Que la pluma sea también una espada y que su filo corte el oscuro muro por el que habrá de colarse el mañana [Subcomandante Marcos]
sexta-feira, março 31, 2006
GAIA celebra 10º aniversário
Para assinalar o seu 10º aniversário, o GAIA organizou um conjunto de iniciativas que culminam numa festa este Sábado, dia 1 de Abril, no Clube Recreativo da Mouraria (Travessa da Nazaré, 21-1, metro do Martim Moniz), em Lisboa.
A entrada é livre!
Vem comemorar connosco!
quinta-feira, março 30, 2006
quarta-feira, março 29, 2006
TGV
A ideia da corrida foi do jornal "A Voz da Galiza". Os desportistas aceitaram o desafio e, às 8.27 horas do passado dia 15, partiram em simultâneo com o comboio, no qual seguia um jornalista do diário espanhol. Alberto Magro chegou ao Porto três horas e oito minutos depois.
"Só a ritmo de bicicleta se compreende que o comboio demore 52 minutos para percorrer os 35 quilómetros entre Vigo e Tui, quando um automóvel leva apenas um quarto de hora", constataram os jornalistas; "A Voz da Galiza", lembrando que, apesar disso, o bilhete Porto/Vigo custa 14,40 euros, "o dobro do preço da portagem na autoestrada". Também por isso, registaram, o comboio não ultrapasse uma média de ocupação de 33%.
E, realizado o desafio, ficou a certeza de que, apesar dos desportistas não terem vencido o comboio, os grandes derrotados são mesmo "os passageiros que todos os dias usam aquela linha".
segunda-feira, março 27, 2006
Mais robots
Isto de facto cada sociedade com a sua mania... Há dias escrevi aqui sobre os robot-soldados americanos, esta de hoje é uma notícia sobre o RI-MAN, o último numa série de protótipos criados no Japão para resolver um dos maiores problemas da sociedade japonesa: a Terceira Idade. Devido a uma reduzida natalidade combinada com uma longevidade incrivelmente elevada, estima-se que em 2020 um quarto da população do Japão terá mais que 65 anos! Infelizmente, e apesar da forte tradição nipónica de reverência pelos idosos aparentemente nada resiste à vida contemporânea, e também lá os velhos abandonados são mais que as mães. Este RI-MAN consegue percepcionar e seguir movimento, escutar e obedecer ordens; está ainda programado para detectar odores eventualmente relacionados com a saúde. Nada mau.

A Ficção Científica há muito que explora estas ideias. Como em Roujin Z, de Katsuhiro Otomo, um filme de 1996. Este Japão animado, também ele mergulhado numa Terceira Idade crescente, procura resolver o problema dos cuidados aos idosos com a criação de uma cama-robot, o Projecto Z-001, desenvolvido na cidade de Roujin. Esta cama resolve todos os problemas de higiene e saúde de quem está deitado (depositado?) nela, entretém a pessoa (cliente? paciente?) com passatempos, internet, etc, interpreta os seus sinais vitais e providencia cuidados médicos imediatos ou chama o médico em caso de necessidade. O protótipo é testado com o velho Takazawa o qual, apesar de possuir família, vive só e sem cuidados. Depois há uma série de peripécias resultantes do facto de Takazawa não ter sido ouvido nem achado para testar o que fosse, e recusar ser tratado por uma máquina. A moral da história é sobre os perigos da automatização da sociedade, esquecendo que as pessoas são... pessoas.
mpf
quinta-feira, março 23, 2006
Encontro de Coros na Covilhã
2º Encontro de Coros
25 de Março 2006, 16h00
Auditório das Sessões Solenes da
Universidade da Beira Interior, Covilhã.
Participantes:
Coro da Academia Sénior da Covilhã
Coro da Universidade da Beira Interior
Coro de Câmara Graduale de Música Sacra de Aveiro
Coro da Universidade Sénior Intergeracional da Amadora
Mais informação:
academiaseniorcv@sapo.pt
Telefone: 275336788
Descubra a orquídea que há em si...
À descoberta das orquídeas do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros
8 de Abril / 2006 (Sábado)
A Coop. “Terra Chã” convida-o à descoberta das orquídeas da Serra dos Candeeiros. Uma viagem onde irão admirar algumas das 27 orquídeas que vivem nestas Serras...
Energia
quarta-feira, março 22, 2006
terça-feira, março 21, 2006
O caso Lafforgue
Em Novembro de 2005, Lafforgue foi protagonista involuntário de um verdadeiro escândalo nos meios da Educação em França. Esses acontecimentos foram quase simultâneos com as revoltas nos subúrbios de Paris. Enquanto estes últimos preencheram semanas de noticiários, o caso Lafforgue passava totalmente despercebido em Portugal. Curiosamente, o caso Lafforgue tem provavelmente muito mais relação com a realidade portuguesa de 2006 do que as revoltas suburbanas: é uma manifestação extrema de sintomas idênticos aos que experimentamos em Portugal, sendo uma situação paradigmática. É útil, portanto, pormenorizar a evolução do que se passou com Lafforgue.
Depois da sua eleição como membro da Academia das Ciências, Lafforgue começou a interessar-se cada vez mais pelas questões da Educação e pelo declínio acentuado dos padrões da educação escolar em França, nomeadamente em áreas científicas. Em conjunto com colegas Académicos de áreas da Matemática e da Física (R. Balian, J. M. Bismut, A. Connes, J. Demailly, P. Lelong e J. P. Serre) elabora em 2004 um importante documento sobre Os saberes fundamentais ao serviço do futuro científico e técnico.
.
.
.
.
.
Lafforgue sugere em seguida mais de uma dezena de livros publicados em França nos últimos três anos que fornecem um corpus factual para as suas afirmações (aparentemente em França a reacção a estas doutrinas é bem mais enérgica do que entre nós). São, sobretudo, testemunhos de professores no terreno que presenciaram em primeira-mão a catastrófica degradação do sistema de ensino público francês, cujos títulos falam em "Traição às letras", "O horror pedagógico", "Os professores acusam", "Contra os gurus do pedagogicamente correcto", "Quem teve esta ideia louca de destruir a escola?” ou "A fábrica do cretino: a morte programada da escola”. Para que não houvesse interpretações simplistas de "reaccionarismo", Lafforgue explicita que o autor deste último livro, Jean-Paul Brigheli, é um professor de letras, de extrema-esquerda, que interpreta a destruição da escola como uma conspiração deliberada das classes dominantes ultraliberais.
.
.
.
.
.
.
(Publicado em Ingenium: Revista da Ordem dos Engenheiros, II Série, N.º 91, Janeiro/Fevereiro 2006)
segunda-feira, março 20, 2006
Conferência com a professora Gisela Bock
(Historiadora com numerosos livros e artigos sobre a História das Mulheres.
Professora na Universidade Livre de Berlim)
7 de Abril de 2006- 18,00 h
ICS - Instituto de Ciências Sociais (Auditório)
Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, 9
Lisboa
Tema da Conferência:
"Gender dimensions in transnacional history and the history of West European Colonialism"
sexta-feira, março 17, 2006
Feitos à imagem e semelhança...

Porque é que não inventaram antes robots para substituir as meninas usadas para levantar a moral dos soldados?
mpf
quinta-feira, março 16, 2006
Disparidades
Entretanto em França, centenas de milhar de estudantes saem para a rua, para evitar a lei do primeiro emprego: esta nova invenção permite às empresas despedir empregados sem justa causa, se estes tiverem menos de 26 anos. Ao trabalho precário e à MacDonaldização dos empregos junta-se agora o terrorismo de estado, que defende que os trabalhadores, por serem jovens, são um bem dispensável, com poucos ou nenhuns direitos direitos. Por este caminho, os dias da escravidão não estão longe.
Se calhar já não há classes; o que há é accionistas, massa laboral tratada como peões sacrificáveis no tabuleiro da Bolsa, jovens tratados como cidadãos de segunda, salários de miséria nas grandes superfícies, muito carro de luxo. E entretanto os que especulam na bolsa, continuam a encher os bolsos. A crise, essa, lá continua, indiferente à bolsa e aos seus malabarismos.
Outro Zimão
terça-feira, março 14, 2006
A Primavera

O Zimão (Gonepteryx rhamni) é uma das primeiras borboletas que pode ser vista na Primavera. A sua forma e coloração esverdeada permitem dissimular-se entre as folhas das árvores e assim escapar à voracidade dos passarocos que só pensam em caçá-los para encher o bandulho ou para alimentar os mais novos.
O Norte
Viana do Castelo é uma cidade clara. Não esconde nada. Não há uma Viana secreta. Não há outra Viana do lado de lá. Em Viana do Castelo está tudo à vista. A luz mostra tudo o que há para ver. É uma cidade verde-branca. Verde-rio e verde-mar, mas branca. Em Agosto até o verde mais escuro, que se vê nas árvores antigas do Monte de Santa Luzia, parece tornar-se branco ao olhar. Até o granito das casas. Mais verdades. No Norte a comida é melhor. O vinho é melhor. O serviço é melhor. Os preços são mais baixos. Não é difícil entrar ao calhas numa taberna, comer muito bem e pagar uma ninharia. Estas são as verdades do Norte de Portugal. Mas há uma verdade maior. É que só o Norte existe. O Sul não existe. As partes mais bonitas de Portugal, o Alentejo, os Açores, a Madeira, Lisboa, et caetera, existem sozinhas. O Sul é solto. Não se junta. Não se diz que se é do Sul como se diz que se é do Norte. No Norte dizem-se e orgulham-se de se dizer nortenhos. Quem é que se identifica como sulista? No Norte, as pessoas falam mais no Norte do que todos os portugueses juntos falam de Portugal inteiro.
Os nortenhos não falam do Norte como se o Norte fosse um segundo país. Não haja enganos. Não falam do Norte para separá-lo de Portugal. Falam do Norte apenas para separá-lo do resto de Portugal. Para um nortenho, há o Norte e há o Resto. É a soma de um e de outro que constitui Portugal. Mas o Norte é onde Portugal começa. Depois do Norte, Portugal limita-se a continuar, a correr por ali abaixo. Deus nos livre, mas se se perdesse o resto do país e só ficasse o Norte, Portugal continuaria a existir. Como país inteiro. Pátria mesmo, por muito pequenina. No Norte. Em contrapartida, sem o Norte, Portugal seria uma mera região da Europa. Mais ou menos peninsular, ou insular. É esta a verdade. Lisboa é bonita e estranha mas é apenas uma cidade. O Alentejo é especial mas ibérico, a Madeira é encantadora mas inglesa e os Açores são um caso à parte.
Em qualquer caso, os lisboetas não falam nem no Centro nem no Sul - falam em Lisboa. Os alentejanos nem sequer falam do Algarve - falam do Alentejo. As ilhas falam em si mesmas e naquela entidade incompreensível a que chamam, qual hipermercado de mil misturadas, Continente.
No Norte, Portugal tira de si a sua ideia e ganha corpo. Está muito estragado, mas é um estragado português, semi-arrependido, como quem não quer a coisa. O Norte cheira a dinheiro e a alecrim. O asseio não é asséptico - cheira a cunhas, a conhecimentos e a arranjinho. Tem esse
defeito e essa verdade. Em contrapartida, a conservação fantástica de (algum) Alentejo é impecável, porque os alentejanos são mais frios e conservadores (menos portugueses) nessas coisas.
O Norte é feminino. O Minho é uma menina. Tem a doçura agreste, a timidez insolente da mulher portuguesa. Como um brinco doirado que luz numa orelha pequenina, o Norte dá nas vistas sem se dar por isso.
As raparigas do Norte têm belezas perigosas, olhos verdes-impossíveis, daqueles em que os versos, desde o dia em que nascem, se põem a escrever-se sozinhos. Têm o ar de quem pertence a si própria. Andam de mãos nas ancas. Olham de frente. Pensam em tudo e dizem tudo o que pensam. Confiam, mas não dão confiança. Olho para as raparigas do meu país e acho-as bonitas e honradas, graciosas sem estarem para brincadeiras, bonitas sem serem belas, erguidas pelo nariz, seguras pelo queixo, aprumadas, mas sem vaidade. Acho-as verdadeiras. Acredito nelas. Gosto da vergonha delas, da maneira como coram quando se lhes fala e da maneira como podem puxar de um estalo ou de uma panela, quando se lhes falta ao respeito.
Gosto das pequeninas, com o cabelo puxado atrás das orelhas, e das velhas, de carrapito perfeito, que têm os olhos endurecidos de quem passou a vida a cuidar dos outros. Gosto dos brincos, dos sapatos, das saias.. Gosto das burguesas, vestidas à maneira, de braço enlaçado nos homens. Fazem-me todas medo, na maneira calada como conduzem as cerimónias e os maridos,
mas gosto delas. São mulheres que possuem; são mulheres que pertencem.
As mulheres do Norte deveriam mandar neste país. Têm o ar de que sabem o que estão a fazer. Em Viana, durante as festas, são as senhoras em toda a parte. Numa procissão, numa barraca de feira, numa taberna, são elas que decidem silenciosamente. Trabalham três vezes mais que os homens e não lhes dão importância especial. Só descomposturas, e mimos, e carinhos. O Norte é a nossa verdade. Ao princípio irritava-me que todos os nortenhos tivessem tanto orgulho no Norte, porque me parecia que o orgulho era aleatório. Gostavam do Norte só porque eram do Norte. Assim também eu. Ansiava por encontrar um nortenho que preferisse Coimbra ou o Algarve, da maneira que eu, lisboeta, prefiro o Norte. Afinal, Portugal é um caso muito sério e compete a cada português escolher, de cabeça fria e coração quente, os seus pedaços e pormenores.
Depois percebi. Os nortenhos, antes de nascer, já escolheram. Já nascem escolhidos. Não escolhem a terra onde nascem, seja Ponte de Lima ou Amarante, e apesar de as defenderem acerrimamente, põem acima dessas terras a terra maior que é o "O Norte". Defendem o "Norte" em Portugal como os Portugueses haviam de defender Portugal no mundo.
Este sacrifício colectivo, em que cada um adia a sua pertença particular - o nome da sua terrinha - para poder pertencer a uma terra maior, é comovente. No Porto, dizem que as pessoas de Viana são melhores do que as do Porto. Em Viana, dizem que as festas de Viana não são tão autênticas como as de Ponte de Lima.
Em Ponte de Lima dizem que a vila de Amarante ainda é mais bonita.. O Norte não tem nome próprio. Se o tem não o diz. Quem sabe se é mais Minho ou Trás-os-Montes, se é litoral ou interior, português ou galego? Parece vago. Mas não é. Basta olhar para aquelas caras e para aquelas casas, para as árvores, para os muros, ouvir aquelas vozes, sentir aquelas mãos em cima de nós, com a terra a tremer de tanto tambor e o céu em fogo, para adivinhar.
O nome do Norte é Portugal. Portugal, como nome de terra, como nome de nós todos, é um nome do Norte. Não é só o nome do Porto. É a maneira que têm de dizer "Portugal" e "Portugueses". No Norte dizem-no a toda a hora, com a maior das naturalidades. Sem complexos e sem patrioteirismos. Como se fosse só um nome. Como "Norte". Como se fosse assim que chamassem uns pelos outros. Porque é que não é assim que nos chamamos todos?
Miguel Esteves Cardoso
segunda-feira, março 13, 2006
O encantamento pela vida é eterno
Em 1956, Milton M. Levine construiu um brinquedo a que chamou Quinta das Formigas. Em miudo costumava entreter-se a seguir os carreiros das ditas, e achou que poderia fazer algum dinheiro a vender um brinquedo vivo: uma caixa com areia e uma mão-cheia de formigas; as paredes de vidro permitiriam seguir as formigas no seu dia-a-dia. A ideia foi um sucesso e dura há 50 anos, durante os quais foram vendidas mais de 20 milhões de quintas!

Hoje em dia estão disponíveis vários modelos (incluindo o original), alguns em módulos conectados por tubagens que permitem observar as formigas a viajar de um lado para outro. Aparentemente para as crianças já nascidas na Era-playstation continua a ser fascinante seguir uma população de formigas, vê-las escavar tuneis e mover montanhas, nascer e morrer (sim, ver morrer também é importante). Actualmente a areia foi substituida por gravilha vulcânica, mais limpa e leve, a qual facilita a circulação das formigas e a sua visualização. A Quinta é aconselhada para crianças a partir dos 6 anos, custa 9 euros e vem com um cupão que dá direito a uma encomenda de formigas por correio...
mpfsexta-feira, março 10, 2006
Universidade de Lisboa solidária com universidades iraquianas
quinta-feira, março 09, 2006
terça-feira, março 07, 2006
Crónica de uma morte anunciada
A lição do ano
segunda-feira, março 06, 2006
O serviço público da BBC
sexta-feira, março 03, 2006
Internet

A Alemanha(.de) tinha aproximadamente 15 milhões de utilizadores de Internet no início de 2000. O tamanho das letras é proporcional à quantidade de utilizadores.
Carros

Se alinhassemos todos os carros existentes um atrás do outro, podíamos dar 70 voltas à terra...
Promovendo a Cidadania I
4 de Março (Sábado)
13h30, Universidade de Évora, Colégio do Espírito Santo
Organização: Encontro Nacional de Estudantes de Informática
Oradores convidados:
- Dra. Anabela Pedroso (UMIC)
- Professora Graça Simões (UMIC)
- Professor António Pedro Dores (ISCTE)
Temas a abordar:
* Governo Electrónico
* Democracia Electrónica
* Competências para a Sociedade do Conhecimento
* Info-Inclusão: Das Cidades Digitais aos Espaços Internet
Promovendo a Cidadania II
21h30 Espaço CELEIROS, Évora
Organização: PedeXumbo, APORDOC, Cine-Clube de Évora
Filmes que serão exibidos:
*DROGAS EM LETRAS
realização colectiva NUCIVO!
(mini-dv, 23´, 2005)
*MICRO DOC´S KINGDOM
de Teresa Costa, Rui Monteiro, Carla Capeto, Marise Francisco, Paula Alves, Hitesh, Vvoitek Ziemelski, Tânia David
Vários olhares documentais sobre a cidade de Serpa, realizados pelos participantes da 1ªOficina do Olhar durante o Seminário Doc´s Kingdom 05
(mini-dv, 26´, 2005)
*A RODINHA DO PODER
NUCIVO
6’, 2005
Debate após os documentários, a que se seguirá um concerto pelos Lupanar.
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
justiça

Recebi um email com o Despacho acima: supostamente a menina licenciada é filha do senhor ministro. O montante parece de facto astronómico para remunerar a edição de conteudos... Fui à procura do dito site, só encontrei isto. É uma boa e útil compilação de informação, embora para página oficial do Ministério da Justiça seja paupérrima - nem uma introduçãozita ao que é e se faz no ministério? Talvez devessem contratar alguém que se encarregasse... dos conteúdos? Daqui a um mês volto a ela, para tentar perceber algum sinal dos 5 x 3254 euros gastos até agora, talvez a lic. Isabel Costa ainda esteja a estudar a questão.
mpf
Miudos que matam
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
sábado, fevereiro 18, 2006
Queridos Inimigos
Boletim da Latitude Zero
As relações entre as empresas e as Organizações Não Governamentais (ONG) são cada vez mais estreitas, mas continuam baseadas na desconfiança. Segundo o Centro de Estudos de Cooperação para o Desenvolvimento (CECOD), as empresas só dialogam com as ONG pelo receio do impacto negativo das denúncias das ONG e preferem fazê-lo fora do âmbito público, para evitar que as auditorias sociais das empresas passem a ser uma obrigação legal e não uma política voluntária. As ONG, por seu turno, tendem a aproximar-se das empresas por mera necessidade financeira e a adoptar posturas contraditórias, entre o diálogo e a denúncia. O resultado é que não ocorre um real compromisso de trabalho em conjunto.
quinta-feira, fevereiro 16, 2006
Violência doméstica
Serviço de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica: 800 202 148
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Fotonovelas
Ontem, hoje, amanhã
O Hospital Francês de Sarajevo tinha 13 andares. Todos os andares estavam destruídos por bombardeamentos assassinos. Fizeram tiro ao alvo ao edifício, mesmo sabendo que era um hospital. Porque prestava assistência a soldados feridos… naquele tempo, só funcionava no rés-do-chão e cave e, mesmo assim, com geradores e sem água canalizada. Os corredores transformados em enfermarias entupidas de gente deitada pelo chão e em algumas macas. Era um mar de corpos, uns vivos, outros mortos.
Fomos lá para filmar uma extracção de bala da perna de uma senhora, alvejada no dia anterior por um sniper. Esperávamos autorização para entrar no bloco quando ouvi, mesmo ao meu lado, um som estranho. Parecia uma coisa a despegar-se… olhei e vi uma mulher, ainda jovem, deitada na maca, de mãos crispadas agarradas ao rebordo da maca, olhos muito abertos virados para o tecto, de pernas abertas, destapada… e vi o miúdo a nascer. Sozinho. Tudo num estranho silêncio. A mãe de lábios cerrados, a criança a nascer num esforço solitário. Chamei uma enfermeira. A parturiente foi levada e o bebé acabou o esforço de nascer já assistido por outros seres humanos. Estava vivo mas teimou em não chorar. Quando tentaram pô-lo no peito da mãe, foi rejeitado, silenciosamente. Aquele bebé era resultado de violações repetidas sofridas pela mãe às mãos de soldados inimigos. Jamais seria aceite pela mulher que o pariu.
Carlos Narciso
terça-feira, fevereiro 14, 2006
domingo, fevereiro 12, 2006
tv
mpf
sábado, fevereiro 11, 2006
Desconfiança Global
As elites mundiais reuniram-se uma vez mais na exclusiva estância de esqui de Davos, Suíça, num quadro de desconfiança generalizada da opinião pública. Um estudo realizado em 20 países para o Fórum Económico Mundial revelou que a confiança nos governos, empresas e instituições globais caiu em 2005 para níveis mínimos desde 2001, quando se iniciou aquele inquérito. Apenas as Organizações Não Governamentais (ONG) resistem ao descrédito com um desgaste reduzido – à excepção do Brasil, Índia e Coreia do Sul, onde aquelas organizações perderam muita credibilidade em 2005.
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
O Direito na Intervenção Ambiental
18 de Fevereiro de 2006
das 10h às 12h e das 14h às 19h
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Auditório 2
Av Berna, Lisboa
Moderadora
Lia Vasconcelos (Investigadora)
Formadores
Aníbal Ramos (Insp. Amb.)
António Andrade Silva (Advogado)
Isabel Andrade (Jurista)
José Sá Fernandes (Advogado)
Maria Adília Lopes (Jurista)
Vanessa Cunha (Advogada)
Programa
10:00 Apresentação da 1ª sessão do workshop - comissão organizadora
10:15 Exibição de um filme temático (documentário)
11:30 Debate sobre o documentário
12:00 Almoço
14:00 Lia Vasconcelos - Introdução - Participação Pública
14:20 Maria Adília Lopes e António A. Silva – Que fazer perante situações que podem configurar um ilícito ambiental, urbanístico ou de violação do património cultural
- A participação/denúncia a serviços da administração pública;
- A reacção da administração pública perante a denúncia;
- Recurso a outras instâncias administrativas, no caso de omissão ou irregularidade da acção da administração pública: O recurso ao Provedor de Justiça;
- O recurso a instâncias judiciais.
15:00 1º Debate intercalar
15:20 Isabel Andrade e Vanessa Cunha – Direito de Participação
- Âmbito e natureza do direito de participação: Quem, quando e como pode ser efectivado;
- Casos específicos nos procedimentos de tomada de decisão pública
- Os planos de ordenamento;
- O procedimento para a classificação, inventariação, defesa e valorização do património cultural.
16:00 2º Debate intercalar
16:20 Aníbal Ramos – O papel da administração pública
- O crime ambiental;
- As contra-ordenações ambientais;
- O papel de fiscalizador: dificuldades actuais no processo de fixação de coima.
16:40 3º Debate intercalar
17:00 José Sá Fernandes – O poder de intervenção dos cidadãos
- A acção popular;
- Casos de estudo.
17:20 Intervalo – distribuição de Quadro Síntese
17:30 Debate final
19:00 Encerramento da 1ª sessão do workshop
Mais info aqui.
Contra a Directiva Bolkestein !
Conscientes do impacto que a sua aprovação terá na actividade económica e social na União Europeia, um conjunto de organizações – Água Pública, CIDAC, CNA e MUSP - associaram-se à CGTP-IN, numa iniciativa por esta promovida, para debater publicamente as suas implicações na nossa vida colectiva.
Esta discussão terá lugar no dia 11 de Fevereiro, pelas 14,30h, no Auditório daquela central sindical, sito na R. Vítor Córdon, n.º 1. Mais ...
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
O camarada Bill
Negócios Sujos
O oleoduto Chade-Camarões é o mais importante projecto petrolífero em África. O Banco Mundial retirou o apoio financeiro ao Governo do Chade, após este ter revogado o acordo que reservava parte das receitas da venda do petróleo para fins sociais e para um fundo de garantia para o futuro. Num dos países mais pobres e corruptos do mundo, as petrolíferas que exploram este negócio também são responsáveis: o consórcio liderado pela Exxon Mobil incluiu no contrato com os governos locais – válido por 70 anos – uma cláusula que prevê compensações financeiras caso venha a ser aprovada legislação que obrigue as empresas a esforços adicionais em termos de garantias ambientais e sociais.
É possível: uma economia sem petróleo
O conhecimento de que as reservas de petróleo são limitadas, que em breve começarão a escassear, e que a subida do preço do petróleo provoca recessões económicas a nível global, não é uma recente descoberta sueca: até os governantes portugueses sabem isto. Mas os suecos vão para além da teoria, promovendo uma Comissão de Energia que reune académicos, industriais, agricultores, funcionários públicos, cidadãos em geral, a qual reporta directamente ao Parlamento Sueco. O objectivo: criar a primeira economia do mundo livre de petróleo.
A economia sueca foi especialmente abalada pela subida dos preços do petróleo nos anos 70. Abaladas, foram de facto todas as economias, mas só a sueca reagiu no sentido de inverter a repetição do fenómeno: hoje a dependência do petróleo na Suécia situa-se sobretudo ao nível dos transportes; a electricidade já tem origem hidroeléctrica ou nuclear, enquanto que o aquecimento (e as casas suecas, ao contrário das nossas, são realmente quentes todo o ano...) é feito a partir de energia geotérmica e combustão de resíduos.
Entretanto em 1980 um referendo (sim, os suecos votam estas coisas...) decidiu acabar com a energia nuclear, pelo que os dois grandes objectivos energéticos do governo sueco são a independência a prazo do petróleo, mas também da energia nuclear. E a solução passa por explorar os recursos locais. Os incentivos à indústria são também essenciais: por exemplo, neste momento o governo sueco trabalha com empresas como a Saab e a Volvo no sentido de que estas desenvolvam carros e camiões que circulem a a etanol e outros biocombustíveis.
.
.
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Oferta de estágios em Timor-Leste

Temas
1. Estudo de Viabilidade do Aproveitamento dos Resíduos da Transformação do Café
2. Apoio à Constituição de uma Unidade para a Certificação Orgânica de Café
3. Efeito das épocas e métodos de enxertia na propagação vegetativa de citrinos, abacateiro e mangueira
Período de Recepção de Propostas: 01 de Maio de 2006
Início do Estágio em Timor Leste: 01 de Junho de 2006
Mais informações: Helena Caires (PADRL, Responsável da Componente III)









