Que la pluma sea también una espada y que su filo corte el oscuro muro por el que habrá de colarse el mañana [Subcomandante Marcos]
quinta-feira, maio 29, 2008
NAKBA - 60 ANOS DE LIMPEZA ÉTNICA NA PALESTINA
Completam-se, nestes dias, 60 anos sobre o início de uma das maiores tragédias humanitárias do século XX: a expulsão de centenas de milhares de cidadãos árabes da Palestina das suas cidades, vilas e aldeias, das suas casas e terras, da sua pátria milenar, imposta pelo Estado de Israel a partir da sua fundação unilateral em 14 de Maio de 1948 e que ficou conhecido pelos povos árabes como Nakba, a Catástrofe.
Hoje são milhões os expatriados directos da Nakba e respectivos descendentes, a maioria deles forçada a sobreviver em precários campos de refugiados, desenraizada em terras alheias, à mercê das vicissitudes regionais e internacionais. Aqueles que ficaram passaram a ser, eles próprios, refugiados na sua terra: nos territórios da Cisjordânia, de Gaza e de Jerusalém Oriental, todos ocupados por Israel na guerra de 1967.
Porque é necessário que a opinião pública portuguesa faça ouvir a sua voz de protesto e solidariedade e chame às suas responsabilidades o Governo de Portugal e a União Europeia, convidamo-lo a assinar o documento "Nakba - 60 Anos de Limpeza Étnica na Palestina", subscrito inicialmente por 47 individualidades da vida política, religiosa, cultural, artística e académica portuguesa, e divulgado na Sessão Pública de Solidariedade realizada em 26 de Maio de 2008, em Lisboa.
O documento está disponível para assinatura em
http://www.ipetitions.com/petition/NAKBA60
Assine e divulgue!
A Comissão Executiva do MPPM
Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Medio Oriente
Rua Silva Carvalho, 184, 1 Dto
1250 258 Lisboa
quarta-feira, maio 28, 2008
A Monthly Review, agora em português
Zion Edições já está no ar
A Zion Edições, editora online, sediada em www.zionedicoes.org, passa agora a disponibilizar mensalmente a edição portuguesa da Monthly Review, conceituada revista marxista norte-americana. Para além da Monthly Review, inicia-se também a publicação da Shift, revista de pensamento crítico radical, que será oferecida a todos os assinantes e compradores da Monthly Review. Assim, assinando ou comprando uma publicação, recebe duas.
Campanha de lançamento
O n.º 1 de cada uma das publicações está disponível para download gratuito em www.zionedicoes.org. Na fase de lançamento, até 30 de Junho, quem assinar a Monthly Review – edição portuguesa por 1 ano (20 euros) ou por 2 anos (35 euros), para além de poder também aceder à revista Shift, recebe mais 1 ano de assinatura totalmente gratuito. Assim, por exemplo, se assinar agora por 1 ano, a sua assinatura terminará apenas em 2010, ao passo que se assinar por 2 anos, a sua assinatura estará activa até 2011. Após o n.º 1, de acesso livre, as duas publicações estarão disponíveis apenas para os assinantes ou compradores da Monthly Review – edição portuguesa, mediante acesso a área restrita do site da Zion Edições, com dados de registo que lhe serão fornecidos no momento da assinatura ou compra. Os assinantes terão acesso a todo o arquivo disponível, durante o período de vigência da sua assinatura, em diversos formatos, para permitir modos de leitura que melhor se adeqúem às necessidades e ao gosto de cada leitor. Dentro em breve serão também disponibilizados a todos os assinantes as edições de Fevereiro, Março e Abril de 2008 da Monthly Review.
Todas as informações em www.zionedicoes.org
O site tem ainda algumas funcionalidades em fase teste, mas já é possível fazer o download gratuito do n.º 1 da edição portuguesa da Monthly Review e da Shift, bem como fazer a assinatura, beneficiando das condições vantajosas da campanha de lançamento. Para efectuar o download das publicações, terá de efectuar o seu registo no site (terá apenas que fornecer um endereço de e-mail válido), que é gratuito e serve apenas para registo de endereços de e-mail para futuros contactos.
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Fernando Ramalho
Zion Edições
Monthly Review - edição portuguesa
Shift
www.zionedicoes.org
zionedicoes@gmail.com
terça-feira, maio 27, 2008
Um dia por Lisboa (II)
Os promotores do debate "Um dia por Lisboa" divulgaram um documento apresentando a iniciativa que aqui tomamos a liberdade de divulgar.
Envolta por demasiado tempo numa 'crise de destino', a nossa Lisboa encontra-se num momento de encruzilhada. Todos sentimos como tem sido elevada a distância entre os espaços da política e os espaços da cidade – e ainda, os espaços da cidadania. Todos sentimos, também, como estes deveriam andar bem mais próximos. É nesse sentido de aproximação – das questões e dos anseios da cidade, aos seus cidadãos – que "Um dia por Lisboa – Grupo do São Luiz", irá mais uma vez organizar um debate alargado a todos os que possam e assim queiram participar. Agora em torno de um novo tema, absolutamente fulcral para o nosso futuro comum: o contínuo despovoamento da cidade de Lisboa, a dispersão metropolitana, o papel da produção imobiliária e da administração local.
A Lisboa de hoje é uma grande Lisboa-Metrópole. As suas gentes e as suas dinâmicas encontram-se espalhadas numa enorme região espacio-relacional, estendida que está a cidade, bem para além das suas primitivas colinas e margens ribeirinhas históricas, para além de lógicas políticas e técnicas baseadas em simples sectorialismos ou relações directas de causa-efeito.
Os dados são muito sérios: como consequência de uma evolução muito descontrolada e sem qualquer estratégia política, a cidade de Lisboa passou, em duas/três décadas, a abrigar apenas 1/5 da população da metrópole, perdendo mais de 30% da sua população. Neste período, perdeu quase três quartos das suas crianças (mais de 100.000). Os idosos (mais de 64 anos) são agora quase um terço da população, sendo Lisboa das cidades mais envelhecidas da Europa (por sua vez, o continente mais envelhecido do mundo). De 1991 a 2003, o stock habitacional da metrópole aumentou a um ritmo médio de 2,3 novas casas por cada hora! – enquanto que as casas vagas, a maioria em boas condições, se foram aproximando das 200 mil. Na verdade, os dados mostram, cruamente, que não há qualquer situação similar de tamanha fragmentação urbana, em mais de 400 cidades Europeias.
O nosso maior capital são as cidades, disse Jane Jacobs e dizem muitos cada vez mais, por entre apelos à concentração da diversidade, à valorização dos territórios de bairro e do quotidiano, do ambiente urbano e dos espaços públicos, e as crescentes críticas ao "urbanismo" sujeito a um economicismo frio e calculista que, embora parte essencial da cidade, da forma como têm sido exercidos, têm-na desfigurado e fragmentado com considerável aspereza.
A força e o impacto destas novíssimas geografias questionam-nos com particular veemência. Comprovadamente, os custos desta fragmentação são enormes – sociais, económicos, criativos, ambientais. Na verdade, o que se tem passado – e ainda, o que não se tem passado – para tanto acontecer desta forma tão desconexa e inquietante? E o que se pode fazer – e em que direcções – para conseguirmos estabelecer um entendimento mais claro do que pretendemos para a nossa cidade – invertendo-lhe a contínua sangria de vida – e para a nossa metrópole – estruturando-a com mais equilíbrio e sustentabilidade?
Na próxima Terça-Feira, dia 27 de Maio, no Jardim de Inverno do Teatro São Luiz, ao Chiado, decorrerá assim a terceira sessão contínua (das seis da tarde à meia-noite) de expressão de cidadania organizada por "Um dia por Lisboa – Grupo do S. Luiz". Mais uma vez, convidamos vários cidadãos, entre eles alguns peritos, para virem falar sobre o que SE DEVE FAZER, e o que acham que absolutamente NÃO SE DEVE FAZER, agora em torno da temática do crescimento metropolitano e do despovoamento de Lisboa.
Cada convidado tem dez minutos para fazer a sua declaração. Após cada bloco de declarações desenvolver-se-à um pequeno debate, com questões da assistência, bem como um ponto de situação/resumo das intervenções, por elementos do grupo coordenador. As diferentes intervenções poderão ser balizadas por três grandes questões:
- Quais as verdadeiras razões para o contínuo despovoamento da cidade de Lisboa, bem como da paralela fragmentação da metrópole? Quais os papéis das alterações demográficas,da construção habitacional, da especulação imobiliária, do planeamento, das autarquias e demais poderes políticos, da reabilitação urbana?
- Quem são os responsáveis que podem – e que devem – alterar o presente estado da situação?
- O que se deve fazer, e o que não se deve deixar fazer, para que tais tendências se consigam alterar ou inverter?
O despovoamento da cidade de Lisboa e a dispersão metropolitana
Luís Campos e Cunha
Manuel Graça Dias
João Cleto (Movimento Porta 65 fechada)
Irene Lopes (Junta Freguesia Santa Catarina)
Fernando Nunes da Silva
Ricardo Carvalho
Margarida Pereira
José Faustino (Junta Freguesia Massamá / Cacém)
Associação de Pais da Voz do Operário
Construção vs. Reabilitação
Leonor Coutinho
Vítor Cóias e Silva
Mário Lourenço Nunes (Junta Freguesia Benfica)
José Mateus
José Aguiar
Imobiliário e direitos adquiridos vs. interesse público
Augusto Mateus
Carlos Pimenta
Adelino Fortunato
Pedro Bingre
Isabel Guerra
Joanaz de Melo
Miguel Fernandes (Entidade das Contas e Financiamentos Políticos)
Debate final – Convidados Institucionais
João Ferrão, Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades
Manuel Salgado, Câmara Municipal de Lisboa
Fonseca Ferreira, CCDRLVT
Carlos Humberto, Junta Metropolitana de Lisboa e presidente da Câmara Municipal do Barreiro
Em simultâneo, convidamos todos os cidadãos residentes e utentes de Lisboa para virem também dizer o que FAZER E NÃO FAZER nos "speakers-corner", cabines com sistema de gravação, que serão instalados no S. Luiz. Os depoimentos de especialistas e de cidadãos serão posteriormente tratados, sistematizados e divulgados. Poderão também ser vistos na PF tv (http://pftv.sapo.pt).
Do grupo que promove e coordena a iniciativa fazem parte nomes como: António Câmara, António Henriques, Alexandra Gomes, Elisa Vilares Leonor Cintra Gomes, Isabel Peres Gomes, Paulo Saragoça da Mata, Pedro Matos, João Seixas, Mário Alves, Nuno Artur Silva, Nuno Barroso, Luísa Schmidt, Rui Tavares, Sílvia Viegas, Úrsula Caser, Lia Vasconcelos, Pedro Almeida Vieira, Jorge Barreto Xavier.
Este grupo de cidadãos de Lisboa pretende provocar discussões abertas, desmistificadoras e – sobretudo – motivadoras, em torno da nossa condição de cidadãos de uma cidade tão fascinante, tão intrigante, tão desejada e tão mal tratada. Promove assim a sua segunda iniciativa colectiva, ciente de que compete a todo o cidadão, o direito e a responsabilidade de pensar e de actuar sobre a sua cidade. Sendo direito e responsabilidade permanentes, outras iniciativas se seguirão, no futuro.
Quaisquer informações podem ser esclarecidas pelo telefone 213864554.
Um dia por Lisboa
Cada vez mais casas,
Cada vez menos gente
Teatro São Luiz, 27 de Maio de 2008
(mais) uma sessão cívica
"UM DIA POR LISBOA – Fazer e Não Fazer"
A sessão de dia 27 de Maio será dividida em 3 painéis, entre as 18h e as 23h. em que vão participar diversas personalidades:
18h – 19.30h: O despovoamento da cidade de Lisboa e a dispersão metropolitana
19.30h – 20.30h: Construção vs. reabilitação
21h – 22h: Imobiliário e direitos adquiridos vs. interesse público
22h – 23h: Debate institucional
Vão estar presentes entre outros:
Augusto Mateus, Manuel Graça Dias, João Cleto (Movimento Porta 65 Fechada), Luís Campos e Cunha, Leonor Coutinho, Carlos Pimenta, Isabel Guerra
Debate final:
- João Ferrão, Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades
- Manuel Salgado, Câmara Municipal de Lisboa
- Fonseca Ferreira, CCDRLVT
- Carlos Humberto, Junta Metropolitana de Lisboa (e presidente da Câmara Municipal do Barreiro)
Moderação: Luísa Schmidt e Nuno Artur Silva
Mais informações através do contacto telefónico: 213 864 554
quinta-feira, maio 22, 2008
Acción ante la emergencia alimentaria mundial
Convocatoria global de la sociedad civil a una acción ante la emergencia alimentaria mundial.
La declaración ajunta a sido preparada para la Conferencia de la FAO sobre Soberanía Alimentaria y Cambios Climáticos en Roma (2-5 de junio 2008). Invitamos a todas las organizaciones y redes de firmar esta declaración en linea. Para eso por favor ir a www.nyeleni.eu/foodemergency.
Copias de la declaración completa de la sociedad civil sobre la Emergencia Alimentaria Mundial están disponibles en inglés, francés y español. Los movimientos sociales y otras organizaciones de la sociedad civil que estén listos para apoyar de manera activa este Llamado a la Acción, pueden descargar y firmar esta declaración en www.nyeleni.eu/foodemergency.
Esta declaración y el plan de acción fueron preparados por miembros del Comité Internacional de Planeación para la Soberanía Alimentaria. El IPC (por sus siglas en inglés) es un mecanismo de facilitación en el cual los movimientos sociales internacionales y organizaciones clave colaboran en torno al problema de la soberanía alimentaria. Entre otros, ROPPA, WFFP, WFF, La Via Campesina, y muchos movimientos y organizaciones no gubernamentales en todas las regiones. (ver: www.foodsovereignty.org/new/focalpoints.php).
El IPC está coordinando el Foro paralelo a la Cumbre de la Alimentación en Roma "Terra Preta". Vease tambien http://www.foodsovereignty.org/new/terrapreta.php.
Palestina: 60 anos de "nakba" (catástrofe)
Dia 26 de Maio de 2008 - 21 horas
Sessão pública de solidariedade com o povo palestiniano, promovido pelo MPPM - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente.
Com a participação de:
- José Saramago (Prémio Nobel da Literatura);
- Randa Nabulsi (delegada-geral da Palestina em Portugal);
- Mohammad Barakeh (deputado ao Parlamento de Israel),
- Bruno Dias (deputado ao Parlamento de Portugal);
- Miguel Portas (eurodeputado);
- Alan Stoleroff (investigador e professor universitário).
Leitura de poemas palestinos por Maria do Céu Guerras e João D' Ávila.
Teatro Cinearte/A Barraca - Lg. de Santos, 2, em Lisboa
segunda-feira, maio 19, 2008
CONVICÇÕES
O SALTA - Saúde, Alternativa e Acção convida-o/a a assistir ao filme Convicções, de Julie Frères, no próximo dia 20 de Maio 2008, terça-feira, pelas 21h, na Sala Multiusos, na Faculdade de Medicina de Lisboa (FML) - Hospital de Santa Maria (HSM).
Estará presente, para uma pequena conversa, Vasco Freire, presidente da associação Médicos pela Escolha (MPE).
Com os melhores cumprimentos,
SALTA.
O SALTA (Saúde, Alternativa e Acção) é um grupo de alunos da Faculdade de Medicina de Lisboa que nasce da vontade de transformar a escola e a vida que há nela. Num contexto estudantil amorfo, vazio de conteúdos - apesar dos tempos serem ricos nos mesmos - o SALTA pretende informar, lançar a discussão e possibilitar, através desta, uma actuação consciente e organizada, porque acreditamos que os estudantes podem fazer mais.
Convicções, de Julie Frères
Portugal/França, 2007, 55'
Produção: Filmes do Tejo
O filme Convicções passou pela primeira vez em Portugal no Festival DOC LISBOA, tendo recebido o prémio Menção Especial para melhor filme português, do Júri da Competição Nacional. Depois disso teve outras exibições - muito poucas e pontuais – o que fez com que só um número reduzido de pessoas o tivessem visto.
Trata-se de um documentário que segue de perto a campanha do Referendo para a despenalização da Interrupção Voluntária de Gravidez (nos bastidores, na rua e nos media), através do quotidiano de quatro mulheres (duas que fizeram campanha pelo Não e duas que fizeram campanha pelo Sim).
--
Associação Médicos Pela Escolha
www.medicospelaescolha.pt
Apartado 23344 / 1171-801 Lisboa
Tel: + 351 962 201 809
__________________________________
Movimento Cidadania e Responsabilidade pelo SIM
Tlm. 967058927
Tlm. 917647851
cidadaniapelosim@gmail.com
http://www.cidadaniapelosim.org/
http://www.cidadaniapelosim.blogspot.com/
Feira do Livro Anarquista
FEIRA DO LIVRO ANARQUISTA - 23, 24 E 25 DE MAIO - DAS 14 ÀS 00H.
GRUPO DESPORTIVO DA MOURARIA
Travessa da Nazaré, 21 - Lisboa
LIVROS - DEBATES - FILMES - ACTIVIDADES E COMES E BEBES
DIA 23
15-17H. Projecção de Filmes
17 H. - Debate: A Escravatura: Origens e consequências. A escravatura e a sobreexploração na actualidade.
20 H. - Jantarada Vegana
21 H. - Conversa: Prisões, desde de dentro e de fora.
23 H. - Improvisação sobre video experimental com Gonçali, Brunhil e Pedro
DIA 24
15 H. - Conversa sobre "A contra-informação como arma de arremesso"
17 H. - Debate: "Publicações Anarquistas"
20 H. - Comezaina Vegan
21 H. - Passagem de Videos
23 H. - Guitarradas com Mário Trovador.
Durante o dia: Performances com KAMIQUASES
DIA 25
15 H. - Debate - "Os anarquistas na sua relação com os movimentos sociais".
17 H. - Conversa: PIN´s e outros broches (TGV, barragens e resorts)
20 H. - Jantar Vegano
22 H. - Tertúlia de Poesia
A partir das 15H. - Workshops de Teatro para crianças
ENTRADA LIVRE E SAÍDA TAMBÉM
sexta-feira, maio 16, 2008
Geminação Lisboa-Gaza
Caros amigos,
Pedimos que vejam a petição que ontem lançámos e que está acessível em:
http://www.petitiononline.com/mod_perl/petition-sign.cgi?ggaza
Caso tenham acordo com as linhas essenciais da petição, pedimos também que a assinem e que divulguem o endereço na net para a assinatura doutras pessoas potencialmente interessadas.
Saudações solidárias,
Comité de Solidariedade com a Palestina
segunda-feira, maio 12, 2008
Assembleia MayDay
Assembleia MayDay!!
Quarta :: 14 de Maio :: 21:30h
Depois da parada chega a hora de fazer o precioso balanço.
A tua presença é importante!
Cooperativa Cultural Crew Hassan
Rua das Portas de Santo Antão, 159 (perto Coliseu)
Divulga já pelos teus contactos!!
Não faltes!
Até Quarta!
--
O precariado rebela-se!!!
maydaylisboa@gmail.com
maydaylisboa.blogspot.com
http://groups.google.com/group/maydaylisboa
sexta-feira, maio 09, 2008
Orçamento Participativo e Democracia Local
II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local
15 e 16 de Maio | Palmela
Cine-Teatro S. João | Biblioteca Municipal
O II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local tem como objectivos principais promover a informação, o debate e a troca de experiências sobre processos participativos em contextos locais.
A sua preparação iniciou-se no seguimento directo de um primeiro Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo, realizado em 2007, em S. Brás de Alportel, que reuniu cerca de 200 participantes.
Inscrições até 13 de Maio
Envie a ficha de inscrição disponível em http://www.mailfx.info/mlists/cmpalmela/mai08/cmp080508b.gif via postal ou fax para:
Câmara Municipal de Palmela | Divisão de Acção Cultural
Largo do Município | 2950 Palmela
Fax: 212 538 529
-------------------------------------------------------------------------------
Informações: 212 338 520 | cmp.divcultural@mail.telepac.pt | http://www.cm-palmela.pt/
Organização: Câmara Municipal de Palmela
quinta-feira, maio 08, 2008
Debate - A Globalização da Fome
A Tertúlia Liberdade promove:
DEBATE: A GLOBALIZAÇÃO DA FOME
com a participação dos economistas: Zaluar Basilio, Pedro Goulart, José Luis Felix e o estudioso Pedro Gomes.
14 de Maio - 4ª feira, 18,15h
CREW HASSSAN - R. PORTAS DE Stº. ANTÃO, 159-163
Multidões passam fome, e alguns adoecem com a gordura para que uns poucos acumulem riquezas. PORQUÊ?
PARTICIPA E DIVULGA
Com um abraço do,
José Luis Felix
quarta-feira, maio 07, 2008
O Comércio Justo nos jardins do Príncipe Real
Dia Mundial do Comércio Justo
O Comércio Justo nos jardins do Príncipe Real
No Sábado dia 10 de Maio poderá visitar,
entre as 10h e as 19h,
uma exposição de panos tradicionais da Guiné-Bissau
recentemente integrados no circuito do Comércio Justo,
assim como conhecer e adquirir outros produtos.
Este evento é promovido por: CIDAC (Lisboa), Ecos do Sul (Damaia) e Mó de Vida (Almada). Estas 3 organizações representam o Espaço por um Comércio Justo (ECJ) em Portugal, uma rede de âmbito ibérico que promove um Comércio Justo transformador.
Os produtos de Guiné-Bissau provêm da Associação Guineense Artissal, uma organização de tecelões e costureiras das etnias Manjaca e Pepel que assenta a sua intervenção nos princípios do Comércio Justo.
À venda estarão produtos alimentares e de artesanato, tais como chá, café, chocolate, quinoa, arroz, bijuteria, artigos de decoração e brinquedos.
A rede ECJ (www.espaciocomerciojusto.org), que reúne cerca de 40 organizações, defende os princípios do Comércio Justo para todos os actores da cadeia comercial, desde a produção até ao consumo.
Apostamos num trabalho assente na Economia Social e na defesa da Soberania Alimentar, negando por exemplo a venda nas grandes superfícies ou parcerias com as multinacionais.
Para esclarecimentos ou informações adicionais não hesite em nos contactar:
Lina Afonso, CIDAC (www.cidac.pt), edla@cidac.pt, 213 172 860
Carla Soares, Ecos do Sul, ecosdosul@net.novis.pt, 214 767 750
Carlos Gomes, Mó de Vida (www.modevida.com), modevida@modevida.com, 212 720 641 / 91 4035720
sexta-feira, maio 02, 2008
Carta de Solidariedade com a Bolivia
São Paulo, 02 de abril de 2008.
Exmo. Senhor Presidente da República da Bolívia
M.D. Evo Morales
Senhor Presidente,
Gostaríamos, em primeiro lugar, em nome do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz, Cebrapaz, de saudar a valente luta que o povo boliviano vem desenvolvendo nos últimos anos em defesa de sua soberania e autodeterminação.
Expressamos nossa total solidariedade ao processo encabeçado pelo senhor, que busca romper com a longa noite do neoliberalismo e construir uma Bolívia com desenvolvimento e justiça social.
O objetivo desta carta é expressar nossa condenação aos intentos separatistas, que as elites da província de Santa Cruz possuem com a realização do referendo que busca criar um "Departamento Autônomo". Esta iniciativa visa criar um ambiente de secessão e perpetuar privilégios e interesses de uma pequena minoria à custa do conjunto da sociedade boliviana.
Alertamos que este referendo de cunho separatista na é mais uma iniciativa do imperialismo estadunidense para desestabilizar o continente latino americano e criar dificuldades para o processo de integração em curso.
O fato de que tal referendo tenha sido declarado ilegal pelo Tribunal Eleitoral da Bolívia, que não tenha sido desconhecido pela ONU (Organização das Nações Unidas) nem pela OEA (Organização dos Estados Americanos), demonstra o isolamento em que imperialismo estadunidense e seus sócios locais se encontram. De igual modo mostra o respaldo que o governo legitimamente constituído do senhor presidente Evo Morales, possui na grande maioria do povo boliviano e na comunidade internacional.
Frente a esta situação, reafirmamos nossa total solidariedade com o povo boliviano e com o governo legitimamente eleito do senhor presidente Evo Morales. O Cebrapaz tem convicção de que o processo constituinte boliviano responde às necessidades e aos anseios da grande maioria da população boliviana, fortalecendo a unidade nacional.
Atentamente
Diretoria do Cebrapaz
quarta-feira, abril 30, 2008
MayDay Lisboa 2008
Parada MayDay :: 1º de Maio :: Dia d@ Trabalhador/a

O MayDay é uma parada de precári@s que vem marcando o 1º de Maio em várias cidades por esse mundo fora, desde da estreia em 2001, em Milão. Depois da primeira edição no ano passado, o MayDay Lisboa está de volta!
Uma organização aberta a tod@s permitiu continuar o nosso percurso de visibilidade e mobilização. Acções públicas, debates, festas e muita gente a juntar-se para fazer uma parada mobilizadora, onde a imaginação transforma a rua num espaço em que desfila a alegria da recusa de uma vida aos bocados. Na parada MayDay cabemos tod@s: mais nov@s e mais velh@s, operadores de call-center, "caixas" de supermercado, cientistas a bolsa, intermitentes, desempregad@s, estagiári@s, contratad@s a prazo, estudantes que vivem ou pressentem a precariedade,…
:: Concentração no Largo Camões (metro Baixa / Chiado), a partir das 13 horas, para pic-nic e animação ::
:: Partida às 15 horas em direcção ao Martim Moniz ::
:: Desfile com a Manifestação do Dia d@ Trabalhador/a ::
Esta parada depende de tod@s nós! Passa a palavra do precariado em luta!
É urgente! A 1 de Maio soamos o alarme!
MayDay!! MayDay!!
O precariado contra-ataca!!
--
O precariado rebela-se!!!
maydaylisboa@gmail.com
maydaylisboa.blogspot.com
http://groups.google.com/group/maydaylisboa
Tribunal - Iraque: 5 anos de ocupação sob escrutíneo
Decorreu em Lisboa, no passado dia 18 de Abril, a 2ª audiência portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque.
O seu objectivo foi o de proceder a uma avaliação dos 5 anos de ocupação no duplo aspecto: das responsabilidades dos autores da agressão (os EUA e o Reino Unido) e da cumplicidade das autoridades portuguesas.
Esta avaliação teve a forma de uma Acusação, cuja formulação esteve a cargo do juiz do Supremo Tribunal de Justiça, Eduardo Maia Costa.
A Acusação debruçou-se sobre as violações do direito, os crimes cometidos pelos ocupantes, a onda de restrição das garantias individuais que irradia dos EUA a pretexto da luta «antiterrorista», as prisões secretas e os voos da CIA, a resistência iraquiana.
Foram ouvidos os testemunhos da iraquiana Eman Khamas, refugiada em Espanha; de Carlos Varea, coordenador do CEOSI – Campanha de Estado contra a Ocupação e pela Soberania do Iraque, Espanha; e de Manuel Raposo, membro da Comissão Organizadora do Tribunal-Iraque.
No fim da audiência fomos falar com Manuel Raposo.
sábado, abril 26, 2008
Historias de Mundos Possibles
La Universidad Popular de Roma (UPTER) y la Universidad Popular de los Movimientos Sociales (UPMS), invitan a todos aquellos que trabajan a favor del cambio social en el ámbito de los derechos humanos y de la democracia, a narrar sus experiencias.
El proyecto tiene como objetivo la creación de un archivo digital de experiencias de cambio social, educación y prácticas alternativas en los distintos ámbitos donde se lucha por la sostenibilidad de los derechos humanos y la democracia: el trabajo, la solidaridad económica, la intercultura, el diálogo religioso, el diálogo político, el medio ambiente, la salud, la paz, los bienes públicos, la participación social, etc.
Leer todo.... ES http://esp.powos.opencontent.it/
Solidariedade à Bolívia e seu povo frente às ameaças da oligarquia e da direita
Está convocado pelo governo de Santa Cruz (Departamento ao sul da Bolívia) para o próximo 4 de maio um "referendum" com vistas a aprovar a "autonomia" (verdadeira separação nos termos que está proposta) dessa região em relação ao restante do país. Trata-se de uma flagrante violação das leis desse país impulsionada pelo evidente interesse das oligarquias dessa região de se apropriar indevidamente de riquezas naturais que são do povo boliviano.
O "referendum" é ilegal porque se trata de uma figura jurídica inexistente na atual legislação boliviana, e porque a proposta de "Estatuto de Departamento Autônomo" que pretende aprovar, foi elaborado em menos de 48 horas em uma reunião de pessoas não eleitas por ninguém para tal fim – apenas convocadas pelo governo local – e sem nenhuma consulta à população da região e do país.
Por detrás dessa proposta está a intenção das oligarquias que governam esse departamento, evitar que as reformas progressistas que vêem sendo impulsionadas pelo governo Evo Morales com apoio majoritário dos movimentos sociais e populares, tenham vigência em seu território. Querem impedir a reforma agrária e os programas sociais de alfabetização e de distribuição de renda que beneficiam já os marginalizados.
Querem fazer recuar as políticas de nacionalização dos recursos naturais que tem servido para que uma parte maior da renda do gás e dos minérios seja arrecadada pelo governo central para as políticas sociais; querem que essa renda volte às mãos das oligarquias como foi nas últimas décadas neoliberais antes do governo Evo. Ao mesmo tempo em que querem uma “autonomia” para as oligarquias, tentam impedir o reconhecimento –impulsionado pelo governo Evo – do direito das comunidades indígenas nessa região a terem autonomia para se desenvolver com suas próprias regras tradicionais.
A CUT, representando mais de sete milhões de trabalhadores e trabalhadoras afiliados em seus sindicatos de base, manifesta sua solidariedade ao povo boliviano em sua luta de resistência frente a mais esta agressão da oligarquia e da direita desse país.
Em defesa da integridade territorial da Bolívia!
Em defesa das conquistas sociais do povo boliviano!
Em defesa da união dos países da América Latina!
Não ao referendum oligárquico de 4 de maio!
ARTUR HENRIQUE DA SILVA SANTOS
Presidente
JOÃO ANTONIO FELICIO
Secretário de Relações Internacionais
CUT Brasil: Carta de solidaridad al presidente Evo y llamado público en apoyo a Bolivia y contra el 'referendo' en Sta Cruz
São Paulo, 09 de abril de 2008.
Exmo Senhor Presidente da República da Bolívia
Evo Morales
Senhor Presidente,
Gostaríamos, em primeiro lugar, de saudar o valoroso povo irmão da Bolívia, em particular os trabalhadores e trabalhadoras de todas as províncias e rincões deste país.
Acompanhamos a vários anos toda a luta que vocês têm levado adiante para consolidar a democracia, a participação popular na definição dos rumos de um país soberano e para superar as políticas neoliberais que tanto mal fizeram a Bolívia, bem como os esforços que envidam para alcançar o desenvolvimento econômico e a justiça social.
Assim como nos sentimos muito felizes quando um ex-dirigente sindical e um homem com origem dos meios populares mais humildes, o companheiro Luis Inácio Lula da Silva, foi eleito por duas vezes Presidente da República do Brasil, também nos sentimos felizes e orgulhosos pela escolha da população boliviana de um Presidente com origem semelhante, o companheiro Evo Morales Ayma.
Estes dois líderes políticos junto com outros no nosso continente representam o anseio da ampla maioria do povo latino americano por mudanças e superação da exclusão social, das injustiças e desigualdades que há 500 anos caracterizam nossos países.
No entanto, atender a este anseio é complexo e lento, bem como implica em tomar decisões corajosas que freqüentemente se chocam com interesses particulares e minoritários. Implica também em mudanças culturais e exige o desenvolvimento de muito diálogo entre os diferentes setores da sociedade.
Neste sentido, nos preocupa sobremaneira a iniciativa das autoridades provinciais de Santa Cruz de convocar um referendo ao arrepio da legislação nacional para aprovar a criação de um “Departamento Autônomo” cujo estatuto tem nítidas feições de um processo separatista.
De maneira nenhuma nos parece correto confundir o justo e necessário esforço para implantar medidas de descentralização administrativa e definição de atribuições dos governos provinciais e municipais com o intuito de melhor servir à população com separatismos que, além de tudo, visam perpetuar privilégios e interesses privados à custa do conjunto da sociedade boliviana.
Uma das razões pela qual a América Latina não logrou o mesmo nível de desenvolvimento de outras regiões que também alcançaram sua independência no século XIX foi a divisão territorial provocada por interesses mesquinhos das elites da época e que, não raro, provocaram conflitos armados entre povos e países irmãos dos quais temos exemplos de até uma década atrás.
Mirando a situação de outras regiões do planeta, já tivemos a oportunidade de aprender que desenvolvimento econômico, social e político no atual mundo globalizado exigem mecanismos de integração e não de fragmentação.
A atual iniciativa nascida em Santa Cruz não interessa aos trabalhadores cruceños, bolivianos, brasileiros e latino americanos. Mais uma vez se trata de uma ilusão manipulada pelas elites locais e de oposição a um governo com origem democrática e popular que somente trará prejuízos ao conjunto da população de nossa região.
Estamos confiantes que a Constituição da Bolívia, ora em discussão possa dar conta dos anseios da maioria da população do nosso país irmão em todos os sentidos e fortalecer a unidade nacional absolutamente necessária para que os recursos naturais e a capacidade criadora dos bolivianos produzam o justo e necessário desenvolvimento a que têm direito.
Artur Henrique da Silva Santos
Presidente
João Antonio Felício
Secretário de Relações Internacionais
terça-feira, abril 22, 2008
Lisboa: arraial do 25 de Abril 2008
O Arraial do 25 de Abril parte da iniciativa da Associação ABRIL, com a colaboração e participação de várias Associações, Movimentos e Grupos de carácter político, cívico e cultural e realiza-se na noite de 24 de Abril, no Largo do Carmo.
Pretende-se que este evento se torne num momento significativo da intervenção cívica e política dos cidadãos. Por isso, este Arraial, para além do seu carácter lúdico transmitido pela mostra das actividades desenvolvidas pelas diversas entidades, nomeadamente a nível de artesanato, música, dança e gastronomia, tem também um cunho pedagógico, manifestado através dos diversos painéis/ exposições alusivos às realidades não só do quotidiano do país mas também a factos históricos de profundo valor simbólico para o desenvolvimento e aprofundamento da democracia em Portugal e, até, no mundo.
De salientar que este ano haverá uma exposição cronológica sobre o 25 de Abril, no Quartel do Carmo, denominada: "25 de Abril: memória e projecto de um tempo recente". Para além disso, as salas do Quartel do Carmo que foram palco do 25 de Abril estarão de novo abertas a todos quantos as queiram visitar.
Esta Festa expressa ainda um apelo para que a chama dos ideais do 25 de Abril permaneça acesa no coração e na esperança de todos nós. Exprime também o desejo de que o cravo que animou a revolução e a canção da fraternidade entre "o povo que mais ordena"continuem vivos na memória e na concretização de uma sociedade mais justa e solidária, afirmada pelos decisores políticos e reivindicada pelas pessoas em geral.
Esta actividade conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da Associação de Turismo de Lisboa, da Comunicasom, do Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra e da Associação 25 de Abril.
Carlos Furtado
segunda-feira, abril 21, 2008
Declaração da Assembleia do Conselho Mundial da Paz
DECLARACIÓN de la Asamblea del CMP - Caracas, 9-10 de abril de 2008
La Asamblea del Consejo Mundial de la Paz se celebró con éxito los días 9 y 10 de abril de 2008 en Caracas, Venezuela, con la participación de 265 delegados y 285 participantes de 124 organizaciones de 76 países. Luego de un debate muy rico y fructífero, los participantes de la Asamblea concluyeron con la siguiente declaración a los pueblos del mundo:
Los acontecimientos ocurridos desde la última Asamblea del CMP en mayo del 2004, han llegado a crear una situación que es crucial para la humanidad, una situación marcada por la intensidad creciente de la agresividad de la estrategia mundial de los EE.UU., que se empeña en imponer y consolidar el nuevo orden mundial de guerra y opresión. La humanidad como un todo enfrenta la agresividad acelerada de las políticas imperialistas. Su esfuerzo concertado para afianzar su dominación, va acompañado por una exacerbación e incremento en las rivalidades por los mercados, la energía y los recursos estratégicos, y por el dominio geopolítico y geoestratégico. La situación se agudiza particularmente en las regiones de importancia estratégica para el control económico y geopolítico, como los Balcanes, Eurasia y África.
Pero por otro lado, ciertos acontecimientos en diferentes países del mundo ayudan a crear más obstáculos para el imperialismo, el cual confronta un creciente aislamiento político como resultado de sus actos arbitrarios y unilaterales de violación de los derechos humanos y de los pueblos. La resistencia contra el imperialismo, como se da en América Latina o en el Medio Este, da esperanza a los pueblos de alcanzar un mundo justo y pacífico. El CMP hace un llamado a lograr relaciones políticas más equitativas entre las naciones, sin amenazas militares ni dominación imperialista, y a establecer un orden mundial de paz y justicia basado en los principios pacíficos de la Carta Constitucional de la ONU.
Hoy, el imperialismo dirigido por los EE.UU., amenaza la soberanía nacional y la integridad territorial de todos los países. Casi todas las recientes intervenciones imperialistas en todas las regiones han resultado en divisiones de países y separación de los pueblos por la guerra y la sangre. La unilateral declaración de independencia de Kosovo ha sido el ejemplo más reciente y dramático de la política del imperialismo de "dividir y gobernar". Las ideas y los movimientos separatistas son apoyados y manipulados por el imperialismo. Los llamados "estados independientes" formados por la división de estados preexistentes, resultan ser apenas protectorados, que sirven de bases para las actividades imperialistas. Por consiguiente, es importante que el movimiento mundial de la paz asuma una posición firme contra esta política del imperialismo de "dividir y gobernar", y que se haga mayor énfasis en los conceptos de soberanía nacional y de integridad territorial de los estados.
Otra amenaza para la paz mundial y los valores humanitarios hoy en día, es el fortalecimiento de ideologías reaccionarias, fundamentalistas, conservadoras y racistas en todo el mundo; esta es una tendencia que facilita el dominio de los capitalistas y de los imperialistas. El CMP y el movimiento mundial por la paz deben fortalecer también la acción contra las ideas reaccionarias y el racismo y deben promover ideologías progresistas y humanitarias.
La dominación del nuevo orden mundial imperialista está empeorando la situación económica de los trabajadores y de los pueblos en general, tanto en los países desarrollados como en los países en vías de desarrollo. La promoción de la restructuración capitalista y de las políticas neo-liberales, con la eliminación de los logros de los trabajadores y la aplicación de formas flexibles de empleo, la abolición de los convenios laborales y las privatizaciones generalizadas en todos los sectores, están provocando un incremento en la pobreza, el desempleo, el hambre y la miseria. Aumentan los problemas sociales y las tensiones. Crece el descontento y los trabajadores libran luchas a las cuales el movimiento por la paz puede y debe unirse. El CMP denuncia el creciente gasto militar, cuya responsabilidad recae, en primer lugar, sobre los EE.UU. El CMP exige recortes sustanciales en los presupuestos militares, y la reasignación de los recursos para gastos sociales, incluyendo el bienestar, la educación y la vivienda.
Se militarizan cada vez más las relaciones internacionales. La Unión Europea está asumiendo con mayor frecuencia posiciones agresivas en sus relaciones internacionales, en cuanto a la solución de conflictos latentes y emergentes, o guerras prolongadas y continuas. La complicidad de la Unión Europea con la OTAN, una alianza agresiva con jurisdicción mundial auto-proclamada, no sólo representa un peligro para la paz mundial, sino también constituye una política peligrosa y autodestructiva para los pueblos de Europa. La organización terrorista OTAN continúa siendo una de las mayores amenazas para los pueblos del mundo. Donde quiera que la OTAN interviene, se violan flagrantemente principios básicos del Derecho Internacional y de la Carta Constitucional de la ONU. Yugoslavia ya había sido terreno para la aplicación de la nueva doctrina de la OTAN; ahora, las tropas de la OTAN llevan a cabo la ocupación de Afganistán. La expansión de la OTAN representa una amenaza para todo el mundo. Dentro de este contexto, el CMP saluda al pueblo de Ucrania, la mayoría del cual se opone a que su país sea miembro de la OTAN, y exige que se tomen medidas inmediatas para efectuar el desmantelamiento de la OTAN.
El CMP expresa su solidaridad con los crecientes movimientos por la abolición de las bases militares extranjeras, la cuales son instrumentos de guerra y agresión.
El concepto de "guerra contra el terror", entre otros, es utilizado por los imperialistas para limitar el derecho democrático de los pueblos, especialmente en los países europeos y norteamericanos. En el período reciente, el autoritarismo, la vigilancia policial y la ofensiva contra las libertades y los derechos democráticos, han recrudecido con sangrientos ataques por parte de la policía y otras fuerzas represivas. La actividad de la CIA, con sus secuestros ilegales y sus arrestos de cientos de ciudadanos inocentes, así como el uso de aeropuertos europeos para su transportación, todo ello llevado a cabo con el consentimiento de los gobiernos europeos, ha sido puesta al descubierto oficialmente. Se ha instalado un monstruoso sistema de vigilancia, que abarca desde cámaras para espiar todas las actividades de las personas hasta la creación de bases de datos, incluyendo archivos de ADN.
Al mismo tiempo, crece la ofensiva ideológica y se fomenta la falsificación de la historia para justificar los crímenes del imperialismo. Cualquier país que no se someta es considerado por el imperialismo como antidemocrático, y cualquier persona que se resista es considerada terrorista. Se realizan intentos por revivir el fascismo en Europa. Se calumnia a los movimientos progresistas para envenenar las mentes de la joven generación. Junto con los movimientos populares, el CMP defiende los derechos democráticos, la historia del movimiento progresista, sus posiciones y los ríos de sangre derramada por los pueblos por la libertad y el progreso social. Tenemos que luchar con todas nuestras fuerzas para prevenir que la Era Oscura ideológica que impulsa el imperialismo llegue a consolidar su dominación.
Por otro lado, éste es el séptimo año de la ocupación de Afganistán, y el quinto de la ocupación de Irak. Sin embargo, la fuerza de EE.UU. fue detenida en Irak; los planes de los EE.UU fueron desarticulados y debido a esto se impidieron o aplazaron nuevas agresiones. Este es un importante logro para la humanidad. El CMP expresa su solidaridad con el pueblo iraquí y su derecho legítimo de resistirse a la ocupación. El CMP exige el fin inmediato y sin condiciones de la ocupación de Irak, el retiro inmediato de todas las tropas extranjeras en el país y la indemnización de todas las pérdidas del pueblo iraquí.
Los pueblos del mundo todavía enfrentan la amenaza de la guerra nuclear, representada por la política de los EE.UU. de ataque nuclear preventivo. La llamada crisis nuclear norcoreana también ha establecido claramente la naturaleza discriminatoria del régimen del Tratado de No Proliferación. Con el desarrollo y el perfeccionamiento de tecnologías nucleares y sistemas de lanzamiento por el imperialismo, la posibilidad de establecer Zonas Libres de Armas Nucleares se ha tornado completamente redundante. La eliminación de las armas nucleares es una tarea urgente para toda la humanidad. Hoy, crece en todo el mundo el llamado para la abolición de las armas nucleares. El CMP exige que todos los países que posean armas nucleares tomen medidas concretas para abolir su arsenal nuclear, con miras a la Conferencia de Revisión del Tratado de No Proliferación que tendrá lugar en 2010. Además, el CMP demanda que se realicen acciones para un desarme general en todo el mundo.
La administración de los EE.UU. aplica "dobles raseros" en cuanto a las armas nucleares a fin de legitimar la agresión contra Irán, aunque el supuesto programa de armas de Irán ha sido completamente expuesto por las más recientes estimaciones de las agencias oficiales de inteligencia de los EE.UU. El CMP exige que se considere primero el arsenal nuclear de los EE.UU. e Israel, y se tomen medidas contra la amenaza nuclear que estos países causan a la humanidad. El Medio Oriente debe ser una Zona Libre de Armas Nucleares con la eliminación del arsenal nuclear de Israel.
El CMP condena la actitud agresiva de los países imperialistas, ante todo la de los EE.UU., hacia Irán y Siria, y llama a todas las organizaciones y personas amantes de la paz a estar alertas ante un probable ataque contra esos países. El CMP apoya el movimiento del pueblo iraní contra la guerra y las amenazas militares por los EE.UU., la UE e Israel. Declara su solidaridad con la lucha de las fuerzas progresistas iraníes por la paz, la democracia y la justicia social. El CMP exige que se eliminen las sanciones económicas contra Irán, y que se liberen de ocupación las Alturas del Golán, de Siria, y las granjas Shabaa, de Líbano, actualmente ocupadas por Israel.
Los recientes ataques israelitas contra civiles en la Franja de Gaza, demuestran una vez más que la masacre continuada del pueblo palestino persiste. La expansión israelita en tierras palestinas debe detenerse inmediatamente. Los asentamientos ilegales que significan la ocupación de hecho de tierra palestina deben ser desmantelados. El muro de separación debe ser demolido. El CMP saluda la lucha del pueblo palestino contra la opresión israelita y reafirma que la única solución justa y posible al problema es el establecimiento de un Estado Palestino independiente con los límites determinados en 1967, y con Jerusalén Oriental como su capital. La solución del problema de los refugiados y el retorno de los refugiados palestinos, debe basarse en la Resolución 194 de la Asamblea de la ONU, y de conformidad con las resoluciones pertinentes del Consejo de Seguridad de la ONU. Deben ser liberados los prisioneros palestinos y otros prisioneros árabes encarcelados en las prisiones israelitas. El gobierno israelita debe ratificar la convención de armas químicas y debe cumplir el Tratado Internacional de Inspección Atómica. Debe preparase una misión de investigación para recoger información en Palestina acerca de la nueva ola de actos agresivos contra civiles y el uso de uranio empobrecido. El CMP insta a todos los gobiernos a dar por terminados todos los vínculos militares y de seguridad que tengan con Israel.
La intervención militar en curso de los EE.UU. y la OTAN en Afganistán, es un esfuerzo deliberado por apropiarse de las rutas claves entre Asia del Sur, Central y Occidental. El CMP exige el retiro de todas las tropas extranjeras, así como la devolución de su soberanía al pueblo de ese país.
La situación en el sur de Asia es grave con el crecimiento e intensificación del fundamentalismo religioso y los continuos conflictos étnicos. En la mayoría de los casos, además de los factores internos específicos, la situación se ha exacerbado por la intervención directa e indirecta del imperialismo. La continua presencia de fuerzas de la OTAN en Afganistán, ha llevado al desasosiego de los pueblos en partes de Pakistán, particularmente en la frontera paki-afgana. El crecimiento de fuerzas fundamentalistas, por una parte, y el continuo apoyo de EE.UU. a la presidencia de Pakistán, protegida por el ejército, ha llevado al trágico asesinato de Benazir Bhutto. También en Bangladesh, una administración virtualmente apoyada por el ejército y respaldada por los EE.UU. y por otras potencias imperialistas, busca posponer la demanda de elecciones democráticas. En Sri Lanka, los conflictos étnicos requieren de una pronta solución política. El CMP expresa su solidaridad con los pueblos de Asia del Sur, marcados por la intensa pobreza, el hambre, el analfabetismo y el desempleo, y en cuya área se desarrollan maquinaciones imperialistas para desviar la atención a través de estos conflictos y socavar las justas demandas de paz, unidad y desarrollo. También saluda los avances de la lucha del pueblo de Nepal por el establecimiento de la democracia, y demanda la liberación de los prisioneros políticos en Birmania, la principal de los cuales es Ang Sung Kyi.
Hay en curso una peligrosa realineación de las fuerzas de los EE.UU. en Asia, incluyendo a Japón, conjuntamente con Okinawa y la República de Corea, con el objetivo de globalizar la política estadounidense de guerra preventiva. En el mismo sentido, los EE.UU. intentan hacer que sus aliados en Asia y el Pacífico trabajen con la OTAN. El CMP expresa su apoyo y solidaridad con el movimiento contra este plan del gobierno de los EE.UU., y por la retirada de todas las bases de EE.UU. de esos territorios. El CMP expresa su solidaridad con el movimiento japonés para defender el Artículo 9 de la Constitución de ese país, que renuncia a la guerra y prohíbe a la nación poseer fuerzas militares.
El CMP expresa su solidaridad con el pueblo coreano, en su deseo de lograr la reunificación pacífica de la península coreana, según la Declaración Conjunta del 15 de junio, realizada entre Corea del Norte y del Sur. El CMP saluda las conversaciones entre las seis partes para la solución pacífica del conflicto, y al mismo tiempo demanda que los EE.UU. pongan fin a su política hostil contra la RPD de Corea.
El CMP expresa su pleno apoyo al pueblo vietnamita por el continuo sufrimiento de más de un millón de víctimas del tóxico del "Agente Naranja" empleado por los EE.UU. durante su guerra sucia contra Vietnam. El CMP llama a todos los miembros y amigos del CMP a unirse activamente en una campaña internacional por la compensación de las víctimas y por la prohibición total de todas las armas químicas.
El CMP expresa su apoyo al derecho del pueblo de la República Popular de China para determinar sus propios asuntos sin interferencia extranjera, y rechaza cualquier utilización de los Juegos Olímpicos para fines políticos.
El CMP, al celebrar su Asamblea en América Latina, valora la nueva realidad política en la región, la cual es un creciente bastión de resistencia contra el imperialismo en el mundo actual. Después de poderosas luchas sociales y políticas contra el neoliberalismo, los pueblos infligieron derrotas significativas al imperialismo. Estos procesos tienen como objetivo buscar caminos propios y soberanos para sus naciones y pueblos, y confrontar la hegemonía imperialista en la región. Valoramos especialmente las experiencias de Cuba, Venezuela, Ecuador, Bolivia y otros países, los cuales enfrentan las amenazas abiertas y las intimidaciones del imperialismo.
Igualmente, valoramos el progreso de los diferentes procesos de integración regional complementarios, como la Alternativa Bolivariana para las Américas (ALBA), la Unión Suramericana de Naciones (Unasur) y Mercosur, y declaramos nuestro apoyo a la inmediata incorporación plena de Venezuela a Mercosur. Aplaudimos la derrota de la propuesta anexionista del Tratado de Libre Comercio de las Américas (TLC).
El CMP condena los actos de las fuerzas reaccionarias de la oligarquía local, en colaboración con los EE.UU. y sus aliados en la región y en Europa, para derrocar a la Revolución Bolivariana de Venezuela. El CMP también condena las intenciones secesionistas de la oligarquía en Bolivia. Apoyamos los esfuerzos por construir una sociedad de justicia, paz y solidaridad, de acuerdo con los deseos de los pueblos.
El CMP condena los recientes ataques de Colombia en Ecuador, que son explícitamente la nueva fase del Plan Colombia, y que representan los esfuerzos por imponer en la región la estrategia de guerra preventiva del imperialismo de los EE.UU. El CMP denuncia el asesinato de los líderes y negociadores de las FARC. El CMP felicita a los líderes de Venezuela y Ecuador por resolver la tensión pacíficamente. El "Intercambio Humanitario", propuesto por Hugo Chávez, debe llevarse a cabo.
El CMP condena la existencia de bases extranjeras a todo lo largo de América Latina, incluyendo las de Honduras (sitios operacionales avanzados) y la Escuela de las Américas en El Salvador, un país que ha sido obligado a enviar tropas a Irak. También declaramos nuestro apoyo a la decisión soberana del Presidente Rafael Correa de Ecuador de cerrar la base de EE.UU. en Manta en 2009.
El CMP expresa su apoyo al pueblo de la Guayana Francesa por su derecho a la libre determinación. Asimismo, exige la descolonización de todos los territorios en el Caribe.
El CMP expresa su profundo respeto y solidaridad al pueblo cubano, que defiende su revolución continuamente contra todo tipo de manipulaciones y asedios. El CMP reitera sus demandas por el levantamiento del bloqueo de los EE.UU. contra Cuba, y por la liberación de los Cinco Prisioneros Políticos cubanos encarcelados ilegalmente en los EE.UU.
El CMP denuncia la nueva escalada en los desarrollos en el "tablero de ajedrez imperialista" de los Balcanes, con la declaración unilateral y separatista de "independencia" de Kosovo. Este es un nuevo acto de violación flagrante de la soberanía de Serbia como un estado independiente, del Derecho Internacional y de las resoluciones pertinentes de la ONU. El CMP expresa su solidaridad con los pueblos de la ex-Yugoslavia, y llama a las fuerzas amantes de la paz en esa área a unirse y coordinar acciones comunes contra los planes imperialistas.
El CMP expresa su apoyo y solidaridad a los pueblos de Polonia y la República Checa, los cuales rechazan el despliegue de bases estadounidenses del "Escudo de Defensa Anti-misiles" en sus países. Los EE.UU. usan, como pretexto para sus planes de construir bases militares del sistema de defensa anti-misiles en la República Checa y en Polonia, la inexistente amenaza nuclear de Irán. La razón real es obtener la capacidad para asestar el primer golpe sin miedo al contragolpe. Esta política de EE.UU. de construir un sistema de defensa anti-misiles tiene que ser detenida.
El CMP expresa su solidaridad con el pueblo chipriota por una federación unificada, independiente, bi-zonal y bi-comunal, de acuerdo con las resoluciones de la ONU y las conversaciones de alto nivel, y sin bases ni tropas extranjeras; una patria común para los chipriotas turcos y los chipriotas griegos, sin "garantes" ni "protectores".
África es blanco de nuevas interferencias y explotaciones económicas y políticas tanto por sus antiguos gobernantes coloniales como por los neo-coloniales, dirigidas a un mayor saqueo de sus recursos y, al mismo tiempo, para la distribución de nuevos mercados. El CMP denuncia la imposición imperialista de sanciones económicas contra países que no acceden a los deseos de los poderosos, bajo el pretexto de falta de democracia y violación de los "derechos humanos". Dentro de este contexto, exigimos el levantamiento de las sanciones económicas por los EE.UU. y la UE contra el pueblo de Zimbabwe, y declaramos nuestro apoyo a su derecho a decidir sobre su propia tierra y su futuro.
La presencia de numerosas bases militares europeas, y el incremento del despliegue de fuerzas militares en África (es decir, la misión de la UE en Chad y en la República de África Central), son causa de profunda preocupación, teniendo en cuenta el pasado y en vista de los acontecimientos futuros en ese continente. El imperialismo tiende a intervenir en la región usando como pretexto los conflictos internos en Sudán. El CMP expresa su apoyo por una solución sustentable de paz en este país, sin ninguna intervención militar extranjera.
El CMP expresa su firme solidaridad con los pueblos de la República Árabe Democrática Saharaui, por sus décadas de sufrimiento y opresión. El Consejo subraya su apoyo a la lucha por la libertad del pueblo Saharaui y por una solución política, mutuamente aceptable entre el Frente Polisario y Marruecos.
Ante el desarrollo actual de las situaciones conflictivas en el continente africano, sobre todo en el Darfour de Chad, en la República de África Central, en Zimbabwe, en la República Democrática de Congo y en la República Árabe Democrática Saharaui, entre otros, la Asamblea General del CMP estimula y apoya todas las acciones por la paz y la distensión que llevan a cabo los movimientos africanos por la paz, en favor de los pueblos de las naciones en conflicto.
Ante el desafío de los esfuerzos imperialistas de los EE.UU. por dominar al mundo junto con sus aliados, nosotros, los delegados de la Asamblea del CMP, expresamos nuestra seguridad y nuestra confianza en el futuro de la humanidad. A través de las luchas masivas y coordinadas de nuestros pueblos, podemos lograr nuestros objetivos. Como ciertos ejemplos de resistencia y lucha antiimperialista lo demuestran claramente, el futuro es luminoso para la humanidad.
La Asamblea llama a todas las organizaciones y movimientos de los niveles nacionales, regionales e internacionales, a estar listos para trabajar y luchar para defender la paz contra los planes imperialistas, para unir nuestras voces y acciones por un mundo de paz, igualdad, justicia y solidaridad.
quinta-feira, abril 17, 2008
Sara Ocidental: acción urgente por los presos políticos saharauis
ACCIÓN URGENTE
Ante la gravedad de la situación por la que están pasando los presos políticos saharauis en las cárceles de Marruecos, que no sólo han sufrido unos juicios y unas condenas sin las más mínimas garantías jurídicas, sino que además son torturados en las prisiones marroquíes, por lo que han llevado a cabo una huelga de hambre que ha durado por más de cuarenta días y que, aun hoy, esta siendo mantenida por siete presos saharauis, hacemos una llamada para llevar a cabo una acción urgente consistente en:
Un acto de protesta a desarrollar por todos los comités ante los consulados y representaciones oficiales de Marruecos en cada país, denunciando la situación de los presos políticos saharauis y exigiéndoles su inmediata libertad.
La acción consistirá en la entrega de una carta con el contenido adecuado, portando los manifestantes fotos relativas a los presos y a las torturas recibidas.
Debe garantizarse la presencia mediática y realizar fotografías de los actos y rogamos nos las remitan a esta dirección de correo para incluirlo en la red.
La acción debe realizarse en cada lugar entre el 21 y 26 de abril.
En la ciudad donde no exista representación oficial de Marruecos, el acto se realizará ante una delegación oficial del país para que se remita al gobierno de Marruecos.
COMITÉ DE COORDINACIÓN DE CAMPAÑA
"PRO LIBERACION DE BRAHIM SABBAR Y TODOS LOS PRESOS POLITICOS SAHARAUIS"
terça-feira, abril 15, 2008
Tribunal-Iraque: segunda audiência
Tribunal-Iraque
Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque
Segunda Audiência
Lisboa, 18 de Abril, 21:30h, Casa do Alentejo
Entrada livre
Cinco anos de ocupação e de resistência em avaliação:
- as responsabilidades dos EUA e do Reino Unido;
- a cumplicidade das autoidades portuguesas;
- as violações do direito, os crimes cometidos, a restrição das garantias individuais, os pretextos da luta "antiterrorista", as prisões secretas e os voos da CIA, a resistência iraquiana.
Acusação formulada pelo magistrado Dr Eduardo Maia Costa.
Grupo de Jurados constituído por personalidades representativas da sociedade portuguesa.
Testemunhos:
. Eman Khamas, Iraque;
. Carlos Varea, Espanha;
. Manuel Raposo, Tribunal-Iraque.
Contamos com a sua presença e o seu apoio.
A Comissão Organizadora do Tribunal-Iraque
Amílcar Sequeira, António Alves, Berta Macias, Cristina Meneses, Eduardo Maia Costa, Guadalupe Margarido, Helena Nascimento, João Mário Mascarenhas, José Mário Branco, Júlio Moreira, Manuel Monteiro, Manuel Raposo, Mário Tomé, Paulo Esperança
Festa MayDay :: Precári@s à Solta
Festa MayDay :: Precári@s à Solta
Ateneu Comercial de Lisboa, Rua das Portas de Santo Antão (perto do Coliseu de Lisboa)
Sábado, 19 de Abril, 21h30
Festejar a revolta do precariado
Estarmos juntos para termos mais força
Saltar, dançar, cantar, beber, ouvir, conversar à solta
Trazer alegria para a luta
Acumular energias para o MayDay
.:: Espectaculares concertos :: Fantásticas performances :: Inventivos workshops :: Animad@s dj's ::.
A entrada é uma moeda, mas ninguém fica à porta!
MayDay!! MayDay!!
PS: no cartaz consta ainda a Alameda como local de concentração, pic-nic e partida da parada MayDay Lisboa 2008. Na verdade, como muit@s já saberão, este ano, a 1 de Maio, juntamo-nos no Largo Camões!
--
O precariado rebela-se!!!
maydaylisboa@gmail.com
maydaylisboa.blogspot.com
http://groups.google.com/group/maydaylisboa
25A Manifestação Antiautoritária
Convite para uma manifestação antiautoritária contra a repressão policial.
Um ano depois do ataque policial em pleno Chiado no dia 25 de Abril de 2007, dois meses depois da carga policial no despejo do Grémio Lisbonense, perante os ataques continuados da polícia em Bairros Sociais e por todos os episódios de abuso e violência perpetrados pela repressão organizada do Estado, convocamos uma manifestação antiautoritária contra a repressão policial.
Manifestamos-nos neste dia porque passaram 34 anos desde que uma pseudo-revolução substituiu um governo fascista por um governo que continua a controlar, a matar e a reprimir e cujos antecessores rapidamente se preocuparam em controlar o "descontrolo" das populações no pós 25 de Abril.
A marcha dos tristes, que todos os anos comemora esta transição, não nos diz nada, pois não queremos celebrar o quotidiano policial nem a liberdade-de-centro-comercial.
O sistema capitalista, na sua vertente democrática, leva-nos a pensar que não sabemos gerir as nossas vidas e que a polícia é uma realidade à qual não podemos fugir. Como se não bastasse vivermos num estado policial, querem que sejamos nós próprios os polícias das outras pessoas, de nós próprios e dos nossos vizinhos. A polícia, que todos os dias reprime e violenta, não serve a ninguém se não àqueles que lucram com a miséria de todos os outros, àqueles que nos oferecem uma vida controlada, que destroem os ecossistemas, que impõem fronteiras entre regiões, que nos roubam no trabalho, que nos dizem como devemos ser e que nos querem convencer que somos indivíduos, quando a nossa individualidade não passa de uma ilusão no leque de possibilidades que a sociedade de consumo nos deixa ter.
Assim, esta como qualquer outra data, serve para contestar este e qualquer governo pois, inevitavelmente, todos nos querem impor uma vida debaixo de câmaras de vigilância, fronteiras e polícias várias. Todos estes métodos de controlo e repressão são tendencialmente universais e à medida que o tempo passa achamos serem cada vez mais normais e sabemos serem também mais presentes.
Todos conseguimos resolver os nossos conflictos, pensar pelas nossas próprias cabeças, imaginar como realmente queremos que sejam as nossas vidas.
Apelamos à participação de todos aqueles que condenam a violência policial e os métodos que o capitalismo e o Estado têm para nos controlar.
Praça da Figueira, Lisboa, 17:30h, 25 de Abril de 2008.
segunda-feira, abril 14, 2008
PARA QUE A PLEBE SAIBA
PARA QUE A PLEBE SAIBA:
Fernando Nogueira:
Antes -Ministro da Presidência, Justiça e Defesa.
Agora - Presidente do BCP Angola.
José de Oliveira e Costa:
Antes -Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.
Agora -Presidente do Banco Português de Negócios (BPN).
Rui Machete:
Antes - Ministro dos Assuntos Sociais.
Agora - Presidente do Conselho Superior do BPN; Presidente do Conselho Executivo da FLAD.
Armando Vara:
Antes - Ministro adjunto do Primeiro Ministro.
Agora - Vice-Presidente do BCP.
Paulo Teixeira Pinto:
Antes - Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.
Agora - Presidente do BCP (Ex. - Depois de 3 anos de "trabalho", saiu com 10 milhões de indemnização!!! e mais 35.000€ x 15 meses por ano até morrer...).
António Vitorino:
Antes -Ministro da Presidência e da Defesa.
Agora -Vice-Presidente da PT Internacional; Presidente da Assembleia Geral do Santander Totta (e ainda umas "patacas" como comentador RTP).
Celeste Cardona:
Antes - Ministra da Justiça.
Agora - Vogal do CA da CGD.
José Silveira Godinho:
Antes - Secretário de Estado das Finanças.
Agora - Administrador do BES.
João de Deus Pinheiro:
Antes - Ministro da Educação e Negócios Estrangeiros.
Agora - Vogal do CA do Banco Privado Português.
Elias da Costa:
Antes - Secretário de Estado da Construção e Habitação.
Agora - Vogal do CA do BES.
Ferreira do Amaral:
Antes - Ministro das Obras Públicas (que entregou todas as pontes a jusante de Vila Franca de Xira à Lusoponte).
Agora - Presidente da Lusoponte, com quem se tem de renegociar o contrato.
etc etc etc...
última ...
Jorge Coelho:
Antes - Ministro das Obras Públicas (quando era ministro das OP, atribuiu concessões no negócio das SCUT...).
Agora - Presidente da Mota Engil, a maior construtora nacional.
O que é isto ?
- Não, não é a América Latina, nem Angola. É Portugal no seu esplendor .
Cunha ? gamanço ?
...e depois este ESTADO até quer que se declarem as prendas de casamento e o seu valor.
Já é tempo de parar! Não te cales, DENUNCIA.
NOTA - mensagem recebida por correio electrónico
domingo, abril 13, 2008
Bolívia: Llamado por la liberacion de las comunidades
Ginebra, 8 abril 2008
Excelentísimo
Sr. Evo Morales
PRESIDENTE DE BOLIVIA
Señores
MINISTROS DE ESTADO
Sr. Rubén Costas
PREFECTO DE SANTA CRUZ, Bolivia
Distinguidas Autoridades nacionales y departamentales,
En nombre de Forum Social Lémanique (Foro Social de Ginebra, Suiza), queremos comunicarles nuestra enérgica condena y profunda indignación por los recientes acontecimientos ocurridos en la ciudad de Camiri y en la región del Alto Parapetí, Provincia Cordillera del departamento de Santa Cruz, Bolivia.
En efecto, nos informamos que, en pleno siglo XXI, los habitantes originarios de esta zona del Chaco manifiestan estar sometidos a un sistema de servidumbre que conlleva graves violaciones de sus derechos fundamentales, situación que está siendo observada por los órganos de la O.E.A. y la O.N.U. Asimismo, fuimos notificados de las gestiones efectuadas por el pueblo guaraní y en particular por las comunidades denominadas “cautivas” del Alto Parapetí, para establecer la dotación legal de tierras comunitarias en la región que siempre consideraron como su territorio ancestral.
Sin embargo, después de haberse cumplido escrupulosamente los trámites legales para iniciar la regularización del derecho propietario a la tierra y la consecuente liberación de estas familias y comunidades, el proceso fue interrumpido por grupos de personas movidas por ganaderos de la región. El 27 de febrero, éstos violentaron las oficinas del Instituto Nacional de Reforma Agraria (INRA) de Camiri, exigiendo la paralización de las labores técnicas y jurídicas en la zona del Alto Parapetí, y obligando a los funcionarios a abandonar la ciudad.
Posteriormente, el conflicto se agudizó cuando hacendados y mercenarios armados agredieron a la población en varias comunidades del Alto Parapetí y atacaron, en el camino que conduce a la propiedad “Caraparicito”, a una comisión gubernamental integrada por el Viceministro de Tierra, funcionarios del INRA y autoridades indígenas, disparando al vehículo y saqueando sus pertenencias, para evitar el saneamiento de los predios de Alto Parapetí.
Con mucha preocupación hemos sido anoticiados de múltiples amenazas de muerte, del amedrentamiento, de actos de vandalismo, robo y de agresiones cargadas de odio y racismo que sufren actualmente las familias de la zona y los dirigentes, tanto de la Asamblea del Pueblo Guaraní como de la Capitanía del Alto Parapetí. Nos alarma saber que las personas y comunidades guaraníes que sufren esta violencia se encuentren totalmente desprotegidas, más aún cuando algunas autoridades públicas locales, vinculadas a terratenientes o sectores con intereses políticos, estén sosteniendo estos actos delictivos, en desconocimiento de las leyes. Recibimos informaciones de fuentes fiables indicando que la carretera pública en la zona del Alto Parapetí ha sido cerrada con candados en por lo menos dos puntos, y es vigilada por individuos armados, contratados en forma privada para infundir terror en la población e impedir el libre tránsito.
Consideramos que es de interés de toda la comunidad internacional redoblar esfuerzos para demostrar que se puede poner fin a las relaciones de servidumbre y formas análogas, y prevenir y erradicar del mundo todo tipo de esclavitud moderna. Es por ello que nos llenan de indignación los hechos mencionados porque constituyen graves atropellos contra ciudadanos pacíficos que luchan por el elemental derecho a vivir libres en su territorio ancestral; de manera especial cuando se ve que ellos han optado resueltamente por la vía de la paz y de la legalidad, frente a actores que recurren a la violencia y ofenden los derechos humanos universales y los compromisos internacionales que unen a su país.
Con la esperanza de evitar mayores consecuencias, en nombre de todos los miembros del Foro, nos dirigimos a Ustedes para demandar:
- El inmediato esclarecimiento de los hechos, el juicio y castigo a los responsables de las amenazas y agresiones, y la reparación a las víctimas.
- La adopción urgente de todas las disposiciones necesarias para que cese la estrategia de terror en contra de la población indígena de la región y que se respeten sus derechos como ciudadanos bolivianos.
- La implementación de medidas de protección efectivas contra toda amenaza o amedrentamiento, para resguardar la seguridad y la integridad física y psicológica de todas las personas, en particular de los dirigentes indígenas, y garantizar el cumplimiento de las labores de los
funcionarios del INRA en el marco de las leyes vigentes. - La investigación exhaustiva e imparcial de todo indicio de la vergonzosa y cruel práctica de la esclavitud, servidumbre y formas análogas, para prevenir, identificar y erradicar definitivamente este flagelo de la humanidad.
Las instituciones internacionales tienen los ojos puestos en Bolivia para seguir el curso que se dará a las demandas de justicia de esta población indígena marginada del Chaco boliviano. No podemos quedar indiferentes ante atropellos de esta magnitud, que nos exigen implementar todos los medios a nuestro alcance para promover y garantizar el pleno respeto a los derechos de estos pueblos y comunidades indígenas.
Atentamente,
Olivier de Marcellus
Pour le Comité du FSL
Ginebra, Suiza
sábado, abril 12, 2008
13 de Abril: pelo Darfur
Sudão: Milhares de activistas em todo o mundo manifestam-se no Quinto Dia Global por Darfur
No próximo Domingo, 13 de Abril, dezenas de milhares de activistas irão manifestar-se a favor das crianças do Darfur um pouco por todo o mundo, para assinalar o Quinto Dia Global por Darfur. Em Portugal, a Plataforma PorDarfur delegou na Amnistia Internacional a coordenação da campanha sobre as crianças no Darfur.
"Uma geração de pessoas naturais do Darfur estão a crescer no medo e na insegurança" disse a Amnistia Internacional. "Este mês, as crianças no Darfur que completarem cinco anos de idade nunca terão conhecido a paz".
Manifestações, exposições, conferências públicas e outros eventos irão ocorrer em países como o Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, França, Suíça, Holanda, Suécia, Hungria, Espanha, Mali, Tunísia, Senegal, México e Austrália.
Os activistas irão apelar a todas as partes envolvidas no conflito para que acabem com os ataques contra os civis. Vão também apelar aos Estados Membros da ONU e da União Africana (UA) para que garantam que as forças de manutenção de paz da UNAMID sejam imediatamente integradas e que seja garantido transporte urgente, terrestre e aéreo, do equipamento. Por seu lado, a UNAMID deve proteger activamente todos os civis, especialmente as crianças.
Dos quatro milhões de pessoas afectadas pelo conflito no Darfur, 1.8 milhões tem menos de 18 anos.
Desde Abril do ano de 2006, o conflito terá desalojado 120 mil crianças.
Em Fevereiro de 2008, as forças Sudanesas e as milícias governamentais atacaram aldeias no oeste do Darfur. As crianças foram separadas das suas famílias enquanto tentavam fugir para o mato; duas semanas depois dos ataques, segundo a UNICEF, 800 crianças continuavam desaparecidas.
"Muitas crianças alcançaram a idade escolar conhecendo apenas a guerra e o medo – cinco anos durante os quais a comunidade internacional falhou em proteger as crianças e responder adequadamente ao desenvolvimento da crise que está a afectar a região" disse a Amnistia Internacional. "A comunidade internacional deve agir já para dar às crianças esperança e um futuro".
Em Portugal a Plataforma PorDarfur tem sido o rosto da denúncia do desespero vivido naquela região. Esta Plataforma é composta pela Amnistia Internacional, Africa-Europe Faith and Justice Network, Caritas Portuguesa, Comissão Justiça e Paz dos Religiosos, Fundação Gonçalo da Silveira, Missionários Combonianos e TESE, tendo como parceiros a Comissão Nacional Justiça e Paz, MissãoPress, Portal Sapo, Revista Além-Mar, Pro Dignitate e Mãos Unidas.
Para comentários contactar: Lucília José Justino, Presidente AI Portugal 91 850 24 90
Pela Plataforma
Lisboa, 11 de Abril de 2008
Resumo das últimas actividades promovidas pela Plataforma PorDarfur
LISBOA – 8 de Abril 2008: São formalmente admitidos novos parceiros institucionais da Plataforma de Darfur com as honradas instituições Pro Dignitate e Mãos Unidas
LISBOA – 13 de Março 2008: Renovação do Secretariado da Plataforma por Darfur com as seguintes instituições: Amnistia Internacional, Fundação Gonçalo da Silveira, Comissão Justiça e Paz dos Religiosos, Missionários Combonianos, Antena Fé e Justiça Europa África e TESE – Associação para o Desenvolvimento.
LISBOA - dia 12 de Fevereiro 2008: Entrega de carta aberta dirigida ao embaixador da China em Portugal.
LISBOA - Dia 31 de Dezembro 2007: Foram enviados para o Darfur cerca de 42.279,00€ para a Escola de Bileil Nyala cujo objectivo era a garantia do reforço alimentar e o ensino básico para 200 crianças do acampamento da cidade de Nyala.
terça-feira, abril 08, 2008
Manifesto S.O.S. Rio Paiva
Somos um grupo de cidadãos preocupados e empenhados na preservação e valorização do vale do Rio Paiva. Este movimento recebeu a denominação de 'SOS Rio Paiva' em 1999, quando a empresa 'Àguas do Douro e Paiva' manifestou a intenção de construír uma barragem no Rio Paiva, para abastecimento de água ao grande Porto, projecto que felizmente, parece ter sido abandonado. No entanto as ameaças subsistem, e aquele que ainda há pouco tempo era considerado o Rio menos poluído da Europa começa a apresentar cada vez mais sinais preocupantes de poluição. A pressão humana acentua-se e, ao mesmo tempo, a desertificação das aldeias tradicionais e o abandono dos terrenos agrícolas fazem-nos agir para inverter este processo de degradação.
Por isso lançamos este MANIFESTO para que possa ser subscrito por tod@s quantos se preocupam em travar a exploração ambiental e humana, contribuindo desta forma para a preservação de um espaço único como é o vale do Paiva:
http://www.petitiononline.com/RioPaiva/petition.html
O 'SOS Rio Paiva' pretende mobilizar os cidadãos para a participação cívica, na defesa e valorização do património natural que é o corredor do vale do Paiva, encaixado entre as serras de Leomil, Montemuro e Freita.
www.sosriopaiva.blogspot.com
sexta-feira, abril 04, 2008
O Palco vai à missa
Está convocado/a
Domingo 6 de Abril às 10h, na Igreja do Beato
R. do Grilo, 116-C, junto à Manutenção Militar)
(concentração no Palco Oriental às 9h)
Penosos e ardilosos são os longos corredores da Justiça em Portugal.
Rejeite a tétrica imagem do nosso funeral, faça qualquer coisa...
Comece por assinar a nossa petição online.
http://www.petitiononline.com/palcoori/petition.html
Palco Oriental
Calçada do Duque de Lafões, 78
1950-102 Lisboa
Tel: + 210 191 957/ 91 944 38 01
palcooriental@clix.pt
http://poriental.planetaclix.pt/cenas.html
segunda-feira, março 31, 2008
Música pelo Médio Oriente
Organizado pelo Tribunal-Iraque e pela Associação 25 de Abril, vai decorrer entre os dias 8 e 13 de Abril um conjunto de 4 concertos por artistas do Iraque – Wesam Ayub e Ehad Al-Azzaway - e da Palestina – Marwan Abado - aos quais se associaram vários artistas portugueses.
É o seguinte o programa dos concertos:
- Dia 8 de Abril (terça-feira), 21,30h, no Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra.
Com Camané e João Lóio. - Dia 10 de Abril (quinta-feira), 21,30h, no Theatro-Circo em Braga.
Com os Clã e Jorge Palma. - Dia 12 de Abril (sábado), 21,30h, no Cinema S. Jorge em Lisboa.
Com Luís Represas, João Pedro Pais e José Mário Branco. - Dia 13 de Abril (domingo), 16h, no Teatro Virgínia em Torres Novas.
Com Paulo de Carvalho e José Mário Branco.
Bilhetes à venda nos locais dos espectáculos, Ticketline e lojas FNAC, ao preço único de 10,00 €.
domingo, março 30, 2008
Fundação da Associação Portuguesa para a Prevenção da Tortura
Agradece-se a divulgação deste email para que todos os que estejam disponíveis possam ter conhecimento.
4 Abril 2008
20:30h
No ISCTE, sala C609 (Edifício II-6º-piso)
Assembleia para constituição da Associação Portuguesa para a Prevenção da Tortura (http://iscte.pt/~apad/APPT)
Inscrições grátis: envia nome e morada para AQUI
Com os melhores cumprimentos
António Pedro Dores
quinta-feira, março 27, 2008
Jornadas da Não-Violência
"Neste desgraçado mundo em que a força e a injustiça se assenhoreiam por campos e cidades, como é que se pensa acabar com a violência?"
Como é que se pensa acabar com a violência? Esta é a questão fundamental dos nossos dias. Vivemos num mundo de guerras e agressões; de pobreza e exploração; de fanatismo e intolerância; de racismo e sexismo; de coacção, censura e manipulação. A violência deste sistema deixa pouca margem de manobra para a oposição construtiva, incentivando novas formas de irracionalismo destrutivo, como é o caso do terrorismo. Porém, a via das armas apenas gera mais sofrimento e violência. A única saída é a força da não-violência.
As alternativas a uma ordem global que tem aumentado a discriminação, a pobreza e a violência terão de partir das pessoas que não concordam com o rumo dos acontecimentos, terão de partir da base social e de novas formas de organização que propiciem a convergência na diversidade. O Movimento Humanista convidou, por isso, pessoas e associações de áreas muito diversas para debater os assuntos que considera prioritários para Portugal e para a Europa, numa antecipação do Fórum Humanista Europeu, que se realizará em Milão, nos dias 17 a 19 de Outubro de 2008.
Dia 29 de Março de 2008
Programa:
10h-13h
Auditório da Junta de Freguesia de Paranhos - Porto
Abertura
Conferência "O Diálogo entre Culturas e a Imigração"
Luciana Mendonça - Membro da Direcção da AACILUS (Associação de Apoio à Imigração das Comunidades Sul-Americanas e Africanas)
Luís Filipe Guerra – Porta-voz do Movimento Humanista
14h30-17h30
Casa da Cultura de Paranhos - Porto
Mesas de Trabalho
- Paz e desarmamento nuclear mundial;
- Diálogo entre culturas e imigração;
- Saúde e Direitos Fundamentais;
- Energia e água;
- Violência sobre a Juventude: psicofármacos e psicotrópicos.
Para mais informações:
www.movimentohumanista.com
Luís Filipe Guerra
quarta-feira, março 26, 2008
IRAQUE: 5 ANOS DE OCUPAÇÃO, 5 ANOS DE RESISTÊNCIA!

CONCENTRAÇÃO – SÁBADO, 29 DE MARÇO, ÀS 16H00
LARGO DE CAMÕES – LISBOA
Camaradas,
No seguimento da Moção do Conselho Nacional de 20 de Março de 2008, vimos informar que a CONCENTRAÇÃO terá lugar no próximo sábado, 29 de Março de 2008, às 16H00, no LARGO DE CAMÕES, em Lisboa.
Apelamos, uma vez mais, à participação de todos e à divulgação desta iniciativa, quer junto dos associados quer à população em geral.
Saudações sindicais,
Pel’O Conselho Nacional
Carlos Carvalho
terça-feira, março 25, 2008
Agro-combustíveis: pedido de moratória
Pedido de uma moratória de cinco anos sobre as importações de agro-combustíveis
Ex.mo Senhor
Eng. José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa
Primeiro-Ministro de Portugal
Rua da Imprensa à Estrela, 4
1200-888 Lisboa
Excelência,
Nós, abaixo-assinados, somos membros da Rede Fé e Justiça Europa África (AEFJN) mandatada por 50 congregações religiosas missionárias que contam com 30.000 religiosos/as activos na Europa e em África.
Estamos preocupados com as centenas de milhões de Africanos que estão a perder as suas terras e os seus diversos recursos essenciais, devido a certas práticas agrícolas e comerciais nefastas e estimuladas pelas políticas energéticas da Europa.
Efectivamente, constatamos certas consequências para África:
A produção local e a comercialização de alguns agro-combustíveis sustentáveis podem, de facto, constituir para os agricultores africanos, em alguns casos, uma nova oportunidade de trabalho e de receitas.
Mas a realidade actual no continente africano mostra que grandes companhias europeias exploram as terras africanas para a produção industrial de agro-combustíveis, sem ter em conta a população e o futuro da região. O seu modo de produzir origina:
- uma maior dificuldade de acesso à água e a terras férteis por parte dos agricultores africanos,
- a ameaça de expropriação dos africanos das suas terras férteis ou próximas de infra-estruturas,
- a contaminação de plantas locais com o uso de sementes ou plantas geneticamente modificadas,
- a poluição com pesticidas.
Além disso, estas companhias estrangeiras recorrem a métodos de produção que oferecem pouco emprego local. Geralmente, elas não têm em conta os efeitos secundários negativos, tanto a curto como a longo prazo (ambiente, poluição e erosão dos solos, perda da biodiversidade).
Temos, por outro lado, provas de que a classificação de “sustentável” da produção de agro-combustíveis não pode ser assegurada simplesmente por meio dum sistema de certificação. A fixação de um sistema de certificação, a escolha de critérios sociais e ambientais e as avaliações são técnica e administrativamente demasiado complicadas para possibilitarem que um tal sistema seja eficaz no terreno.
Por fim, a concorrência entre os destinos a dar à produção agrícola (combustíveis versus alimentação), contribui para o aumento de preços dos produtos alimentares, tanto a nível local como internacional. Isto é mais gravoso para os pobres e para os países dependentes das importações para a sua segurança alimentar.
A AEFJN acredita que a actual directiva da Comissão COM (2008) 19 final, 2008/0016 (COD) não garante que a produção agrícola em África será sustentável, ou seja, que ela “responderá às necessidades das gerações do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras virem a responder às suas necessidades.” (Rapport Brundtland, 1987; Rio de Janeiro, 1992).
É dever dos estados membros se responsabilizarem pelas consequências das suas decisões e do que provocam nos países parceiros de África, em particular no que se refere ao direito da segurança alimentar das populações africanas. Isto deveria implicar:
- Considerar como objectivo INDICATIVO e não obrigatório a introdução de 10% de agro-combustíveis no combustível dos transportes (ver proposta da directiva para a promoção da utilização de energias renováveis, COM (2008) 19 final, 2008/0016 (COD);
- Aplicar o princípio da precaução em relação ao uso de Organismos Geneticamente Modificados (OGM);
- Exigir dos fornecedores a menção da origem dos seus produtos e de assegurar a sua “traçabilidade” (localização, história e trajectória do produto);
- Desenvolver outros meios realmente eficazes para resolver as questões do clima e diversificar o armazenamento energético, investindo em circuitos económicos benéficos e sustentáveis tanto para a África como para a Europa.
Esta moratória de 5 anos permitiria:
- Contribuir para o respeito dos direitos fundamentais dos africanos e não travar o desenvolvimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) com os quais os Estados europeus se comprometeram.
- Reduzir a pressão sobre os preços dos produtos alimentares;
- Pôr fim aos impactos negativos e irreversíveis sobre o ambiente e a sociedade que certas formas de produção actuais estão já a gerar.
- Finalmente, a moratória proporcionaria tempo para informar e consciencializar as populações e os actores.
Lisboa, 18 de Março de 2007
NOTA: a AEFJN convida todos os que se revêm nos princípios enunciados nesta carta a subscrevê-la e a enviá-la ao PM José Sócrates.
Lisboa: homenagem a Luna
As Panteras Rosa convidam o conjunto dos colectivos e indivíduos solidários para a
Vigília de homenagem a Luna, transsexual assassinada em Lisboa
4ª feira, dia 26 de Março, 19h, Conde Redondo (esquina com a R. Gonçalves Crespo), em Lisboa.
segunda-feira, março 24, 2008
NATO Game Over
Exito de la acción internacional de desobedencia cívil pácifica «Nato Game Over» el 22 de marzo de 2008 en el cuartel general de la OTAN en Bruselas
Sábado 22 de marzo a diez días de la próxima cumbre de la OTAN en Bucarest, 450 manifestantes de 17 países europeos opuestos a la logica de guerra alimentada por la OTAN han sido encarcelados durante varias horas (de 6 a 10 horas) en el Palacio de justicia de Bruselas. Entre ellos se encontraban 11 miembros del CADTM Bélgica.
El motivo de su detención era la participación en la acción internacional « Nato Game Over », una acción pácifica de desobedencia civil organizada por el movimiento por la paz Vredesactie (Acción por la Paz) que reunió a más de 1000 manifestantes según cifras de la policía belga.
El objetivo era denunciar el papel criminal de la OTAN en la preparación y la conducta de guerras como en Afganistán o en Irak así como el almacenamiento de armas nucleares por Estados Unidos en el territorio belga. Es preciso recordar que es en el cuartel general de la OTAN que se tomaron las decisiones relativas a las armas nucleares. Para hacer oír su voz, los más de 1000 manifestantes trataron entrar en el cuartel general de la OTAN ubicado en Evere (Bruselas) para tapar puertas, ventanas y accesos. Alrededor de unas sesenta personas consiguieron penetrar en el recinto de la OTAN mientras los demás habían sido arrestados cerca de esta fortaleza.
Se debe subrayar cuatro aspectos:
- En primer lugar esta acción era legítima conforme al derecho internacional y al derecho belga. En efecto, el estacionamiento de armas nucleares por Estados Unidos en el territorio belga es contrario a varios artículos del Tratado de No Proliferación de armas nucleares, a la opinión de la Corte internacional de Justicia (la instancia jurídica de Naciones unidas) del 8 de julio de 1996 o a la resolución del senado belga que pide el retiro de las armas nucleares belgas (resolución S-3-985/5 del 21 de abril de 2005). Con eso los manifestantes se encontraban en una situación de necesidad jurídica que les obligaban actuar tratando de penetrar en el cuartel general de la OTAN.
- Por otra parte, esta acción se desenvuelvo tal como era previsto es decir sin violencia de parte de los manifestantes. En cuanto a las fuerzas de orden público no fue tanto el caso ya que a menudo actuaron con fuerza hasta en algunos casos con violencia y que tenían cañones de agua, spray de pimienta, perros de ataque...).
- Ciertas irregularidades marcaron la detención administrativa de los manifestantes en el Palacio de justicia de Bruselas. Algunos manifestantes han sido objeto de violencias físicas y verbales. No obstante eso es de notar el espíritu de solidaridad y de buen humor entre los detenidos que durante esas horas largas se han distraído con cantos y eslóganes revolucionarios.
- Para terminar queremos saludar la organización muy buena de este día de acción: antes la acción cada participante recibió una carpeta con toda la información practica y jurídica y durante la acción había una permanencia telefónica encargada con recibir llamadas de los participantes durante su arresto, se podía también entrar en contacto con abogados y médicos. Después de la acción se distribuyó comida a los participantes.
CADTM Bélgica
Maio 68: Colóquio Internacional em Lisboa
MAIO 68
POLITICA|TEORIA|HISTÓRIA
Colóquio Internacional
Lisboa, 11 e 12 de Abril de 2008
Instituto Franco-Português
Av. Luís Bívar, 91 | METRO: São Sebastião - Campo Pequeno.
Tradução simultânea
Entrada Livre
Mais informações: lisboa1968@gmail.com | (+351) 213111468
Organização:
Instituto Franco-Português
Instituto de História Contemporânea
Le monde diplomatique edição portuguesa
Apoios: FCT | Fábrica de Braço de Prata | Goethe Institut | Antígona
Maio de 1968. Em Paris anuncia-se o início de uma luta prolongada. Quatro décadas depois, este colóquio internacional reúne um conjunto de reputados intelectuais cujas investigações permitiram voltar a olhar para 1968 nas suas mais variadas dimensões. Levando o debate mais além das repetidas alusões ao cariz geracional e estudantil da revolta, mapeando 1968 para lá das fronteiras da França, o colóquio confronta a importância de 1968 na emergência de novas subjectividades políticas, analisa a dimensão de luta de classes que atravessa o período e discute a persistência de Maio'68 nos conflitos políticos contemporâneos.
Os coordenadores,
Bruno Peixe (NMENA)
Luís Trindade (IHC-UNL/U.Birkbeck)
José Neves (ICS-UL)
Ricardo Noronha (IHC-UNL)
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PROGRAMA
11 DE ABRIL
9h30
Sessão de Abertura
10h | Maio no Mundo
Fernando Rosas
Teses sobre a geração dos anos 60 em Portugal e a questão da hegemonia
Gerd-Rainer Horn
Um conto das duas europas
Manuel Villaverde Cabral
Maio de 68 como revolução cultural
14h30 | Ideias de Maio
Anselm Jappe
Maio de 68, do assalto aos céus ao capitalismo em rede. O papel dos situacionistas
Daniel Bensaid
Como ser possível pensar poder quebrar o ciclo vicioso (da dominação)
Judith Revel
1968, o fim do intelectual sartriano
12 DE ABRIL
10h | Maio em Movimento
Maud Bracker
Participação, encontro, memória: os imigrantes e o Maio de 68
João Bernardo
Estudantes ou trabalhadores?
Franco Berardi (Bifo)
68 e a génese do cognitariado
14h30 | O Outro Movimento Operário
Xavier Vigna
As greves operárias em França em 1968
Yann Moulier Boutang
Maio de 68, herança por reclamar na divisão de perdidos e achados da História
John Holloway
1968 e a crise do trabalho abstracto
18h | 1968 - 2008
Bruno Bosteels
A revolução da vergonha
François Cusset
Os embalsamadores e os coveiros