Que la pluma sea también una espada y que su filo corte el oscuro muro por el que habrá de colarse el mañana [Subcomandante Marcos]
segunda-feira, outubro 27, 2008
Colômbia: 38 dirigentes sindicais assassinados
De acordo com a Agencia de Información Laboral e a Escuela Nacional Sindical de Colombia, 38 dirigentes sindicais foram assassinados na Colômbia pelas forças policiais e paramilitares entre 1 de Janeiro e 24 de Agosto de 2008.
Esta informação foi divulgada no número 18 de LA FUERZA, boletim da Fuerza Socialista Bolivariana de Trabajadores y Trabajadoras. Nesta notícia é lembrado que nos últimos dez anos de conflito social naquele país da América Latina se estima que tenham sido assassinadas 2.515 pessoas. São também recordados os nomes das mulheres e homens que perderam a vida na luta por melhores condições de trabalho e de vida.
Numa pequena homenagem lembramos aqui esses "desconhecidos", com a data em que tombaram e o sindicato a que pertenciam.
Nombre, Fecha, Sindicato
Nario Zuluaga, 02.01.08, ASMEDA
Israel Pérez Montes, 11.01.08, SINTRADRUMMOND
Ramiro Péres Zapata, 12.01.08, ADIDA
Israel González, 24.01.08, FENSUAGRO
José Suárez Leal, 28.01.08, SIGGINPEC
José Duarte Acero, 02.02.08, SINTRAAMBIENTE
María Mesa Pasochoa, 08.02.08, ASEDAR
María Teresa Trujillo, 09.02.08, ASOINCA
Samboni Benavidez, 09.02.08, ANTHOC
José Giraldo Mamián, 09.02.08, ASOINCA
Carmen Carvajal Ramírez, 04.03.08, ASINORT
Gildardo Gómez Alzate, 07.03.08, ADIDA
Leonidas Gómez Rozo, 08.03.08, UNEB
Victor Muñoz Benavidez, 12.03.08, ADUCESAR
Carlos Burbano, 12.03.08, ANTHOC
Manuel Antonio Jiménez, 15.03.08, FENSUAGRO
José Fernando Quiroz, 16.03.08, FENSUAGRO
José Astros Amaya, 18.03.08, ASEINPEC
Adolfo González Montes, 22.03.08, SINTRACARBON
Julio Trochez Peña, 22.03.08, SUTEV
Emerson Herrera Ruales, 01.04.08, ASEP
Luz Díaz López, 01.04.08, ASEP
Rafael Leal Medina, 04.04.08, AICA
Omar Ariza, 07.04.08, SUTEV
Luís Gutierrez Ruiz, 15.04.08, SINDESENA
Jesús Caballero Ariza, 18.04.08, SINDESENA
Guillermo Rivera Funeque, 28.04.08, SINSERVPUB
Tomás Chiquillo Pascuales, 10.05.08, SINTRAPROACEITES
Luís Orlando Gelves, 11.05.08, FENSUAGRO
Marcelo Vergara Sánchez, 05.06.08, SUTEV
Favier Peláez Castaño, 13.06.08, ASEINPEC
Walter Recalde Ordóñez, 19.06.08, ASEINPEC
José Muñoz Guarín, 22.06.08, SUTEC
Haly Martín Mendoza Carreño, 09.07.08, ASINORT
Jesús Palomeque Valencia, 05.08.08, ASINORT
Luís Mayusa Prada, 08.08.08, CUT
Manuel Gamboa Meléndez, 13.08.08, FENSUAGRO
José Galeano Martínez, 23.08.08, FECOLOT
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Sobre a crise: a procura de alternativas
A divulgação da Declaração de Pequim fez surgir na Internet vários sítios dedicados à análise da actual situação mundial e à procura de alternativas.
Além do Casino Crash, criado pelo TNI (Amesterdão) e pelo IPS (Washington) e já aqui referido, também o Europe Solidaire Sans Frontières (ESSF) criou dois sítios, um em língua francesa e outro em língua inglesa.
Qualquer deles tem muita informação. Aproveitem.
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segunda-feira, outubro 20, 2008
A crise: uma oportunidade histórica de mudança
Aproveitando a realização em Pequim (China) do Fórum dos Povos da Ásia-Europa, duas organizações – o Transnational Institute e a Focus on the Global South - promoveram, durante as noites de 13 a 15 de Outubro, encontros informais de activistas para discussão da actual crise mundial e dos desafios que a mesma coloca ao movimento popular.
Destes debates saiu uma declaração – a Declaração de Pequim: A crise económica mundial, uma oportunidade histórica para a transformação - contemplando um conjunto de propostas alternativas de organização da vida colectiva que agora são postas à discussão para serem transformadas em movimento.
As propostas avançadas estão agrupadas em seis áreas:
- Finanças;
- Fiscalidade;
- Despesa pública e investimento;
- Comércio internacional;
- Ambiente;
- Agricultura e indústria.
Como escrevem os seus subscritores – organizações da Ásia e da Europa e cidadãos de África, América Latina, Ásia e Europa - «estas são propostas práticas, do senso comum. Algumas são iniciativas já em curso e comprovadamente viáveis. O seu sucesso necessita ser publicitado e generalizado, de modo a inspirar a sua multiplicação. Outras não são susceptíveis de ser executadas apenas pelos seus méritos. É necessária vontade política. Cada proposta é, portanto, um convite à acção.»
A intenção dos seus promotores é aproveitar a realização do Fórum Social Mundial em Belém (Brasil) em finais de Janeiro de 2009 para fazer um ponto de situação da iniciativa e articular esforços para que a mesma faça a diferença.
A Declaração de Pequim pode ser lida na íntegra aqui.
E em Portugal, como vai ser? Há disponibilidades – e vontades – para fazer eco desta iniciativa?
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Julgamento da ACED
Transcrição da carta escrita pela direcção da ACED ao Sr. P.R., Presidente da A.R., Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da A.R., Provedor de Justiça, Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados e Amnistia Internacional.
Na próxima sexta-feira, 24 de Outubro de 2009 pelas 10.00 horas, no 3º Juízo – 1ª Secção (Tribunal da Rua Pinheiro Chagas), decorrerá o julgamento de António Manuel de Alte Pinho por, em 26 de Dezembro de 2001, ter participado na conferência de Natal em que, também nesse ano, a ACED apresentou publicamente o balanço da sua actividade.
Para os crimes de “difamação agravada na forma continuada” e “ofensa a pessoa colectiva na forma continuada” a acusação escolheu uma das pessoas da ACED, cuja fragilidade pessoal e social na ocasião, tal como nas caçadas dos grandes predadores das savanas que se vêm na televisão, pode ter atraído a atenção. Escolheu, para isso, algumas frases das seleccionadas por um canal de televisão como motivo de vingança do trabalho continuado da nossa associação.
O motivo principal da acusação: a controvérsia escandalosa e pública sobre a causa de morte de Marco Santos. Numa cela disciplinar da penitenciária de Lisboa ter-se-á suicidado. Face ao vídeo, produzido pela família, do cadáver com sinais de hematomas não referidos na autópsia do Instituto de Medicina Legal, feito este de emergência a pedido da Direcção Geral dos Serviços Prisionais e face à apresentação de nomes de alegados autores do homicídio que estaria a ser encoberto, a família e a ACED preferiram reclamar a investigação dos factos (que a justiça portuguesa preferiu não esclarecer, negando o pedido da família para exumação do corpo para nova autópsia).
Motivo secundário, e único que permaneceu no processo até hoje: a controvérsia sobre a descrição de um episódio na prisão de Coimbra (uma rusga terá tido como resultado a captura de uma série de instrumentos cortantes manufacturados clandestinamente pelos presos ou o espólio do museu da cadeia terá sido usado para simular tais capturas?) considerado isoladamente como potencialmente criminoso, cuja continuidade – a ter em conta a própria sentença instrutória – parece afinal ser singular.
O contexto do processo não pode deixar de ser reconhecido ser um ataque por via judicial à actividade da ACED, no seu conjunto, não apenas por ter tido origem num tempo onde surgiu outro processo contra outro membro da ACED (cf. http://iscte.pt/~apad/novosite2007/medalha.html) mas também pelo nome do outro membro da ACED acusado (noutro processo cujo julgamento está marcado para Dezembro) constar (por confusão de mãos, entretanto rasurada mas visível no processo que se pode consultar na mesma página web) no processo instrutório.
A ACED tem actividade desde 1997. Como é que uma declaração, ainda que televisionada, pode ser desgarrada de toda a actividade de denúncia – cujas informações se caracterizam por serem isso mesmo, isto é, utilizando as palavras recentes de Maria José Morgado a propósito da corrupção, por reclamarem das autoridades instrução de processos para averiguar a veracidade das denúncias, em vez do inverso: acusar os denunciantes, reclamando deles a prova da veracidade de factos escondidos e camuflados, neste caso dentro das prisões, sobre o que lá se passa?
Disso, da liberdade de denúncia e da cobertura legal da vingança contra os denunciantes, se tratará na sexta-feira próxima no Tribunal Criminal de Lisboa na Rua Pinheiro Chagas às 9:30. Acusa, entre outros, o actual secretário de estado da reforma administrativa, à altura director geral dos serviços prisionais.
A Direcção
sexta-feira, outubro 17, 2008
LGBT associam-se à Semana Global contra a Dívida
Semana de Acción Global contra la Deuda y las IFIs
12 al 19 de octubre de 2008
Distintas redes y organizaciones de personas gays, lesbianas, trans y bisexuales de América Latina se sumaron a la Semana de Acción Global contra la Deuda y las Instituciones Financieras Internacionales.
En el comunicado difundido afirman que las personas GLTBs se ven afectadas específicamente por su orientación sexual e identidad de género por las políticas propiciadas por las IFIs, en cuanto a las condicionalidades impuestas para la implementación de programas de prevención y atención de personas con HIV-SIDA, las políticas sanitarias que apuntan a la privatización del sistema de salud público, único lugar de atención de las personas trans y el continuo pago de la ilegítima deuda externa, en desmedro de la inversión en políticas sociales de inclusión para las personas GLTBs.
Al mismo tiempo, denuncian que las IFIs se han apropiado del discurso de la igualdad y la no-discriminación, pero que las políticas neoliberales que imponen provocan lo contrario. Producen la discriminación y segregación de las personas GLTBs privadas del acceso a sistemas de salud privatizados, el agravamiento de la pandemia del HIV-SIDA con políticas mercantilistas donde la vida de las personas pasa a segundo plano y la implementación de políticas educativas que cumplen un papel de legitimación del capitalismo y apuntan a la propagación de la intolerancia y la exclusión, creando "mercados educativos" en los cuales la educación por el respeto a la diversidad, la no-violencia y la cultura de la paz no tienen espacio.
Concluyen convocando a otras organizaciones GLTBs a sumarse y movilizarse en el marco de la Semana de Acción, junto a grupos de mujeres y feministas, contra las políticas de las IFIs y la mercantilización de las identidades con el fin de expandir el "nuevo mercado gay".
Aqui encontrará el pronunciamiento de las organizaciones GLTBs
Puede consultar las noticias de la Semana Global contra la Deuda en www.debtweek.org
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Área Géneros Jubileo Sur/Américas
generos.jsa@gmail.com
Por un mundo nuevo sin opresión sexual, de género ni de clase
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Carta aberta aos Presidentes da América Latina
Ante la crisis financiera internacional, miembros de dos redes del movimiento de deuda en América del Sur (Latindadd y Jubileo Sur) han preparado esta carta para presentarlas el día 17 de octubre (día mundial de lucha contra la pobreza) a todos los presidentes de América del Sur, demandando una respuesta contundente para evitar el impacto negativo en los pueblos de nuestra región.
Si las organizaciones de la región están de acuerdo pueden suscribirla, enviando un correo a fabrina@jubileesouth.org, Fabrina Furtado de Jubileo Sur.
El plazo es hasta mañana miércoles 15 por la noche.
América del Sur, 17 de octubre del 2008
Señores Presidentes de la Repúblicas de
Argentina, Bolivia, Brasil, Colombia, Chile, Ecuador, Guyana, Paraguay, Perú, Surinam, Uruguay y Venezuela
Señores y Señoras Presidentes,
Reciban el saludo de movimientos y organizaciones sociales, gremios, iglesias y organizaciones no gubernamentales reunidas en redes y organizaciones que componen el Movimiento Social de Deuda en América del Sur, y que suscriben esta carta.
En plena Semana de Acción contra la Deuda y las Instituciones Financieras Internacionales, esta carta tiene como misión solicitar a vuestros gobiernos que - ante la crisis financiera e ideológica de las economías del Norte global - tomen acciones urgentes a fin de: a) cumplir con el compromiso asumido de construir un orden financiero autónomo y soberano en Suramérica, de acuerdo a lo planteado en la Declaración de Quito del 3 de mayo del año 2007, suscrita por los ministros de economía y finanzas de Argentina, Bolivia, Brasil, Ecuador, Paraguay y Venezuela, cuando se empezó el proceso de fundación del Banco del Sur; y b) avanzar en la transformación de la política económica basada en la liberalización financiera y comercial y el crecimiento ilimitado, hacia una centrada en la integración de los pueblos de la región en un marco de soberanía y respeto para los derechos humanos, colectivos y ambientales.
En ese sentido, pedimos concretamente que:
- Aseguren la realización de auditorías integrales y participativas del crédito público, con la finalidad de detener los pagos de deudas ilegítimas y poner fin a la impunidad con la que se viene funcionando el sistema financiero internacional en nuestros países.
- Pongan en marcha el Banco del Sur, como un instrumento soberano para el financiamiento de un desarrollo basado en la justicia económica, social y ecológica para los pueblos de la región. Incluyendo en todas las instancias, mecanismos de toma de decisiones igualitarios (un país un voto), con participación de los movimientos sociales e instrumentos eficaces de transparencia.
- Inicien el proceso de discusión sobre los otros instrumentos financieros propuestos por la Declaración de Quito (Fondo de Estabilización y Unidad Monetaria Suramericana), a fin de constatar si pueden servir para que las reservas de nuestros países se queden en la región, y para la promoción de un comercio con justicia entre y para nuestros pueblos.
- Paralicen y cancelen las negociaciones en curso de tratados de libre comercio con la Unión Europea, Estados Unidos de Norte América, China, India y todos aquellos sustentados en los términos de Singapur.
- Revisen y reviertan los tratados de protección de inversiones, incluyendo la renuncia al Centro Internacional de Arreglo de Diferencias Relativas a Inversiones (CIADI), así como los demás cambios impuestos en los marcos regulatorios del movimiento de capitales conforme al model neoliberal que hoy exhibe con toda crudeza su caducidad.
Estas demandas son hechas en base a diversas constataciones y reflexiones acerca de la grave situación en ciernes, algunas de las cuales señalamos a continuación:
- La actual crisis financiera por cual pasan las economías del Norte global, pone en cuestionamiento la propia ideología neoliberal y trae abajo el dogma que dice que: "el mercado se regula solo", "el Estado no es la solución, sino el problema", "el lucro moviliza el crecimiento", "la ganancia excesiva se sustenta en el riesgo", "la transferencia de las funciones del Estado a los privados es más eficiente", "el crecimiento económico es la única salida a la pobreza", etc. Esta crisis financiera desatada en Estados Unidos de Norte América - que se suponía el motor económico mundial - ha dejado muy claro, el riesgo de tener los mercados de nuestros países abiertos y dependientes de la demanda externa. El paradigma que reza que mientras más abierta tengamos nuestras economías, mayor estabilidad de precios y crecimiento con bienestar social tendríamos, también muestra a las claras su falacia.
- Las principales críticas se refieren a la necesidad de mayor regulación, control e intervención estatal y al rechazo de la codicia como principio empresarial. Lo que configura un desmoronamiento ideológico del neoliberalismo.
- El mismo que evidencia que el (des)orden financiero mundial apoyado en el Fondo Monetario Internacional, el Banco Mundial y otras instituciones no sirve para nada que no sea – vía condicionalidades – la imposición de las políticas hoy puestas en tela de juicio en el mundo entero. Los países considerados por estas instituciones como el ejemplo a seguir, son los mismos que ahora están enfrentando serios problemas de fragilidad financiera.
- No puede escapar nuestro análisis la relación existente entre esta crisis y el sistema de endeudamiento impuesto en otras coyunturas a nuestros países. Ese sistema ha servido para sustraer de nuestros países, capitales y recursos que han nutrido el crecimiento perverso de la economía-casino cuya implosión hoy, al igual que la explosión de la crisis de la deuda en 1982, amenaza con llevar por adelante a pueblos enteros. Sobre la base de la impunidad de ese sistema y el servicio continuo de los reclamos de deuda así acumulados, será imposible romper con su lógica y construir un nuevo orden financiero regional y mundial.
- La realidad de insolvencia y rescates multimillonarios a costa de la vida y los impuestos de la gente, no solo revela las debilidades del sistema, sino que exige una respuesta firme de los gobiernos del Sur a fin de reducir los efectos de esta crisis, garantizando la implementación de un nuevo orden que responda a los derechos y necesidades de los pueblos. Esto es aún más urgente en cuanto otras crisis relacionadas, como la alimentaria, la climática y la energética, también expresan el fracaso de este modelo y al mismo tiempo, ponen en peligro de muerte a millones de personas en el mundo.
- Uno de los aspectos más preocupantes de esta crisis es que, al igual que las anteriores e incluyendo en especial la crisis de deuda desatada en 1982, se busca resolverla sobre las espaldas de los pueblos. Tanto así, que las medidas de salvataje hasta ahora anunciadas por el gobierno de EE.UU., así como sus pares europeos, cargan en primer término a los propios trabajadores y trabajadoras en el Norte, el costo de la codicia del sector financiero.
- Esa misma codicia en la que se alimenta el sistema capitalista, que prioriza la acumulación particular por sobre el bienestar colectivo, se expresa hoy claramente en la socialización de las pérdidas, a pesar de que los beneficios siempre han estado privatizados.
- Sin duda, las economías de nuestros pueblos y países – en mayor o menor medida – serán afectada por el irresponsable manejo financiero y político de los gobiernos e intereses hegemónicos del Norte, empezando con la posible pérdida de puestos de trabajo como resultado de una caída en la demanda externa.
- Aparece más fuerte que nunca la contradicción de que a pesar de que nuestros países ostentan grandes niveles de reservas internacionales, los gobiernos no logran invertir los recursos necesarios para garantizar los derechos de las personas y la promoción, preservación y protección del medio ambiente. En este modelo siempre aparece una justificación que impide redistribuir equitativamente la riqueza generada. Si no es por la inflación importada, es la crisis financiera, pero siempre tiene que haber ajuste en la inversión y gasto público dirigido a los pueblos.
- La preocupación sobre la cantidad de reservas internacionales que tienen nuestros países en papeles del tesoro norteamericano, se hace más grave al constatar que de lejos es la economía más endeudada del mundo. Además de que para mantener las reservas en estos niveles, los gobiernos han recurrido al crecimiento preocupante de las deudas internas.
- El manejo poco transparente de la crisis financiera expresado en el rescate financiero, hace más importante que se establezcan mecanismos permanentes de transparencia como la auditoria del endeudamiento público, en el proceso de construcción y funcionamiento del nuevo orden financiero en América del Sur. Apoyar y multiplicar en toda la región, de manera articulada, la iniciativa del gobierno de Ecuador en este sentido, se impone hoy con miras no sólo de resolver los reclamos de deuda aún pendientes, sino además para contar con elementos imprescindibles para lograr el Nunca Más del terrorismo del mercado.
Estamos convencidos que la crisis financiera surgida en el seno mismo de la más importante economía neoliberal, no sólo requiere de respuestas firmes y concertadas entre los gobiernos que Uds. presiden, sino también que pueda convertirse en un escenario propicio para orientar la producción nacional al mercado interno y avanzar en la promoción de una integración suramericana solidaria, justa y sustentable.
Recuperar nuestra soberanía y construir autonomía financiera en América del Sur es hoy más necesario que nunca. Y así como planteamos en la Cumbre Social de los Pueblos en Cochabamba, Bolivia, en diciembre de 2006, es un paso obligado para lograr las transformaciones necesarias a fin de alcanzar un real bienestar social, económico y ambiental para todos los pueblos de la región.
Reconociendo que las fuentes genuinas de financiamiento vienen de los pueblos, los nuevos instrumentos financieros regionales, como el Banco del Sur, deben mantener su espíritu contra hegemónico, para lo cual deben financiarse con los propios recursos de la región a fin de no tener presiones ni condicionalidades de ningún tipo. También deben construir procesos de deliberación e implementación transparentes y participativos, a fin de cumplir con los objetivos planteados en su Acta Fundacional y evitar los problemas que hoy sufren tantas instituciones financieras.
En ese espirítu, aprovechamos la ocasión para subrayar la importancia de que en momentos de crisis, se convoque a los movimientos y organizaciones sociales para juntos poder debatir y construir acuerdos en torno a las salidas. En otras oportunidades hemos manifestado nuestro interés para participar activamente en la creación del Banco del Sur, una iniciativa cuya puesta en funcionamiento está ya largamente postergada. Hoy reiteramos esa disposición, solicitando en concreto una reunión con la comisión ministerial del Banco del Sur, en algún momento de la agenda de su próxima reunión, así como también la habilitación de un espacio de diálogo al respecto de la serie de preocupaciones y propuestas aquí señaladas, durante las próximas reuniones del UNASUR y de otras instancias de integración en la región.
Reiterando que es momento de retomar el control de nuestros recursos financieros, tributarios y naturales para sustentar el bienestar social y ambiental, nos despedimos.
Atentamente,
Jubileo Sur/Américas, Red Latinoamericana sobre Deuda, Desarrollo y Derechos - Latindadd, Rede Brasil sobre Instituciones Financieras Multilaterales, Políticas Alternativas para el Cono Sur (PACS-Brasil), Red Jubileo Perú, Red Internacional CADTM, Red Venezolana contra la deuda / CADTM, Campaña Colombiana "En Deuda con los Derechos", Fundación SES.
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México: campanha contra a privatização da água e da energia
CONTRA LA NUEVA INVASIÓN: COMIENZA EN MÉXICO LA CAMPAÑA CONTRA LA PRIVATIZACIÓN DEL AGUA Y LA ENERGÍA.
Por: Coordinación Red Jubileo Sur México y Movimiento Mexicano de Afectados por las Presas y en Defensa de los Ríos.
Con acciones contra el Mega Proyecto Eólico del Istmo de Tehuantepec en Oaxaca se está desarrollando en México La Campaña Internacional contra la privatización del Agua y la Energía por las transnacionales españolas: "Contra la Nueva Invasión". La misma tiene como objetivo el de articular las resistencias latinoamericanas contra la privatización de estos recursos.
En las últimas décadas el gobierno mexicano, bajo la falsa premisa del fracaso de las políticas de estado para proveer de los servicios básicos a la ciudadanía, ha comenzado una privatización silenciosa de los recursos estratégicos para la soberanía del pueblo mexicano, contrayendo con esto una deuda social y ecológica.
Agua, energía y alimentos están en peligro de caer por completo en manos de transnacionales, que mediante los tratados de libre comercio con Estados Unidos y la Unión Europea permiten que la extracción y la privatización de los recursos naturales y los recursos energéticos sean monopolizados por corporaciones. Además de la deuda social que recae en la economía de los ciudadanos, la deuda ecológica por la política extractiva aumenta día a día, difícil de ser resarcida o pagada.
Las corporaciones como Unión Fenosa, Endesa, Iberdrola están privatizando poco a poco la industria energética. Monsanto y Novartis son las responsables de la privatización de las semillas y de gran parte de la perdida de la soberanía alimentaria, con los Organismos Genéticamente Modificados, los Plaguicidas y ahora su incursión en el tema de los agrocombustibles. Aguas de Barcelona, Suez se adueñan de los organismos de agua municipales, apropiándose de un derecho básico como es el derecho al agua.
Esta privatización de los recursos estratégicos por parte de estas corporaciones es con la displicencia del gobierno mexicano y el apoyo de las Instituciones Financieras Internacionales (IFIs) que no solo permiten esta privatización sino que aportan las facilidades y subvenciones necesarias para la instalación y operación de las transnacionales. El Banco Mundial, el Fondo Monetario Internacional y demás IFIs obligan al gobierno a cambiar sus políticas para promover las inversiones y la privatización de estos recursos.
La campaña es convocada en el marco de la Semana de Acción contra la Deuda y las Instituciones Financieras Internacionales por el Movimiento Mexicano de Afectados por las Presas y en Defensa de los Ríos (MAPDER) y la Red Jubileo Sur México, junto a la Red Latinoamericana contra las Represas y la Alianza de Pueblos del Sur de Acreedores de la Deuda Ecológica.
Los interesados en mas información sobre la campaña pueden visitar la página de internet: www.mapder.org y www.biciverde.org/lanuevaconquista donde pueden encontrar información sobre las acciones y como apoyarlas.
Coordinación Red Jubileo Sur México y Movimiento Mexicano de Afectados por las Presas y en Defensa de los Ríos.
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VII Encontro Internacional da Marcha Mundial das Mulheres
Debates, acción, feria y lanzamiento de libro en el
VII Encuentro Internacional de la MMM, en Vigo, Galícia
Entre 14 y 21 de octubre se realiza en Galicia el séptimo Encuentro Internacional de la Marcha Mundial de las Mujeres, en Vigo, Galicia (en el Norte de España). En la plenaria uw de inauguración hoy, 15 de octubre, se 82 delegadas, de 42 países; además de la presencia de 25 invitadas, de movimientos sociales internacionales y de instituciones de apoyoBajo el lema "Mujeres en Marcha hasta que todas seamos libres", el principal objetivo del Encuentro será la definición y la organización de la próxima acción global de la Marcha, a realizarse en 2010. El encuentro será la ocasión para discutir y desarrollar el seguimiento de los cuatro campos de acción de la Marcha, profundizar nuestros debates y conocimiento sobre varios temas feministas (como la mercantilización de la vida y cuerpo de las mujeres, la ofensiva de derecha contra la autonomía de las mujeres, etc), bien como de realizar nuestra Asamblea General.
Acompañe diariamente las noticias del VII Encuentro Internacional en los seguientes sitios:
Blog: http://viiencuentrodelamarcha.blogspot.com
Coordinación Nacional de la MMM en Galicia: http://www.feminismo.info/webgalego/
Libro: 10 años de história de la Marcha Mundial de las Mujeres
Para marcar los diez años del Primer Encuentro Internacional de la Marcha – realizado en Montreal, Québec, en octubre de 1998 – lanzaremos el libro La Marcha Mundial de las Mujeres 1998–2008: una década de lucha internacional feminista. El libro hace un análisis sobre la identidad colectiva y internacional de la Marcha, los pasos dados por el movimiento, los contenidos de sus reivindicaciones a través de sus principales documentos históricos y desafíos actuales. El lanzamiento será realizado à las 18 oras, del domingo, 19, durante la Feria de Soberanía Alimentaria, en la Praza da Estrela.
Reflexión y acción sobre soberanía alimentaria
Además de ser responsable por la logística del Encuentro (infraestructura, equipo de traducción, transporte, etc), la Coordinación Nacional (CN) de la MMM en Galicia ha preparado un final de semana por la soberanía alimentaria en los días 18 y 19 (ver abajo). Las actividades incluyen un Foro Internacional, una Feria de Soberanía Alimentaria y Consumo Responsable, una manifestación y la creación del milladoiro – abierto para otras activistas y para el público general del territorio / región. Los objetivos de estas actividades son de avanzar el discurso de la Marcha, promover el debate, y desarrollar una posición feminista sobre el tema de soberanía alimentaria, además de denunciar el control de la cadena de producción de alimentos por parte de las corporaciones transnacionales y mostrar que la agricultura agro-ecológica local tiene la capacidad de alimentarnos a todos.
Además de esas actividades, jóvenes feministas de todo el mundo participan de encuentro especifico en el día 19, cuando expondrán sobre los proyectos y campañas en que están involucradas.
Donde y cuando:
- Las delegadas del Encuentro se reúnen a partir del 14 en Panxon, districto de Vigo.
- El Foro de Soberanía Alimentaria acontece en el Auditorio Caixanova, Vigo, el sábado, dia 18, entre las 17 y las 21h30.
- La feria se realiza en la Praza da Estrela, en Vigo, en los días 18 y 19, a partir de las 11 de la mañana.
- La manifestación "¡Cambiar la vida de las mujeres para cambiar el mundo!" acontece el 19, saliendo a las 12 de la Praza del Concello, donde un poco antes será construido de foma colectiva el milladoiro, con la participación de las delegadas del Encuentro Internacional de la MMM.
- La actividad "Feministas novas, novas perspectivas no feminismo internacional", acontece el 19, a las 17 horas, en el Centro Social Caixova, Vigo.
quinta-feira, outubro 16, 2008
O Nº 7 da revista O Comuneiro está em linha
Caros Amigos e Companheiros:
A revista O Comuneiro sai, neste semestre, com algum atraso, mas temos realmente vivido algumas semanas de cortar a respiração.
Vivemos tempos de excepção, em que a pulsação histórica no mundo se acelera enormemente. Estes são os tempos que, por um lado, esperávamos e sentíamos ser inevitáveis; por outro lado, lamentamos não estar ainda preparados para eles, pois que estamos ainda longe de ver formado, a nível global, no plano teórico e no plano organizativo, um bloco político coeso, capaz de forçar de forma consciente e determinada uma ruptura efectiva com o modo de produção capitalista. É essa a via que procuramos servir, com o melhor do nosso esforço, não porque acreditemos na inevitabilidade dos "amanhãs que cantam", mas, pelo contrário, porque estamos convencidos de que pode mesmo não haver qualquer futuro digno para a civilização humana, se não actuarmos hoje, de forma livre e auto-determinada, tomando colectiva e democraticamente as rédeas do nosso próprio destino histórico. Será então a altura de jogar finalmente no caixote do lixo da história a crença numa providencial "mão invisível" que supostamente resultaria da benigna confluência da cupidez e da ganância individuais. No novo terreno em que se vai travar, doravante, a batalha ideológica, já não terá curso forçado a "teologia do mercado", tão propagada pelos arautos do pensamento único neoliberal. Mas ainda serão necessárias longas e duras batalhas – e não só no campo das ideias, naturalmente - para extirpar de vez essa superstição.
As épocas de crise são tempos de risco, de bifurcações sucessivas, de decisões críticas, de oportunidades que se oferecem uma só vez, em exíguas e fugazes janelas. Em nossa apreciação, esta crise em que estamos agora a entrar, vai prolongar-se, provavelmente por umas duas décadas, no mínimo. É essa também a opinião de François Chesnais, de cuja lucidez e penetração analítica nos orgulhamos por poder contar, uma vez mais, no artigo de abertura deste número. O desfecho e sequência histórica desta crise são absolutamente imprevisíveis, tanto podendo ser o pesadelo de uma pós-humanidade, de que Mike Davis nos dá uma antevisão arrepiante (bem plausível e, em muitos sentidos, já actual), como uma sociedade globalmente mais igualitária e participativa, em rumo para a abolição das classes sociais e da propriedade privada.
Por todo o tempo de uma geração, provavelmente, assistiremos a nível mundial a uma intensa agudização das lutas de classes, com numerosos episódios de ruptura de equilíbrio, tomada do poder, reordenamento socio-económico, com reversões pontuais e reconquista de posições. Pelo mesmo tempo, teremos agudos conflitos inter-imperialistas, guerras e insurreições, instáveis alianças entre alguns blocos nacionais e/ou regionais burgueses com forças revolucionárias em ascenção, de diversos matizes e configurações.
É bem real, no nosso campo, aquilo que na linguagem "diamática" doutros tempos, se dizia o "atraso no factor subjectivo" e que hoje se dirá, simplesmente, défice de projecto e de definição estratégica. Só na América Latina é que podemos ver levantar-se já o esboço coerente e estruturado de um desafio anti-sistémico, que por vezes se designa a si próprio de "socialismo do século XXI". Em outros azimutes é ainda grande a indefinição reinante. Nos primeiros embates, isso pode ser perigoso, porque, em tempos de anomia social, a direita populista e autoritária está sempre pronta para ocupar todo o terreno que encontrar livre. Essa não precisa de projecto algum: basta-lhe a brutalidade, a demagogia e a falta de escrúpulos, no serviço da classe dominante.
É também verdade, porém, que nunca poderíamos estar em posição de prever todos os desafios que teremos pela frente, dando-lhes respostas já estudadas e provadas. No calor da luta, ao sabor dos seus sucessos e revezes, a consciência transformadora irá, sem dúvida, ser moldada e temperada a um ritmo muito acelerado, derrubando pelo caminho muitas e bem espessas lombadas de dogmas "rrrevolucionários". É importante sabermos de onde vimos, que temos atrás de nós uma história, uma tradição de lutas e de esperanças. Que temos até, vá lá, alguma sabedoria e malícia histórica acumulada. Mas também é importante a disponibilidade de um novo olhar sobre o mundo. Mais vale errar por ousadia inexperiente do que por tacanhez escolástica. Alea jacta est!
Sobre a presente crise, suas causas e circunstâncias, temos ainda neste número uma preciosa e límpida exposição de Walden Bello. O nosso companheiro Emir Sader reflecte também sobre o tema, com especial incidência sobre o espaço latino-americano, em jeito bloguista que nós aqui coligimos. O californiano Mike Davis não se debruça sobre os intricados meandros dos "derivativos" ou do short selling, mas o seu agudo olhar de geógrafo e paisagista urbano capta também, como ninguém, estes tempos de crise como distopia real e presente.
Os nossos companheiros Virgínia Fontes e Reinaldo Carcanholo oferecem-nos duas reflexões teóricas sobre a economia política do capitalismo contemporâneo, com incidência na teoria do imperialismo. Ivonaldo Leite faz um balanço de revisita à Teoria da Dependência, concluindo que a notícia da sua morte contém graves exageros. João Mosca reflecte sobre o modelo de desenvolvimento prosseguido actualmente por Moçambique, contranstando-o com o da economia da era colonial.
Graças à prestimosa colaboração de João Esteves da Silva, enquanto tradutor, temos também um pequeno lote representativo do actual pensamento social crítico francês. Bernard Stiegler é talvez o mais ousado, conceptualmente, e também nisso um intelectual mais tipicamente parisiense, na linha cosmopolita interrompida com Foucault e Deleuze. A sua reflexão é de inspiração marxista (também freudiana), marcada pela escola crítica de Frankfurt e por André Gorz, dispondo contudo de grande amplitude e originalidade próprias. As suas observações sobre os efeitos da mercantilização e dos modernos meios de comunicação de massa sobre o processo social de "individuação" são penetrantes. É nesse mesmo campo e com as mesmas preocupações que se situa o esforço de Dany-Robert Dufour. Jean-Claude Michéa é um "caso" distinto, de um pensador ferozmente independente, orgulhosamente popular e provinciano, em ruptura total com o progressivismo elitista que, a seu ver, concentrando-se em questões pseudo-fracturantes de costumes, serve apenas de sinalizador de vanguarda à crescente mercantilização da esfera privada.
A Redacção de O Comuneiro
Ângelo Novo
Ronaldo Fonseca
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Colômbia: perseguição a dirigentes estudantis
La Habana, 13 de Octubre de 2008
Declaración de la OCLAE, frente a los últimos ocurridos con los dirigentes estudiantiles en Colombia
Vivimos un tiempo en que nuestro continente, se levanta frente al imperialismo que por años nos puso a su jugo. El rescate de la soberanía nacional, el rescate del papel del estado en los sectores estratégicos de la economía, la priorización de la integración regional. Frente a esos cambios, la juventud y los estudiantes tienen destacado papel protagónico.
No obstante, los procesos de transformación en la historia no son lineares, o uniformes. En el caso de nuestra hermana patria colombiana, nuestros compañeros se encuentran en un momento de defensiva frente a la política del gobierno de Álvaro Uribe Vélez.
Este gobierno, que prioriza los TLCs con los EEUU, en detrimento de una integración regional, solidaria y necesaria entre las naciones y pueblos de Latino América. Este es el mismo gobierno que criminaliza, persigue y asesina a los referentes estudiantiles, obreros y campesinos, que luchan por más derechos y justicia para el pueblo colombiano y para nuestro continente. Son miles de estudiantes desplazados, amenazados, exiliados o muertos en el último periodo, víctimas de la política militarista del gobierno de Uribe.
En la última Conferencia Regional de Educación Superior de la UNESCO, CRES 2008, realizada en la ciudad de Cartagena de Indias, en Colombia, la abertura contó con la presencia del presidente colombiano, y fue marcada por una protesta de forma pacífica por parte de los estudiantes de la Asociación Colombiana de Estudiantes Universitarios – ACEU. Pasado el momento, uno de los estudiantes protagonistas de la protesta fue amenazado, y tuve que desplazarse de forma inmediata. En la última semana, toda la junta directiva de la ACEU, fue amenazada y declarada como terroristas infiltrados, y están siendo perseguidos por los grupos paramilitares, dentro y fuera de la Universidad.
En el pasado vivimos tempos oscuros y de dictaduras militares en la mayoría de nuestros países en Latino América. No podemos permitir que estas dictaduras puedan volver, transfiguradas en gobiernos dichos "democráticos", con total apoyo de quienes quieren dividirnos en la lucha por nuestra real independencia. Llamamos la sociedad latinoamericana, los estudiantes, los profesores, los rectores, obreros, campesinos, a todos los movimientos sociales, a denunciar la situación que han enfrentado nuestros hermanos colombianos.
Secretariado Ejecutivo de la OCLAE
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terça-feira, outubro 14, 2008
É chegada a hora de refazer todas as contas
Nos mesmos dias em que o mundo acompanhava, perplexo, o farto noticiário sobre as tentativas de conseguir no Congresso norte-americano a aprovação de um plano de US$ 700 bilhões para conter a crise financeira que já se espalhava por todos os continentes, a comunicação praticamente não deu nenhuma importância à notícia, divulgada pela ONG canadense Global Foot Print Network, de que no dia 23 de setembro a humanidade ultrapassara, este ano, o consumo de todos os recursos que o planeta pode produzir ao longo de 365 dias. A partir daí, ocorre um consumo de recursos e serviços naturais além do que a biosfera terrestre pode repor - um sobreconsumo que agravará a crise, pois aumentará a desertificação e a chamada crise da água, produzirá maior perda de florestas tropicais, gerará a emissão de mais poluentes que contribuirão para mudanças climáticas, etc.
Esse consumo excessivo, que começou a ser avaliado pela ONG em 1986, uma década mais tarde já superava em 15% a capacidade de reposição; em 2007, estava em torno de 25% e ocorreu a partir de 6 de outubro; este ano, a partir de 23 de setembro. É um sistema de avaliação semelhante ao utilizado no Relatório do Planeta Vivo, do WWF. Este, em 2006, já dizia que esse impacto - a "pegada ecológica da humanidade" - mais do que triplicara desde 1961 e já superava a capacidade de reposição em 25%.
Certamente é uma crise mais grave ainda que a financeira, mas que continua a ser minimizada, quando não ignorada. Segue-se tratando da atual crise financeira apenas em termos de quanto afetará ou não o produto bruto mundial e o produto bruto de cada país, inclusive do Brasil, sem preocupação com o quadro de realidade concreta que nos cerca. Como se a crise se pudesse resolver apenas em termos de crescimento econômico. E vale a pena relembrar, nesse ponto, o pensamento, já mencionado neste espaço, do biólogo Edward Wilson, apontado como o cientista que mais entende de biodiversidade. Tenta-se, diz ele, acreditar que a solução para os dramas do mundo estará no crescimento econômico puro e simples. Então, pode-se partir da hipótese de que a economia mundial vá crescer 3,5% ao ano - um crescimento modesto, já que se almeja 5% ou 6%, até 10% ao ano, como na China. Se ela crescer 3,5% ao ano, partindo do atual produto global, superior a US$ 50 trilhões anuais, chegaria a 2050 perto de US$ 160 trilhões. Mas não chegará, porque não há recursos e serviços naturais capazes de suportar o aumento de consumo decorrente desse crescimento. Será preciso, adverte Wilson, encontrarmos formatos de viver e consumir compatíveis com as possibilidades físicas do planeta - até porque não há outro disponível (embora nosso ministro de Assuntos Estratégicos já ande acenando com essa possibilidade).
Faz falta, nessa hora, uma figura como o falecido José A. Lutzenberger, que foi secretário nacional de Meio Ambiente de 1990 a 1992. No seu livro Fim do Futuro, que é de 1980, ele já advertia que nos encontramos "num divisor de eras": "A crise de energia e matérias-primas que hoje solapa os alicerces da sociedade industrial demonstra que os recursos desta nave espacial, o planeta Terra, são finitos. Esta crise refuta as premissas básicas da sociedade de consumo, com sua ideologia de expansão e esbanjamento ilimitados." Lutzenberger sabia em que terrenos pisava: "Sempre nos acusaram e continuarão nos acusando de radicais, de líricos, quando não de apocalípticos. Apenas somos realistas. A realidade é grave" (foi exatamente como "apocalíptico" que uma revista de grande circulação o qualificou em título, ao anunciar sua ascensão à Secretaria Nacional do Meio Ambiente em 1990).
Pouco tempo depois, em 1981, ao dirigir-se a uma turma de universitários que o elegera paraninfo, ele insistia: "Nossa política desenvolvimentista, nossos modelos econômicos e tecnológicos são concebidos como se a natureza não existisse, ou apenas estorvasse, como se nós mesmos não fôssemos parte integrante dela, como se pudéssemos sobreviver à sua demolição." Quem observa a atual crise financeira constata exatamente isso: seu descolamento da realidade física, a começar pelo mercado de hipotecas de imóveis nos EUA, cada uma delas negociada, renegociada muitas vezes, por valores que nada têm que ver com o concreto. Alavancado, como se diz no mercado. Se quiser, encontrará panorama semelhante nos mercados de commodities, nos quais a safra de um ano de determinado produto pode ser negociada e renegociada por muitas vezes seu valor real. E assim será em muitas áreas.
Lutzenberger seria utilíssimo também para nos ajudar a resolver o drama amazônico, que não sai das manchetes. Foi ele que acabou com os subsídios e incentivos fiscais que estimulavam a derrubada da floresta para plantar soja ou criar bois. Foi ele que mostrou a irracionalidade de inundar a floresta para gerar energia subsidiada destinada a produtos eletrointensivos que os países industrializados não querem fabricar, exatamente por causa do custo da energia. Foi ele que proibiu o Ibama de emitir guias que eram usadas muitas vezes cada uma, para transportar madeira extraída ilegalmente - e foi isso que lhe custou a saída da secretaria, em 1992, por pressão do lobby das madeireiras. Mas não é só. Lutzenberger também foi dos primeiros a fazer muitas contas que ficam escondidas até hoje debaixo dos tapetes ("temos de fazer contas de tudo", dizia). Sobre as unidades de energia consumidas para produzir, por exemplo, carnes, e que são superiores às que estão no produto. Ou sobre a água consumida com a mesma finalidade.
São lições indispensáveis ainda hoje. Será inútil manter ilusões e retardar soluções verdadeiras. Teremos, a partir da crise financeira, de refazer as contas de tudo. Se não for assim, iremos de recaída em recaída. O que está em jogo são os formatos de viver.
Washington Novaes é jornalista
E-mail: wlrnovaes@uol.com.br
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Semana de acção contra a dívida externa (V)
Organizaciones y movimientos en todo el mundo movilizan hoy en contra de la Deuda Ilegítima, las IFIs y el Cambio Climático.
Reclaman "Justicia, no Caridad"
El 13 de octubre, militantes de la lucha contra la deuda en todo el mundo llevarán a cabo actividades y movilizaciones en contra de la Deuda Ilegítima, las Instituciones Financieras Internacionales (IFIs) y el Cambio Climático, como parte de la II Semana de Acción Global contra la Deuda y las IFIs, que involucra a más de 200 redes, organizaciones y movimientos de África, Asia y el Pacífico, América Latina y el Caribe, Europa y América del Norte, entre los días 12 al 19 de octubre. En el transcurso de la Semana estarán enfocando distintas problemáticas relacionadas al problema persistente de la dominación ejercida a través de la deuda, pero el día 13 se tratará en especial, el reclamo de Justicia Climática y su vínculo con la deuda.
Todos los años, cientos de millones de dólares en préstamos son utilizados para financiar proyectos en las industrias extractivas, incluyendo el petroleo, el carbón y el gas, megaproyectos de infraestructura y otros para la producción de agrocombustibles que son destructivos del medio ambiente y exacerban significativamente el cambio climático. Los créditos son otorgados, principalmente por el Banco Mundial y otras IFIs, a gobiernos y se pagan con recursos públicos mientras que son las corporaciones transnacionales los principales beneficiarios.
Además, ahora el Banco Mundial intenta asumir un rol preponderante en el financiamiento mundial de la mitigación y la adaptación a los cambios climáticos, así como también en la promoción de 'tecnología limpia" y "desarrollo limpio". Reciente lanzó sus Fondos de Inversión Climática (FICs)
Según Lidy Nacpil, coordinadora en Asia-Pacífico de Jubileo Sur, una red de campañas sobre la deuda, movimientos sociales y organizaciones en más de 50 países de América Latina y el Caribe, África y Asia, "préstamos que fueron utilizados para imponer proyectos o políticas dañinas son ilegítimos; han sido un factor principal en la escalación de la crisis climática y no deben ser pagados. Las Instituciones Financieras Internacionales como el Banco Mundial y el FMI cargan con una responsabilidad central para esta crisis. Con esa historia, es condenable que tengan ahora algo que ver con programas para el clima. El concepto y diseño de los FIC del Banco Mundial, por ejemplo, son tan fallidos como el Banco mismo."
Entre las diversas actividades a realizarse ese día, se presentará a distintos gobiernos y al Banco Mundial un pronunciamiento firmado por más de 100 organizaciones de todo el mundo; se realizarán múltiples foros y seminarios enfocando la relación entre la deuda, las IFIs y el Cambio Climático como por ejemplo en Bangladesh, Filipinas y el Reino Unido. En Jakarta, Indonesia, habrá una manifestación frente a las oficinas locales del Banco Mundial, y en Colombia, Paraguay y Brasil se desarrollarán diferentes eventos sobre Deuda Ecológica y Justicia Climática.
Para las organizaciones que movilizan durante esta Jornada, el cambio climático solo puede solucionarse si los gobiernos anulan y dejan de pagar las deudas ilegítimas; se para el financiamiento de proyectos y políticas que exacerban el cambio climático; se rechazan los Fondos de Inversión Climática del Banco Mundial y otros programas para el clima bajo el control del BM y demás IFIs; se dejan de financiar con préstamos programas para el clima y pagar restitución y reparaciones para las deudas ecológicas e históricas que se deben a los pueblos del Sur.
El texto completo del Pronunciamiento sobre Deuda Ilegítima, IFIs y el Cambio Climático está a disposición en el sitio: http://debtweek.org/
Contactos para el día de Acción Global contra la Deuda Ilegítima, las IFIs y el Clima:
Jubileo Sur - js@jubileesouth.org
Coordinación global : Beverly Keene +54 11 43071867 - +54(9)11-55690140
Latinoamérica y el Caribe: Laura Yanella, Prensa y Difusión +5411-43071867
Asia y el Pacífico: Lidy Nacpil +63 2925 3036
África: Njoki Njoroge Njehu – +254(0) 7 2322 9426
Europe: Nick Dearden, Director, Jubilee Debt Campaign, 07932 335464
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domingo, outubro 12, 2008
A Água é de todos!
Um conjunto de organizações, preocupadas com a "estratégia que visa a privatização e transformação em negócio da captação, gestão e distribuição da água" prosseguida pelo governo do PS e a que alguns municípios, por dificuldades financeiras, por pressões ou opções políticas, se associaram, decidiu lançar uma campanha sob o lema Água é de todos, não o negócio de alguns.
Para o seu lançamento vão organizar um Encontro, aberto a todas e todos os interessados, no próximo dia 18 de Outubro, sábado, no Museu da Água (Estação Elevatória a Vapor dos Barbadinhos, R. do Alviela, 12, a Sta. Apolónia), entre as 14h e as 18h.
Na agenda irão estar dois pontos: apresentação da campanha (razões, objectivos, iniciativas) e propiciar o debate, a troca de contactos, experiências e a preparação de iniciativas descentralizadas.
São promotores desta iniciativa: Associação Água Pública, CPPC, CGTP-IN, CNA, Conf. Port. das Colect. de Cult. Recreio e Desporto, FENPROF, Fed. Nac. Sind. Função Pública, Mov. Utentes Serv. Públicos e STAL.
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O que fazer do orçamento da UE que não se vai gastar?
A ONE.org é uma organização internacional de luta contra a pobreza que decidiu lançar uma campanha junto dos dirigentes da União Europeia para que os fundos não gastos do orçamento comunitário de 2008 – que se estima que rondará os mil milhões de euros – sejam utilizados para apoiar o desenvolvimento agrícola de África. Segundo os activistas da ONE.org, estas verbas não gastas estão precisamente atribuídas a subsídios à agricultura na UE.
Aproveitando o facto de os dirigentes da União irem reunir-se no próximo dia 15 de Outubro em Bruxelas, esta organização decidiu lançar uma campanha internacional sob o lema: Por favor, gastem os 1.000 milhões € de verbas não utilizadas do orçamento da União Europeia como uma assistência suplementar ao desenvolvimento para os agricultores Africanos.
E, em apoio a esta iniciativa, citam o Banco Mundial, segundo o qual o crescimento agrícola tem o dobro da eficácia na redução da pobreza quando comparado com o de outros sectores.
A ONE.org acredita que apesar de os dirigentes europeus estarem absorvidos pelo actual turbilhão financeiro será possível, através de uma campanha mobilizadora, fazê-los ouvir este apelo.
Se a iniciativa mexe consigo, se põe em causa a sua passividade, então dê uma oportunidade ao sentido comunitário que ainda há em si e visite este sítio onde poderá ter acesso a mais informação e subscrever a campanha.
Vamos lá, que não vamos sozinhos.
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Semana de acção contra a dívida externa (IV)
DOSSIER DE PRENSA N°1 - 10 de Octubre de 2008
Preparativos en todo el mundo por la Semana de Acción Global Contra la Deuda y las Instituciones Financieras Internacionales
Ciento de redes y organizaciones de todo el mundo se movilizarán del 12 al 19 de Octubre y llevarán adelante diversas actividades durante la Semana de Acción Global contra la Deuda y las Instituciones Financieras Internacionales (IFIs).
Más de 200 redes, movimientos y organizaciones globales, continentales y nacionales de Asia y el Pacífico, África, América Latina y el Caribe, Europa y América del Norte ya han firmado el "Llamado de Acción a la Semana Global" exigiendo la anulación incondicional e inmediata de la deuda ilegítima, el fin de las condicionalidades de las IFIs como el FMI, el Banco Mundial y los Bancos Regionales de Desarrollo y el pago de la deuda ecológica a los países del Sur.
El hambre en el mundo y el creciente impacto del cambio climático son dramáticos síntomas del problema persistente de la dominación de la deuda. Es en este contexto que la segunda edición de la Semana de Acción pondrá especial atención sobre dos demandas: la soberanía alimentaria y financiera y la justicia climática y económica. Las deudas que se utilizaron para proyectos perjudiciales o para imponer políticas que provocaron las actuales crisis alimentaria, climática y de crédito, no deben pagarse bajo ninguna circunstancia.
Las organizaciones convocan a todas las personas a movilizarse y a desafiar a las IFIs, a las empresas transnacionales y a los gobiernos (del Norte o del Sur) a que reconozcan sus responsabilidades por el problema persistente de la dominación de la deuda.
Para el día 13 de octubre, dedicado a la problemática del cambio climático y su relación con la deuda y las IFIs, movimientos y organizaciones de varios países, entre otras actividades, han acordado enviar una carta al Banco Mundial y a los gobiernos expresando su oposición a los Fondos de Inversión en Clima que promueve el propio Banco. Además del reclamo a la anulación del pago de la deuda ilegítima de los países del sur, las organizaciones demandan también que se detengan los financiamientos a proyectos que agravan la situación climática. Sumándose a esta iniciativa en la ciudad de Jakarta, Indonesia, movimientos se congregarán frente a las oficinas del Banco Mundial en rechazo al rol del Banco frente a dichos proyectos.
Hasta el momento se han confirmado alrededor de 200 acciones que se irán desarrollando en distintos rincones del mundo, desde manifestaciones públicas y reuniones para demandar la anulación de todas las deudas en más de 20 ciudades de la India hasta la realización de la "Asamblea de los Pueblos frente a la Deuda, las IFIs y las Privatizaciónes" que varias organizaciones están convocando en Filipinas entre tantas actividades. También en más de 35 distritos de Bangladesh, se están organizando reuniones de discusión, talleres y seminarios como son el "Taller sobre Cambio Climático, Fondo Fiduciario y el Banco Mundial" y el "Seminario Comercio y Desarrollo: Vínculos Intersectoriales de alimentación, clima, deuda e IFIs."
La construcción de una arquitectura financiera alternativa en pos de los intereses y derechos del pueblo también será tema de debate durante los próximos días. En el marco de la crisis financiera actual, las redes de América Latina preparan un pronunciamiento sobre las alternativas de financiamiento y las propuestas vigentes hoy, como es la creación del Banco del Sur y el retiro del Centro Internacional de Arreglo de Diferencias Relativas a Inversiones (CIADI) del Banco Mundial tal como realizó el gobierno de Bolivia.
A unas pocas semanas de la presentación del informe oficial sobre la auditoría de la deuda realizada por el gobierno de Ecuador a través de la Comisión de Auditoria Integral del Crédito Público (CAIC) se llevará a cabo en la ciudad de Guayaquil el "Foro ciudadano sobre los resultados de la auditoría" y un debate sobre la ilegitimidad de la deuda. Cerca de allí en Colombia se programaron actividades todos los días, cabe mencionar el "Conversatorio sobre la ilegitimidad de la deuda y los impactos en los derechos de las mujeres" y una manifestación cultural contra las deudas y por los derechos al agua, a la salud y a la educación en la ciudad de Bogotá. También desde Cuba organizaciones se han sumando a esta semana y está preparando un evento especial sobre la deuda externa y la crisis financiera actual.
En tanto en el corazón del centro financiero de Buenos Aires, tendrá lugar una radio abierta y manifestaciones callejeras por el "Día de la Soberanía Alimentaria y la lucha contra la Deuda". Organizaciones campesinas de Paraguay preparan varios encuentros, entre ellos un panel sobre "Las deudas sociales y ambientales" y un "Tribunal contra las IFIs" en las ciudades de Itapua y Encarnación.
Se han programado más de 20 proyecciones de documentales que abordan la problemática de la deuda junto a debates abiertos en muchas ciudad del mundo, como por ejemplo el film "¿El fin de la pobreza?" de Philippe Diaz que se proyectará en las ciudades marroquíes de Rabat y Casablanca. Entre otras actividades "El contrato Congo-China, el FMI, el BM y las condiciones de reembolso" será el tema de un debate público en televisión que organizaciones de la República Democrática del Congo preparan en dicho país. En Togo se realizará un programa de radio especial en homenaje a Thomas Sankara (ex presidente de Burkina Faso que pidió el repudio de la deuda justo antes de su asesinato) y a otros líderes altermundistas, a la vez que una conferencia-debate sobre "China y su rol en la situación de la deuda en Africa" tendrá lugar en Níger.
Más de 40 actividades en iglesias y comunidades se están organizando en Estados Unidos, mientras en Madrid la semana de acción comenzará con una bicicleteada contra la deuda desde la Plaza de la Provincia. Por otra parte talleres de formación sobre deuda y derechos se están organizando en Bélgica. En Inglaterra se prepara un envío masivo de cartas al gobierno del Reino Unido para que apoye un mecanismo transparente de resolución de la deuda en la Conferencia de Financiación para el Desarrollo en Doha.
La Semana de Acción contra la Deuda y las IFIs coincide además con varias fechas especiales, algunas de ellas son: 12 de octubre - Día continental en América de resistencia al colonialismo, 15 de octubre - Aniversario de la muerte de Thomas Sankara, 16 de Octubre - Día de acción por la soberanía alimentaria y el 17 de Octubre dia de Acción contra la pobreza.
El calendario de movilizaciones se amplia con acciones programadas en muchos otros países, como Nicaragua, Honduras, El Salvador, Brasil, Perú, Pakistán, Camerún y Benin. Un listado completo con las actividades se publicará en el sitio web: www.debtweek.org (editado en español, inglés y francés) como así también las noticias más importantes de la Semana Global, artículos, materiales gráficos y documentos relacionados con las distintas temáticas que se estarán abordando.
La Semana de Acción Global contra la Deuda y las IFIs forma parte de la Campaña Internacional Sur-Norte sobre la Ilegitimidad de la Deuda que es impulsada por redes y movimientos del Sur y del Norte, como Jubileo Sur, el Comité para la Anulación de la Deuda del Tercer Mundo (CADTM), Eurodad, Jubileo USA y Latindadd.
Aún se reciben adhesiones al llamado de acción y se invita a todas las organizaciones a enviar la información de sus actividades escribiendo a semanadeuda@gmail.com
El llamado de acción completo en: http://www.debtweek.org/
Contactos: Para mayor información sobre la Semana de Acción: jubileo@wamani.apc.org
+5411 43071867 – +54 911 41781117
Campaña Internacional Sur-Norte sobre deuda ilegítima
Jubileo Sur: js@jubileesouth.org
Coordinación global: Beverly Keene - +54911-55690140
América Latina y el Caribe: Laura Yanella, Prensa y Comunicación – +5411-43071867
Asia y Pacífico: Lidy Nacpil - +63 2925 3036
Africa: Njoki Njoroge Njehu - +254(0) 7 2322 9426
Estados Unidos: Jubilee USA - Neil Watkins - +1202-783-0129
Europa: Bélgica: EURODAD – Alex Wilks - +32 2 543 90 67 Bélgica: CADTM – Myriam Bourgy – (32 (0) 4 226 62 8)
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Consulta a los movimentos contra militarización y las guerras sobre el FSM
Estimados compañeros de lucha contra la militarización y las guerras.
Faltan menos de 120 días para la realización del Foro Social Mundial de 2009 que será realizado en Belém, Brasil. El proceso de inscripción abrirá en los próximos días.
Nosotros del Cebrapaz proponemos organizar una gran actividad (pudiendo ser bajo el formato de asamblea / plenario / seminario) con los movimientos que luchan a favor de la paz, contra la guerra y las bases militares extranjeras en general.
Queremos compartir estrategias de lucha, definir campañas y articular un plan de acción en torno a temas como los 60 años de la OTAN, los 10 años de la invasión a Yugoslavia, la guerras de Irak y Afganistán, la reactivación de la Cuarta Flota en America Latina, la instalación del Africom y el cierre de la base de Manta entre otros.
Estamos interesados en conocer las actividades, redes, campañas y movimientos que poseen interés en organizar de manera conjunta esta actividad.
Deseamos iniciar este proceso de articulación y construcción a partir de ahora, daremos un plazo límite para que las entidades puedan sumarse hasta el día 31 de octubre, momento en que efectuaremos la inscripción de la actividad ya con los co-organizadores, los temas y el formato definido.
Contamos con la colaboración de todos.
Abrazos
Rubens Diniz
Cebrapaz
cebrapaz@uol.com.br
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Não há democracia europeia moderna ...
Apoie a campanha do Lobby Europeu de Mulheres 50/50 - Não há democracia europeia moderna sem igualdade entre mulheres e homens.
Esta campanha visa aumentar a presença das mulheres ao mais alto nível da política europeia e encorajar as mulheres e os eleitores em geral a irem deslocarem-se às urnas nas próximas eleições europeias.
O website da camapanha http://www.5050democracy.eu/ oferece diversas ferramentas para participar e influenciar os partidos e as/os responsáveis políticos no âmbito das eleições europeias de Junho de 2009.
Se ainda não o fizeram, façam-no agora !
Agradecemos ampla divulgação.
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quinta-feira, outubro 09, 2008
Banco de Tempo em Almada
No próximo dia 11, sábado, Almada passa a contar com um Banco diferente, onde o que conta é o tempo e não o dinheiro. Um Banco, que funcionará no Espaço Solidário da cooperativa de Comércio Justo Mó de Vida, onde se pode depositar e levantar tempo. Um Banco onde a unidade de valor e de troca é a hora que, por sua vez, tem o mesmo valor independentemente do serviço que a ela esteja associado. A troca de serviços assenta na boa vontade, na lógica das relações de "boa vizinhança".
Programa:
16 Horas
- Assinatura da Carta de Parceria entre o Graal (organização promotora do Banco de Tempo em Portugal) e a Mó de Vida;
- Apresentação do sistema do Banco de Tempo;
- Filme sobre a Economia Solidária.
Local: Calçadinha da Horta, 19 – Pragal/Almada (veja mapa de acessos em www.modevida.com)
Blog do Banco de Tempo na Mó de Vida: http://bancodetempomodevida.blogspot.com
Contamos com a sua presença.
Lanche participativo: traga comida para partilhar.
SE ESTÁ INTERESSADO/A OU QUER INSCREVER-SE, SEJA BEM VINDO/A!!
Agradecemos confirmação de presença até ao dia 10/10/2008.
Mó de Vida Coop
Calçadinha da Horta, 19
2800-564 Pragal/Almada - Portugal
Tel/Fax. 00351 212720641
e-mail: modevida@modevida.com
www.modevida.com
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Semana de acção contra a dívida externa (III)
ÚNANSE AL DÍA GLOBAL DE ACCIÓN CONTRA LA DEUDA ILEGÍTIMA, LAS IFIs & CAMBIO CLIMÁTICO
13 DE OCTUBRE, 2008
Como parte de la Semana Global de Acción contra la Deuda y las IFIs
Las deudas que se utilizaron para proyectos nocivos o para imponer políticas perjudiciales son ilegítimas. Y la deuda ilegítima ha sido un factor importante en la escalada de la crisis climática. Instituciones financieras internacionales como el Banco Mundial y el FMI, tienen una parte importante de la responsabilidad en la deuda ilegítima y de los proyectos y políticas perjudiciales relacionados con deuda.
Cada año, cientos de millones de dólares de los préstamos se utilizan para financiar proyectos que destruyen el medio ambiente y exacerban enormemente el cambio climático. Estos incluyen algunos como el petróleo, el carbón, el gas y otras industrias extractivas, proyectos de infraestructura que resultan en una deforestación masiva, como las mega-represas, la construcción de carreteras en los bosques tropicales y la producción de agrocombustibles. Si bien los préstamos se extienden a los gobiernos y están siendo pagados por los fondos públicos, las empresas transnacionales privadas son las principales beneficiarias de muchos de los proyectos.
El Banco Mundial y otras instituciones financieras internacionales son los principales prestamistas para proyectos relacionados con las industrias de combustibles fósiles. Desde la firma del Convenio sobre el Clima en 1992, e incluso después de la institución de "políticas ambientales", el Banco Mundial aprobó más de 133 paquetes financieros para proyectos de extracción de petróleo, carbón y gas. El importe total supera los 28 mil millones de dólares. Los bancos regionales de desarrollo y los organismos de crédito a la exportación también proporcionan financiamiento a estas industrias.
El Banco Mundial es también uno de los principales pioneros en la utilización de los préstamos para imponer condicionalidades sobre los países prestatarios. Por más de 3 décadas las instituciones financieras internacionales utilizaron los préstamos para imponer políticas que refuerzan la concentración de la riqueza en las elites, perpetúan el saqueo de los países del Sur por las economías del Norte y las empresas transnacionales, mantienen el flujo neto de recursos del Sur hacia el Norte, y promueven un "desarrollo" que se caracteriza por el consumo excesivo, la sobreproducción, la dependencia de los combustibles fósiles y la búsqueda del crecimiento carbono-intensivo.
Es condenable que con semejante historial, el Banco Mundial está tratando de asumir un papel preeminente en la financiación global para la mitigación y adaptación del cambio climático y la promoción de "tecnología limpia" y "un desarrollo limpio”. El Banco Mundial recientemente dio a conocer sus Fondos de Inversión en Clima (FIC), el concepto y el diseño del los cuales es tan fundamentalmente defectuoso como el propio Banco.
Instamos a los movimientos populares, grupos de ciudadanos, campañas sobre el medio ambiente y las ONGs a que observen el 13 DE OCTUBRE como Día Internacional de Acción contra la Deuda Ilegítima, las Instituciones Financieras Internacionales y el Cambio Climático. Vamos a organizar conjuntamente actividades y eventos para expresar nuestras demandas a los gobiernos e Instituciones Financieras Internacionales para:
- Cancelar o suspender el pago de la deuda ilegítima.
- Detener la financiación de proyectos y políticas que agravan el cambio climático.
- Oponerse a los Fondos de Inversión en Clima del Banco Mundial y otros programas de clima bajo el control del BM y otras instituciones financieras internacionales.
- Detener la financiación de programas del clima con base en préstamos.
- Para que paguen la restitución y la reparación de las deudas ecológicas e históricas de las cuales los países del Sur son acreedores.
Signatarios:
Internacionales y Regionales Jubilee South * Friends of the Earth International * JS-Asia/Pacific Movement on Debt and Development * European Network on Debt and Development (EURODAD) * Africa Jubilee South * JS Americas * Oilwatch South America * Southern Peoples Ecological Debt Creditors Alliance (SPEDCA) * LDC Watch * South Asian Alliance for Poverty Eradication (SAAPE)* Alternatives Asia * LATINDADD * South Asian Network for Social & Agricultural Development (SANSAD) * Oilwatch Suramérica * Alianza de Pueblos del Sur Acreedores de la Deuda Ecológica
Nacionales Freedom From Debt Coalition Philippines * Indian Social Action Forum * Rural Reconstruction Nepal * * Luta Hamutuk Institute, Timor Leste * Pakistan Fisherfolk Forum, Pakistan * INFID Indonesia * Koalisi Anti-Utang (KAU), Indonesia * KPI (Indonesian Women Coalition) * YTM (Yayasan Tanah Merdeka, Palu, Central Sulawesi) Indonesia * FOKER LSM Papua * Imparsial * GAPRI (the Anti-Impoverishment Movement of Indonesia) * Migrant Care Indonesia * Daughters of Mumbi Kenya * Economic Justice Network – South Africa * Center for the Promotion of Economic and Social Alternatives, Cameroon * Jubilee USA Network * Jubilee Debt Campaign – UK * Campagna per la Riforma della Banca Mondiale (CRBM), Italy * ODG Barcelona, Spain * Ecologistas En Accion, Spain * Debt campaign 'Campaña ¿Quién debe a quién?, Spain * Sustainable Energy & Economy Network, Institute for Policy Studies, USA * Gender Action, USA * Essential Action, USA * Foreign Policy In Focus, IPS, USA * Jubilee Australia * Diálogo 2000 * Red Brasil sobre Instituiciones Financieras Multilaterales * Instituto Políticas Alternativas para el Cono Sur (PACS)
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Dia 10 - Pela Igualdade!
Na próxima 6ª feira, dia 10 de Outubro, o Parlamento discute (às 10h) e vota (às 12h) projectos que estabelecem a igualdade no acesso ao casamento.
Esta questão diz respeito a todas as pessoas que se preocupam com os direitos fundamentais, com a cidadania e com a qualidade da nossa democracia. Porque recusamos a discriminação, vamos manifestar-nos
PELA IGUALDADE!
6ª feira
10 de Outubro de 2008
12h
frente à Assembleia da República
--
Associação Médicos Pela Escolha
www.medicospelaescolha.pt
Apartado 23344 / 1171-801 Lisboa
Tel: + 351 962 201 809
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quarta-feira, outubro 08, 2008
Declaración: II Encuentro Hemisférico Frente a la Militarización
Resumen de la Declaración Final del II Encuentro Hemisférico Frente a la Militarización
Para callar las armas, hablemos los pueblos
La Esperanza, Intibucá, Honduras, 3 al 6 de octubre de 2008
Durante los días 3 al 6 de octubre en La Esperanza, Intibucá, Honduras, se llevó a cabo el II Encuentro Hemisférico Frente a la Militarización donde se dieron cita más de 800 delegadas y delegados de 175 organizaciones y de 27 países (México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicaragua, Costa Rica, Cuba, Haití, República Dominicana, Argentina, Perú, Bolivia, Ecuador, Chile, Uruguay, Paraguay, Colombia, Venezuela, Brasil, Puerto Rico, Australia, España, Italia, Holanda, Estados Unidos y Canadá), así como hermanas y hermanos de los Pueblos Originarios de Indoamérica (Mapuche, Aymara, Mayas, Lencas, Garífunas, Chorotegas, Emberá katíos del Altosinú, entre otros).
Frente a la crisis del sistema capitalista se alza en el mundo una crisis múltiple (energética, alimentaria, ambiental, financiera, social y política). Con ello, la militarización se agudiza y sus efectos se recrudecen en el intento del sistema por controlar los espacios, los mercados y los recursos naturales. En nuestro hemisferio la militarización se hace evidente de múltiples formas. En su sentido más amplio, la violencia militar, institucional y policíaca son parte de esta continua escalada de represión, ocupaciones y saqueo de recursos naturales, que responde a la imposición del modelo económico neoliberal.
En este contexto, desde el movimiento social luchamos por nuestros derechos, tierras y territorios. Por eso, diversas redes y organizaciones del continente nos hemos vuelto a articular en un esfuerzo estratégico y urgente para retomar voluntades y definir líneas de acción que permitan avanzar de modo más coordinado y efectivo ante la amenaza continental y global que representan la militarización, las guerras y la represión.
Ante ello consideramos:
* Que la militarización es el principal factor de la violación de los derechos humanos fundamentales, como los derechos a la vivienda, la salud, la educación, etc., y en especial los derechos generales y particulares de los pueblos indígenas y negros;
* Que la militarización también se expresa con violencia, represión e intolerancia a la diversidad sexual, obstaculizando la creación de una cultura inclusiva y de paz para todas y todos sin discriminación;
* Que la militarización genera saldos de presos políticos, torturas y desapariciones forzadas y una fuerte criminalización hacia los jóvenes y maras, con consecuencias no sólo individuales sino también colectivas;
* Que la militarización es la máxima expresión del patriarcado, donde las mujeres son las principales víctimas de la violencia, sus cuerpos se convierten en el campo de batalla y son consideradas botín de guerra;
* Que la militarización se basa en prácticas de reclutamiento forzoso y engañoso que violan los derechos y rompen con el futuro de los jóvenes, lleva a la represión de movimientos antiguerra;
* Que la militarización genera un mayor número de migrantes que son criminalizados bajo las leyes antimigratorias aprobadas en los EE.UU. y la Unión Europea, y son víctimas de violaciones de sus derechos humanos; la militarización de las fronteras lleva a la muerte de miles de personas a manos de las fuerzas de seguridad o en el intento de cruzar las fronteras, siendo los más vulnerables las mujeres y los niños;
* Que la militarización constituye una amenaza a los movimientos campesinos debido a la represión de sus demandas por reformas agrarias integrales y soberanía alimentaria;
* Que la militarización es el mecanismo de control del capital sobre los recursos estratégicos y la energía, y viola los derechos de las comunidades sobre ellos y sus decisiones sobre su tierra y territorios;
* Que el capitalismo no puede existir sin su estructura militar de dominación. En nuestro hemisferio esta estructura actualmente incluye la Iniciativa Mérida, el Plan Colombia, el ASPAN, las bases militares, la Escuela de las Américas, el Instituto de Cooperación para la Seguridad Hemisférica, la Fuerza Delta, el Comando Sur, la Cuarta Flota;
* Que la militarización va acompañada de un terrorismo mediático, de una estrategia de manipulación y de miedo, de una ideología militar caracterizada por el colonialismo mediático, entre otras formas de dominio y enajenación;
* Que la militarización se alienta con la supuesta "guerra contra el narcotráfico" como la perfecta excusa para militarizar la sociedad y las estructuras del Estado;
* Que la militarización es la respuesta a la criminalización de la protesta social concebida como amenaza al sistema de dominación bajo las llamadas "Leyes antiterroristas" que siguen el modelo estadounidense de la Ley Patriota;
* Que la militarización impulsa el crecimiento del presupuesto militar, favoreciendo a su gran industria en los sectores público y privado, generando deudas externas, y desviando recursos que podrían destinarse a satisfacer los derechos económicos, sociales y culturales;
* Que la militarización es un instrumento para la implementación y la seguridad de los megaproyectos de infraestructura e inversión del gran capital transnacional, como son los casos del Plan Puebla Panamá, la Iniciativa de Infraestructura Regional para Suramérica (IIRSA), los Tratados de Libre Comercio y los Acuerdos de Asociación.
EXIGIMOS:
- El cierre definitivo de todas las bases militares norteamericanas y de cualquier otra nación extranjera en América Latina y el Caribe, y la prohibición a los traslados o aperturas de nuevas bases en nuestro continente;
- La cancelación inmediata de la IV Flota que vulnera la soberanía de los pueblos;
- El retiro inmediato de la Minustah en Haití y su reemplazo por delegaciones de solidaridad, cooperación técnica, reconstrucción, así como la cancelación de la deuda externa ilegítima que lo ahoga;
- La cancelación de proyectos de infraestructura y megaproyectos que violan el pleno derecho de la población latinoamericana, indoamericana y caribeña a sus territorios y recursos ancestrales;
- El fin del Plan Colombia y la Iniciativa Mérida que profundizan la injerencia militar norteamericana y contribuyen a la militarización de nuestros países;
- La derogación de todas las leyes antiterroristas que atentan contra los pueblos y criminalizan la lucha social;
- El pleno respeto de los derechos de las mujeres y el fin inmediato de la violencia sexual, la prostitución y la trata de mujeres donde están ubicadas las bases militares y las zonas de conflicto;
- El retiro de tropas norteamericanas y todo intento de militarización de la Triple Frontera, y respeto a los territorios y soberanías de los pueblos del sur;
- El reemplazo del modelo militarizado de "guerra contra el narcotráfico" con medidas de participación ciudadana, salud comunitaria, etcétera;
- El pleno respeto de los derechos de los migrantes y la cancelación del "muro de la vergüenza" en la frontera EEUU-México;
- El respeto a nuestro derecho a tener, manejar y operar nuestros propios medios de comunicación; hacemos un llamado al fortalecimiento y a la creación de redes de medios propios, indígenas, populares, comunitarios y alternativos, así como a recuperar espacios públicos para la comunicación directa;
- Acceso a la información inmediata y precisa sobre cuánto del presupuesto nacional se dedica a financiar la militarización, para poder “desarmar” dichos presupuestos y exigir que los recursos se utilicen para el bienestar de toda la población;
- El levantamiento del bloqueo a Cuba sobre todo en este momento en que sufre, junto a los hermanos y hermanas de Haití, las consecuencias de los huracanes Gustav e Ike;
- El fin de la violencia secesionista y la intervención del gobierno de los Estados Unidos en Bolivia.
Los participantes del II Encuentro contra la Militarización,
- Saludamos la decisión del pueblo y el gobierno ecuatoriano de cerrar definitivamente la Base militar de Manta en 2009.
- Nos solidarizamos con el pueblo boliviano y su lucha por la integridad de su territorio y su soberanía.
- Saludamos la construcción de la Alternativa Bolivariana de las Américas (ALBA) sobre la base del respeto irrestricto de los derechos humanos y de relaciones de equidad.
Considerando todo lo anterior, reafirmamos nuestro compromiso de luchar por un mundo y un continente desmilitarizado, desarmado, libre de guerra, miseria y violencia. Estos días han permitido que profundicemos en el conocimiento de la realidad común que enfrentamos, así como identificar y formular las líneas de acción estratégicas que, como movimientos populares, nos permitan enfrentar la permanente agresión y criminalización que sufren nuestros pueblos y movimientos. Esto queda reflejado en nuestro Plan de Acción continental contra la militarización, que por medio de Campañas y Acciones a nivel de base y con proyección nacional y continental, nos posibilitará alcanzar en un día no lejano el sueño de vivir libres de violencia, exclusión y guerra.
"¡Para callar las armas, hablemos los pueblos!"
"¡Con la fuerza ancestral de Iselaca y Lempira, se levantan nuestras voces de vida, justicia, dignidad, libertad y paz!"
*************************************
Minga Informativa de Movimientos Sociales
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JUBILEO SUR/AMÉRICAS
Acción local y global superando la dominación de la deuda
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terça-feira, outubro 07, 2008
PARAR. PARA PORTUGAL AVANÇAR!
PARAR.
PARA PORTUGAL AVANÇAR.
9 Outubro | 12h | Estação de metro da Trindade
Em véspera de votação, na Assembleia da República, do projecto de lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o Porto vai parar, com a UMAR, para dizer que Portugal tem de avançar e deixar de consagrar, no código civil, a discriminação em função da orientação sexual.
Dia 9 de Outubro, quinta-feira, todas/os à estação de metro da Trindade, às 12h!
Traz uma folha com a frase ACESSO AO CASAMENTO CIVIL.
Chega um pouco mais cedo e age naturalmente, como se fosses um/a mero/a utente à espera do metro. O objectivo é que estejamos todos/as dispersos/as e não em multidão.
Quando forem exactamente 12h, segura a tua folha. És uma estátua. Não fales nem te mexas. O importante é a tua mensagem.
Passados 2 minutos em que estás completamente estático/a, guarda a tua folha e retoma o teu percurso.
TU SEGUES. A MENSAGEM FICA. PORTUGAL AVANÇA.
Tens dúvidas? Consulta este vídeo. A única diferença é que terás, na mão, a folha onde está escrito "Acesso ao casamento civil".
Por um país mais decente que não discrimine parte da sua população, PARAR. PARA PORTUGAL AVANÇAR!
Aparece. Divulga!
__________________________________
Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo SIM
Tlm. 967058927
Tlm. 917647851
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Jubileo Sur en el III Foro Social de las Américas
Compañer@s: compartimos las actividades que estaremos realizando desde Jubileo Sur Américas en el III Foro Social de las Américas. Están tod@s invitados a participar. Los esperamos!
DEUDA ILEGÍTIMA, HISTÓRICA Y ECOLÓGICA:
FORTALECIENDO LA RESISTENCIA Y LAS ALTERNATIVAS
Convocan: Jubileo Sur/Américas- Alianza de los Pueblos del Sur Acreedores de la Deuda Ecológica-Social- Alianza Social Continental- Coordinadora Andina de Organizaciones Indígenas (CAOI)- OILWATCH– Red Sinti Techan El Salvador- Movimiento Social Nicaragüense- Acción Ecológica Ecuador- Diálogo 2000 Argentina.
8 de Octubre – de 14 a 17 hs.
Edificio: S 10
Salón: 207
Ciudad Universitaria Zona 12. Ciudad Guatemala
Foro Social de las Américas
La deuda que se reclama y continúa cobrando a los países del sur, es una deuda probadamente ilegítima. A esto se suman las deudas históricas, sociales y ecológicas generadas, del cual los pueblos del sur somos los verdaderos acreedores. Desde diversas organizaciones y movimientos sociales se están elaborando y llevando a cabo estrategias de resistencia y alternativa a la dominación de la deuda.
Frente a esto y en el marco del III Foro Social de las Américas, donde se congregarán movimiento y redes de todo el continente, y próximos a la Semana de Acción Global contra la Deuda y las Instituciones Financieras Internacionales, proponemos este espacio de debate, con el objetivo de poner en común y profundizar las diversas estrategias que se pueden llevar a cabo hacia el no-pago y repudio de la deuda y lograr justicia, reparación y restitución de lo saqueado.
Con la presencia de: Camille Chalmers, PAPDA Haití- Nora Cortiñas, Diálogo 2000 Argentina- Aurora Donoso, Acción Ecológica Ecuador- Nidia Hidalgo, UNES El Salvador- Pablo Herrero Garisto, Jubileo Sur Américas y un representante de la CAOI
Contacto: jubileo@wamani.apc.org /// www.jubileosuramericas.org
HAITÍ SOMOS TODOS:
POR EL RETIRO DE LAS TROPAS Y LA ANULACIÓN DE LA DEUDA
Convocan: Jubileo Sur/Américas- Plataforma Haitiana por un Desarrollo Alternativo (PAPDA)- Alianza Social Continental- Marcha Mundial de las Mujeres - Servicio Paz y Justicia en América Latina- Jubileu Sul Brasil- Movimiento por la Paz, la Soberanía y la Solidaridad entre los Pueblos.
10 de Octubre - de 14:00 a 17:00
Edificio: S 10
Salón: 205
Ciudad Universitaria Zona 12. Ciudad Guatemala
Foro Social de las América.
Convocamos a un espacio de intercambio y discusión de estrategias sobre la continuidad y fortalecimiento de la Campaña Internacional de Solidaridad con Haití, por:
la anulación incondicional e inmediata de la deuda externa que aun se cobra al pueblo haitiano y el reconocimiento y restitución de las deudas sociales, ecológicas, culturales e históricas el retiro de las tropas militares que violan la soberanía Haití y son una amenaza para todos los pueblos de la región.
la conversión de la Minustah en una verdadera misión de solidaridad que respete los derechos del pueblo haitiano.
Contaremos con la presencia de Camille Chalmers, de la Plataforma Haitiana por un Desarrollo Alternativo, PAPDA, quién analizará la actual coyuntura política, el rol que cumplen las tropas de ocupación, la situación de la deuda externa y la crisis alimentaria.
Entre los participantes discutiremos los pasos a seguir y como involucrar a otras organizaciones en el seguimiento de la Campaña.
Actividades que co-auspiciamos con otras organizaciones:
- Acto de Solidaridad con Bolivia, con la presencia del Presidente Evo Morales, jueves 9 de octubre de 14 a 17 hs, en la Plaza de los Mártires, Universidad San Carlos de Guatemala.
- Comunicación y género: perspectivas desde los movimientos sociales, miércoles 8 de octubre de 14 a 17 hs, Edificio M5, salón 104. Convocan: ALAI, Minga Informativa de los Movimientos Sociales, REMTE, MMM, CMMLK, Cloc-Vía Campesina, Fedaeps, Galfisa, Jubileo Sur, MST Brasil.
- Por la Paz y la Desmilitarización con la dignidad de los Pueblos y las Mujeres, miércoles 8 de octubre de 11 a 13 hs, Edificio S1, salón 203. Convocan: MMM, REMTE, Mujeres ALAI, Mujeres CLOC-Vía Campesina- Área Géner@s JSA, MST Brasil.
- Mujeres en la lucha por soberanía alimentaria, jueves 9 de octubre de 9 a 13 hs, Edificio S2, salón 202.Convocan: MMM, REMTE, Mujeres ALAI, Mujeres CLOC-Vía Campesina- Área Géner@s JSA, MST Brasil, FEDAEPS, Galfisa, CMMLK.
- Alternativas feministas para una Integración generadora de igualdad, viernes 10 de octubre de 14 a 17 hs, Edificio T9, salón 1-2. Convocan: MMM, REMTE, Mujeres ALAI, Mujeres CLOC-Vía Campesina- Área Géner@s JSA, MST Brasil.
- Marcha Mundial de las Mujeres rumbo a la acción global 2010, sábado 11 de octubre, de 9 a 13 hs, Edificio S1, salón 203. Convocan: MMM, REMTE, Mujeres ALAI, Mujeres CLOC-Vía Campesina- Área Géner@s JSA, MST Brasil.
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segunda-feira, outubro 06, 2008
Consumismo - Contrapublicidade - Exposição
Exposição de Contrapublicidade, inaugurada dia 1 no Colectivo Cultural Bacalhoeiro em Lisboa, vinda directamente de Madrid, é uma reacção contra à ofensiva do consumismo e da publicidade. Uma forma inteligente de reflectir criticamente sobre a paranóia do consumismo e dos lucros das grandes multinacionais. Não percas esta oportunidade de poder ver de que forma inúmeros criadores do design Europeu, baseados em Clássicos da Arte, nos fazem reflectir sobre aquilo que consumimos no quotidiano. A Exposição estará patente só durante este mês. Passar lá é só mais uma forma de inteligência e de dizer não a tudo o que barbaramente nos querem impor
Colectivo cultural Bacalhoeiro
Rua dos Bacalhoeiros; nº 125 Lisboa.
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Cultura
sexta-feira, outubro 03, 2008
Outubro Azul
Estimados/as compañeros/as,
Bienvenidos al 3er año de Octubre Azul, un mes de movilizaciones, actividades y defensa del agua alrededor del mundo.
Los/as invitamos a unirse este año enviando un breve párrafo explicando sus datos de contacto, incluyendo país y organización, así como lo que planean para Octubre Azul (fechas y lugar). Manden por favo esta información a anil@canadians.org o claucampero@yahoo.com
Nos dará gusto tanto recibir eventos explícitamente preparados para Octubre Azul, como actividades que tengan ya planeadas para este mes que quieran que formen parte de esta campaña global. Todas las actividades relacionadas con nuestra lucha compartida por justicia en el tema de agua serán bienvenidas... desde grandes movilizaciones hasta pequeñas acciones de defensa.
Este año esperamos que más de 50 países participen. Algunos ejemplos de eventos que ya están siendo planeados serán en Noruega, India, Brasil y el Foro Social de las Américas en Guatemala.
Es importante que el movimiento se una antes de las actividades que vendrán durante el 5to Foro Mundial del Agua en Turquía, marzo 2009.
Fraternalmente,
Al hassan Adam
Africa Water Network
Anil Naidoo
Blue Planet Project
Claudia Campero Arena
COMDA
Adriana Marquisio
CNDAV
Oscar Olivera
Coordinadora de Defensa del Agua y la Vida
Mary Ann Manahan
Focus on the Global South
Jeff Conant
Food and Water Watch
Boris Rios
Fundación Abril
Ana Ella Gómez
Red VIDA
Other organizations:
Food and Water Watch, USA
Peoples Health Movement, International
Hesperian Foundation, USA
Other Worlds, USA
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12 de Outubro: contra a onda xenófoba
comunicado de imprensa
JORNADA DE ACÇÃO
Pela regularização dos(as) indocumentados(as),
contra a onda xenófoba e contra o Pacto Sarkozy
Associações convocam jornada de acção para
domingo, 12 de Outubro, às 15h, no Martim Moniz
Nos dias 15 e 16 de Outubro, o Conselho Europeu reunirá os chefes de Estado e de governo dos 27 para ratificar o "PACTO EUROPEU sobre IMIGRAÇÃO e ASILO", aprovado no conselho de ministros realizado a 25 de Setembro. O Pacto proposto por Nicolas Sarkozy, no contexto da presidência francesa da União Europeia, visa definir as linhas gerais da UE nesta matéria e assenta em cinco pontos fundamentais: organizar a imigração legal, priorizando a adopção do "cartão azul", para recrutamento de mão-de-obra qualificada; facilitar os mecanismos e procedimentos de expulsão e estabelecer nesse sentido parcerias com países terceiros e de trânsito; concretizar uma política europeia de asilo; reforçar o controlo das fronteiras; proibir os processos de regularização colectiva.
Depois da aprovação da Directiva de Retorno, com o voto favorável do Governo português, estas medidas representam mais uma vergonha para a Europa. O tratamento securitário das migrações, a definição de critérios discriminatórios para acesso ao trabalho, o aprofundamento da criminalização da migração, da militarização e externalização das fronteiras através do FRONTEX e a perseguição dos(as) cerca de 8 milhões de indocumentados(as) que vivem e trabalham na Europa - a quem é oferecida a expulsão como única saída -, são medidas que visam consolidar uma Europa Fortaleza, da qual não podemos senão nos envergonhar.
Em Portugal, a recente onda de mediatização da criminalidade e as recentes declarações de responsáveis governamentais que trataram os(as) imigrantes como bodes expiatórios para o aumento da criminalidade, abrem espaço para as pressões xenófobas e racistas, e criam um ambiente propício para a desresponsabilização do Governo. Em causa está a necessidade de regularização de dezenas de milhares de imigrantes que defrontam sérias dificuldades em regularizar a sua situação.
São homens e mulheres que procuraram fugir à miséria, fome, insegurança, obrigados a abandonar os seus países como consequência do aquecimento global e outras mudanças climáticas, ou que muito simplesmente tentaram mudar de vida, mas a quem não foi reconhecido o direito a procurar melhores condições de vida. Tratam-se de pessoas que não encontraram outra opção senão o recurso à clandestinidade, muitas vezes vítimas de redes sem escrúpulos, e que se confrontam com uma lei que diz cinicamente que "cada caso é uma caso", fazendo da regra a excepção e recusando à generalidade dos(as) imigrantes o reconhecimento da sua dignidade humana. Destaque-se a situação dos imigrantes sem visto de entrada, a quem a lei recusa qualquer oportunidade de legalização.
Solidários(as) com a luta que se desenvolve na Europa e no mundo contra as politicas racistas e xenófobas, também por cá vamos lutar pela regularização de todos imigrantes, sem excepção, cada homem/mulher - um documento. É uma luta emergente contra as pretensões de expulsão dos(as) imigrantes, contra a vergonha de uma Itália que estabelece testes ADN como instrumento de perseguição dos ciganos(as), contra as rusgas selectivas, arbitrárias e estigmatizantes, contra a criminalização dos(as) imigrantes, contra a ofensiva das políticas securitárias e racistas, alimentadas pelo tratamento jornalístico distorcido feito por alguns meios de comunicação social. Cientes de que está criado um ambiente de perseguição aos imigrantes na Europa, e rejeitando as pressões racistas e xenófobas dos Governos de Sarkozy e Berlusconi, organizações de imigrantes, de direitos humanos, anti-racistas, culturais, religiosas e sindicatos, decidiram marcar para o próximo dia 12 de Outubro, domingo pelas 15h, no Martim Moniz, uma jornada de acção pela regularização dos indocumentados(as), contra a onda de xenofobia e contra o Pacto Sarkozy.
ORGANIZAÇÕES SIGNATÁRIAS: Acção Humanista Coop. e Des.; ACRP; ADECKO; AIPA – Ass. Imig. nos Açores; APODEC; Ass. Caboverdeana de Lisboa; Ass. Cubanos R.P.; Ass. de Apoio ao Estudante Africano; Ass. Lusofonia, Cult. e Cidadania; Ass. Moçambique Sempre; Ass. dos Naturais do Pelundo; Ass. dos Nepaleses; Ass. Originários Togoleses; Ass. R. da Guiné-Conacri; Ass. Olho Vivo; Ass. Recr. Melhoramentos de Talude; Ballet Pungu Andongo; Casa do Brasil de Lisboa; Casa Grande do Brasil; Centro P. Árabe-Puular e Cultura Islâmica; Colect. Mumia Abu-Jamal; GAIA; Khapaz – Ass. de Jovens Afro-descendentes; Núcleo do PT-Lisboa; Obra Católica Portuguesa de Migrações; Solidariedade Imigrante; SOS Racismo.
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