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Que la pluma sea también una espada y que su filo corte el oscuro muro por el que habrá de colarse el mañana [Subcomandante Marcos]

Isto de facto cada sociedade com a sua mania... Há dias escrevi aqui sobre os robot-soldados americanos, esta de hoje é uma notícia sobre o RI-MAN, o último numa série de protótipos criados no Japão para resolver um dos maiores problemas da sociedade japonesa: a Terceira Idade. Devido a uma reduzida natalidade combinada com uma longevidade incrivelmente elevada, estima-se que em 2020 um quarto da população do Japão terá mais que 65 anos! Infelizmente, e apesar da forte tradição nipónica de reverência pelos idosos aparentemente nada resiste à vida contemporânea, e também lá os velhos abandonados são mais que as mães. Este RI-MAN consegue percepcionar e seguir movimento, escutar e obedecer ordens; está ainda programado para detectar odores eventualmente relacionados com a saúde. Nada mau.

A Ficção Científica há muito que explora estas ideias. Como em Roujin Z, de Katsuhiro Otomo, um filme de 1996. Este Japão animado, também ele mergulhado numa Terceira Idade crescente, procura resolver o problema dos cuidados aos idosos com a criação de uma cama-robot, o Projecto Z-001, desenvolvido na cidade de Roujin. Esta cama resolve todos os problemas de higiene e saúde de quem está deitado (depositado?) nela, entretém a pessoa (cliente? paciente?) com passatempos, internet, etc, interpreta os seus sinais vitais e providencia cuidados médicos imediatos ou chama o médico em caso de necessidade. O protótipo é testado com o velho Takazawa o qual, apesar de possuir família, vive só e sem cuidados. Depois há uma série de peripécias resultantes do facto de Takazawa não ter sido ouvido nem achado para testar o que fosse, e recusar ser tratado por uma máquina. A moral da história é sobre os perigos da automatização da sociedade, esquecendo que as pessoas são... pessoas.
mpf
À descoberta das orquídeas do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros
8 de Abril / 2006 (Sábado)
A Coop. “Terra Chã” convida-o à descoberta das orquídeas da Serra dos Candeeiros. Uma viagem onde irão admirar algumas das 27 orquídeas que vivem nestas Serras...

Porque é que não inventaram antes robots para substituir as meninas usadas para levantar a moral dos soldados?
mpf

Em 1956, Milton M. Levine construiu um brinquedo a que chamou Quinta das Formigas. Em miudo costumava entreter-se a seguir os carreiros das ditas, e achou que poderia fazer algum dinheiro a vender um brinquedo vivo: uma caixa com areia e uma mão-cheia de formigas; as paredes de vidro permitiriam seguir as formigas no seu dia-a-dia. A ideia foi um sucesso e dura há 50 anos, durante os quais foram vendidas mais de 20 milhões de quintas!

Hoje em dia estão disponíveis vários modelos (incluindo o original), alguns em módulos conectados por tubagens que permitem observar as formigas a viajar de um lado para outro. Aparentemente para as crianças já nascidas na Era-playstation continua a ser fascinante seguir uma população de formigas, vê-las escavar tuneis e mover montanhas, nascer e morrer (sim, ver morrer também é importante). Actualmente a areia foi substituida por gravilha vulcânica, mais limpa e leve, a qual facilita a circulação das formigas e a sua visualização. A Quinta é aconselhada para crianças a partir dos 6 anos, custa 9 euros e vem com um cupão que dá direito a uma encomenda de formigas por correio...
mpf


Recebi um email com o Despacho acima: supostamente a menina licenciada é filha do senhor ministro. O montante parece de facto astronómico para remunerar a edição de conteudos... Fui à procura do dito site, só encontrei isto. É uma boa e útil compilação de informação, embora para página oficial do Ministério da Justiça seja paupérrima - nem uma introduçãozita ao que é e se faz no ministério? Talvez devessem contratar alguém que se encarregasse... dos conteúdos? Daqui a um mês volto a ela, para tentar perceber algum sinal dos 5 x 3254 euros gastos até agora, talvez a lic. Isabel Costa ainda esteja a estudar a questão.
mpf
Boletim da Latitude Zero
As relações entre as empresas e as Organizações Não Governamentais (ONG) são cada vez mais estreitas, mas continuam baseadas na desconfiança. Segundo o Centro de Estudos de Cooperação para o Desenvolvimento (CECOD), as empresas só dialogam com as ONG pelo receio do impacto negativo das denúncias das ONG e preferem fazê-lo fora do âmbito público, para evitar que as auditorias sociais das empresas passem a ser uma obrigação legal e não uma política voluntária. As ONG, por seu turno, tendem a aproximar-se das empresas por mera necessidade financeira e a adoptar posturas contraditórias, entre o diálogo e a denúncia. O resultado é que não ocorre um real compromisso de trabalho em conjunto.
As elites mundiais reuniram-se uma vez mais na exclusiva estância de esqui de Davos, Suíça, num quadro de desconfiança generalizada da opinião pública. Um estudo realizado em 20 países para o Fórum Económico Mundial revelou que a confiança nos governos, empresas e instituições globais caiu em 2005 para níveis mínimos desde 2001, quando se iniciou aquele inquérito. Apenas as Organizações Não Governamentais (ONG) resistem ao descrédito com um desgaste reduzido – à excepção do Brasil, Índia e Coreia do Sul, onde aquelas organizações perderam muita credibilidade em 2005.