuyo modelo insostenible e irresponsable de consumo y de producción sigue asfixiando al planeta entero, profundizando día a día las crisis social, climática, alimentaria y energética con consecuencias inciertas para miles de millones de personas, la naturaleza y la vida misma.
Las respuestas hasta ahora gestionadas a través de grupos excluyentes como el G7 y el G20, y las propias Instituciones Financieras privadas, estatales y multilaterales, cuya responsabilidad, todavía impune, en la generación de esta crisis es flagrante, apuntan a salvar el sistema sobre las espaldas de los mismos pueblos y países que desde hace tiempo venimos pagando los costes de su expansión.
Para lograr soluciones globales es necesaria la fuerza y la legitimidad que solo pueden dar la participación global y el respeto por la voz de todos los países en igualdad de condiciones. Por eso la importancia de esta Conferencia en este momento, para que el conjunto de la comunidad internacional a través de las Naciones Unidas – los gobiernos y "nosotros los pueblos" – ocupemos el lugar que nos corresponde, acordando respuestas inmediatas que protejan los derechos humanos y ambientales contra un mayor deterioro y que conduzcan, en el mediano plazo, a la construcción de un nuevo paradigma de relaciones socio-económicas, financieras y ambientales a nivel mundial.
El liderazgo del actual presidente de la Asamblea General de las Naciones Unidas, con el apoyo de la mayoría de los países miembros, ha permitido llegar a la instancia de esta Conferencia. Ha generado insumos valiosos, incluyendo las recomendaciones de la Comisión de Expertos sobre la Reforma del Sistema Monetario y Financiero Internacional, y un Proyecto de Declaración Final que incluye propuestas concretas para la consideración y acuerdo de los Estados. Entre otros asuntos, reconociendo la responsabilidad de los centros de poder en el Norte para esta crisis, plantean pasos inmediatos para establecer un fondo de estímulo global que no implique un nuevo peso de endeudamiento ilegítimo para los países más necesitados. Recomiendan poner fin y revertir los condicionamientos nefastos impuestos por las Instituciones Financieras Internacionales y los tratados de libre comercio y de protección a las inversiones. Acuerdos sobre estas y muchas otras propuestas pueden y deben ser alcanzados por la Conferencia.
Esta Conferencia es el lugar donde queremos que estén los gobiernos de nuestra región, al más alto nivel, comprometiendo su liderazgo en el seno de la comunidad internacional en defensa de nuestras necesidades y derechos y los de la madre tierra. La existencia de iniciativas de integración solidaria como el ALBA, los Tratados Comerciales de los Pueblos (TCP), el Banco del Sur, UNASUR, la creación de una moneda común de reserva (SUCRE), las auditorías integrales de las deudas, entre otras, que están avanzando en estos momentos en América Latina y el Caribe – pone de manifiesto que es posible construir alternativas de desarrollo endógeno, soberano, democrático y sustentable.
Asimismo reiteramos nuestra convicción acerca de la convocatoria e inclusión de los movimientos y organizaciones sociales para juntos poder debatir y construir acuerdos en torno a salidas que estén a la altura de la gravedad de esta crisis, entendida por muchos como una verdadera y gravísima crisis civilizatoria, que está poniendo en riesgo la supervivencia de los pueblos y la propia vida en el planeta.
América Latina y el Caribe, Junio de 2009.
Atentamente,
Movimientos, organizaciones y redes regionales de América Latina y el Caribe
Alianza de Pueblos del Sur Acreedores de la Deuda Ecológica–América latina/Caribe
Alianza Social Continental (ASC)
Amerindia
Amigos de la Tierra - América Latina y Caribe (ATALC)
Asamblea de los Pueblos de Caribe (APC)
Asociación Americana de Juristas (AAJ)
Asociacion Latinoamericana de Medicina Social (ALAMES)
Campaña por la Desmilitarización de las Américas (CADA)
Centro America por el Dialogo (CAD)
Coalición Internacional para el Hábitat Oficina Regional para Am. Latina (HIC-AL)
Confederación Sindical de las Américas (CSA)
Consejo Latinoamericano de Iglesias (CLAI) – Secretaría regional Rio de la Plata
Convergencia de Movimientos Populares de América (COMPA)
Coordinadora Andina de Organizaciones Indígenas (CAOI)
Coordinadora de Organizaciones del Campo de Am. Latina y el Caribe (CLOC-V.C.)
Federación Luterana Mundial - Programa sobre Deuda Ilegítima
Federación Sindical Mundial (FSM) en las Américas
Grito de los/las Excluidos Continental
Jubileo Sur/Américas (JS/A)
Observatorio Internacional de la Deuda – América Latina
Oilwatch-Sudamérica
Plataforma Interamericana de DD. HH., Democracia y Desarrollo (PIDHDD)
Programa Conosur Sustentable
Red contra los Agronegocios, America Latina
Red de Mujeres Transformando la Economía (REMTE)
Red Internacional de Género y Comercio (IGTN) – América Latina
Red Latinoamericana de Ciudades Solidarias, Inclusivas, Saludables y Sustentables
Red Latinoamericana sobre Deuda, Desarrollo y Derechos (LATINDADD)
Red Mundial SICSAL - Oscar Arnulfo Romero, Secretaría
Servicio Paz y Justicia en América Latina (SERPAJ-AL)
Sociedad latinoamericana de economía política y pensamiento crítico (SEPLA)
Movimientos, redes y organizaciones de los países de la Región
Asamblea Barrial de Beccar – Argentina
Asociación Americana de Juristas, Capítulo Argentino
Asociación Guadalupe - Argentina
Attac-Argentina
ALC-SISS (Ciudades Solidarias, Inclusivas, Saludables y Sustentables -Aula
Latinoamericana) - Argentina
Cátedra Nacional de Economía "Arturo Jauretche" – Argentina
Central de Trabajadores Argentinos (CTA), Secretaría de Integración - Argentina
Centro Ecuménico de Acción Solidaria (CEASOL) - Argentina
Comisión de Asambleas Barriales por la Recuperación de las Privatizadas - Argentina
Comisión Provincial de Justicia y Paz- Misioneros Claretianos, Argentina-Uruguay
Comunidad Teológica Rajab, Argentina
Consejo Deliberante de la Cdad. Autón. de Bs. As., Proyecto Sur, Consejal L. Parada
Construyendo Sueños - Argentina
Cooperativa de Vivienda "Lua de Luna" Ltda. - Argentina.
Diálogo 2000 – Argentina
Ecoportal.Net - Argentina
Espacio Ecuménico – Argentina
El Señor de los Milagros - Argentina
Frente Popular Darío Santillán
Foro Defensa del Río de la Plata
Foro de Salud de San Isidro - Argentina
Está en Nosotros - Argentina
Federación de Cooperativas "Acuario" - Argentina
Federación Judicial Argentina
Foro Ciudadano de Participación por la Justicia y los Derechos Humanos – Argentina
Foro de Pensamiento y Construcción Social (Fpycs) - Argentina
Frente de Trabajadores Territoriales Argentina
Fundación Servicio Paz y Justicia – Argentina
Fundación SES - Argentina
Futuro Transgenérico – Argentina
Iglesia Evan. del Río de la Plata, Pdte. Pastor Schäfer y Sec. Gral. Pastor Schvindt
Médicos del Mundo - Delegación Argentina
Movimiento por la Paz, la Soberanía y la Solidaridad entre los Pueblos -Argentina
Movimiento Social Misiones, Juan Yadhjián - Argentina
Movimiento por la Soberanía e Integración de los Pueblos- MoSIP Argentina
Movimiento de Trabajadores y Desocupados (MTD) - Argentina
Periódico El Espejo- Argentina
Taller de Creaciones Populares (TCP) – Quilmes, Argentina
Asociación PROAMTRA (Proyectación Ambiental Transdisciplinaria) - Bolivia
CEADL - Bolivia
Comité Boliviano por la Paz y la Soberanía - Bolivia
Compañía de Artes Integradas (C.A.I.) - Bolivia y Argentina
Grito de los excluidos (as) Bolivia
Jóvenes por la Constituyente Bolivia
Movimiento antiracista Boliviano - Bolivia
Movimiento de Objetores de Conciencia Bolivia
Observatorio Boliviano de los Recursos naturales - Bolivia
Articulação de Mulheres Brasileiras – Brasil
CEBRAPAZ - Brasil
Políticas Alternativas para el Cono Sur PACS – Brasil
Rede Brasil sobre Instituições Financeiras Multilaterais – Brasil
Rede Jubileu Sul Brasil
Rede Social de Justiça e Direitos Humanos - Brasil
Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP) – Brasil
Vía Campesina – Brasil
Common Frontiers – Canadá
Comite Monseñor Romero de Chile
Foro Espiritual de Santiago por la Paz, Dr. G. González Cortés, Coord. - Chile
Fundación EPES – Chile
Corporación Mujeres y Economía - Jubileo Sur Colombia
Alianza Social Continental - Capítulo cubano
Centro Memorial Dr. Martin Luther King, Jr. – Cuba
Grupo de Reflexion y Solidaridad Oscar Romero de Cuba
Movimiento Cubano por la Paz y la Soberanía de los Pueblos - Cuba
Acción Ecológica – Ecuador
Centro de Derechos Económicos y Sociales – Ecuador
Ecuador Decide – Ecuador
Fundación Pueblo Indio del Ecuador
Jubileo 2000 Red Guayaquil – Ecuador
Red de Ecologistas Populares del Ecuador
Red de Acción Ciudadana Frente al Libre Comercio- Sinti Techan – El Salvador
Unidad Ecológica Salvadoreña-UNES – El Salvador
PAPDA – Haití
Bloque Popular – Honduras
Centro Nacional de Promoción Social, A.C. – México
Centro Operacional de Vivienda y Poblamiento (Copevi) de Mexico.
Colectivo Marea Creciente – México
DECA Equipo Pueblo A.C. – México
Fundación Nuevo Milenio A.C. – México
Grupo Tacuba, A. C. – México
Movimiento Mexicano de Afectados por las Presas y en Defensa de los Ríos –México
Mujeres para el Diálogo A.C. (MpD) – México
Mujeres por México en Chihuahua, A.C. (México)
Otros Mundos, AC/Chiapas - México
Red AMPES de Economía social y solidaria – México
Red de Enlace Vecinal Ciudadana – México
Red Jubileo Sur México
Red Mexicana de Acción frente al Libre Comercio – México
Red Mexicana de Investigadores sobre la Sociedad Civil (REMISOC)
Red Nacional Género y Economía (REDGE) – México
Siembra, A.C. – México
Consejo Nacional Indígena de Pueblos Nahuat y Chorotegas - Nicaragua
Movimiento Social Nicaragüense Otro Mundo es Posible – Nicaragua
Red Nacional de Defensa de los Consumidores (RNDC) - Nicaragua
Asociación Americana de Juristas, Capítulo Paraguay
Coordinadora para Asentamientos Espontáneos - Paraguay
Frente Social y Popular - Paraguay
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Red de Organizaciones Sociales - Encarnación-Itapua-Paraguay
Comisión de la Mujer de Conades – Perú
Red Jubileo Perú – Perú
Grito de las/os Excluidas/os de Puerto Rico
Comité Pro Niñez Dominico-Haitiana-Puerto Rico
Proyecto Caribeño de Justicia y Paz – Puerto Rico
RQIC – Québec
Attac – Québec
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Plataforma DESCAM - Uruguay
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Sara Ocidental: visita a la ciudad ocupada de El Aaiun
INFORME NUESTRA EXPERIENCIA EN LA CIUDAD OCUPADA DE EL AAIUN,
Fecha Viaje: 6 y 07 de Junio
Componente Delegación:
INES JIMENEZ MARTIN
DELIA RAMIREZ BENÍTEZ
Nos habían prevenido para que actuáramos con naturalidad, porque aunque no se percibiera, estaríamos perseguidas y vigiladas todo el tiempo. Que no existiría peligro para nosotras, porque realmente nuestra presencia en la ciudad del El Aaiún, - solo a 100 kilómetros de nuestra tierra -, lo sería en calidad de "turistas". Que la ocupación policial es tan exagerada, que a los extranjeros como nosotras nos intimidaría. Que lo que nos iban a contar, nos iba a estremecer....
De lo que no nos previnieron, es que nos íbamos a encontrar con experiencias contadas por parte del pueblo saharaui, -ahora dividido entre los campamentos de refugiados de Tinduf y el Sahara Ocupado - mujeres y hombres fuertes, orgullosos, sin miedo, con una dignidad que está por encima de todos los sufrimientos, torturas, injusticias...
Las mujeres y hombres saharauis, solo quieren su derecho a decidir sobre su futuro, el mismo derecho que la legalidad internacional reconoce y que Marruecos bloquea constantemente. Que se celebre un referéndum que decida definitivamente la Independencia de su pueblo. Y están preparados, como nos decía Brahim "es lo único que queremos, porque por derecho nos pertenece, de aquí nos han intentado desalojar con todos los medios y estrategias más violentas inimaginables. Nuestro pueblo lo sabe, y nos llevamos preparando durante treinta años. Cometeremos errores, pero serán los nuestros y no los de un gobierno invasor, que sin escrúpulos ha intentado someternos a la fuerza, no solo no queremos, es que no sabemos doblegarnos, y es por eso que se justifica todo este sufrimiento durante tantos años..."
Brahim, un saharaui de 43 años, que nos contó parte de las vivencias y sufrimientos en todos estos años, de sus detenciones y encarcelamientos, de las torturas a las que había sido sometido. Sí, nos contó parte de todo, porque su objetivo era que nos contaran otros lo que a veces es muy duro rememorar. Hablamos de muchas cosas, de cosas que contamos solo a los amigos, paseamos por la ciudad, tomamos té en la playa, conocimos a su familia y a su pequeño hijo,.. De nuestro amigo Brahim, nos quedamos con una experiencia que nos contó cuando en Egipto compartiendo una mesa redonda con expertos internacionales de Derechos Humanos, testigos de procesos judiciales, leyes represivas... y en el momento que le tocaba intervenir, no pudo articular nada y le salió un puñetazo a la mesa...sólo quería expresar que los torturados, los desaparecidos, los... no son héroes, ellos tienen claro su causa, sólo necesitan cariño, amor, solidaridad, y eso por muy expertos que le acompañaban, ninguno había sufrido lo que él… y nadie lo sabía...
El objetivo de nuestra visita fue observar "in situ" esta realidad, encontrarnos con la población saharaui que ha permanecido en el Sahara Ocupado por Marruecos y que llevan tres décadas de manera más o menos activa, en una suerte de resistencia a dicha ocupación. Encontrarnos con militantes saharauis defensores de los derechos humanos, verificar sus denuncias, escuchar los testimonios de los ex presos políticos víctimas de la represión y de las torturas y a sus familias. Pero teníamos especial interés en conocer a mujeres y a su experiencia, y decirles que estamos muy cerca, animar a los que han mantenido y siguen luchando por la causa saharaui y a la vez sufren de manera intensa la represión del gobierno marroquí.
Mantuvimos intensos y diferentes encuentros durante el día que duró la visita. Sin duda, los testimonios más desgarradores nos los ofrecieron ellas, víctimas por partida doble, como madres y esposas, y como protagonistas de una parte de la historia de su pueblo con mucho sufrimiento.
Ghalia y varias mujeres saharauis, mujeres activistas, las cinco con experiencias terribles, torturas salvajes, apresadas sin justificación alguna durante años, separadas de sus familias, que las creían muertas, sometidas a todo tipo de vejaciones, humilladas v en las condiciones higiénicas más deplorables, nos contaron muchas cosas.
Nos hablaron de las "DESAPARICIONESES FORZOSAS". Nos costó entender el concepto, que no era otro que entrar en los domicilios de los saharauis y llevarse a la fuerza a los adultos, hombres, mujeres, abuelas... distribuirlos por diferentes cárceles marroquíes y desaparecerlos. Se cuentan unos 350 que después de sufrir todo tipo de torturas han ido liberando sin celebración de ningún tipo de juicio, unos a los 5, otros a los 11 años,...
Para la sociedad saharaui, las mujeres, son parte de lo divino, son sus madres hermanas e hijas y se les debe una protección especial. Eso lo saben los torturadores marroquíes, y una forma extra de humillación y tortura era someter a sus mujeres a todo tipo de vejaciones. Las desaparecidas forzosas, perdían su juventud, sus estudios, su posibilidad de tener hijos. Entre las torturas, y como regla, le vendaban los ojos permanentemente con un paño sucio del que les salían bichos que anidaban. Las hacinaban en unos cuartos de no más de 30 metros, durmiendo en el suelo hombres y mujeres, sin higiene. Para hacer sus necesidades las empujaban a un agujero a base de golpes para orientarlas, siempre con los ojos vendados. Menstruación tras menstruación sin protección, quemadas con líquidos inflamables que los combinaban con lejía, agua sucia,.. y con un sifón se lo rociaban en su cara para asfixiarlas y hacerlas hablar. La suelta de perros, en sus calabozos para que las atacaran, era de las cosas más temibles...
Todo lo que nos contaron nos impactó de una forma brutal, las secuelas no son sólo sicológicas de tanto sufrimiento, humillaciones y vejaciones, (desnudándolas para que fueran avergonzadas por los militares marroquíes). Las secuelas evidentemente son también físicas, han perdido visión debido al vendaje permanente. Del resultado de los líquidos inflamables, algunas perdieron definitivamente su pelo, piezas dentales, secuelas en sus articulaciones (las empalaban amarradas, y volteaban sus cuerpo al modo de un pollo asado) .
Esas cinco mujeres estuvieron algunas horas con nosotras. Es verdad que además de todo nos contaron que están intentando ser felices, cuidar de sus hijos y de su familia, - las que han podido tenerlos -, se nos presentaban mujeres fuertes, dignas, guapas, y nosotras no pudimos más que transmitirles nuestro compromiso y solidaridad y sentirnos orgullosas de compartir nuestra condición de mujeres.
Nos reunimos también con un grupo de jóvenes de veinte y pocos años, detenidos de manera arbitraria, por supuestos "tráfico de drogas", "quemar coches policías", "toda suerte de delitos comunes…" torturados en la terrible "Cárcel Negra" en El Aaiún, sin juicio, por poner en peligro la seguridad del reino de Marruecos. Con las madres del grupo de los 15 desaparecidos. Jóvenes desaparecidos, cuyo único delito fue exigir la autodeterminación de su pueblo. Ellas sienten que sus hijos están vivos en alguna de las terribles cárceles marroquíes, pero sufriendo lo que sus mentes no pueden imaginar.
El Sáhara Ocupado es por otro lado, una ciudad árabe aparentemente casi normal, si obviamos la continua presencia policial en todas sus variadas formas, de paisano, de azul, de caqui…. Su clima es muy parecido al nuestro, sus dunas son como las de Fuerteventura. Paseamos a pié por el mercado, por los alrededores de la mezquita, por sus lugares más emblemáticos, por alrededor de los cuarteles militares, la playa,.. Eso sí en todos los lugares posibles, fotos del omnipresente rey de Marruecos. La ocupación evidentemente no es solo militar, es más sociocultural y de población marroquí.
No sentimos miedo en ningún momento, estábamos absolutamente protegidas por nuestros amigos y amigas saharauis que han sufrido tal violencia física en sus propios cuerpos y en su alma, que ahora nadie los va a callar y su valentía es la nuestra, y su firme y justa voluntad y determinación por la causa saharaui también lo es. La tortura no les ha doblegado, realmente les ha dado más fuerza, nos quedamos con el mensaje de Brahim: "Nosotros no somos héroes, solo queremos que el mundo sepa nuestra verdad, y que nuestro pueblo vuelva a tener su tierra, y vivir en paz".
Fecha Viaje: 6 y 07 de Junio
Componente Delegación:
INES JIMENEZ MARTIN
DELIA RAMIREZ BENÍTEZ
Nos habían prevenido para que actuáramos con naturalidad, porque aunque no se percibiera, estaríamos perseguidas y vigiladas todo el tiempo. Que no existiría peligro para nosotras, porque realmente nuestra presencia en la ciudad del El Aaiún, - solo a 100 kilómetros de nuestra tierra -, lo sería en calidad de "turistas". Que la ocupación policial es tan exagerada, que a los extranjeros como nosotras nos intimidaría. Que lo que nos iban a contar, nos iba a estremecer....
De lo que no nos previnieron, es que nos íbamos a encontrar con experiencias contadas por parte del pueblo saharaui, -ahora dividido entre los campamentos de refugiados de Tinduf y el Sahara Ocupado - mujeres y hombres fuertes, orgullosos, sin miedo, con una dignidad que está por encima de todos los sufrimientos, torturas, injusticias...
Las mujeres y hombres saharauis, solo quieren su derecho a decidir sobre su futuro, el mismo derecho que la legalidad internacional reconoce y que Marruecos bloquea constantemente. Que se celebre un referéndum que decida definitivamente la Independencia de su pueblo. Y están preparados, como nos decía Brahim "es lo único que queremos, porque por derecho nos pertenece, de aquí nos han intentado desalojar con todos los medios y estrategias más violentas inimaginables. Nuestro pueblo lo sabe, y nos llevamos preparando durante treinta años. Cometeremos errores, pero serán los nuestros y no los de un gobierno invasor, que sin escrúpulos ha intentado someternos a la fuerza, no solo no queremos, es que no sabemos doblegarnos, y es por eso que se justifica todo este sufrimiento durante tantos años..."
Brahim, un saharaui de 43 años, que nos contó parte de las vivencias y sufrimientos en todos estos años, de sus detenciones y encarcelamientos, de las torturas a las que había sido sometido. Sí, nos contó parte de todo, porque su objetivo era que nos contaran otros lo que a veces es muy duro rememorar. Hablamos de muchas cosas, de cosas que contamos solo a los amigos, paseamos por la ciudad, tomamos té en la playa, conocimos a su familia y a su pequeño hijo,.. De nuestro amigo Brahim, nos quedamos con una experiencia que nos contó cuando en Egipto compartiendo una mesa redonda con expertos internacionales de Derechos Humanos, testigos de procesos judiciales, leyes represivas... y en el momento que le tocaba intervenir, no pudo articular nada y le salió un puñetazo a la mesa...sólo quería expresar que los torturados, los desaparecidos, los... no son héroes, ellos tienen claro su causa, sólo necesitan cariño, amor, solidaridad, y eso por muy expertos que le acompañaban, ninguno había sufrido lo que él… y nadie lo sabía...
El objetivo de nuestra visita fue observar "in situ" esta realidad, encontrarnos con la población saharaui que ha permanecido en el Sahara Ocupado por Marruecos y que llevan tres décadas de manera más o menos activa, en una suerte de resistencia a dicha ocupación. Encontrarnos con militantes saharauis defensores de los derechos humanos, verificar sus denuncias, escuchar los testimonios de los ex presos políticos víctimas de la represión y de las torturas y a sus familias. Pero teníamos especial interés en conocer a mujeres y a su experiencia, y decirles que estamos muy cerca, animar a los que han mantenido y siguen luchando por la causa saharaui y a la vez sufren de manera intensa la represión del gobierno marroquí.
Mantuvimos intensos y diferentes encuentros durante el día que duró la visita. Sin duda, los testimonios más desgarradores nos los ofrecieron ellas, víctimas por partida doble, como madres y esposas, y como protagonistas de una parte de la historia de su pueblo con mucho sufrimiento.
Ghalia y varias mujeres saharauis, mujeres activistas, las cinco con experiencias terribles, torturas salvajes, apresadas sin justificación alguna durante años, separadas de sus familias, que las creían muertas, sometidas a todo tipo de vejaciones, humilladas v en las condiciones higiénicas más deplorables, nos contaron muchas cosas.
Nos hablaron de las "DESAPARICIONESES FORZOSAS". Nos costó entender el concepto, que no era otro que entrar en los domicilios de los saharauis y llevarse a la fuerza a los adultos, hombres, mujeres, abuelas... distribuirlos por diferentes cárceles marroquíes y desaparecerlos. Se cuentan unos 350 que después de sufrir todo tipo de torturas han ido liberando sin celebración de ningún tipo de juicio, unos a los 5, otros a los 11 años,...
Para la sociedad saharaui, las mujeres, son parte de lo divino, son sus madres hermanas e hijas y se les debe una protección especial. Eso lo saben los torturadores marroquíes, y una forma extra de humillación y tortura era someter a sus mujeres a todo tipo de vejaciones. Las desaparecidas forzosas, perdían su juventud, sus estudios, su posibilidad de tener hijos. Entre las torturas, y como regla, le vendaban los ojos permanentemente con un paño sucio del que les salían bichos que anidaban. Las hacinaban en unos cuartos de no más de 30 metros, durmiendo en el suelo hombres y mujeres, sin higiene. Para hacer sus necesidades las empujaban a un agujero a base de golpes para orientarlas, siempre con los ojos vendados. Menstruación tras menstruación sin protección, quemadas con líquidos inflamables que los combinaban con lejía, agua sucia,.. y con un sifón se lo rociaban en su cara para asfixiarlas y hacerlas hablar. La suelta de perros, en sus calabozos para que las atacaran, era de las cosas más temibles...
Todo lo que nos contaron nos impactó de una forma brutal, las secuelas no son sólo sicológicas de tanto sufrimiento, humillaciones y vejaciones, (desnudándolas para que fueran avergonzadas por los militares marroquíes). Las secuelas evidentemente son también físicas, han perdido visión debido al vendaje permanente. Del resultado de los líquidos inflamables, algunas perdieron definitivamente su pelo, piezas dentales, secuelas en sus articulaciones (las empalaban amarradas, y volteaban sus cuerpo al modo de un pollo asado) .
Esas cinco mujeres estuvieron algunas horas con nosotras. Es verdad que además de todo nos contaron que están intentando ser felices, cuidar de sus hijos y de su familia, - las que han podido tenerlos -, se nos presentaban mujeres fuertes, dignas, guapas, y nosotras no pudimos más que transmitirles nuestro compromiso y solidaridad y sentirnos orgullosas de compartir nuestra condición de mujeres.
Nos reunimos también con un grupo de jóvenes de veinte y pocos años, detenidos de manera arbitraria, por supuestos "tráfico de drogas", "quemar coches policías", "toda suerte de delitos comunes…" torturados en la terrible "Cárcel Negra" en El Aaiún, sin juicio, por poner en peligro la seguridad del reino de Marruecos. Con las madres del grupo de los 15 desaparecidos. Jóvenes desaparecidos, cuyo único delito fue exigir la autodeterminación de su pueblo. Ellas sienten que sus hijos están vivos en alguna de las terribles cárceles marroquíes, pero sufriendo lo que sus mentes no pueden imaginar.
El Sáhara Ocupado es por otro lado, una ciudad árabe aparentemente casi normal, si obviamos la continua presencia policial en todas sus variadas formas, de paisano, de azul, de caqui…. Su clima es muy parecido al nuestro, sus dunas son como las de Fuerteventura. Paseamos a pié por el mercado, por los alrededores de la mezquita, por sus lugares más emblemáticos, por alrededor de los cuarteles militares, la playa,.. Eso sí en todos los lugares posibles, fotos del omnipresente rey de Marruecos. La ocupación evidentemente no es solo militar, es más sociocultural y de población marroquí.
No sentimos miedo en ningún momento, estábamos absolutamente protegidas por nuestros amigos y amigas saharauis que han sufrido tal violencia física en sus propios cuerpos y en su alma, que ahora nadie los va a callar y su valentía es la nuestra, y su firme y justa voluntad y determinación por la causa saharaui también lo es. La tortura no les ha doblegado, realmente les ha dado más fuerza, nos quedamos con el mensaje de Brahim: "Nosotros no somos héroes, solo queremos que el mundo sepa nuestra verdad, y que nuestro pueblo vuelva a tener su tierra, y vivir en paz".
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segunda-feira, junho 22, 2009
Lisboa: 11 e 12 Julho - Fórum pela Cidadania e Justiça Social
Olá!
Apelo à participação no Forum pela Cidadania e a Justiça Social, que irá decorrer em Lisboa, no 'Forum Lisboa', na Avenida de Roma, no dias 11 e 12 de Julho.
Apela-se à participação de todos, independentemente de serem ou não ativistas de alguma associação.
O Forum irá discutir várias temáticas ligadas à cidadania, situação dos imigrantes e das comunidades Rom, discriminação de género e orientação sexual, entre outros. No final será discutido e votado um caderno reivindicativo.
Um abraço,
João Antunes
Apelo à participação no Forum pela Cidadania e a Justiça Social, que irá decorrer em Lisboa, no 'Forum Lisboa', na Avenida de Roma, no dias 11 e 12 de Julho.
Apela-se à participação de todos, independentemente de serem ou não ativistas de alguma associação.
O Forum irá discutir várias temáticas ligadas à cidadania, situação dos imigrantes e das comunidades Rom, discriminação de género e orientação sexual, entre outros. No final será discutido e votado um caderno reivindicativo.
Um abraço,
João Antunes
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quinta-feira, junho 18, 2009
Haitianos exigem retirada da missão dirigida pelo Brasil
17/06/2009 - 13h31
En el Senado: haitianos exigen el retiro de la misión encabezada por Brasil
MARCELA CAMPOS
da Folha Online, em Brasília
Un "fracaso" es como el haitiano Frantz Dupuche, miembro de Papda (Plataforma Haitiana en Defensa de un Desarrollo Alternativo), calificó a la actuación de la misión de paz dirigida por las tropas brasileñas en aquel país hace cinco años.
"Venimos a informar a los senadores brasileros que el desempeño de la MINUSTAH Brasil [Misión de las Naciones Unidas para la Estabilización en Haití] es un fracaso por no cumplir su objetivo de estabilizar el país. Traemos fotos de las zonas con los hospitales y las escuelas que fueron bombardeados con gas [lacrimógenos] por parte de los soldados de la ONU", afirmó.
En la audiencia pública de la Comisión de Relaciones Exteriores y Defensa Nacional (CRE) del Senado, Dupuche dijo que una delegación de los trabajadores haitianos, de la cual es parte, llegó a Brasil este martes(16) para denunciar los abusos perpetrados por soldados de las tropas ONU (Naciones Unidas).
Brasil tiene 1.200 soldados de los 7000 en el país caribeño. "Lo que queremos es nuestra soberanía. Ejército Si este ejercito no ayuda, se tiene que ir", dijo a da Folha Online, em Brasilia Dupuche. Él expresa que la violencia civil, no ha disminuido después de la intervención de las tropas. "Por el contrario, aumentó el mercado de las drogas. Y no saben lo que eran antes de 2004 el secuestro".
También hay informes de desapariciones de personas, de explotación de mano de obra, trabajo infantil y de represión violenta durante las huelgas y movilizaciones sindicales por parte de la policía local, referenciado por la tropas de la MINUSTAH, según Aderson Bussinger, director del Instituto de Derechos Humanos, Miembro Comisión de Derechos Humanos de la OAB-RJ (Orden dos Abogados do Brasil en Río),que estuvo en Haití en 2007.
"Es un marco, moral y psicológica, de una ocupación de militarismo exacerbado que, en mi opinión, no tiene nada que ver con una misión humanitaria".
Sandra Quintela, de la red internacional de Jubileo Sur, también acusó a las tropas de, al comienzo de este mes, reprimir violentamente las manifestaciones por el aumento del salario mínimo en la capital Port-au-Prince. Según Quintela, docenas de estudiantes fueron detenidos o heridos, y uno recibió un disparo en la cabeza.
El salario mínimo de 70 gourde haitiano es el equivalente de menos $100 reales por mes. El valor es el mismo desde 2003, a pesar del aumento en el costo de la vida desde entonces.
Además de Dupuche, asistieron al Senado Carole Pierre-Paul Jacob, directora de la organización SOFA (Solidaridad de Mujeres Haitianas), y Didier Dominique, miembro de la Central Sindical y Popular Batay Ouvriyer. El trío, llegó a Brasil por invitación de Conlutas, Jubileo Sur, el MST, y sectores del Movimiento Negro, también tendrán audiencia en Itamaraty.
Gastos
"Los haitianos pueden resolver sus propios problemas", estima Dupuche. "La MINUSTAH gasta alrededor de $560 millones de dólares por año. En cinco años, casi $3 mil millones. Queremos que este dinero se utilice para contratar a médicos, a maestros".
Los números de Dupuche no coinciden con los del Ministerio de Defensa, que contabiliza gastos por aproximadamente R$577 millones de reales en más de cuatro años de trabajo - a partir de junio de 2004 a diciembre de 2008.
Además
El Ministerio de Relaciones Exteriores apoya la MINUSTAH y dice que tiene un carácter multidimensional, además de consentimiento por parte del gobierno de Haití. "La MINUSTAH [...] no trata solo de seguridad, más allá de las funciones de seguimiento de los acuerdos de cesación del fuego, que abarca la reintegración social de los grupos armados, la promoción de los derechos humanos y la creación de un entorno propicio para la inversión y el desarrollo" dice Gilda Motta Santos Neves, jefa de la División de Naciones Unidas MRE.
Para Neves, la presencia de Brasil en Haití se atiene al principio de no inferencia, la solidaridad, que complementa el principio de no intervención. Según el diplomático, hubo progresos desde 2004, como la celebración de elecciones y una disminución en los índices de delincuencia. "La policía ya está circulando en zonas donde anteriormente no podían".
Según el diplomático, "habrá una sustitución gradual de las tropas por una presencia civil y, posteriormente, se completará la retirada de la misión, que es el objetivo de todos nosotros". Señaló áreas en las que intensa cooperación bilateral, tales como la salud de la mujer, la recolección y tratamiento de residuos y la formación de profesionales.
Gilda informó de que desde 1956, Brasil ha participado en más de 30 operaciones de mantenimiento de la paz de las Naciones Unidas y el uso de la fuerza sólo se produce en virtud de autorización del Consejo de Seguridad de la institución.
En el Senado: haitianos exigen el retiro de la misión encabezada por Brasil
MARCELA CAMPOS
da Folha Online, em Brasília
Un "fracaso" es como el haitiano Frantz Dupuche, miembro de Papda (Plataforma Haitiana en Defensa de un Desarrollo Alternativo), calificó a la actuación de la misión de paz dirigida por las tropas brasileñas en aquel país hace cinco años.
"Venimos a informar a los senadores brasileros que el desempeño de la MINUSTAH Brasil [Misión de las Naciones Unidas para la Estabilización en Haití] es un fracaso por no cumplir su objetivo de estabilizar el país. Traemos fotos de las zonas con los hospitales y las escuelas que fueron bombardeados con gas [lacrimógenos] por parte de los soldados de la ONU", afirmó.
En la audiencia pública de la Comisión de Relaciones Exteriores y Defensa Nacional (CRE) del Senado, Dupuche dijo que una delegación de los trabajadores haitianos, de la cual es parte, llegó a Brasil este martes(16) para denunciar los abusos perpetrados por soldados de las tropas ONU (Naciones Unidas).
Brasil tiene 1.200 soldados de los 7000 en el país caribeño. "Lo que queremos es nuestra soberanía. Ejército Si este ejercito no ayuda, se tiene que ir", dijo a da Folha Online, em Brasilia Dupuche. Él expresa que la violencia civil, no ha disminuido después de la intervención de las tropas. "Por el contrario, aumentó el mercado de las drogas. Y no saben lo que eran antes de 2004 el secuestro".
También hay informes de desapariciones de personas, de explotación de mano de obra, trabajo infantil y de represión violenta durante las huelgas y movilizaciones sindicales por parte de la policía local, referenciado por la tropas de la MINUSTAH, según Aderson Bussinger, director del Instituto de Derechos Humanos, Miembro Comisión de Derechos Humanos de la OAB-RJ (Orden dos Abogados do Brasil en Río),que estuvo en Haití en 2007.
"Es un marco, moral y psicológica, de una ocupación de militarismo exacerbado que, en mi opinión, no tiene nada que ver con una misión humanitaria".
Sandra Quintela, de la red internacional de Jubileo Sur, también acusó a las tropas de, al comienzo de este mes, reprimir violentamente las manifestaciones por el aumento del salario mínimo en la capital Port-au-Prince. Según Quintela, docenas de estudiantes fueron detenidos o heridos, y uno recibió un disparo en la cabeza.
El salario mínimo de 70 gourde haitiano es el equivalente de menos $100 reales por mes. El valor es el mismo desde 2003, a pesar del aumento en el costo de la vida desde entonces.
Además de Dupuche, asistieron al Senado Carole Pierre-Paul Jacob, directora de la organización SOFA (Solidaridad de Mujeres Haitianas), y Didier Dominique, miembro de la Central Sindical y Popular Batay Ouvriyer. El trío, llegó a Brasil por invitación de Conlutas, Jubileo Sur, el MST, y sectores del Movimiento Negro, también tendrán audiencia en Itamaraty.
Gastos
"Los haitianos pueden resolver sus propios problemas", estima Dupuche. "La MINUSTAH gasta alrededor de $560 millones de dólares por año. En cinco años, casi $3 mil millones. Queremos que este dinero se utilice para contratar a médicos, a maestros".
Los números de Dupuche no coinciden con los del Ministerio de Defensa, que contabiliza gastos por aproximadamente R$577 millones de reales en más de cuatro años de trabajo - a partir de junio de 2004 a diciembre de 2008.
Además
El Ministerio de Relaciones Exteriores apoya la MINUSTAH y dice que tiene un carácter multidimensional, además de consentimiento por parte del gobierno de Haití. "La MINUSTAH [...] no trata solo de seguridad, más allá de las funciones de seguimiento de los acuerdos de cesación del fuego, que abarca la reintegración social de los grupos armados, la promoción de los derechos humanos y la creación de un entorno propicio para la inversión y el desarrollo" dice Gilda Motta Santos Neves, jefa de la División de Naciones Unidas MRE.
Para Neves, la presencia de Brasil en Haití se atiene al principio de no inferencia, la solidaridad, que complementa el principio de no intervención. Según el diplomático, hubo progresos desde 2004, como la celebración de elecciones y una disminución en los índices de delincuencia. "La policía ya está circulando en zonas donde anteriormente no podían".
Según el diplomático, "habrá una sustitución gradual de las tropas por una presencia civil y, posteriormente, se completará la retirada de la misión, que es el objetivo de todos nosotros". Señaló áreas en las que intensa cooperación bilateral, tales como la salud de la mujer, la recolección y tratamiento de residuos y la formación de profesionales.
Gilda informó de que desde 1956, Brasil ha participado en más de 30 operaciones de mantenimiento de la paz de las Naciones Unidas y el uso de la fuerza sólo se produce en virtud de autorización del Consejo de Seguridad de la institución.
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quarta-feira, junho 17, 2009
Brasil: solidariedade com o Haiti
Campaña Solidaridad con Haití: movilizaciones en Brasil
Jubileo Sur/Brasil junto a otras organizaciones nacionales estarán realizando estas semanas diversas actividades. Al cumplirse cinco años de la presencia de las tropas militares de las Naciones Unidas (MINUSTAH) en Haití y como parte de la Campaña Internacional que se viene impulsando por la anulación de la deuda y el retiro de las tropas.
Tres compañeros haitianos estarán visitando distintas ciudades para dar testimonio y difundir la situación en Haití como así también denunciar el rol de las tropas militares comandadas por Brasil.
También tendrán lugar dos reuniones con las autoridades, una de ellas en el palacio de gobierno para tratar la renovación de tropas en Haití.
En el día de mañana se realizará una audiencia pública sobre Haití en la sesión de la Comisión de Relaciones Exteriores del Senado donde estarán presentes los compañeros haitianos y representantes los movimientos y organizaciones que vienen apoyando la lucha por un Haití libre y soberano.
Acompañamos a los compañeros en Brasil y estaremos esperando sus noticias para difundir a la brevedad.
Más info en www.jubileubrasil.org.br / www.jubileosuramericas.org.
Jubileo Sur/Brasil junto a otras organizaciones nacionales estarán realizando estas semanas diversas actividades. Al cumplirse cinco años de la presencia de las tropas militares de las Naciones Unidas (MINUSTAH) en Haití y como parte de la Campaña Internacional que se viene impulsando por la anulación de la deuda y el retiro de las tropas.
Tres compañeros haitianos estarán visitando distintas ciudades para dar testimonio y difundir la situación en Haití como así también denunciar el rol de las tropas militares comandadas por Brasil.
También tendrán lugar dos reuniones con las autoridades, una de ellas en el palacio de gobierno para tratar la renovación de tropas en Haití.
En el día de mañana se realizará una audiencia pública sobre Haití en la sesión de la Comisión de Relaciones Exteriores del Senado donde estarán presentes los compañeros haitianos y representantes los movimientos y organizaciones que vienen apoyando la lucha por un Haití libre y soberano.
Acompañamos a los compañeros en Brasil y estaremos esperando sus noticias para difundir a la brevedad.
Más info en www.jubileubrasil.org.br / www.jubileosuramericas.org.
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Cuba: declaração da presidência da Assembleia Nacional sobre os 5 cubanos presos nos E.U.A.
Declaración de la Presidencia de la Asamblea Nacional
La Corte Suprema de Estados Unidos anunció hoy, sin más explicaciones, su decisión de no revisar el caso de nuestros Cinco compañeros injustamente encarcelados en aquel país por luchar contra el terrorismo anticubano auspiciado por los gobernantes norteamericanos. Los jueces hicieron lo que les pidió la administración de Obama.
A pesar de los sólidos argumentos esgrimidos por los abogados de la defensa ante las evidentes y múltiples violaciones legales cometidas durante todo el proceso, y desconociendo el universal respaldo a esta petición, expresado en una cifra sin precedentes de documentos de "amigos de la Corte", entre ellos, de 10 premios Nobel, centenares de parlamentarios y numerosas organizaciones de juristas internacionales y norteamericanos y de destacadas personalidades políticas y académicas, la Corte Suprema rechazó el caso, ignorando el reclamo de la Humanidad y su obligación de hacer justicia.
Una vez más se manifiesta la arbitrariedad de un sistema corrupto e hipócrita y su cruel ensañamiento con nuestros Cinco hermanos.
Nuestra lucha hasta lograr su liberación no disminuirá ni un instante. Ahora es el momento de reforzar nuestras acciones, sin dejar ni un solo espacio por cubrir ni una sola puerta por tocar.
Estamos seguros que Gerardo, Antonio, Fernando, Ramón y René continuarán, como lo han hecho durante estos casi 11 años, encabezando esta batalla.
Ante la infame decisión Gerardo Hernández Nordelo declaró:
"Basado en la experiencia que hemos tenido, no me sorprende la decisión de la Corte Suprema. No tengo ninguna confianza en el sistema de justicia de los Estados Unidos. Ya no queda ninguna duda de que nuestro caso ha sido desde el principio un caso político porque no solo teníamos todos los argumentos legales necesarios para que la Corte lo revise, sino que contamos con el creciente apoyo internacional reflejado en los Amicus presentados a la Corte en nuestro favor. Reitero lo que dije hace un año atrás, el 4 de junio de 2008, que mientras quede una persona luchando fuera, nosotros seguiremos resistiendo hasta que se haga justicia".
La lucha debe multiplicarse hasta obligar al Gobierno norteamericano a poner fin a esta monstruosa injusticia y devolverles la libertad a Gerardo, Ramón, Antonio, Fernando y René.
Presidencia de la Asamblea Nacional del Poder Popular
15 de junio de 2009
La Corte Suprema de Estados Unidos anunció hoy, sin más explicaciones, su decisión de no revisar el caso de nuestros Cinco compañeros injustamente encarcelados en aquel país por luchar contra el terrorismo anticubano auspiciado por los gobernantes norteamericanos. Los jueces hicieron lo que les pidió la administración de Obama.
A pesar de los sólidos argumentos esgrimidos por los abogados de la defensa ante las evidentes y múltiples violaciones legales cometidas durante todo el proceso, y desconociendo el universal respaldo a esta petición, expresado en una cifra sin precedentes de documentos de "amigos de la Corte", entre ellos, de 10 premios Nobel, centenares de parlamentarios y numerosas organizaciones de juristas internacionales y norteamericanos y de destacadas personalidades políticas y académicas, la Corte Suprema rechazó el caso, ignorando el reclamo de la Humanidad y su obligación de hacer justicia.
Una vez más se manifiesta la arbitrariedad de un sistema corrupto e hipócrita y su cruel ensañamiento con nuestros Cinco hermanos.
Nuestra lucha hasta lograr su liberación no disminuirá ni un instante. Ahora es el momento de reforzar nuestras acciones, sin dejar ni un solo espacio por cubrir ni una sola puerta por tocar.
Estamos seguros que Gerardo, Antonio, Fernando, Ramón y René continuarán, como lo han hecho durante estos casi 11 años, encabezando esta batalla.
Ante la infame decisión Gerardo Hernández Nordelo declaró:
"Basado en la experiencia que hemos tenido, no me sorprende la decisión de la Corte Suprema. No tengo ninguna confianza en el sistema de justicia de los Estados Unidos. Ya no queda ninguna duda de que nuestro caso ha sido desde el principio un caso político porque no solo teníamos todos los argumentos legales necesarios para que la Corte lo revise, sino que contamos con el creciente apoyo internacional reflejado en los Amicus presentados a la Corte en nuestro favor. Reitero lo que dije hace un año atrás, el 4 de junio de 2008, que mientras quede una persona luchando fuera, nosotros seguiremos resistiendo hasta que se haga justicia".
La lucha debe multiplicarse hasta obligar al Gobierno norteamericano a poner fin a esta monstruosa injusticia y devolverles la libertad a Gerardo, Ramón, Antonio, Fernando y René.
Presidencia de la Asamblea Nacional del Poder Popular
15 de junio de 2009
Lisboa: Marcha do Orgulho LGBT
20 Jun (Sábado), 17:30h, Príncipe Real
Junho é mês de luta: luta contra a discriminação, contra a vergonha, contra o silêncio.
Numa sociedade saudável, a orientação sexual não é assunto. Mas quando direitos básicos de cidadania são negados a uma parte da população, quando se diz por aí que a homossexualidade pode ser "curada", quando há pessoas agredidas pela forma como escolhem viver o seu corpo e a sua identidade, e quando tanta gente vive com medo de assumir quem é, é altura de perguntar se queremos viver numa sociedade que condena tantos dos seus membros ao sofrimento por cometerem o crime de amar quem amam.
É por tudo isto que a ATTAC é uma das associações promotoras da Marcha do Orgulho LGTB deste ano. Temos orgulho de fazer parte desta luta. E apelamos à participação de tod@s, independentemente da sua orientação sexual. Chamem-lhe o que quiserem: coragem, solidariedade, cidadania. Para nós, tudo se resume a uma palavra: igualdade. Sem ela, ninguém pode ter orgulho de ser quem é.
Afirmando a sua total solidariedade com a causa, a ATTAC Portugal produziu um video em defesa do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo:
http://www.youtube.com/watch?v=w-5R8MEzNxM&feature=player_embedded
Agradecemos a sua máxima divulgação.
Junho é mês de luta: luta contra a discriminação, contra a vergonha, contra o silêncio.
Numa sociedade saudável, a orientação sexual não é assunto. Mas quando direitos básicos de cidadania são negados a uma parte da população, quando se diz por aí que a homossexualidade pode ser "curada", quando há pessoas agredidas pela forma como escolhem viver o seu corpo e a sua identidade, e quando tanta gente vive com medo de assumir quem é, é altura de perguntar se queremos viver numa sociedade que condena tantos dos seus membros ao sofrimento por cometerem o crime de amar quem amam.
É por tudo isto que a ATTAC é uma das associações promotoras da Marcha do Orgulho LGTB deste ano. Temos orgulho de fazer parte desta luta. E apelamos à participação de tod@s, independentemente da sua orientação sexual. Chamem-lhe o que quiserem: coragem, solidariedade, cidadania. Para nós, tudo se resume a uma palavra: igualdade. Sem ela, ninguém pode ter orgulho de ser quem é.
Afirmando a sua total solidariedade com a causa, a ATTAC Portugal produziu um video em defesa do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo:
http://www.youtube.com/watch?v=w-5R8MEzNxM&feature=player_embedded
Agradecemos a sua máxima divulgação.
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18 e 20 de Junho 09 na Academia Problemática e Obscura
Dia 18 de Junho
Quinta–feira às 21:30h
Lançamento do livro Salgalhadas na Lusolândia de José Luís Félix.
Esta novela satírica, totalmente redigida em tom de comédia, que por vezes roça o delírio, está escrita de modo a ser perfeitamente entendida por todos os portugueses, tal o modo preciso como caricatura a nossa vida política, nacional e internacional.
E vai ser sem dúvida uma fonte de grande divertimento para o público em geral, não só pelo tratamento dado aos personagens como pela originalidade das imagens e das expressões utilizadas.
Dizem que nada é mais sério do que o humor. Essa observação tem muito de verdadeiro. Prova-se neste caso, tendo em conta o modo certeiro como José Luís nos consegue transmitir um retrato de como funciona a "Nomenklatura" ou casta dirigente do nosso país, e de como esta molda a vida de todos nós. Ao faze-lo, toca no que é sem dúvida o ponto mais sensível da vida política moderna.
Conheço José Luís há mais de trinta anos. Ele alinhou sempre incondicionalmente ao lado da maioria. Não da maioria parlamentar ou da maioria sociológica, mas sim da maioria formada pelas pessoas manipuladas e oprimidas pela "Nomenklatura". Esta novela satírica prova-o à saciedade.
José Luís Felix, licenciado em economia pelo ISEG e com complemento pós graduação na Bélgica na área do desenvolvimento regional. Actividades profissionais desenvolvidas: empregado de escritório, cobrador, vendedor, criador de actividades de exportação de artesanato, delegado de propaganda médica, animador cultural, consultor de economia e gestão, pintor de azulejaria e investigador na área socio-económica. Actualmente animador e divulgador na área do turismo sustentável.
Actividades desenvolvidas voluntariamente: Promotor de ciclos cinematográficos, animador de colectividades populares, animador cultural, actor de teatro amador e animador de actividades sócio-culturais com elementos de outros países.
Actividade na área escrita: colaborador no jornal A Batalha, participante na criação da revista Utopia, autor de diversos artigos e análises sobre as áreas sociológica e económica, autor do livro de ficção O ministro da felicidade.
Actualmente participa no arranque do programa radiofónico Onda Livre e prepara uma obra de ensaio sobre as comunidades alternativas bem sucedidas espalhadas pelo mundo na actualidade.
Entrada Livre!
Em Outubro decorrerão Eleições Autárquicas. Para os próximos quatro anos delimia-se um quadro extremamente penoso para o país, sendo que, para Setúbal, se esperam os mais duros reflexos das crises económica e social.
O panorama actual é grave, mas prosperam-se batalhas tão difíceis que colocarão o próprio modelo de sociedade em causa. Consciente dessas razões, a Academia Problemática e Obscura convidou os Candidatos à Câmara Municipal de Setúbal para encontros não-formais onde possam apresentar as suas ideias e discuti-las, de forma franca e aberta, com os cidadãos. O facto dos mesmos terem aceite o repto, demonstra que algo já está a mudar no paradigma cultural e político da urbe. Não se tratam de acções de campanha, mas jantares democráticos onde se espera profícua discussão e talentosa troca de posições, tendo em vista apenas o bem comum. Oxalá assim seja…
Dia 20 de Junho
Sábado às 20:00h
Jantar de apresentação do Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Setúbal do Partido Socialista, Teresa Almeida.
Jantar – 10 € (8 € Folio Divino)
Programa da Academia Problemática e Obscura de Junho de 2009
Rua Deputado Henrique Cardoso, 30-34, Setúbal
www.primafolia.blogspot.com
primafolia@gmail.com
00351 96 388 31 43
Quinta–feira às 21:30h
Lançamento do livro Salgalhadas na Lusolândia de José Luís Félix.
Esta novela satírica, totalmente redigida em tom de comédia, que por vezes roça o delírio, está escrita de modo a ser perfeitamente entendida por todos os portugueses, tal o modo preciso como caricatura a nossa vida política, nacional e internacional.
E vai ser sem dúvida uma fonte de grande divertimento para o público em geral, não só pelo tratamento dado aos personagens como pela originalidade das imagens e das expressões utilizadas.
Dizem que nada é mais sério do que o humor. Essa observação tem muito de verdadeiro. Prova-se neste caso, tendo em conta o modo certeiro como José Luís nos consegue transmitir um retrato de como funciona a "Nomenklatura" ou casta dirigente do nosso país, e de como esta molda a vida de todos nós. Ao faze-lo, toca no que é sem dúvida o ponto mais sensível da vida política moderna.
Conheço José Luís há mais de trinta anos. Ele alinhou sempre incondicionalmente ao lado da maioria. Não da maioria parlamentar ou da maioria sociológica, mas sim da maioria formada pelas pessoas manipuladas e oprimidas pela "Nomenklatura". Esta novela satírica prova-o à saciedade.
João Machado
José Luís Felix, licenciado em economia pelo ISEG e com complemento pós graduação na Bélgica na área do desenvolvimento regional. Actividades profissionais desenvolvidas: empregado de escritório, cobrador, vendedor, criador de actividades de exportação de artesanato, delegado de propaganda médica, animador cultural, consultor de economia e gestão, pintor de azulejaria e investigador na área socio-económica. Actualmente animador e divulgador na área do turismo sustentável.
Actividades desenvolvidas voluntariamente: Promotor de ciclos cinematográficos, animador de colectividades populares, animador cultural, actor de teatro amador e animador de actividades sócio-culturais com elementos de outros países.
Actividade na área escrita: colaborador no jornal A Batalha, participante na criação da revista Utopia, autor de diversos artigos e análises sobre as áreas sociológica e económica, autor do livro de ficção O ministro da felicidade.
Actualmente participa no arranque do programa radiofónico Onda Livre e prepara uma obra de ensaio sobre as comunidades alternativas bem sucedidas espalhadas pelo mundo na actualidade.
Entrada Livre!
Em Outubro decorrerão Eleições Autárquicas. Para os próximos quatro anos delimia-se um quadro extremamente penoso para o país, sendo que, para Setúbal, se esperam os mais duros reflexos das crises económica e social.
O panorama actual é grave, mas prosperam-se batalhas tão difíceis que colocarão o próprio modelo de sociedade em causa. Consciente dessas razões, a Academia Problemática e Obscura convidou os Candidatos à Câmara Municipal de Setúbal para encontros não-formais onde possam apresentar as suas ideias e discuti-las, de forma franca e aberta, com os cidadãos. O facto dos mesmos terem aceite o repto, demonstra que algo já está a mudar no paradigma cultural e político da urbe. Não se tratam de acções de campanha, mas jantares democráticos onde se espera profícua discussão e talentosa troca de posições, tendo em vista apenas o bem comum. Oxalá assim seja…
Dia 20 de Junho
Sábado às 20:00h
Jantar de apresentação do Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Setúbal do Partido Socialista, Teresa Almeida.
Jantar – 10 € (8 € Folio Divino)
Programa da Academia Problemática e Obscura de Junho de 2009
Rua Deputado Henrique Cardoso, 30-34, Setúbal
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sexta-feira, junho 12, 2009
Impacto de la crisis global en la calidad de vida y cultura de los pueblos
Foro debate en on line con la participación del Ministro de Cultura Abel Prieto
Amigos,
Los invitamos a participar en el Foro debate Online "Impacto de la crisis global en la calidad de vida y cultura de los pueblos", ingresando a http://www.cubaminrex.cu/index.htm.
A partir del 12 de junio pueden enviar sus preguntas o comentarios sobre el tema.
Sin embargo, el próximo 18 de junio será el momento cumbre del Foro, aunque (como dijimos antes) desde el dia 12 de junio esta abierto a toda participación y encuentro.
El procedimiento es simple. Cuando usted ingrese en la página http://www.cubaminrex.cu/index.htm encontrara un comando Conectarse al Foro Debate... Debe accionar el ratón y al entrar para registrase como usuario. Un vez hecho el registro, puede conectarse y escribir cualquier pregunta o comentario que estime.
Seria positivo para nuestro trabajo en Red que en sus paginas apareciera la Convocatoria y el link al sitio del Foro.
Saludos,
Capitulo Cubano Red En defensa de la Humanidad.
El Capitulo Cubano de la Red de Redes En Defensa de la Humanidad y la Asociacion Nacional de Economistas de Cuba convocan al Foro Debate: "Impacto de la crisis global en la calidad de vida y cultura de los pueblos". El mismo tendrá lugar el jueves 18 de junio, entre las 10.00 am y las 12.00 m (hora de Cuba).
Contara con la participacion del Ministro de Cultura Abel Prieto y otros prestigiosos intelectuales, academicos y personalidades cubanas y extranjeras, quienes intercambiaran opiniones con los internautas acerca de la crisis global y sus efectos para la humanidad, con la intencion de sugerir soluciones a los graves problemas globales que nos afectan. Te invitamos a participar.
Amigos,
Los invitamos a participar en el Foro debate Online "Impacto de la crisis global en la calidad de vida y cultura de los pueblos", ingresando a http://www.cubaminrex.cu/index.htm.
A partir del 12 de junio pueden enviar sus preguntas o comentarios sobre el tema.
Sin embargo, el próximo 18 de junio será el momento cumbre del Foro, aunque (como dijimos antes) desde el dia 12 de junio esta abierto a toda participación y encuentro.
El procedimiento es simple. Cuando usted ingrese en la página http://www.cubaminrex.cu/index.htm encontrara un comando Conectarse al Foro Debate... Debe accionar el ratón y al entrar para registrase como usuario. Un vez hecho el registro, puede conectarse y escribir cualquier pregunta o comentario que estime.
Seria positivo para nuestro trabajo en Red que en sus paginas apareciera la Convocatoria y el link al sitio del Foro.
Saludos,
Capitulo Cubano Red En defensa de la Humanidad.
CONVOCATORIA FORO DEBATE
El Capitulo Cubano de la Red de Redes En Defensa de la Humanidad y la Asociacion Nacional de Economistas de Cuba convocan al Foro Debate: "Impacto de la crisis global en la calidad de vida y cultura de los pueblos". El mismo tendrá lugar el jueves 18 de junio, entre las 10.00 am y las 12.00 m (hora de Cuba).
Contara con la participacion del Ministro de Cultura Abel Prieto y otros prestigiosos intelectuales, academicos y personalidades cubanas y extranjeras, quienes intercambiaran opiniones con los internautas acerca de la crisis global y sus efectos para la humanidad, con la intencion de sugerir soluciones a los graves problemas globales que nos afectan. Te invitamos a participar.
quinta-feira, junho 11, 2009
Turquia: solidariedade com as activistas presas
¡Solidaridad con las hermanas y los hermanos activistas en Turquía!
Estimadas/os amigas/os,
Siguen detenidos en la cárcel 15 de los 30 activistas de Turquía, incluyendo a militantes de la Marcha Mundial de las Mujeres y sindicalistas, presos en el 28 de mayo por la fuerzas de seguridad turca. La operación contó con la invasión a las oficinas de la Confederación de Sindicatos de los Servidores Públicos (KESK) y el Sindicato de Profesores Egitim Sem, filiado à la KESK, así como la captura de documentos de trabajo de diversos movimientos sociales.
El proceso legal sigue en tramitación confidencial: no hay acusación formal y las y los acusados no saben el motivo de su detención. Entre las personas que siguen presas, hay dos integrantes de la MMM – Elif Akgul, ex-secretaria de mujeres del sindicato de profesores, e Yuskel Mutlu, profesora jubilada, integrante de la Asociación de Derechos Humanos y de la Asamblea Turca por la Paz.
Diversas organizaciones de todo el mundo ya han manifestado su indignación con las prisiones, percibidas como más una tentativa de criminalizar a los movimientos sociales. La Marcha Mundial de las Mujeres viene una vez más a público denunciar esta evidente violación de los derechos humanos y pedir:
Invitamos a todas las coordinaciones nacionales y grupos participantes de la Marcha Mundial de las Mujeres y a todos los movimientos aliados a entregar personalmente a los consulados y embajadas turcas en sus países, en la semana del 8 a 12 de junio, sus cartas de repudio a la detención ilegal de las y los activistas, además de enviar por fax a las siguientes autoridades turcas:
En anexo, ustedes encontrarán un modelo de carta de repudio, para ser enviado (por favor, envíen la carta en inglés, para que las autoridades turcas la puedan comprender).
Pedimos también que nos informen y nos envíen fotos de las acciones de solidariedad que han hecho o están haciendo al correo info@marchemondiale.org.
En solidaridad feminista,
Secretariado Internacional de la Marcha Mundial de las Mujeres
Lista de activistas aún en detención:
The World March of Women – international, grass-roots, feminist movement – in [COUNTRY NAME / NOM DU PAYS / NOME DO PAIS / NOMBRE DEL PAIS] expresses its strong repudiation of the illegal arrest and detention of 35 trade unionists (including Songül Morsümbül, Women’s Secretary of the Confederation of Public Employees Trade Unions; Gülçin İsbert, Women’s Secretary of Eğitim Sen; Elif Akgül, former Women’s Secretary of Eğitim Sen; and Yuksel Mutlu of the Human Rights Association) in the early hours of the 28th May 2009.
We demand that these 35 women and men be released without charge immediately, and that those responsible for their illegal arrest be brought to justice according to Turkish law. We further demand that all documents, computers and CDs confiscated illegally from their offices be returned without delay.
We declare our full solidarity with our imprisoned sisters and brothers and with their struggle for workers rights in Turkey and in Europe.
Women on the March until we are all Free!
World March of Women
[COUNTRY NAME / NOM DU PAYS / NOME DO PAIS / NOMBRE DEL PAIS]
Estimadas/os amigas/os,
Siguen detenidos en la cárcel 15 de los 30 activistas de Turquía, incluyendo a militantes de la Marcha Mundial de las Mujeres y sindicalistas, presos en el 28 de mayo por la fuerzas de seguridad turca. La operación contó con la invasión a las oficinas de la Confederación de Sindicatos de los Servidores Públicos (KESK) y el Sindicato de Profesores Egitim Sem, filiado à la KESK, así como la captura de documentos de trabajo de diversos movimientos sociales.
El proceso legal sigue en tramitación confidencial: no hay acusación formal y las y los acusados no saben el motivo de su detención. Entre las personas que siguen presas, hay dos integrantes de la MMM – Elif Akgul, ex-secretaria de mujeres del sindicato de profesores, e Yuskel Mutlu, profesora jubilada, integrante de la Asociación de Derechos Humanos y de la Asamblea Turca por la Paz.
Diversas organizaciones de todo el mundo ya han manifestado su indignación con las prisiones, percibidas como más una tentativa de criminalizar a los movimientos sociales. La Marcha Mundial de las Mujeres viene una vez más a público denunciar esta evidente violación de los derechos humanos y pedir:
- la liberación inmediata de todas y todos detenidos;
- el fin a la represión de los movimientos de oposición, incluyendo el movimiento de mujeres, sindicatos y asociaciones de derechos humanos.
Invitamos a todas las coordinaciones nacionales y grupos participantes de la Marcha Mundial de las Mujeres y a todos los movimientos aliados a entregar personalmente a los consulados y embajadas turcas en sus países, en la semana del 8 a 12 de junio, sus cartas de repudio a la detención ilegal de las y los activistas, además de enviar por fax a las siguientes autoridades turcas:
- Primer Ministro de Turquía Recep Tayyip Erdoğan: 00 90 312 417 04 76
- Presidente de Turquía Abdurrahman Gül: 00 90 312 418 4183
- Ministra de Mujeres Selma Aliye Kavaf: 00 90 312 417 39 87
En anexo, ustedes encontrarán un modelo de carta de repudio, para ser enviado (por favor, envíen la carta en inglés, para que las autoridades turcas la puedan comprender).
Pedimos también que nos informen y nos envíen fotos de las acciones de solidariedad que han hecho o están haciendo al correo info@marchemondiale.org.
En solidaridad feminista,
Secretariado Internacional de la Marcha Mundial de las Mujeres
Lista de activistas aún en detención:
- Abdulcelil Demir, Egitim-Sen Izmir Branch member;
- Abdurrahman Dasdemir, Former KESK General Secretary;
- Aydin Güngörmez, Egitim-Sen Izmir Branch member;
- Elif Akgül Ates, Former Egitim-Sen Women's Secretary;
- Harun Gündes, Egitim-Sen Izmir Branch member;
- Hasan Soysal, United Trade Union of Transport Employees (BTS) Izmir Branch member;
- Hasan Umar, Egitim-Sen Van Branch member;
- Haydar Deniz, Egitim-Sen representative in Izmir/Bergama;
- Lami Özgen, Egitim-Sen Ankara Branch member;
- Mehmet Hanifi Kuris, Egitim-Sen Izmir Branch member;
- Mustafa Beyazbal, Egitim-Sen Izmir Branch member;
- Nihat Keni, Egitim-Sen Izmir Branch member;
- Sakine Esen Yilmaz, Egitim-Sen Izmir Branch member;
- Sermin Günes, Egitim-Sen Izmir Branch member;
- Yuskel Mutlu, retired teacher, member of the Human Rights Association and member of the Turkey Peace Assembly.
Letter of Repudiation
The World March of Women – international, grass-roots, feminist movement – in [COUNTRY NAME / NOM DU PAYS / NOME DO PAIS / NOMBRE DEL PAIS] expresses its strong repudiation of the illegal arrest and detention of 35 trade unionists (including Songül Morsümbül, Women’s Secretary of the Confederation of Public Employees Trade Unions; Gülçin İsbert, Women’s Secretary of Eğitim Sen; Elif Akgül, former Women’s Secretary of Eğitim Sen; and Yuksel Mutlu of the Human Rights Association) in the early hours of the 28th May 2009.
We demand that these 35 women and men be released without charge immediately, and that those responsible for their illegal arrest be brought to justice according to Turkish law. We further demand that all documents, computers and CDs confiscated illegally from their offices be returned without delay.
We declare our full solidarity with our imprisoned sisters and brothers and with their struggle for workers rights in Turkey and in Europe.
Women on the March until we are all Free!
World March of Women
[COUNTRY NAME / NOM DU PAYS / NOME DO PAIS / NOMBRE DEL PAIS]
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Represión sangrienta en la Amazonía Peruana
Communicato CAOI
Minga Informativa de Movimientos Sociales
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Juicio Internacional a Alan García Pérez y su gobierno
Represión sangrienta en la Amazonía Peruana
Entre diez a veinte muertos. Urgente: plantones ante las embajadas peruanas en todos los países, en cumplimiento del acuerdo de la IV Cumbre Continental de Pueblos y Nacionalidades Indígenas del Abya Yala.
El gobierno aprista de Alan García Pérez ha desatado una represión sangrienta en la Amazonía Peruana la madrugada de hoy. Las informaciones son confusas, no hay cifras oficiales, pero varían entre diez a veinte muertos en Bagua, zona de Corral Quemado y Curva del Diablo. Nuevamente se pretende imponer la muerte sobre la vida, la masacre sobre el diálogo. Es la respuesta dictatorial luego de 56 días de lucha pacífica indígena y de supuestos diálogos y negociaciones, que terminan en las balas de siempre, las mismas de más de 500 años de opresión.
Hoy más que nunca es urgente cumplir el acuerdo de la IV Cumbre Continental de los Pueblos y Nacionalidades Indígenas del Abya Yala (Puno, Perú, 27 al 31 de mayo) y hacer efectiva nuestra solidaridad con los pueblos amazónicos peruanos, realizando plantones ante las embajadas del Perú en todos los países, todos los días, hasta que se detenga el baño de sangre y se deroguen los decretos legislativos del TLC con Estados Unidos. E impulsar el juicio internacional a Alan García Pérez y su gobierno, por su entreguismo y la represión: tiene una deuda de por lo menos diez muertos.
Esto ocurre horas después de que el Congreso de la República, en un abierto acto de provocación, decidiera postergar nuevamente el debate de la derogatoria de los decretos legislativos pro TLC que facilitan la invasión de territorios indígenas, mientras el Poder Ejecutivo enviaba nuevos numerosos contingentes policiales a la amazonía.
Llamamos a las organizaciones indígenas, movimientos sociales y organizaciones de derechos humanos de todo el mundo, a tomar acciones concretas: cartas al gobierno peruano, al Relator Especial de las Naciones Unidas para Pueblos Indígenas, a Amnistía Internacional, Survival International, a los Premios Nóbel de la Paz, Comisión Interamericana de Derechos Humanos, Organización Internacional del Trabajo (Convenio 169), para que envíen de inmediato misiones al Perú, para detener esta violencia y se respeten los derechos indígenas.
Los organismos de la ONU deben pronunciarse con firmeza, sumándose a la demanda planteada por la presidenta del Foro Permanente para Cuestiones Indígenas, Victoria Tauli, de levantar el estado de emergencia, no usar la represión y cumplir con las normas internacionales que garantizan el ejercicio de los derechos indígenas.
Hoy en Lima, todas las organizaciones del movimiento social peruano, articuladas en el Frente Comunitario por la Vida y la Soberanía, se movilizarán a las 5 de la tarde desde la Plaza Francia, exigiendo poner alto a la represión y derogar los decretos legislativos que afectan los derechos territoriales de los pueblos indígenas andinos y amazónicos y la soberanía nacional.
¡Basta de represión!
¡Derogatoria inmediata de los decretos legislativos anti-indígenas del TLC!
Lima, 05 de junio de 2009
Coordinación General CAOI
COORDINADORA ANDINA DE ORGANZIACIONES INDÍGENAS – CAOI
Bolivia, Ecuador, Perú, Colombia, Chile, Argentina
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Minga Informativa de Movimientos Sociales
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Haiti: luta pelo aumento do salário mínimo
Grave represión de la policía nacional y de la MINUSTAH contra estudiantes de la Facultad de Ciencias humanas manifestando en apoyo al aumento del salario mmínimo aprobado por el Parlamento. Un estudiante recibió una bala en la cabeza, varios heridos y algunos detenidos.
Aún no tenemos alguna dirección electrónica o fax para el gobierno de Haití, pero se podría mandar mensajes de solidaridad y apoyo a Papda, via camille.chalmers@papda.org con copia también a Guy Numa de MODEP, modepayiti@yahoo.fr.
Mensaje enviado por el compañero Camille
CONTEXTO DE LA REPRSIÓN EN CONTRA DE LOS ESTUDIANTES SOBRE LA CUESTIÓN DEL AUMENTO DEL SALARIO MINIMO
Comp@s,
Durante una manifestación de estudiantes universitarios para exigir la publicación de la Ley de aumento salarial adoptada por poder legislativo hubo una violenta represión de la Policia Nacional. Un estudiante recibión una bala en la cabeza y se registraron varios heridos. Tambien varios estudiantes fueron detenidos.
El salario mínimo en el sector industrial en Haiti esta fijado desde el mes de mayo del 2003 a 70.00 Gourdes por dia. Lo que representa hoy 1.70 $US por dia. Cuando se subió el salario mínimo en mayo del 2003 no permitió recuperar el poder de compra perdido por los trabajadores en periodos anteriores.
El salario de 70 gourdes por dia es mucho mas bajo que el salario mínimo de los años 80 en Haïti fijado a 15 gourdes que valian en este momento 3.00 $ US diarios.
Durante los últimos años (desde el verano del 2007) se produjo un aumento brutal del costo de vida y en particular de bienes estratégicos como el petroleo y los alimentos. El código de trabajo que esta en vigor dispone que cada vez que la tasa anual de inflación supera los 10% el Estado debe hacer automáitcamente un ajuste adecuado del salario mínimo. Por supuesto esta disposción legal esta siendo violada por el Estado.
Tomando en cuenta el deterioro dramático de las condiciones de vida y del poder de compra real se calcula que el salario mínimo industrial deberia situarse alrededor de 550 - 600 Gourdes diarios.
A iniciativa de un diputado (Steven Benoit) se empezó a discutir una propuesta de aumento del salario diario a 200 gourdes. Despues de mas de 2 años de discusión las dos cámaras adoptaron un aumento del salario a 200 Gourdes diarios en abril del 2009.
El Presidente de la República y el Gobiuerno haitiano se rehuzan a ordenar la promulgación de la nuevva ley en el diario oficial del pais.
El primero de mayo del 2009 se produjo una mobilización importante de miles de personas convocadas por un frente de organizaciones sindicales llamados : "Colectivo para otro primer de mayo". El colectivo lanzó a la calle una gran manifestación que fue reprimida brutalmente por un cuerpo especializado de la Policia Nacional impidiendo a los manifestantes de llegar frente al Palacio Nacional en la plaza central de Puerto Principe (Champ de Mars). Durante esta represión utilizaron el bastón y gases lacrimógenos. Una persona de 70 años fue golpeada, herida y hospitalizada con varias víctimas de esta represión.
Durante los meses de mayo y junio la Policia y la MINUSTAH intervinieron violentamente para reprimir manifestaciones estudiantiles llegando al extremo de violar los recintos de la Facultad de medicina lo que esta por supuesto prohibido por la Constitución del pais.
Las organizaciones empresariales (en particular el ADIH - Association des Industries d'Haïti) empezaron una violenta campaña mediática en contra de la nueva ley de aumento del salario amenazando en botar a la calle 50% del parque industrial de 25.000 trabajadores que laboran en el sector de exportaciones de productos textiles hacia el mercado de USA.
Incluso en la mañana de la adopción de la ley de aumento salariial por el Senado de la República algunos empresarios empezaron a despedir trabajadoras.
Muchos empresarios en el sector de las zonas francas estan pagando mas de 200 Gourdes por dia ya. En la CODEVI, zona franca que se encuentra en la frontera Noreste del pais con la República Dominicana estan pagando en el contexto de una convención colectiva ganada despues de una dura lucha de los trabajadores mas de 350 gourdes por dia. Los 200 gourdes quedan "competitivos' en la región y en los parques industriales de zonas francas de la República Dominicana donde emplean 200.000 trabajadores el salario mínimo actual esta en 5.50 $US diarios - sea mayor a los 200 gourdes del aumento adoptado (4.87$US) (y se va a aumentar pronto - hay un proceso de negociación en curso).
Desde el año 2002 la PAPDA y muchas redes de organizaciones empezaron una lucha contra la instalación de una zona franca de re-exportación de productos textiles en una zona agrícole muy fertil. Fue una mobilización nacional e internacional con el apoyo de las redes COMPA, Jubileo Sur, APC y muchas organizaciones de la República Dominicana. Finalmente los campesinos fueron desalojados militarmente y se instaló la empresa del señor Capellan que obtuvo un prestamo de 23 millones de $ US de la IFC del BM para instalar infraestructuras adecuadas. Por supuesto esto se hizo sin un estudio previo de impacto ambiental. Los desalojados siguen luchando para encontrar nuevas tierras como fue prometido. Instalaron la CODEVI que emplea actual;mente a 2000 trabajadores que producen jeans Para Levis y T-shirt Srah Lee para el mercado de USA. La movilización de estos trabajadores fue permanente para el respecto de sus derechos. Se produjeron varias olas de despidos masivos para tratar de romper las inicaitivas de sindicalización. La Federación sindical Batay Ouvriye jugó un papel clave en este proceso. El último despido de 385 trabajadores provocó una destacada resistencia con el apoyo de la comunidad. Finalmente la dirección de la emnpresa tuvo que re-integrara estos trabajadores que ganaron una convención colectiva. Se produjo también un acercamiento solidario entre trabajadores haitianos y dominicanos que trabajan por esta misma empresa en Haiti y en Santiago en RD.
Hay que añadir que en diciembre 2006 el Congreso de Estados Unidos adoptó una ley llamada HOPE que otorga condiciones especiales para favorecer la entrada de productos textiles fabricados en Haiti en el mercado de USA (rebaja y/o eliminación de aranceles / modificación de las reglas de origen). En agosto del 2008 frente a los pocos resultados obtenidos se ampliaron las disposiciones de la ley HOPE llamada ahora HOPE II. Esta ley que según las promesas deberia crear cientos de miles de empleos en Haïti constituye el centro de la estrategia economica actual con el apoyo de Naciones Unidas (El secretario General de NU acaba de financiar un economista de Oxfors University (Paul Collier) para que defina una nueva estrategia ecónomica para nuestro pais. Una de sus recomendaciones es la multiplicación de zonas franacs bajo la modalidad HOPE. La reciente designación de Bill Clintion, como emisario especial de la ONU, profundiza la dependencia del pais y la perdiada de la soberania entra también en esta misma estrategia. Esta estrategia tiene tambien el apoyo de la clase dominante de República Domincana que busca transferir en haiti parte de su parque de zonas francas para beneficiar de la mano de obra barata y de Brazil (el vicepresidente de Brazil que tiene grandes inversiones en el sector textilero hizo una visita en haiti para planificar nuevas emnpresas en Haiti para entrar al mercado de USA via Haiti. Hay que recordar que la tasa de desempleo actual es altissima en Haiti.
La MINUSTAH permanece en una tradición de intervenciones represivas contra los trabajadores. Así esta tropa jugó un papel clave cuando en el contexto d ela preparación de la privatización de la compañia estatal de telefonia, la TELECO. Echaron a la calle en el año 2007 mas de 1300 trabajadores y las tropas de la MINUSTAH intervinieron para facilitar este despido ilegal.
Demandas:
Gracias por su solidaridad
Camille
Aún no tenemos alguna dirección electrónica o fax para el gobierno de Haití, pero se podría mandar mensajes de solidaridad y apoyo a Papda, via camille.chalmers@papda.org con copia también a Guy Numa de MODEP, modepayiti@yahoo.fr.
Mensaje enviado por el compañero Camille
CONTEXTO DE LA REPRSIÓN EN CONTRA DE LOS ESTUDIANTES SOBRE LA CUESTIÓN DEL AUMENTO DEL SALARIO MINIMO
Comp@s,
Durante una manifestación de estudiantes universitarios para exigir la publicación de la Ley de aumento salarial adoptada por poder legislativo hubo una violenta represión de la Policia Nacional. Un estudiante recibión una bala en la cabeza y se registraron varios heridos. Tambien varios estudiantes fueron detenidos.
El salario mínimo en el sector industrial en Haiti esta fijado desde el mes de mayo del 2003 a 70.00 Gourdes por dia. Lo que representa hoy 1.70 $US por dia. Cuando se subió el salario mínimo en mayo del 2003 no permitió recuperar el poder de compra perdido por los trabajadores en periodos anteriores.
El salario de 70 gourdes por dia es mucho mas bajo que el salario mínimo de los años 80 en Haïti fijado a 15 gourdes que valian en este momento 3.00 $ US diarios.
Durante los últimos años (desde el verano del 2007) se produjo un aumento brutal del costo de vida y en particular de bienes estratégicos como el petroleo y los alimentos. El código de trabajo que esta en vigor dispone que cada vez que la tasa anual de inflación supera los 10% el Estado debe hacer automáitcamente un ajuste adecuado del salario mínimo. Por supuesto esta disposción legal esta siendo violada por el Estado.
Tomando en cuenta el deterioro dramático de las condiciones de vida y del poder de compra real se calcula que el salario mínimo industrial deberia situarse alrededor de 550 - 600 Gourdes diarios.
A iniciativa de un diputado (Steven Benoit) se empezó a discutir una propuesta de aumento del salario diario a 200 gourdes. Despues de mas de 2 años de discusión las dos cámaras adoptaron un aumento del salario a 200 Gourdes diarios en abril del 2009.
El Presidente de la República y el Gobiuerno haitiano se rehuzan a ordenar la promulgación de la nuevva ley en el diario oficial del pais.
El primero de mayo del 2009 se produjo una mobilización importante de miles de personas convocadas por un frente de organizaciones sindicales llamados : "Colectivo para otro primer de mayo". El colectivo lanzó a la calle una gran manifestación que fue reprimida brutalmente por un cuerpo especializado de la Policia Nacional impidiendo a los manifestantes de llegar frente al Palacio Nacional en la plaza central de Puerto Principe (Champ de Mars). Durante esta represión utilizaron el bastón y gases lacrimógenos. Una persona de 70 años fue golpeada, herida y hospitalizada con varias víctimas de esta represión.
Durante los meses de mayo y junio la Policia y la MINUSTAH intervinieron violentamente para reprimir manifestaciones estudiantiles llegando al extremo de violar los recintos de la Facultad de medicina lo que esta por supuesto prohibido por la Constitución del pais.
Las organizaciones empresariales (en particular el ADIH - Association des Industries d'Haïti) empezaron una violenta campaña mediática en contra de la nueva ley de aumento del salario amenazando en botar a la calle 50% del parque industrial de 25.000 trabajadores que laboran en el sector de exportaciones de productos textiles hacia el mercado de USA.
Incluso en la mañana de la adopción de la ley de aumento salariial por el Senado de la República algunos empresarios empezaron a despedir trabajadoras.
Muchos empresarios en el sector de las zonas francas estan pagando mas de 200 Gourdes por dia ya. En la CODEVI, zona franca que se encuentra en la frontera Noreste del pais con la República Dominicana estan pagando en el contexto de una convención colectiva ganada despues de una dura lucha de los trabajadores mas de 350 gourdes por dia. Los 200 gourdes quedan "competitivos' en la región y en los parques industriales de zonas francas de la República Dominicana donde emplean 200.000 trabajadores el salario mínimo actual esta en 5.50 $US diarios - sea mayor a los 200 gourdes del aumento adoptado (4.87$US) (y se va a aumentar pronto - hay un proceso de negociación en curso).
Desde el año 2002 la PAPDA y muchas redes de organizaciones empezaron una lucha contra la instalación de una zona franca de re-exportación de productos textiles en una zona agrícole muy fertil. Fue una mobilización nacional e internacional con el apoyo de las redes COMPA, Jubileo Sur, APC y muchas organizaciones de la República Dominicana. Finalmente los campesinos fueron desalojados militarmente y se instaló la empresa del señor Capellan que obtuvo un prestamo de 23 millones de $ US de la IFC del BM para instalar infraestructuras adecuadas. Por supuesto esto se hizo sin un estudio previo de impacto ambiental. Los desalojados siguen luchando para encontrar nuevas tierras como fue prometido. Instalaron la CODEVI que emplea actual;mente a 2000 trabajadores que producen jeans Para Levis y T-shirt Srah Lee para el mercado de USA. La movilización de estos trabajadores fue permanente para el respecto de sus derechos. Se produjeron varias olas de despidos masivos para tratar de romper las inicaitivas de sindicalización. La Federación sindical Batay Ouvriye jugó un papel clave en este proceso. El último despido de 385 trabajadores provocó una destacada resistencia con el apoyo de la comunidad. Finalmente la dirección de la emnpresa tuvo que re-integrara estos trabajadores que ganaron una convención colectiva. Se produjo también un acercamiento solidario entre trabajadores haitianos y dominicanos que trabajan por esta misma empresa en Haiti y en Santiago en RD.
Hay que añadir que en diciembre 2006 el Congreso de Estados Unidos adoptó una ley llamada HOPE que otorga condiciones especiales para favorecer la entrada de productos textiles fabricados en Haiti en el mercado de USA (rebaja y/o eliminación de aranceles / modificación de las reglas de origen). En agosto del 2008 frente a los pocos resultados obtenidos se ampliaron las disposiciones de la ley HOPE llamada ahora HOPE II. Esta ley que según las promesas deberia crear cientos de miles de empleos en Haïti constituye el centro de la estrategia economica actual con el apoyo de Naciones Unidas (El secretario General de NU acaba de financiar un economista de Oxfors University (Paul Collier) para que defina una nueva estrategia ecónomica para nuestro pais. Una de sus recomendaciones es la multiplicación de zonas franacs bajo la modalidad HOPE. La reciente designación de Bill Clintion, como emisario especial de la ONU, profundiza la dependencia del pais y la perdiada de la soberania entra también en esta misma estrategia. Esta estrategia tiene tambien el apoyo de la clase dominante de República Domincana que busca transferir en haiti parte de su parque de zonas francas para beneficiar de la mano de obra barata y de Brazil (el vicepresidente de Brazil que tiene grandes inversiones en el sector textilero hizo una visita en haiti para planificar nuevas emnpresas en Haiti para entrar al mercado de USA via Haiti. Hay que recordar que la tasa de desempleo actual es altissima en Haiti.
La MINUSTAH permanece en una tradición de intervenciones represivas contra los trabajadores. Así esta tropa jugó un papel clave cuando en el contexto d ela preparación de la privatización de la compañia estatal de telefonia, la TELECO. Echaron a la calle en el año 2007 mas de 1300 trabajadores y las tropas de la MINUSTAH intervinieron para facilitar este despido ilegal.
Demandas:
- Que el Gobierno ordene la promulgación de la ley de los 200 Gourdes diarios.
- Que los estudiantes heridos sus familias y todas las víctimas de la represión sean indeminzados y reparados por el Estado y que benefician de los mejores tratamientos disponibles para recuperar su salud.
- Exigir la liberación inmediata de los estudiantes y manifestantes encarcelados.
- Que los agentes de la Policia Nacional responsables de estos atropellos y del uso disporoporcionado de la fuerza sean sancionados.
- Que se haga una queja formal a las Instituciones de Naciones Unidas para denunciar las violaciones de los Derechos Humanos y el no respecto de las leyes de nuestro pais por las fuerzas de ocupación.
- Exigir el retiro de las tropas de ocupación culpables de represiones crecientes en contra del Pueblo de Haiti.
- Exigir inversiones adaptadas para fortalecer la Universidad estatal y contrarrestar la ola de privatización del sistema educativo.
- Exigir la emergencia de un plan de desarrollo equilibrado que no se concentre exclusivamente en zonas francas y que respete los DESC así como los derechos de l@s trabajadores.
Gracias por su solidaridad
Camille
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terça-feira, junho 09, 2009
Refugiados ambientales serán millones
IPS entrevista a MAURIZIO GUBBIOTTI, de Legambiente
FLORENCIA, Italia, jun (IPS) - "Por primera vez, los refugiados ambientales superan en número a aquellos que escapan de la guerra", dijo a IPS el coordinador internacional de la asociación ecologista italiana Legambiente, Maurizio Gubbiotti.
Millones de personas pronto tendrán que abandonar los lugares donde viven por el recalentamiento planetario. La mitad se trasladarán por catástrofes naturales, y el resto por la desertificación y el aumento del nivel del mar, señala un informe elaborado por Legambiente que se presentará a mediados de este mes en Roma.
"Los refugiados ambientales son la real emergencia del futuro. Y hay una devastadora emergencia social detrás de la crisis ambiental y climática que enfrentamos hoy", señaló Gubbiotti, quien dialogó con Stefania Milan, de IPS, en la noroccidental ciudad italiana de Florencia.
IPS: ¿Cuán seria es la crisis para la gente?
MAURIZIO GUBBIOTTI: La Oficina del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (Acnur) prevé entre 200 y 250 millones de refugiados ambientales para 2050. Nuestro informe muestra que ya hay una crisis importante.
Es difícil evaluar la dimensión real del problema, porque un solo huracán puede tener un impacto dramático sobre las cifras. El ciclón tropical Nargis, que devastó Birmania en mayo de 2008, dejando 140.000 muertos, generó 800.000 desplazados.
IPS: ¿Cuáles son las áreas en mayor riesgo?
MG: Todas las que ya son bastante pobres y frágiles. El continente africano y zonas costeras de Asia, en particular Bangladesh y las islas del Pacífico. Pero también la región mediterránea y América Latina están en peligro.
Y las islas Maldivas: 85 por ciento de mayor de ellas está amenazada por el aumento del nivel del mar, y alrededor de 300.000 personas tendrán que trasladarse pronto. En Guyana Francesa pronosticamos que habrá unos 600.000 refugiados ambientales en los próximos años.
IPS: ¿A dónde irá esa gente?
MG: Unas 300 personas mueren cada mes intentando llegar a las fronteras de Europa, cruzando el mar Mediterráneo. Advertimos su presencia solamente cuando emigran a países industrializados. Pero, en realidad, la mayoría de los refugiados ambientales sólo pueden viajar a países circundantes, lo que agrava la situación de las naciones pobres.
Muchos son desplazados internos. No hay cifras sobre quienes se desplazan por razones ambientales, pero creo que aproximadamente 50 por ciento de ellos no tienen los recursos para huir de sus países.
IPS: Los desplazados ambientales, ¿tienen un estatus legal?
MG: El derecho internacional no los reconoce como refugiados, dado que las Convenciones de Ginebra adoptadas por la Organización de las Naciones Unidas (ONU) en 1951 solamente cubren a los refugiados políticos o raciales. Pensamos que es tiempo de colocar el estatus de refugiado ambiental en la agenda internacional.
Esperamos contribuir al debate internacional con nuestro informe, que será presentado a mediados de junio en Roma, en las reuniones entre la sociedad civil y el gobierno del Grupo de los Ocho (G-8) países más poderosos, que reunirá a organizaciones no gubernamentales con los ministros de cooperación internacional.
IPS: ¿Cuál es la solución?
MG: Hay sólo una posibilidad de salir de esta crisis ambiental y humanitaria: tenemos que invertir tanto en el ambiente como en los derechos humanos.
Debemos invertir en superar nuestra dependencia del petróleo y el carbono, en favor de fuentes renovables, y en la agricultura sustentable y el reciclaje de desechos. Tenemos que asignar fondos a la mitigación de los daños creados por el cambio climático, y abandonar las políticas proteccionistas de la agricultura europea, que apoyan nuestros cultivos pero impiden que los productos de las economías pobres sean competitivos.
Pero la crisis ambiental también necesita una respuesta social. No estamos hablando simplemente de tierra, sino de gente. Los políticos consideran que las migraciones son una cuestión de orden público. Debemos comprender que detrás de este fenómeno hay un reclamo de supervivencia: estas personas no tienen futuro ni posibilidades de sobrevivir en sus lugares de origen.
IPS: ¿Pueden los países actuar de modo individual?
MG: No. Necesitamos soluciones globales. Tenemos que dar fuerza a las Naciones Unidas, a la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO) y al Protocolo de Kyoto. Pero la clave para volver efectivas estas instancias es el multilateralismo, decidir juntos.
Tenemos muchas esperanzas en la nueva era multilateral inaugurada por el presidente de Estados Unidos, Barack Obama. Es el momento justo para terminar con el enfoque bilateral sobre la pobreza, en el que los países ricos deciden qué es bueno para los pobres. (FIN/2009)
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Este artículo y todos los otros envíos de "other news" están disponibles en http://www.other-news.info/noticias/
FLORENCIA, Italia, jun (IPS) - "Por primera vez, los refugiados ambientales superan en número a aquellos que escapan de la guerra", dijo a IPS el coordinador internacional de la asociación ecologista italiana Legambiente, Maurizio Gubbiotti.
Millones de personas pronto tendrán que abandonar los lugares donde viven por el recalentamiento planetario. La mitad se trasladarán por catástrofes naturales, y el resto por la desertificación y el aumento del nivel del mar, señala un informe elaborado por Legambiente que se presentará a mediados de este mes en Roma.
"Los refugiados ambientales son la real emergencia del futuro. Y hay una devastadora emergencia social detrás de la crisis ambiental y climática que enfrentamos hoy", señaló Gubbiotti, quien dialogó con Stefania Milan, de IPS, en la noroccidental ciudad italiana de Florencia.
IPS: ¿Cuán seria es la crisis para la gente?
MAURIZIO GUBBIOTTI: La Oficina del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados (Acnur) prevé entre 200 y 250 millones de refugiados ambientales para 2050. Nuestro informe muestra que ya hay una crisis importante.
Es difícil evaluar la dimensión real del problema, porque un solo huracán puede tener un impacto dramático sobre las cifras. El ciclón tropical Nargis, que devastó Birmania en mayo de 2008, dejando 140.000 muertos, generó 800.000 desplazados.
IPS: ¿Cuáles son las áreas en mayor riesgo?
MG: Todas las que ya son bastante pobres y frágiles. El continente africano y zonas costeras de Asia, en particular Bangladesh y las islas del Pacífico. Pero también la región mediterránea y América Latina están en peligro.
Y las islas Maldivas: 85 por ciento de mayor de ellas está amenazada por el aumento del nivel del mar, y alrededor de 300.000 personas tendrán que trasladarse pronto. En Guyana Francesa pronosticamos que habrá unos 600.000 refugiados ambientales en los próximos años.
IPS: ¿A dónde irá esa gente?
MG: Unas 300 personas mueren cada mes intentando llegar a las fronteras de Europa, cruzando el mar Mediterráneo. Advertimos su presencia solamente cuando emigran a países industrializados. Pero, en realidad, la mayoría de los refugiados ambientales sólo pueden viajar a países circundantes, lo que agrava la situación de las naciones pobres.
Muchos son desplazados internos. No hay cifras sobre quienes se desplazan por razones ambientales, pero creo que aproximadamente 50 por ciento de ellos no tienen los recursos para huir de sus países.
IPS: Los desplazados ambientales, ¿tienen un estatus legal?
MG: El derecho internacional no los reconoce como refugiados, dado que las Convenciones de Ginebra adoptadas por la Organización de las Naciones Unidas (ONU) en 1951 solamente cubren a los refugiados políticos o raciales. Pensamos que es tiempo de colocar el estatus de refugiado ambiental en la agenda internacional.
Esperamos contribuir al debate internacional con nuestro informe, que será presentado a mediados de junio en Roma, en las reuniones entre la sociedad civil y el gobierno del Grupo de los Ocho (G-8) países más poderosos, que reunirá a organizaciones no gubernamentales con los ministros de cooperación internacional.
IPS: ¿Cuál es la solución?
MG: Hay sólo una posibilidad de salir de esta crisis ambiental y humanitaria: tenemos que invertir tanto en el ambiente como en los derechos humanos.
Debemos invertir en superar nuestra dependencia del petróleo y el carbono, en favor de fuentes renovables, y en la agricultura sustentable y el reciclaje de desechos. Tenemos que asignar fondos a la mitigación de los daños creados por el cambio climático, y abandonar las políticas proteccionistas de la agricultura europea, que apoyan nuestros cultivos pero impiden que los productos de las economías pobres sean competitivos.
Pero la crisis ambiental también necesita una respuesta social. No estamos hablando simplemente de tierra, sino de gente. Los políticos consideran que las migraciones son una cuestión de orden público. Debemos comprender que detrás de este fenómeno hay un reclamo de supervivencia: estas personas no tienen futuro ni posibilidades de sobrevivir en sus lugares de origen.
IPS: ¿Pueden los países actuar de modo individual?
MG: No. Necesitamos soluciones globales. Tenemos que dar fuerza a las Naciones Unidas, a la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO) y al Protocolo de Kyoto. Pero la clave para volver efectivas estas instancias es el multilateralismo, decidir juntos.
Tenemos muchas esperanzas en la nueva era multilateral inaugurada por el presidente de Estados Unidos, Barack Obama. Es el momento justo para terminar con el enfoque bilateral sobre la pobreza, en el que los países ricos deciden qué es bueno para los pobres. (FIN/2009)
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Porque o JORNALISMO não é o mesmo que vender lentilhas. Porque um JORNAL deve ser a última trincheira da liberdade. E porque os JORNALISTAS não são moços de recados.
PRIVADO - Um jornal feito por pessoas!
Director: José Leite
Coordenador Editorial: António Manuel Pinho
Edição: Vozes e Prosas, Edições
Redacção e colaboradores: Alexandrina Duarte, António Manuel Pinho, António Pedro Dores, António Serzedelo, Carlos Reis, Eduardo Vinagre, Gobern Lopes, Isabel Guerreiro, Jorge Dias, José Leite, Lígia Correia, Luís Rocha, Manuel Monteiro, Marinho Neves, Mário Pontes, Paula Paz
Fotografia: MEF
Produção Gráfica: Rafael Leitão
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Semanário a sair brevemente (Julho).
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segunda-feira, junho 08, 2009
Frente a las elecciones al parlamento europeo
Actuar para erradicar el capitalismo
y cualquier otra forma de opresión
Damien Millet y Eric Toussaint
7 de junio de 2009
Los defensores del capitalismo, y en primer lugar los dirigentes de la Unión Europea, han perdido toda credibilidad. Desde hace años pisotean los derechos de los pueblos, pero no dudaron en defender lo contrario de sus publicitados principios para organizar el salvamento de los bancos. Los partidos que están en el poder en Europa podrían haber actuado de otra forma, nacionalizando los bancos y recuperando el coste de esa operación con el patrimonio de los grandes accionistas y de sus administradores. El instrumento público de crédito así constituido podría financiar proyectos socialmente útiles, respetuosos con el medio ambiente, generadores de empleos, que al mismo tiempo garantizara el ahorro de los particulares. La crisis pone sobre el tapete propuestas descartadas durante la larga noche neoliberal, como la reducción radical del tiempo de trabajo (con contratos compensatorios y sin pérdida de salario) o la indexación de los salarios y de las ayudas sociales con el coste de vida. Europa necesita una nueva disciplina financiera: se debe abrir los libros de contabilidad de lasempresas capitalistas a auditorías internas (sindicatos) y externas, reglamentar todos los productos financieros y prohibir a las empresas que tengan activos en un paraíso fiscal. Se debe transferir los grandes medios de producción, de comercialización, de las finanzas, de la comunicación y otros servicios al dominio público, retirándolos de las manos de los capitalistas. Es necesario promover de forma sistemática los bienes comunes.
En el plano político, los ciudadanos europeos deben recuperar el poder político que se les ha confiscado. Los pueblos que pudieron expresarse sobre el tratado constitucional manifestaron su rechazo, pero los dirigentes no lo tuvieron en cuenta sin el menor escrúpulo. Durante ese tiempo, Venezuela, Ecuador y Bolivia nos mostraron un ejemplo a seguir. Los ciudadanos y ciudadanas eligieron en esos países una Asamblea Constituyente con el fin de elaborar un proyecto de Constitución, discutido con los movimientos sociales y aprobado por referéndum. En estos tres países, los electores tienen ahora el derecho de revocar cualquier cargo electo a medio mandato, mientras que ninguna Constitución europea prevé un mecanismo semejante, altamente democrático.
Los países de Europa deben acabar con el saqueo de los recursos naturales y los saberes del Sur, deben aumentar la ayuda pública al desarrollo, que hay que rebautizar como «contribución a la reparación», como reembolso de la deuda ecológica, social e histórica. Europa debe anular la deuda del Tercer Mundo y aplicar la Declaración Universal de los Derechos Humanos, en todas sus dimensiones, especialmente en lo que concierne al derecho de libre circulación y de radicación de las personas. Europa debe abandonar la energía nuclear y poner a buen recaudo todas las armas nucleares presentes en su territorio. Europa debe salir de la OTAN y retirar sus tropas de todos los territorios ocupados militarmente. Europa debe cerrar todas las bases militares estadounidenses en su territorio. Todos los países miembro de la Unión Europea deben dar la independencia a los pueblos que todavía hoy colonizan (Antillas «francesas», «holandesas», territorios británicos de ultramar, Nueva Caledonia, Isla de la Reunión, Ceuta, Melilla, etc.). Europa debe romper los acuerdos de partenariado con Israel y hacer todo lo necesario para conseguir que sean respetados los derechos del pueblo palestino.
El capitalismo ha hundido a la humanidad en una profunda crisis multidimensional: financiera, económica, climática, alimentaria y energética, sin olvidar las guerras y la carrera armamentística. El patriarcado perpetúa un sistema que oprime a las mujeres en todas los ámbitos de la vida. Como afirma la asamblea de mujeres reunida en Belem con ocasión del Foro Social Mundial, el 1 de febrero de 2009: «Frente a la crisis, las respuestas paliativas que se continúan basando en la lógica del mercado no nos interesan. Eso no puede llevar más que a la supervivencia del mismo sistema. Necesitamos avanzar hacia la construcción de alternativas para oponernos al sistema patriarcal y capitalista que nos oprime y nos explota».[1]
De igual forma apoyamos la declaración de los pueblos indígenas adoptada también en Belem: «Esta crisis de modelo de desarrollo capitalista, eurocéntrico, machista y racista es total y nos lleva a la mayor crisis socio ambiental climática de la historia humana. La crisis financiera, económica, energética, productiva agrava el desempleo estructural, la exclusión social, la violencia racista, machista y fanatismo religioso, todo junto a la vez. Tantas y tan profundas crisis al mismo tiempo configuran una auténtica crisis civilizatoria, la crisis del "desarrollo y modernidad capitalista" que ponen en peligro todas las formas de vida. Pero hay quienes siguen soñando con enmendar este modelo y no quieren asumir que lo que está en crisis es el capitalismo, el eurocentrismo, con su modelo de Estado Uni-Nacional, homogeneidad cultural, derecho positivo occidental, desarrollismo y mercantilización de la vida.»[2]
El capitalismo, el patriarcado y todas las formas de opresión no desaparecerán por sí mismas: sólo la acción consciente de las mujeres y hombres puede desembocar en la creación de otro sistema, que debe tener por objetivos la satisfacción de los derechos humanos indivisibles y la proyección de la naturaleza. En ruptura con la trágica caricatura estalinista, se trata de acabar con el capitalismo y de reinventar un proyecto ecologista, socialista y feminista, anclado en la realidad del siglo XXI.
Traducido por Griselda Pinero.
Eric Toussaint
international@cadtm.org
CADTM
345, Avenue de l'Observatoire
4000 LIEGE
Belgique
www.cadtm.org
[1] Extracto de la declaración de la asamblea de mujeres: http://www.cadtm.org/spip.php?article4103
[2] Texto original en español: http://www.cadtm.org/spip.php_?article4133
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quinta-feira, junho 04, 2009
Turquia: sindicalistas presos
Querida(o)s compañera(o)s,
En este fin de semana, recibimos un llamamiento urgente de las compañeras de la MMM [Marcha Mundial das Mulheres] de Turquía. 35 sindicalistas en su país han sido ilegalmente detenidos (incluyendo a militantes de la MMM) y las compañeras de Turquía están pidiendo el envío de una carta de repudio – urgentemente – para las autoridades turcas.
Por favor, lean el correo de Yildiz abajo (primero) y después el llamamiento de solidaridad y la carta de repudio en anexo.
En solidaridad feminista,
Celia Alldridge
Liaison Officer, World March of Women
Agente de liaison, Marche mondiale des femmes
Agente de enlace, Marcha Mundial de las Mujeres
E-mail de Yildiz, 30 de mayo:
Estimadas compañeras,
En esta semana, 35 sindicalistas, incluyendo nuestras activistas, fueron llevados bajo custodia por la policía militar. Yuksel Mutlu (Asociación de Derechos Humanos – Human Rights Association); Songul Morsumbul, Secretaria de Mujeres de la KESK – Confederación de los sindicatos de los Empleados Públicos (Women's Secretary of the KESK – Confederation of Public Employees Trade Unions); Gulcin Isbert Secretaria de Mujeres de EGITIM-SEN (Women's Secretary of the EGITIM-SEN); Elif Akgul, la anterior Secretaria de Mujeres de EGITIM-SEN, son militantes de la MMM de nuestras organizaciónes participantes. Ilegalmente, la policía militar hizo una búsqueda en sus casas, locales de trabajo (escuelas), oficinas en las sedes centrales de los sindicatos y confiscaron todos sus documentos, correspondencia, computadores y cds en estas las oficinas. Los documentos confiscados incluyen a licencia maternidad, violencia hacia las mujeres, acoso sexual, nuestro plan de acción para 2010 y otros documentos de la MMM, que son el acumulo de 12 años de trabajo de las mujeres en el movimiento sindical.
Pedimos que ustedes envíen sus protestos al presidente, al primer ministro y a la ministra de las mujeres y demanden el fin de la criminalización de los movimientos opositores, en especial el movimiento de mujeres, la liberación de todos los sindicalistas y la devolución inmediata de todos los documentos confiscados ilegalmente.
Ustedes encontrarán en anexo el llamamiento enviado por KESK y números de fax para lo cual enviar su carta de repudio. Encontrarán también en anexo un modelo para esta carta, que pueden usar, si así lo quieren (por favor, envíen la carta en inglés, para que las autoridades turcas la puedan comprender).
Ya les agradezco mucho por su solidaridad.
Saludos,
Yıldız Temürtürkan
MMM, Turquía
-------------------
KESK – Confederación de Sindicatos de Empleados Públicos - Turquía
Ref:2009-373/02-36 28 Marzo 2009
Estimadas compañeras,
URGENTE: ¡LLAMAMIENTO POR SOLIDARIDAD CON NUESTRAS MUJERES SINDICALISTAS…!
En las primeras horas de esta mañana, arrancó un operación contra nuestra Confederación en Ankara, Van, Manisa, y İzmir particularmente. Desde entonces, de acuerdo con las informaciones que logramos tener, 35 sindicalistas fueron detenidos. Entre ellos, la miembra del Comité executivo de la Confederación – Secretaria de Mujeres de KESK (Songül Morsümbül), la Secretaria de Mujeres de Eğitim Sen (EGITIAM-SEN) (Gülçin İsbert), la anterior Secretaria de Mujeres de Eğitim Sen (Elif Akgül) e Yuksel Mutlu (Asociación de Derechos) – TODAS MILITANTES DE LA MARCHA MUNDIAL DE LAS MUJERES – también fueron detenidas por fuerzas de seguridad y gendarmería, mientras hubo, simultáneamente, una búsqueda ilegal de la policía en las casas de nuestras miembras, en nuestras oficinas de sindicatos, en sus escuelas (una vez que la mayoría de ellas eran maestras). Los documentos confiscados incluyen a licencia maternidad, violencia hacia las mujeres, acoso sexual, nuestro plan de acción para 2010 y otros documentos de la MMM, que son el acumulo de 12 años de trabajo de las mujeres en el movimiento sindicalista.
Además, hasta donde sabemos, en este proceso, la esposa de uno de nuestros miembros fue sujetada a acoso sexual en su propia casa. Nuestros miembros y comité executivo no están autorizados a contactar sus abogados, así que no hemos tenido ninguna información sobre la situación de ellos en el puesto policial.
En tanto que una de las confederaciones sindicales más importantes de Turquía, en tanto que un fuertísimo apoyo a las políticas de género en nuestras luchas, en tanto que una organización que lucha por crear una Turquía, Europa y mundo democráticos, igualitarios, libres y pacíficos, consideramos que la acción contra nuestra confederación es un ataque muy fuerte en contra a la lucha democrática de los sindicatos. De la parte de KESK, aún que hemos informado a los altos niveles de ETUC (Confederación Europea de los Sindicatos), ITUC (Confederación Internacional de los Sindicatos) e ILO (Organización Internacional del Trabajo), también quisiéramos informar ustedes, una vez que el aspecto de género está muy claro en esta situación.
Para que no nos encontremos consecuencias inevitables y fatales, creemos en la emergencia de la intervención en esta situación anti-democrática. Creemos que su solidaridad y apoyo es muy importante y proporciona una gran contribución a nuestra lucha. Sus cartas de protesto para las autoridades turcas, en particular el Primer Ministro de Turquía Recep Tayyip Erdoğan, el Presidente de Turquía Abdurrahman Gül, la Ministra de Mujeres Selma Aliye Kavaf o cualquier otro tipo de apoyo es muy importante y necesario para nosotros. Muchas gracias por su solidaridad y apoyo.
Números de Fax de las Autoridades Turcas:
Primer Ministro de Turquía Recep Tayyip Erdoğan: 00 90 312 417 04 76
Presidente de Turquía Abdurrahman Gül: 0090 312 427 13 30
Ministra de Mujeres Selma Aliye Kavaf: 0090 312 417 39 87
Con nuestros cordiales saludos,
Emirali Şimşek
Secretaría General
En este fin de semana, recibimos un llamamiento urgente de las compañeras de la MMM [Marcha Mundial das Mulheres] de Turquía. 35 sindicalistas en su país han sido ilegalmente detenidos (incluyendo a militantes de la MMM) y las compañeras de Turquía están pidiendo el envío de una carta de repudio – urgentemente – para las autoridades turcas.
Por favor, lean el correo de Yildiz abajo (primero) y después el llamamiento de solidaridad y la carta de repudio en anexo.
En solidaridad feminista,
Celia Alldridge
Liaison Officer, World March of Women
Agente de liaison, Marche mondiale des femmes
Agente de enlace, Marcha Mundial de las Mujeres
E-mail de Yildiz, 30 de mayo:
Estimadas compañeras,
En esta semana, 35 sindicalistas, incluyendo nuestras activistas, fueron llevados bajo custodia por la policía militar. Yuksel Mutlu (Asociación de Derechos Humanos – Human Rights Association); Songul Morsumbul, Secretaria de Mujeres de la KESK – Confederación de los sindicatos de los Empleados Públicos (Women's Secretary of the KESK – Confederation of Public Employees Trade Unions); Gulcin Isbert Secretaria de Mujeres de EGITIM-SEN (Women's Secretary of the EGITIM-SEN); Elif Akgul, la anterior Secretaria de Mujeres de EGITIM-SEN, son militantes de la MMM de nuestras organizaciónes participantes. Ilegalmente, la policía militar hizo una búsqueda en sus casas, locales de trabajo (escuelas), oficinas en las sedes centrales de los sindicatos y confiscaron todos sus documentos, correspondencia, computadores y cds en estas las oficinas. Los documentos confiscados incluyen a licencia maternidad, violencia hacia las mujeres, acoso sexual, nuestro plan de acción para 2010 y otros documentos de la MMM, que son el acumulo de 12 años de trabajo de las mujeres en el movimiento sindical.
Pedimos que ustedes envíen sus protestos al presidente, al primer ministro y a la ministra de las mujeres y demanden el fin de la criminalización de los movimientos opositores, en especial el movimiento de mujeres, la liberación de todos los sindicalistas y la devolución inmediata de todos los documentos confiscados ilegalmente.
Ustedes encontrarán en anexo el llamamiento enviado por KESK y números de fax para lo cual enviar su carta de repudio. Encontrarán también en anexo un modelo para esta carta, que pueden usar, si así lo quieren (por favor, envíen la carta en inglés, para que las autoridades turcas la puedan comprender).
Ya les agradezco mucho por su solidaridad.
Saludos,
Yıldız Temürtürkan
MMM, Turquía
-------------------
KESK – Confederación de Sindicatos de Empleados Públicos - Turquía
Ref:2009-373/02-36 28 Marzo 2009
Estimadas compañeras,
URGENTE: ¡LLAMAMIENTO POR SOLIDARIDAD CON NUESTRAS MUJERES SINDICALISTAS…!
En las primeras horas de esta mañana, arrancó un operación contra nuestra Confederación en Ankara, Van, Manisa, y İzmir particularmente. Desde entonces, de acuerdo con las informaciones que logramos tener, 35 sindicalistas fueron detenidos. Entre ellos, la miembra del Comité executivo de la Confederación – Secretaria de Mujeres de KESK (Songül Morsümbül), la Secretaria de Mujeres de Eğitim Sen (EGITIAM-SEN) (Gülçin İsbert), la anterior Secretaria de Mujeres de Eğitim Sen (Elif Akgül) e Yuksel Mutlu (Asociación de Derechos) – TODAS MILITANTES DE LA MARCHA MUNDIAL DE LAS MUJERES – también fueron detenidas por fuerzas de seguridad y gendarmería, mientras hubo, simultáneamente, una búsqueda ilegal de la policía en las casas de nuestras miembras, en nuestras oficinas de sindicatos, en sus escuelas (una vez que la mayoría de ellas eran maestras). Los documentos confiscados incluyen a licencia maternidad, violencia hacia las mujeres, acoso sexual, nuestro plan de acción para 2010 y otros documentos de la MMM, que son el acumulo de 12 años de trabajo de las mujeres en el movimiento sindicalista.
Además, hasta donde sabemos, en este proceso, la esposa de uno de nuestros miembros fue sujetada a acoso sexual en su propia casa. Nuestros miembros y comité executivo no están autorizados a contactar sus abogados, así que no hemos tenido ninguna información sobre la situación de ellos en el puesto policial.
En tanto que una de las confederaciones sindicales más importantes de Turquía, en tanto que un fuertísimo apoyo a las políticas de género en nuestras luchas, en tanto que una organización que lucha por crear una Turquía, Europa y mundo democráticos, igualitarios, libres y pacíficos, consideramos que la acción contra nuestra confederación es un ataque muy fuerte en contra a la lucha democrática de los sindicatos. De la parte de KESK, aún que hemos informado a los altos niveles de ETUC (Confederación Europea de los Sindicatos), ITUC (Confederación Internacional de los Sindicatos) e ILO (Organización Internacional del Trabajo), también quisiéramos informar ustedes, una vez que el aspecto de género está muy claro en esta situación.
Para que no nos encontremos consecuencias inevitables y fatales, creemos en la emergencia de la intervención en esta situación anti-democrática. Creemos que su solidaridad y apoyo es muy importante y proporciona una gran contribución a nuestra lucha. Sus cartas de protesto para las autoridades turcas, en particular el Primer Ministro de Turquía Recep Tayyip Erdoğan, el Presidente de Turquía Abdurrahman Gül, la Ministra de Mujeres Selma Aliye Kavaf o cualquier otro tipo de apoyo es muy importante y necesario para nosotros. Muchas gracias por su solidaridad y apoyo.
Números de Fax de las Autoridades Turcas:
Primer Ministro de Turquía Recep Tayyip Erdoğan: 00 90 312 417 04 76
Presidente de Turquía Abdurrahman Gül: 0090 312 427 13 30
Ministra de Mujeres Selma Aliye Kavaf: 0090 312 417 39 87
Con nuestros cordiales saludos,
Emirali Şimşek
Secretaría General
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Turquia
Declaración de Mama Quta Titikaka
¡12 al 16 de Octubre Movilización global en Defensa de la Madre Tierra y los Pueblos!
Reunidos en la Paqarina Mayor de Lago Mama Qota Titikaka, 6500 delegados de las organizaciones representativas de los pueblos indígenas originarios de 22 países del Abya Yala y pueblos hermanos de África, Estados Unidos, Canadá, Circulo Polar y otras partes del mundo, con la participación de 500 observadores de diversos movimientos sociales, resolvemos lo siguiente:
Proclamar que asistimos a una profunda crisis de la civilización occidental capitalista donde se superponen las crisis ambiental, energética, cultural, de exclusión social, hambrunas, como expresión del fracaso del eurocentrismo y de la modernidad colonialista nacida desde el etnocidio, y que ahora lleva a la humanidad entera al sacrificio.
Ofrecer una alternativa de vida frente a la civilización de la muerte, recogiendo nuestras raíces para proyectarnos al futuro, con nuestros principios y prácticas de equilibrio entre los hombres, mujeres, Madre Tierra, espiritualidades, culturas y pueblos, que denominamos Buen Vivir / Vivir Bien. Una diversidad de miles de civilizaciones con más de 40 mil años de historia que fueron invadidas y colonizadas por quienes, apenas cinco siglos después, nos están llevando al suicidio planetario. Defender la soberanía alimentaria, priorizando los cultivos nativos, el consumo interno y las economías comunitarias. Mandato para que nuestras organizaciones profundicen nuestras estrategias Buen Vivir y las ejerciten desde nuestros gobiernos comunitarios.
Construir Estados Plurinacionales Comunitarios, que se fundamenten en el autogobierno, la libre determinación de los pueblos, la reconstitución de los territorios y naciones originarias. Con sistemas legislativos, judiciales, electorales y políticas públicas interculturales, representación política como pueblos sin mediación de partidos políticos. Luchar por nuevas constituciones en todos aquellos países que aún no reconocen la plurinacionalidad. Estados Plurinacionales no solo para los pueblos indígenas, sino para todos los excluidos. Para Todos Todo y haciendo un llamado a los movimientos sociales y actores sociales para un diálogo intercultural, respetuoso y horizontal, que supere erticalismos e invisibilizaciones.
Reconstituir nuestros territorios ancestrales como fuente de nuestra identidad, espiritualidad, historia y futuro. Los pueblos y nuestros territorios somos uno solo. Rechazar todas las formas de parcelación, privatización, concesión, depredación y contaminación por parte de las industrias extractivas. Exigir la consulta y el consentimiento previo, libre e informado, público, en lengua propia, de buena fe, a través de las organizaciones representativas de nuestros pueblos, no solo de los proyectos sino de toda política y norma de desarrollo nacional. Exigir la despenalización de la hoja de coca.
Ratificar la organización de la Minga / Movilización Global en defensa de la Madre Tierra y de los Pueblos, contra la mercantilización de la vida (tierras, bosques, agua, mares, agrocombustibles, deuda externa), contaminación (transnacionales extractivas, instituciones financieras internacionales, transgénicos, pesticidas, consumo tóxico) y criminalización de movimientos indígenas y sociales, del 12 al 16 de octubre.
Construir un Tribunal de Justicia Climática que juzgue a las empresas transnacionales y los gobiernos cómplices que depredan la Madre Naturaleza, saquean nuestros bienes naturales y vulneran nuestros derechos, como el primer paso hacia una Corte Internacional sobre Delitos Ambientales.
Organizar durante la Convención de Cambio Climático de Copenhague, en diciembre 2009, una Cumbre Alternativa en defensa de la Madre Tierra para presionar por medidas efectivas, ante la hecatombe climática, como la consolidación de territorios indígenas, buen vivir y consulta y consentimiento previo, asumidos como estrategias para salvar al planeta.
Enfrentar la criminalización del ejercicio de nuestros derechos, militarización, bases extranjeras, desplazamientos forzados y genocidios en nuestros pueblos a través de alianzas y una amplia movilización por la amnistía de todos nuestros líderes y dirigentes procesados y encarcelados, especialmente por los luchadores por la libertad y la vida que se encuentran en cárceles en Estados Unidos y del mundo. Respaldar y ampliar las denuncias presentadas ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos y el Comité de Erradicación de la Discriminación Racial de la ONU. Impulsar el juicio internacional a los gobiernos de Colombia, Perú y Chile, al gobierno de Álvaro Uribe Vélez por el genocidio de los pueblos indígenas colombianos; al Estado chileno por la aplicación de la ley antiterrorista, persecución y judicialización de la demanda mapuche, los crímenes sobre lideres mapuches y la milititarización del wallmapu; y a Alan García por el auto golpe legislativo de los 102 decretos pro TLC para privatizar los territorios indígenas y los mas de mil lideres perseguidos y enjuiciados.
Implementar nuestros derechos, exigiendo que se dé rango de Ley Nacional a la Declaración sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas de la ONU, siguiendo el ejemplo de Bolivia, Australia, México, Venezuela, entre otros países. Y que incluye el derecho a la comunicación de los pueblos indígenas. Si Barack Obama quiere hacer cambios en el desastre imperial, debe empezar por casa, y aprobar como ley en Estados Unidos, la Declaración de la ONU sobre Pueblos Indígenas.
Movilizar nuestras organizaciones en defensa de la lucha de los pueblos indígenas de la amazonía peruana contra las normas privatizadoras de sus territorios y bienes naturales. Su lucha es la nuestra. Organizar en la primera semana de junio plantones frente a las embajadas del Perú en cada uno de nuestros países, exigiendo solución y no represión para nuestros hermanos. Y en esa dirección las organizaciones indígenas y campesinas del Perú acordamos un inmediato Levantamiento Nacional de los Pueblos del Perú en junio del 2009 por la derogatoria de los decretos anti indígenas generados por el TLC con Estados Unidos.
Rechazar los Tratados de Libre Comercio de Estados Unidos, Europa, Canadà, China y otros países, con nuestras economías quebradas, como nuevos candados de sometimiento a los pueblos y saqueo de la madre Tierra. Rechazamos las maniobra de la Unión Europea junto con los dictadores de Perú y Colombia para destruir la Comunidad Andina e imponer el TLC.
Movilizar nuestras organizaciones y movimientos sociales de nuestros países en defensa del proceso de descolonialidad iniciado en Bolivia, rechazar los intentos golpistas, separatistas, racistas y magnicidas de la oligarquía local y el imperio norteamericano. Rechazar los asilos políticos concedidos por el gobierno peruano a los genocidas bolivianos. Y en esa dirección acordamos realizar la V Cumbre de Pueblos Indígenas del Abya Yala el 2011 en el Qollasuyu / Bolivia.
Fortalecer nuestros propios sistemas educación intercultural bilingüe y de salud indígena, para avanzar en la descolonialidad del saber, y en especial, detener la biopiratería, defendiendo nuestro régimen especial de patrimonio intelectual especial de los pueblos indígenas de carácter colectivo y transgeneracional.
Respaldar la lucha de los pueblos del mundo contra los poderes imperiales, lo que incluye el cese del bloqueo a Cuba, la salida de Israel de territorios palestinos, los derechos colectivos de los pueblos Masai, Mohawk, Shoshoni, Same, Kurdo, Catalán, Vasco, entre otros.
Construir paradigmas de vida alternativos a la crisis de la civilización occidental y su modernidad colonial, a través de un Foro sobre Crisis de la Civilización Occidental, Descolonialidad, Buen Vivir, entre otros, a realizarse en Cusco, del 26 al 28 de marzo del 2010.
Globalizar nuestras luchas a través de la realización de la I Cumbre de Comunicación Indígena en el 2011, en el Cauca, Colombia; la I Cumbre Indígena del Agua; Cumbre de Comunicadores Indígenas, y la II Cumbre Continental de Mujeres Indígenas el 2011 en el marco de la V Cumbre de Pueblos Indígenas.
Constituir la Coordinadora de Pueblos y Nacionalidades Indígenas del Abya Yala, continuando el proceso de conformación de abajo hacia arriba, conformando comisiones de mujeres, adolescentes, niños, jóvenes y comunicadores indígenas, y en especial de la articulación regional en Norteamérica. Coordinadora del Abya Yala que vigile a la Organización de Estados Americanos y la Organización de Naciones Unidas, para superar su subordinación al poder imperial y que de no hacerlo construir la Organización de Naciones Unidas del Abya Yala y del Mundo.
¡ La tierra no nos pertenece, nosotros pertenecemos a ella !
¡ El cóndor y el águila vuelan juntos otra vez ¡
Mama Quta Titikaka, 31 de mayo de 2009
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Minga Informativa de Movimientos Sociales
http://movimientos.org/
Reunidos en la Paqarina Mayor de Lago Mama Qota Titikaka, 6500 delegados de las organizaciones representativas de los pueblos indígenas originarios de 22 países del Abya Yala y pueblos hermanos de África, Estados Unidos, Canadá, Circulo Polar y otras partes del mundo, con la participación de 500 observadores de diversos movimientos sociales, resolvemos lo siguiente:
Proclamar que asistimos a una profunda crisis de la civilización occidental capitalista donde se superponen las crisis ambiental, energética, cultural, de exclusión social, hambrunas, como expresión del fracaso del eurocentrismo y de la modernidad colonialista nacida desde el etnocidio, y que ahora lleva a la humanidad entera al sacrificio.
Ofrecer una alternativa de vida frente a la civilización de la muerte, recogiendo nuestras raíces para proyectarnos al futuro, con nuestros principios y prácticas de equilibrio entre los hombres, mujeres, Madre Tierra, espiritualidades, culturas y pueblos, que denominamos Buen Vivir / Vivir Bien. Una diversidad de miles de civilizaciones con más de 40 mil años de historia que fueron invadidas y colonizadas por quienes, apenas cinco siglos después, nos están llevando al suicidio planetario. Defender la soberanía alimentaria, priorizando los cultivos nativos, el consumo interno y las economías comunitarias. Mandato para que nuestras organizaciones profundicen nuestras estrategias Buen Vivir y las ejerciten desde nuestros gobiernos comunitarios.
Construir Estados Plurinacionales Comunitarios, que se fundamenten en el autogobierno, la libre determinación de los pueblos, la reconstitución de los territorios y naciones originarias. Con sistemas legislativos, judiciales, electorales y políticas públicas interculturales, representación política como pueblos sin mediación de partidos políticos. Luchar por nuevas constituciones en todos aquellos países que aún no reconocen la plurinacionalidad. Estados Plurinacionales no solo para los pueblos indígenas, sino para todos los excluidos. Para Todos Todo y haciendo un llamado a los movimientos sociales y actores sociales para un diálogo intercultural, respetuoso y horizontal, que supere erticalismos e invisibilizaciones.
Reconstituir nuestros territorios ancestrales como fuente de nuestra identidad, espiritualidad, historia y futuro. Los pueblos y nuestros territorios somos uno solo. Rechazar todas las formas de parcelación, privatización, concesión, depredación y contaminación por parte de las industrias extractivas. Exigir la consulta y el consentimiento previo, libre e informado, público, en lengua propia, de buena fe, a través de las organizaciones representativas de nuestros pueblos, no solo de los proyectos sino de toda política y norma de desarrollo nacional. Exigir la despenalización de la hoja de coca.
Ratificar la organización de la Minga / Movilización Global en defensa de la Madre Tierra y de los Pueblos, contra la mercantilización de la vida (tierras, bosques, agua, mares, agrocombustibles, deuda externa), contaminación (transnacionales extractivas, instituciones financieras internacionales, transgénicos, pesticidas, consumo tóxico) y criminalización de movimientos indígenas y sociales, del 12 al 16 de octubre.
Construir un Tribunal de Justicia Climática que juzgue a las empresas transnacionales y los gobiernos cómplices que depredan la Madre Naturaleza, saquean nuestros bienes naturales y vulneran nuestros derechos, como el primer paso hacia una Corte Internacional sobre Delitos Ambientales.
Organizar durante la Convención de Cambio Climático de Copenhague, en diciembre 2009, una Cumbre Alternativa en defensa de la Madre Tierra para presionar por medidas efectivas, ante la hecatombe climática, como la consolidación de territorios indígenas, buen vivir y consulta y consentimiento previo, asumidos como estrategias para salvar al planeta.
Enfrentar la criminalización del ejercicio de nuestros derechos, militarización, bases extranjeras, desplazamientos forzados y genocidios en nuestros pueblos a través de alianzas y una amplia movilización por la amnistía de todos nuestros líderes y dirigentes procesados y encarcelados, especialmente por los luchadores por la libertad y la vida que se encuentran en cárceles en Estados Unidos y del mundo. Respaldar y ampliar las denuncias presentadas ante la Comisión Interamericana de Derechos Humanos y el Comité de Erradicación de la Discriminación Racial de la ONU. Impulsar el juicio internacional a los gobiernos de Colombia, Perú y Chile, al gobierno de Álvaro Uribe Vélez por el genocidio de los pueblos indígenas colombianos; al Estado chileno por la aplicación de la ley antiterrorista, persecución y judicialización de la demanda mapuche, los crímenes sobre lideres mapuches y la milititarización del wallmapu; y a Alan García por el auto golpe legislativo de los 102 decretos pro TLC para privatizar los territorios indígenas y los mas de mil lideres perseguidos y enjuiciados.
Implementar nuestros derechos, exigiendo que se dé rango de Ley Nacional a la Declaración sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas de la ONU, siguiendo el ejemplo de Bolivia, Australia, México, Venezuela, entre otros países. Y que incluye el derecho a la comunicación de los pueblos indígenas. Si Barack Obama quiere hacer cambios en el desastre imperial, debe empezar por casa, y aprobar como ley en Estados Unidos, la Declaración de la ONU sobre Pueblos Indígenas.
Movilizar nuestras organizaciones en defensa de la lucha de los pueblos indígenas de la amazonía peruana contra las normas privatizadoras de sus territorios y bienes naturales. Su lucha es la nuestra. Organizar en la primera semana de junio plantones frente a las embajadas del Perú en cada uno de nuestros países, exigiendo solución y no represión para nuestros hermanos. Y en esa dirección las organizaciones indígenas y campesinas del Perú acordamos un inmediato Levantamiento Nacional de los Pueblos del Perú en junio del 2009 por la derogatoria de los decretos anti indígenas generados por el TLC con Estados Unidos.
Rechazar los Tratados de Libre Comercio de Estados Unidos, Europa, Canadà, China y otros países, con nuestras economías quebradas, como nuevos candados de sometimiento a los pueblos y saqueo de la madre Tierra. Rechazamos las maniobra de la Unión Europea junto con los dictadores de Perú y Colombia para destruir la Comunidad Andina e imponer el TLC.
Movilizar nuestras organizaciones y movimientos sociales de nuestros países en defensa del proceso de descolonialidad iniciado en Bolivia, rechazar los intentos golpistas, separatistas, racistas y magnicidas de la oligarquía local y el imperio norteamericano. Rechazar los asilos políticos concedidos por el gobierno peruano a los genocidas bolivianos. Y en esa dirección acordamos realizar la V Cumbre de Pueblos Indígenas del Abya Yala el 2011 en el Qollasuyu / Bolivia.
Fortalecer nuestros propios sistemas educación intercultural bilingüe y de salud indígena, para avanzar en la descolonialidad del saber, y en especial, detener la biopiratería, defendiendo nuestro régimen especial de patrimonio intelectual especial de los pueblos indígenas de carácter colectivo y transgeneracional.
Respaldar la lucha de los pueblos del mundo contra los poderes imperiales, lo que incluye el cese del bloqueo a Cuba, la salida de Israel de territorios palestinos, los derechos colectivos de los pueblos Masai, Mohawk, Shoshoni, Same, Kurdo, Catalán, Vasco, entre otros.
Construir paradigmas de vida alternativos a la crisis de la civilización occidental y su modernidad colonial, a través de un Foro sobre Crisis de la Civilización Occidental, Descolonialidad, Buen Vivir, entre otros, a realizarse en Cusco, del 26 al 28 de marzo del 2010.
Globalizar nuestras luchas a través de la realización de la I Cumbre de Comunicación Indígena en el 2011, en el Cauca, Colombia; la I Cumbre Indígena del Agua; Cumbre de Comunicadores Indígenas, y la II Cumbre Continental de Mujeres Indígenas el 2011 en el marco de la V Cumbre de Pueblos Indígenas.
Constituir la Coordinadora de Pueblos y Nacionalidades Indígenas del Abya Yala, continuando el proceso de conformación de abajo hacia arriba, conformando comisiones de mujeres, adolescentes, niños, jóvenes y comunicadores indígenas, y en especial de la articulación regional en Norteamérica. Coordinadora del Abya Yala que vigile a la Organización de Estados Americanos y la Organización de Naciones Unidas, para superar su subordinación al poder imperial y que de no hacerlo construir la Organización de Naciones Unidas del Abya Yala y del Mundo.
¡ La tierra no nos pertenece, nosotros pertenecemos a ella !
¡ El cóndor y el águila vuelan juntos otra vez ¡
Mama Quta Titikaka, 31 de mayo de 2009
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